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Furúnculo

O furúnculo pode ser uma simples infecção, mas que deve ser cuidada e tratada para que não aconteçam complicações.

O que é furúnculo?

O furúnculo é uma infecção cutânea causada por bactéria que causa inflamação no chamado folículo piloso, que é uma glândula sebácea e o tecido subcutâneo. A junção da inflamação com a infecção forma um caroço que é o furúnculo. Sua característica é a presença de nódulo avermelhado, dolorido, endurecido e quente, com uma área amarelada na parte central indicativa da presença de pus. O tamanho varia de acordo com a profundidade dos tecidos infectados.

Por que ele aparece na pele?

O furúnculo é uma bactéria que encontra uma área lesionada na qual ele se reproduz. Isso pode acontecer com qualquer pessoa, sem relação nenhuma com o sangue.

Acne mal retirada, lesão na pele, etc., pode fazer com que o furúnculo apareça. Essas bactérias são encontradas em qualquer lugar do corpo humano, mas que tem algumas partes do corpo preferidas. São as partes mais úmidas e que tenham mais gordura como as pernas, as coxas, as axilas, os glúteos e o rosto. Mas isso não é uma regra geral.

Causas

Não existem causas para o furúnculo aparecer. Simplesmente aparece com existência de bactérias que usam essas lesões para poder se desenvolverem. A bactéria que, normalmente, causa o furúnculo é a Staphylococcus Aureus. Ele é muito comum e que pode ser encontrado dentro da raiz da pele.

Mas, ele é também causado por outras bactérias ou fungos que estão na superfície da pele. Eles crescem nos locais com alguma ferida ou picada de inseto. Os furúnculos podem aparecer em folículos capilares de qualquer parte do corpo, podendo aparecer mais de um ao mesmo tempo.

Pelo encravado x furúnculo

O pelo encravado surge de forma mais superficial e causa menos dor se encontrando ao redor do pelo. Já o furúnculo fica nas camadas mais profundas da pele e é doloroso.

É contagioso?

 

Não há uma definição concreta de que o furúnculo é contagioso, pois ele está ligado a bactérias que estão já presentes no corpo humano. As bactérias podem ser passadas de uma pessoa para outra, mas isso não quer dizer que a pessoa vai ter furúnculo.

O furúnculo aparece nas peles oleosas, úmidas, sujas, lesionadas. Ter a bactéria no seu corpo não quer dizer que você vai ter um furúnculo no decorrer da sua vida. É possível que você tenha essa bactéria na sua pele, mas não tenho surgido qualquer uma das condições para se desenvolverem e formarem o furúnculo.

Tipos de furúnculo

Ele pode ser dividido em 2 tipos:

Carbúnculo

Ele é caracterizado pelo agrupamento de vários furúnculos, que podem se expandir de forma mais profunda. A causa desse tipo são bactérias e ruptura de cistos.

Furunculose

É caracterizado pela presença de múltiplos furúnculos ao mesmo tempo, mas que não estão próximos uns dos outros. Normalmente, ela só fica na pele, porém pessoas com predisposição, ela se manifesta de forma mais forte que o normal causando infecções.

A infecção de um folículo pode passar para outros folículos, principalmente nos locais de fricção ou mais propicias a lesões.

Pessoas mais propensas a ter furúnculo

Qualquer um pode ter furúnculos, mas há fatores de risco que contribuem para o surgimento desses nódulos:

Contato físico com área lesionada por pessoas que estejam com furúnculo.

Pessoas diabéticas têm um organismo com anticorpos frágeis contra bactérias de infecção.

Pessoas que têm acne, eczema e outras doenças de pele são mais suscetíveis ao surgimento de furúnculos

Imunidade baixa dificulta a reação dos anticorpos do organismo a infecções.

Pessoas que possuem HIV são mais vulneráveis a doenças infecciosas.

Obesidade também pode facilitar a ocorrência de lesões.

Sintomas

Furúnculos são mais comuns no rosto, pescoço, axilas, nádegas e coxas, podendo aparecer como um nódulo inchado, sensível e vermelho rosado. Com o decorrer do tempo, ele fica cheio de água ou um cisto. A dor aumenta conforme ele vai tendo mais pus e tecido morto no interior.

Sintomas mais comuns:

O aparecimento de nódulo avermelhado, dolorido e cheio de pus.

Aparecer vermelhidão e suor na pele ao redor do local inchado.

O aumento gradual do tamanho do nódulo enquanto ele vai se enchendo de pus.

Aparecimento de uma área amarelada no centro do furúnculo, que pode se romper e vazar o pus.

Cansaço, mal-estar, coceira, febre antes do aparecimento do furúnculo.

Sintomas emergenciais

Procure um médico imediatamente, quando:

O furúnculo aparecer na face;

O furúnculo crescer muito rápido ou estiver muito dolorido;

Se o furúnculo causar febre;

Sensação de dor muito forte;

Se aparecerem furúnculos frequentemente;

Se ele não cicatrizar em duas semanas.

Quanto tempo demora para o furúnculo desaparecer?

O período de desenvolvimento é de 4 a 10 dias e o tempo de transmissão continua enquanto houver a bactéria no ferimento. Nos casos em que há multiplicação de furúnculos, ele pode levar até 6 meses para serem curados, necessitando de tratamentos com antibióticos.

Tratamento

Normalmente, o furúnculo desaparece depois de alguns dias ou semanas, mas o processo pode ser mais rápido com alguns remédios e pomadas que aliviem a dor e acabem com a infecção.

É possível tratar os furúnculos pequenos em casa, através de compressas quentes que aliviam a dor e auxiliando em uma drenagem natural. O local da ferida deve estar sempre limpo para que não haja complicações maiores.

Situações mais graves

Em alguns casos mais graves, o médico poderá prescrever tratamentos mais específicos como:

Incisão e drenagem

O médico faz uma pequena incisão no centro do furúnculo para induzir a drenagem do pus

Antibióticos

Para casos de furúnculo acompanhado de infecções bacterianas, o médico prescreve antibióticos específicos de tipo tópico ou oral.

Obs.: o furúnculo não deve ser espremido, pois pode agravar a lesão e levar a infecção para mais dentro da pele.

Diagnóstico

O exame físico, normalmente, é o suficiente para obter o diagnóstico. Se o paciente sofre de furúnculo recorrente ou apresentam um quadro infeccioso grave, o médico pode enviar uma amostra do pus para ser analisado em um laboratório.

Benzetacil

Você sabe o que é o benzetacil? Trata-se de um medicamento injetável que muitos já ouviram falar, mas poucos sabem do que se trata. “Benzetacil” é o nome comercial usado para a veiculação duma substância conhecida por especialistas como benzilpenicilina benzatina. Como o nome já acusa, é um tipo de penicilina, isto é, um antibiótico, muito forte, diga-se de passagem, utilizado para o tratamento de infecções e doenças causados por organismos como bactérias.

O uso desse fármaco não é dos mais confortáveis. Por ter uma concentração muito alta da substância mencionada acima, o medicamento é denso e tem uma característica pastosa. Detalhe que o benzetacil é um medicamento aplicado de maneira intramuscular, e esse caráter pastoso dificulta a entrada do fármaco na corrente sanguínea. Devido a isso, a injeção desse medicamento provoca desconfortos intensos que podem durar de algumas horas até dias inteiros.

O principal problema na aplicação desse medicamento é o local em que deve ser injetado: nas glúteos ou na região lateral da coxa (no caso de bebês de até 2 anos de idade), porção mais flácida do corpo, com mais gordura e menos músculos.

Digo isso porque não só a aplicação do medicamento dói devido à sua alta concentração de penicilina, mas também pelo fato de que, no momento da injeção, o paciente não poder sequer contrair os glúteos, pois isso pode quebrar a agulha, provocando uma dor ainda maior e fazendo com que a aplicação tenha que ser repetida.

É por conta disso que essa aplicação só deve ser feita por profissionais com a devida orientação: de maneira lenta e contínua, evitando o entupimento da agulha e procurando reduzir ao máximo a dor do paciente, variando o local de aplicação se necessário. Trata-se de um processo extremamente delicado e que pode até causar maiores danos ao corpo se feito por alguém despreparado.

 

Para que serve?

 

Porém, há um motivo por trás de toda essa dor: o benzetacil é um medicamento muito eficiente contra uma série de infecções bacterianas, como amigdalite, faringite, laringite, doenças renais e reumáticas, infecções no aparelho respiratório, sífilis etc. Por conta de sua alta eficiência, o benzetacil é apenas utilizados em casos muito graves, quando a infecção já está em estágio avançado e pode contaminar partes saudáveis do corpo.

Além de ter uma eficiência ótima no combate a esse tipo de infecção no corpo, o benzetacil também é utilizado por conta de sua rápida ação no organismo. Essa ação é quase que imediata, dificilmente superando a casa das 48 horas e eliminando a infecção, via de regra, em curtos períodos de tempo. Em algumas horas, por exemplo, a ação do benzetacil faz uma palpável diferença no combate a enfermidades de leves a médias, como a amigdalite. No caso de infecções mais graves, como a sífilis (que não tem cura), é possível produzir um considerável alívio nos sintomas e até mesmo reduzir o avanço da doença.

 

Bula

 

Por ser um medicamento tão forte e potente, a dosagem e a aplicação do benzetacil só podem ser feitas em ambientes médicos controlados. O uso dessa medicação ocorre apenas em casos mais graves, e geralmente é o próprio médico que aplica o fármaco no consultório ou no pronto atendimento, a depender do caso.

O benzetacil, vale destacar, é um antibiótico, então sua prescrição só pode ser feita mediante escrutínio médico. O comércio de antibióticos é fortemente controlado no Brasil, e só pode ser realizado com a retenção de receita pelo profissional farmacológico.

A bula do benzetacil indica a concentração do componente benzilpenicilina benzatina no fármaco, a posologia conforme consenso médico e, ainda, os principais efeitos colaterais de seu uso. Porém, a posologia específica é apenas o médico quem vai determinar conforme as particulares do caso concreto. É importante não arriscar se automedicar com benzetacil, não só pela potência do medicamento, mas devido à dificuldade e demais riscos na aplicação que mencionamos anteriormente.

Além disso, vale lembrar que o uso de benzetacil é restrito aos casos mais graves, nos quais a infecção já se espalhou consideravelmente e precisa ser inibida com toda a celeridade. Na maioria dos casos, todavia, o tratamento pode ser feito com antibióticos mais fracos.

Esse medicamento é de uso controlado, sendo comercializado em drogarias e farmácias mediante retenção da receita pelo profissional de saúde. Seu preço varia de 7 a 14 reais. Contudo, é mais normal a aplicação ser paga e feita dentro do próprio hospital ou clínica. Como vimos, sua aplicação é extremamente complicada e arriscada, sendo que é melhor não passar por esse perrengue sem a ajuda de um profissional qualificado.

 

Além disso, há também algumas contraindicações para o uso do fármaco. A principal é que pacientes com alergia a penicilina não devem usar o benzetacil. A fórmula, por óbvio, deve ser consultada antes do uso do medicamento, para verificar se o paciente não sofre de hipersensibilidade em relação a qualquer um dos componentes presentes no benzetacil, que incluem citrato de sódio, povidona, edetato dissódico, propilparabeno, metilparabeno, metabissulfito desódio e água para injetáveis. O uso do medicamento também não é indicado para mulheres grávidas ou lactantes, a não ser em casos de suma gravidade. Por fim, o benzetacil não pode ser misturado com o consumo de bebidas alcoólicas porque aumenta o efeito do álcool no fígado, enfraquecendo o órgão.

 

Efeitos colaterais

Quando discutimos os efeitos colaterais do benzetacil, o primeiro e principal que vem a mente são as dores. Sim, o uso desse remédio provoca dores intensas, especialmente no momento de sua aplicação. Porém, essa dor transcende esse momento e perdura por períodos longos, em média por 24 horas após a injeção.

Contudo, existem ainda outros possíveis efeitos colaterais para o uso desse remédio, listados na bula do mesmo. Não é incomum a ocorrência de efeitos colaterais negativos pós-aplicação como náuseas, enjoos, diarreias, enxaquecas, vômito e outras complicações no sistema gastrointestinal. Também é possível a manifestação de sintomas como sapinho e candidíase, retenção de líquidos, reações cutâneas como coceira, erupções, urticária, vermelhidão, queda da pressão arterial e até mesmo laringite.

 

 

3 alimentos que roubam sua energia

Na rotina agitada de nosso dia a dia, em que temos mais tarefas do que tempo para fazê-las com calma, é normal se sentir um pouco cansado ou sem energia. Contudo, quando esse cansaço é constante, é sinal de que algo não está certo. É claro que todos temos um limite de cansaço e estresse que muitas profissões contemporâneas simplesmente ignoram. Isso é um problema social, amplo. Mas se isso tem feito sua qualidade de vida reduzir drasticamente, talvez esteja na hora de reavaliar alguns hábitos do seu cotidiano.

Por exemplo, seus ciclos de sono podem estar desregulados. Médicos e especialistas afirmam que a quantidade ideal de sono é de 7 a 8 horas por dia. Essa seria uma noite bem dormida, que pode fazer milagres no controle de níveis de estresse e ansiedade. Sua rotina de sono está em dia? Então o que será que tem te feito tão cansado ou cansada no seu dia a dia?

Outro aspecto importantíssimo para o cansaço no cotidiano está na dieta alimentar. Será que você está ingerindo a quantidade suficiente de nutrientes que o seu corpo necessita? Uma dieta balanceada é essencial para manter os níveis de energia numa zona saudável. Existem os dois extremos: você pode não estar comendo o suficiente ou comendo alimentos que estão roubando sua energia. São desses “inimigos nutricionais” que vamos falar neste texto.

 

Goji berries

 

Ocorre que muitos alimentos que acreditamos que são saudáveis são justamente os que nos fazem mal. Devemos ter um cuidado maior com eles, desviando um pouco da desinformação do senso comum. Os primeiros de nossos “inimigos nutricionais” são os goji berries.

O goji berryé o fruto da planta goji, de nome científico Lycium barbarum ou Lycium chinense. É uma planta de origem asiática, há muito tempo presente na culinária tradicional do continente. O problema desse fruto está na sua composição, que contém algumas proteínas que inibem o combate do organismo a algumas bactérias presentes nesses aminoácidos. O efeito principal é um gasto ainda maior de energia por parte do corpo para conseguir se proteger contra esses elementos estranhos.

Por algum tempo, o goji berry foi visto no mercado farmacológico como uma boa opção para emagrecer. Pode até ser que o goji berry traga essa queima de energia a mais no curto prazo. Porém, o gasto de calorias para o desempenho de atividades cotidianas do corpo será muito maior, devido à energia em excesso gasta na proteção às bactérias presentes nesse alimento. Isso, a médio e curto prazo, produz uma sensação de maior cansaço no dia a dia, podendo contribuir para o desenvolvimento de hábitos sedentários que, por seu turno, podem levar à engorda.

 

Soja

 

Outro alimento alardeado como recomendado para uma dieta saudável é a soja. Esse alimento é uma das principais commoditiesproduzidas no Brasil, sendo que o país é o segundo maior produtor mundial e o primeiro exportador para o mundo. Carro chefe do agronegócio nacional, a soja é vendida como um alimento saudável e integrante de uma dieta balanceada. O que muita gente não sabe é que isso não é totalmente verdade…

A soja, em verdade, é um dos principais “inimigos nutricionais” que devemos evitar em nossa alimentação. Essa planta pertence à mesma família de outros grãos como o feijão, a lentilha e a ervilha. Sua classificação nos dá a impressão de ser um alimento saudável, “bem intencionado”… ledo engano. No longo prazo, o consumo de soja rouba a energia do corpo, contribuindo, em cima disso, para a engorda. Além disso, vários estudos ligam seu consumo à diminuição da libido, câncer de mama e até hipertireoidismo.

 

Suco de clorofila

 

Contraintuitivo, não é mesmo? Pois é, esse talvez seja o mais insidioso dos nossos “inimigos nutricionais”. Ao pensar em um suco natureba como o de clorofila, raramente costumamos lembrar alguns conceitos básicos de biologia, acompanhando o senso comum no raciocínio de que “se é natural, faz bem ao organismo”. Não é bem assim que a banda toca no reino animal.

Na realidade, é exatamente a clorofila que pode aumentar o gasto de energia do corpo. O organismo humano não foi feito para digerir esse tipo de alimento. É por isso que nós, humanos, não conseguimos nos saciar pastando capim, por exemplo, como fazem as vacas. Diferentemente desses animais, que têm um sistema digestivo muito mais complexo que o nosso, com quatro estômagos, o ser humano não consegue processar a clorofila de forma adequada, o que pode levar a um gasto excessivo de energia na tentativa de fazer isso.

Por outro lado, o sistema digestivo do ser humano também tem suas vantagens (pelo menos não temos que vomitar os alimentos e comê-los novamente, como fazem as vacas, animais ruminantes). Voltando ao suco, lembre-se que ele também pode ocasionar enjoos e um mal-estar no corpo. Afinal, é como se você estivesse tomando um suco de capim!

 

Como recuperar a energia?

 

Muito bem, já sabemos os alimentos que retiram a energia do nosso corpo. Mas como fazer para recuperar essa energia perdida, tirar o atraso? Bom, existem muitas formas de fazer isso. Uma das melhores opções para isso são os suplementos alimentares. Apresentamos hoje a você o VITAL 4K.

O VITAL 4K é um suplemento que tem o objetivo de aumentar a energia do corpo de maneira natural, contribuindo para um processo de emagrecimento rápido. Sua fórmula, a base de cafeína e taurina, é rica em vitaminas, minerais e, principalmente, polifenóis, não contendo ingredientes como glúten ou açúcar. Em sabor morango e cranberry, o suplemento vem em forma de pó e deve ser usado para o preparo de um composto líquido.

Esse produto pode trazer vários benefícios para o seu organismo, entre eles a queima de gordura localizada, incremento da sua energia no dia a dia, melhora na digestão e nos ciclos de sono, eliminação da retenção de líquido e muitos outros.

Psoríase

A psoríase é uma doença que afeta o sistema imunológico do organismo, cujo principal sintoma é uma irritação na pele com a formação de escamas e manchas secas, podendo se espalhar por todo o corpo e afetar inclusive unhas e articulações. Essas lesões costumam afetar principalmente a raiz dos cabelos, cotovelos e joelhos, formando cascas esbranquiçadas. É uma doença crônica que pode ser provocada por uma série de fatores. Acredita-se, hoje em dia, que pesa nisso um fator genético.

Outros fatores que podem desencadear o aparecimento da psoríase incluem estresse, infecções e frio, sendo que durante períodos como o inverno as manchas podem reaparecer após um período em latência. O estresse é visto como um dos principais agravantes da doença, junto com o consumo exagerado de bebida alcoólica. Outro agravante ocorre quando o paciente coça ou mesmo arranca a casca da lesão, o que pode aumentar o tamanho da mesma. É uma doença muito rara, atingindo menos de 3% da população mundial. Grupos de risco envolvem pessoas com menos de 30 ou mais de 50 anos.

O que deve ser destacado no tocante à psoríase é que não se trata de uma doença contagiosa, ao contrário do que pensa o senso comum. Devido aos aspecto escamoso e esbranquiçado das manchas provocadas pela doença, pesa sobre suas vítimas o estigma de “leprosos”, como se a psoríase fosse transmitida pelo toque ou até mesmo pelo ar. Como veremos adiante, trata-se de um preconceito que nasce da desinformação. Nada como o conhecimento para elucidar esse equívoco do senso comum.

As lesões provocadas pela psoríase tem um aspecto avermelhado e descamativo. Isso se deve ao acúmulo de células da pele e a consequente formação de escamas. As manchas também acarretam coceira, o que acaba piorando o quadro do paciente.

 

Características

 

Em primeiro lugar, é muito importante ressaltar que a psoríase não é uma doença contagiosa. Caso você conviva com alguém que sofra dessa doença, é cientificamente impossível contraí-la pelo mero contato físico com a pessoa. Dentre todos os tipos de psoríase, nenhuma delas é transmitida dessa forma.

Em segundo lugar, a psoríase é uma doença crônica e, portanto, sem cura. Apesar de inúmeros estudos recentes apontarem a importância de um componente genético como causa da doença, e também elucidar acerca de gatilhos como estresse e frio, a causa da psoríase não é de todo conhecida, o que dificulta a busca de uma cura. Contudo, o que se sabe são formas de combater os sintomas da doença, através de alguns métodos de tratamento, como veremos adiante. A psoríase, portanto, não tem cura, mas pode ser devidamente controlada.

Em terceiro lugar, ainda que a doença afete o sistema imunológico, não se pode afirmar que se trata de uma doença autoimune. Conforme o Dr. Dráuzio Varella, os medicamentos mais sofisticados para o tratamento da doença são os modificadores de resposta biológica, que ainda são drogas muito caras, usadas somente em casos mais graves. As medidas mais aconselhadas no tratamento são ainda as mais simples: hidratação da pele e exposição ao sol. Apenas essas duas medidas já contribuem muito para manter a doença sob controle.

 

Tipos

 

Como já foi mencionado, a psoríase possui algumas variações, sendo que nenhuma delas é contagiosa pelo ar ou pelo toque. É uma doença que pode provocar lesões espalhadas por várias porções do corpo. Algumas variedades mais conhecidas da psoríase incluem:

 

  1. Psoríase do couro cabeludo: é um dos tipos de psoríase mais comuns, afetando mais de três a quatro quintos da população afligida pela doença; provoca lesões na raiz dos cabelos e varia de leve até gravíssima;
  2. Psoríase gutata:é o tipo de psoríase mais frequente em crianças e adolescentes, na qual se espalham pequenas manchas vermelhas pelo corpo que podem piorar e se tornar placas escamosas;
  3. Psoríase em placas: é a variedade mais comum da psoríase, caracterizada pelo aparecimento de placas avermelhadas e escamosas em pontos da pele como as articulações (joelhos e cotovelos), costas e couro cabeludo;
  4. Psoríase inversa: é o tipo mais raro da doença, também provocando manchas avermelhadas, porém com aspecto liso e brilhoso, em geral localizadas nas dobras do corpo, como virilha, parte inferior dos seios e axilas;
  5. Psoríase eritrodérmica: é o estágio mais avançado da psoríase, sendo também o mais raro de acontecer; nesse estágio, praticamente o corpo inteiro fica coberto pelas lesões;
  6. Artrite psoriásica: é a combinação da doença com artrite, afligindo cerca de 30% dos pacientes de psoríase com inchaço, inflamação e dor nas articulações.

 

Observando esses principais tipos de psoríase, podemos perceber que nenhum deles se caracteriza pelo caráter contagioso. Talvez pareçamos um pouco repetitivos, mas é importante frisar esse aspecto, a fim de combater o preconceito. Como visto anteriormente, os fatores que provocam a psoríase não estão totalmente elucidados pela ciência.

 

Tratamento

 

Apesar de não ter uma cura definitiva, há uma série de medidas que podem ser tomadas no sentido de tratar a psoríase e abrandar os sintomas. Os dois principais eixos do tratamento da psoríase são medidas simples para controlar a doença: hidratação da pele e exposição ao sol. Portanto, começemos por essa base para abordar as alternativas para o tratamento da doença.

Todos os tratamentos começam com o uso de hidratantes, aplicados na pele diretamente nas regiões afetadas pelas lesões. A exposição ao sol também é benéfica, mas deve ser controlada, priorizando alguns horários específicos. Em casos mais graves, exposição à luz artificial ultravioleta de tipo A, B e de banda curta pode ser necessária, variando de um a três minutos conforme o tipo de pele e o grau de queimadura ocasionada pela exposição. Para os piores casos, o tratamento requer o uso de medicamentos, quer pela via oral, quer por meio de injeções.

Portanto, é essencial que dispensemos um cuidado muito atento para nossa pele. Caso note o surgimento de algo diferente na sua pele, como lesões, manchas, pintas ou verrugas incomuns, é importante correr ao dermatologista para apurar a possibilidade de uma doença. No pior cenário possível, o diagnóstico adiantado da doença ajuda horrores no tratamento da mesma, podendo os sintomas serem contidos com antecedência.

Polifenóis

Na busca por uma maior qualidade de vida, o que inclui uma vida mais saudável e duradoura, um dos fatores mais importantes a se levar em conta é a alimentação. Não é possível ter uma vida saudável sem uma dieta igualmente saudável, com todos os nutrientes necessários e devidamente balanceada. De fato, uma nutrição adequada faz milagres para o seu dia a dia, melhorando o bem-estar, o ânimo e o sentimento de descanso e conforto no corpo. Caso contrário, como imaginar uma vida de boa qualidade, com uma dieta inadequada, feita de hábitos alimentares pouco saudáveis?

Em verdade, a falta de uma dieta balanceada causa uma série de malefícios na saúde do corpo. Em primeiro lugar, sem receber os nutrientes necessários à manutenção de suas atividades diárias, o corpo terá que gastar energias que ele não tem, produzindo uma sensação perene de cansaço. Em segundo lugar, caso você cometa o excesso do outro lado, alimentos com muita gordura ou transgênicos, por exemplo, podem fazer muito mal para a sua saúde, fazendo com que você engorde e viva com um mal-estar interminável.

Por que viver assim, se você pode evitar esses dois extremos? Já dizia Aristóteles que a virtude está na moderação, e isso também se aplica para a alimentação. Nessa busca interminável por uma vida mais saudável, o que não pode faltar na sua dieta são os polifenóis.

 

Definição

 

Você já ouviu falar dos polifenóis. Segundo o jargão da química orgânica, os polifenóis são substâncias que possuem uma ou mais hidroxilas ligadas a um anel aromático. São encontrados na forma sólida e cristalina, com características tóxicas e cáusticas, além de baixa solubilidade em água. Os polifenóis são encontrados principalmente nas plantas, como cacau e diversas ervas medicinais. Vários estudos recentes apontam para uma correlação direta entre benefícios para a saúde do organismo humano e o consumo de polifenóis na dieta alimentar.

Entre esses benefícios e propriedades terapêuticas, podemos citar o estímulo da ação antioxidante no corpo, combatendo a acúmulo de radicais livres. Além disso, os polifenóis também garante um maior estoque de energia para o corpo. Isso é de suma importância para quem tem sofrido os efeitos de hábitos alimentares inadequados, como cansaço e desânimo constantes. Muitas vezes, uma mudança na dieta pode resolver o problema. Além disso, o consumo de polifenóis é muito indicado para quem quer emagrecer e precisa de mais energia para a prática de atividades físicas.

 

Para que servem?

 

Entre as principais vantagens trazidas ao e funções desempenhados no corpo humano pelos polifenóis, podemos elencar em primeiro o já mencionado aumento de energia para o corpo, que contribui diretamente para o aumento da disposição diária da pessoa. Além disso, outra função de suma importância dos polifenóis inclui a já também indicada contribuição para a ação antioxidante do corpo, sendo que essas substâncias são vistas como uma espécie de antioxidante natural.

Ademais, não podemos deixar de mencionar a prevenção de algumas doenças, como câncer, diabetes e osteoporose. Os polifenóis também são indicados para a dieta de pacientes que sofrem de doenças cardiovasculares. Por fim, mas nem por isso menos importante, os polifenóis são importantes para quem quer emagrecer e precisa de mais energia para a prática de exercícios físicos.

 

Exemplos de alimentos ricos em polifenóis

 

Todos esses benefícios podem ser alcançados com o consumo de alimentos ricos em polifenóis, ou até mesmo suplementos alimentares, como veremos no próximo e último tópico. Por serem muito variados em sua classificação, sendo diferenciados em mais de 500 tipos diferentes, os polifenóis estão presentes em uma quantidade relevante de alimentos. Ou seja, não é preciso alterar radicalmente a sua alimentação para incluir esses nutrientes em sua dieta. Muito deles, provavelmente, você já ingere e não faz nem ideia.

Os principais alimentos que aqui podemos citar como ricos em polifenóis são a amora, a ameixa, a alcachofra, o chocolate amargo ou meio amargo, a maçã, o iogurte de soja, diversas nozes, o espinafre, a cebola roxa e a farinha de linhaça. Alguns temperos que contêm uma boa quantidade de polifenóis são o cacau em pó, a cúrcuma, o orégano mexicano desidratado e o cravo da Índia. Por fim, algumas bebidas ricas em polifenóis incluem o café, o chá verde e o vinho tinto.

 

VITAL 4K

 

Caso a mudança na dieta não se mostre suficiente, você pode optar pelo consumo de um suplemento alimentar. Existem várias alternativas no mercado; neste texto, nos ateremos a uma: o VITAL 4K. Já que estamos falando de polifenóis, a escolha parece propícia.

Isso porque o VITAL 4K é um suplemento com uma fórmula natural e rica em polifenóis. O suplemento tem o objetivo de estimular o organismo, fornecendo um aumento de energia e, por conseguinte, de disposição do indivíduo para as atividades de seu dia a dia. Como efeito colateral positivo, o VITAL 4K tem uma ação oxidante muito benéfica para o corpo, estimulando uma perda de peso natural e, portanto, segura, mas num ritmo relativamente rápido.

Feito a base de cafeína e taurina, o suplemento é rico em vitaminas e minerais e não contém nem açúcar nem glúten. O VITAL 4K é um produto em pó feito para o preparo de um composto líquido, sabor morango e cranberry. Cada unidade do suplemento tem 300 gramas e rende, em média, 60 porções.

O VITAL 4K só pode ser adquirido pelo seu site oficial (www.vital4k.com), em preços promocionais na compra de mais de uma unidade e frete gratuito para todo o Brasil. Além disso, o suplemento também tem uma garantia de satisfação, com período de 30 dias. Esse é o prazo para pedir o reembolso do dinheiro pago caso o resultado não seja satisfatório nesse período. Ou seja, com essa estratégia de venda o cliente sai na vantagem, já que não tem nada a perder, dado essa garantia. Mas eu te garanto que você vai sentir os resultados do VITAL 4K antes mesmo do fim dessa janela de tempo.

Inúmeros depoimentos de clientes satisfeitos apontam justamente para isso. Mães relatam um aumento impressionante de energia, que agora pode ser gasta entre brincar com os filhos e ir para a academia. São também uníssonos entre os clientes os efeitos benéficos do VITAL 4K para a regulação do sono e a perda de peso.

Labirintite

A labirintite é uma doença caracterizada por uma inflamação na estrutura interna do ouvido, afetando os nervos que ligam essa estrutura ao cérebro. Por conta dessa proximidade com o órgão mais essencial do corpo humano, a labirintite é uma doença muito preocupante e que afeta boa parte da população. Além de afetar a audição, essa doença também desencadeia um quadro de vertigem e tontura, por afetar a estrutura do vestíbulo, um conjunto de órgãos do ouvido interno responsável pela detecção de movimentos corporais e, portanto, do equilíbrio do corpo. Essa estrutura também é conhecida como labirinto, provindo daí o nome da enfermidade. Através do movimento do líquido presente no interior dessa estrutura óssea, o labirinto transmite informações ao cérebro acerca da posição do corpo.

O diagnóstico dessa doença é algo problemático, porque os sintomas da labirintite não se limitam a ela, podendo fazer parte de outros quadros clínicos. Em boa parte dos casos, a labirintite desaparece da mesma forma que apareceu, autonomamente. O organismo se autorregenera da inflamação. Com a persistência dos sintomas, contudo, o médico deverá ser consultado. Alguns remédios ajudam a controlar os sintomas de maior gravidade. Nos casos mais graves, a terapia de reabilitação vestibular pode ser necessária para o retorno do equilíbrio e da saúde da audição.

 

O que causa a labirintite?

 

A labirintite, como o próprio sufixo denuncia, provém de uma inflamação na estrutura do labirinto. Essa inflamação é desencadeada por uma infecção, em geral resfriado ou gripe. Por conta disso, não há correlação entre fatores hereditários e atávicos e o aparecimento da moléstia. Contudo, a labirintite pode sim ter uma conexão com fatores genéticos, mas apenas em casos de suma gravidade, como contato com componentes químicos fortes ou radioativos, doenças raras e outras ocorrências igualmente improváveis.

Não há uma causa única para a labirintite. A medicina, todavia, relaciona a ocorrência da labirintite com uma série de fatores de risco, em geral correlatos a hábitos de vida corriqueiros do ser humano. A inflamação pode ser contraída por ação de organismos estranhos, como vírus ou bactérias, ou ainda ser ocasionada por fatores emocionais e psicológicos, relacionados a picos de estresse e ansiedade.

Os principais fatores de risco incluem o consumo exagerado de substância como álcool, tabaco, café e alguns medicamentos, hábitos alimentares inadequados, níveis altos de ácido úrico, colesterol e triglicérides, hipertensão, diabetes e idade avançada. Isso aponta para um dos principais meios de profilaxia contra a labirintite: uma alimentação saudável e balanceada. Manter uma dieta regular ajuda tanto na prevenção quanto no tratamento da doença. Uma dica valioso é evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, confeitos, frituras gordurosas e carboidratos.

 

Sintomas

 

Os sintomas da labirintite, como já mencionamos, afetam as estruturas do ouvido interno em íntima conexão com o cérebro. A inflamação no vestíbulo provoca um ruído na informação transmitida ao cérebro no tocante ao equilíbrio, levando a tontura e sensação de vertigem, o sintoma mais conhecida dessa doença. Contudo, por afetar outras estruturas do ouvido, a labirintite vai além de seu principal sintoma e pode provocar ainda mais danos ao corpo.

Entre esses sintomas mais graves podemos mencionar enjoos, vômitos, sudorese excessiva, sensação constante de desequilíbrio, zumbido, audição prejudicada e sensivelmente diminuída, complicações no sistema gastrointestinal (causadoras das náuseas, enjoos, vômitos etc.), queda de cabelo e, nos casos gravíssimos, perda da audição.

 

Tratamento

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É por conta desses e outros sintomas que o tratamento dessa doença é essencial, a fim de se evitar sintomas mais duradouros. Antes de começar o tratamento propriamente dito, é preciso ter um diagnóstico médico confiável da doença. Como já dissemos anteriormente, os sintomas provocados pela labirintite não são exclusivos dessa enfermidade. Portanto, em caso de suspeita de labirintite, procure uma segunda opinião médica e mais uma bateria de exames, para confirmar o diagnóstico.

Até porque o tratamento da labirintite é feito com medicamentos notadamente potentes, com uma forte ação no organismo. Os efeitos colaterais podem provocar ainda mais problemas que os sintomas inicialmente sentidos, como tremedeiras em excesso nas mãos. Então, o tratamento dessa doença só pode ser feito com a medicação prescrita pelo profissional de saúde, e sob um regime muito controlado.

Como mencionado, a causa da labirintite pode ser um vírus ou uma bactéria, que infectam o organismo. Quando há o influxo de bactérias, o médico receita o uso de antibióticos, que devem ser ingeridos com muita cautela. No caso do influxo de vírus, estes costumam morrer de forma autônoma e sem a participação do médica, que prescreve remédios para controlar os sintomas.

Em geral, o corpo costuma resolver a labirintite de forma natural e autônoma. Portanto, o procedimento regular do médico é acompanhar o caso do paciente, tratando os sintomas e aguardando a resposta autônoma do organismo. Quando essa reação não ocorre de forma natural, o médico recorre à prescrição de medicamentos mais fortes, como corticoides, anti-histamínicos e uma série de sedativos, que possuem muitos efeitos colaterais e só podem ser usados de forma estritamente controlada por um profissional de medicina.

 

Redução de danos durante uma crise

 

E no caso de haver uma crise, o que fazer?

O essencial é que o paciente procure manter a calma e a tranquilidade durante os ataques. Evite agitar o corpo, pois isso pode piorar a crise. Em seguida, deve apoiar-se em algum encosto, uma cadeira, um sofá etc., para aguardar o desaparecimento dos sintomas. Caso não seja possível sentar no momento, fixe o olhar em algum ponto específico. Essa técnica costuma ajudar a recobrar um pouco do equilíbrio. Não hesite em buscar ajuda para ser encaminhado para um local seguro e não agitado.

Como já mencionamos, a labirintite é uma doença que pode ter graves e duradouros sintomas no longo prazo caso não seja tratada adequadamente. O controle dos sintomas de curto prazo também passam pela redução de danos nas crises de vertigem, porém o tratamento deve ser intensificado com a devida medicação. Esta deve ser adequada para a gravidade do caso, conforme a recuperação ou não do corpo de forma independente. O risco de uma surdez é muito grande, portanto o médico deve ser consultado com a maior rapidez possível.

Autismo

O autismo é um transtorno no desenvolvimento do sistema nervoso que prejudica a capacidade do paciente interagir e se comunicar, causando danos à sua linguagem e sociabilidade. Esse transtorno tem também a nomenclatura de Transtorno do Espectro Autista (TEA), pois, como veremos adiante, há diferentes graus e níveis para o autismo, espalhados dentro de um espectro. Trata-se de uma doença que afeta boa parte da população mundial, acometendo mais de 2 milhões de crianças apenas no Brasil.

A problemática dessa doença envolve o preconceito que cerca os seus sintomas. Os pacientes que sofrem de autismo também sofrem um estigma pela sociedade, que estimula todo tipo de discriminação por conta da desinformação. Como a enfermidade se manifesta desde a infância, a questão também envolve a falta de qualificação de educadores e pedagogos. Há inúmeros relatos de crianças autistas que sofrem bullying na escola por parte de seus colegas. Todos sabemos que esse tipo de marginalização causa profundas cicatrizes na personalidade de uma pessoa, muitas das vezes de forma indelével.

Estudiosos ainda não têm à disposição pesquisas conclusivas acerca das causas do autismo. Muitos ponderam sobre os fatores genéticos e hereditários da doença, outros apontam para uma disfunção no sistema cerebral, mas sem tirar conclusões muito precisas nem de um lado nem de outro. Isso leva a um grande desconhecimento geral em torno desse transtorno, que acaba agravando o problema do preconceito e dificultando a pesquisa sobre os melhores métodos de tratamento e eventual cura para a doença.

 

Características

 

Como dito, o autismo é um transtorno que se manifesta desde tenra idade. A criança autista apresenta, sobretudo, dificuldades para se socializar com crianças de sua idade. Contudo, nem toda falta de sociabilidade pode ser relacionada a um quadro autista. Muitas vezes, há apenas uma timidez inerente à personalidade da criança. É importante procurar uma opinião médica antes de chegar a um diagnóstico por conta própria. Os profissionais dessa área são os psicólogos e os psiquiatras.

Caso reconheça alguns dos sintomas de autismo em seu filho ou sua filha, é imprescindível levar a criança a um atendimento médico o mais rápido possível. Quanto mais cedo o diagnóstico for confirmado, mais chances a criança tem de ter uma vida saudável e ser um membro ativo da sociedade. Tudo isso faz parte de um processo médico, que deve ser iniciado o mais cedo possível para aumentar as chances de uma maior sociabilidade e comunicabilidade do paciente. Vários casos apontam para essa possibilidade. Tudo começa com o diagnóstico.

 

Sintomas

 

Vamos elencar nesse tópico alguns dos principais sintomas de autismo. É importante ter o olho aberto e saber reconhecer a manifestação desses sintomas em sua criança, para levá-la a um profissional de saúde no caso de suspeita de autismo.

Os sintomas do autismo giram em torno da comunicação e da sociabilidade do paciente. Existem diferentes graus desse transtorno, e cada indivíduo manifesta o autismo de maneiras diversas. É preciso estar atento para os seguintes comportamentos na sua criança: dificuldades em se relacionar com os outros, muitas vezes não conseguindo conversar ou manter contato físico (abraços, beijos etc.); dificuldades na alfabetização, quando a criança não consegue ler, escrever, desenhar, enfim, se expressar adequadamente pelos meios gráficos e verbais disponíveis; repetição de padrões comportamentais, como reorganizar brinquedos constantemente, repetição de palavras, sons ou palmas de maneira frequente; ataques de fúria, estresse e raiva em cenários de frustração de expectativas (quando os brinquedos e objetos estão fora do padrão desejado, quando a criança é forçada a interagir com outras etc.).

Lembre-se: é essencial saber distinguir esses sintomas em sua criança e saber diferenciar mera timidez e traços de uma personalidade introspectiva de um quadro clínico de autismo. Ademais, ignorar esses sintomas, tratando-os com indiferença, como se fossem “frescura”, pode piorar ainda mais a situação da criança, ao tardar o tratamento.

 

Graus

 

Como mencionado no tópico anterior, existem diferentes graus e níveis no espectro do autismo. A classificação usada pelos órgãos de psicologia e psiquiatria, ratificada pela Organização Mundial da Saúde, são os três níveis para o transtorno.

O primeiro nível é o menos grave, no qual a criança apresenta algumas dificuldades para interagir socialmente, mas sem prejuízo da faculdade comunicacional, cuja funcionalidade depende da relação que a criança tem com a pessoa a interagir. Outros traços comportamentais incluem inflexibilidade, dificuldades para estudo, planejamento e desorganização geral.

O segundo nível já traz consigo sintomas mais graves. A criança com autismo nesse grau tem mais dificuldades para interagir socialmente, e não consegue fazê-lo mesmo quando recebe apoio para tanto. Com comportamento ainda mais inflexível, essas crianças não lidam bem com mudanças que contradizem seus sistemas de organização pessoal, além de apresentarem repetição mais frequente em seus comportamentos.

Já o terceiro grau é o mais grave do espectro. Nesse grau de autismo, a criança tem sua comunicabilidade 100% prejudicada. Vivem de forma isolada dos demais, abominam contato físico e tem um comportamento repetitivo ao extremo.

 

Tratamento

 

Tudo começa pelo respeito à condição de sua criança. O tratamento não terá progresso algum se for feito na base do preconceito e da ignorância. É essencial respeitar a maneira de ver as coisas de seu filho ou filha autista. Caso ele/ela não goste de contato físico, é melhor não insistir, pois isso poderá prejudicar ainda mais a interatividade social da criança. Aceite as orientações médicas de coração aberto, acompanhando o tratamento de perto e pondo em prática tudo o que o profissional de saúde apontar, a fim de criar um vínculo saudável com a criança, e a criança criar um vínculo saudável com a sociedade.

Em primeiro lugar, é preciso entender que o autismo se manifesta de maneira diferente em cada indivíduo. Cada criança autista, portanto, terá um jeito de interagir e de se comunicar. É importante que os pais se empenhem em entender esse comportamento em sua criança para poderem ter uma relação boa com ela.

É importante destacar o seguinte: autismo não tem cura. O tratamento, contudo, visa atacar os principais sintomas da doença e abrandá-los na medida do possível. A intervenção médica é principalmente psicológica, se valendo cada vez menos e menos de remédios à medida que o tratamento progride. Outro ponto que é importante destacar é que os pais devem fazer acompanhamento psicológico tanto quanto a criança, para aprenderem a lidar com a situação de maneira adequada.

Chá branco

O chá branco é extraído da planta Camellia sinesis, a mesma que origina o chá verde e o chá preto. Para conseguir obter o chá branco é preciso utilizar as folhas novas, colhidas antes de aparecerem as flores.

Ele possui grande poder antioxidante, porque possui grandes quantidades de catequinas com pouca quantidade de cafeína. O chá branco ajuda na prevenção do câncer, doenças cerebrais degenerativas, emagrecimento, doenças cardiovasculares, ação anti-inflamatória, entre outros benefícios.

Chá preto, verde e branco

A diferença entre os chás branco, verde e preto está no período da colheita e na forma de preparo.

Chá preto

Ele surge das folhas mais velhas da Camellia sinesis que é fermentada por um tempo maior que as do chá verde. Ele tem muita cafeína e seu poder antioxidante é menor dos 3 chás.

Chá verde

É extraído das folhas mais velhas do que as do chá branco, mas sem ter passado por uma fermentação tão grande. A ação antioxidante é menor do que o branco e, maior que a do chá preto, com grande quantidade de cafeína.

Chá branco

É obtido das folhas mais novas e brotos colhidos antes das flores abrirem. Os brotos e folhas possuem uma cor mais prateada e não sofrem o processo de fermentação. Por não ser obtido de fermentação, a ação antioxidante se torna mais forte. As folhas e brotos são vaporizados de forma parcial e são secos ao ar livre com luz natural.

Se compararmos o chá verde com o branco, o número de catequinas do branco é maior. Isso é importante para prevenir várias doenças, mas o baixo teor de cafeína diminui o seu poder emagrecedor.

O chá branco tem mais oxidantes que o chá preto que tem mais cafeína dos 3, porém com poucos benefícios.

Obs.: Apesar de ter pouca quantidade de cafeína, o chá branco não deve ser consumido por pessoas que possuem sensibilidade à cafeína, pois, ainda, estarão sujeitas a efeitos colaterais.

Motivos para tomar o chá branco

O chá branco ajuda a prevenir o câncer e mudanças genéticas, devido ao seu poder antioxidante.

As suas catequinas diminuem os processos inflamatórios, principalmente, as da cartilagem. Elas reduzem a velocidade de desarranjo nas articulações.

Ele ajuda a diminuir o nível do colesterol ruim, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares.

O chá branco traz bem-estar e relaxamento agindo no cérebro favorecendo o aumento a quantidade de ácido GABA, dopamina e serotonina.

Previne as doenças degenerativas com a forte ação antioxidante das catequinas.

Ele diminui a oxidação da retina e prevenindo doenças da retina.

Aumentar o metabolismo.

Combater a retenção de líquidos.

Evita o envelhecimento precoce.

Prevenir a aterosclerose, limpando o colesterol da corrente sanguínea, relaxando os vasos sanguíneos e reduzindo a pressão arterial.

Combate vírus e bactérias no corpo.

Acelera o metabolismo, facilitando assim a queima de gordura.

Antigripal e anti-inflamatório.

Combate os radicais livres.

Desincha, desintoxica.

Previne a formação de placas e cáries nos dentes.

Emagrecimento

O chá branco auxilia na perda de peso, mas essa perda não é tão grande comparando com o chá verde, pois o que a emagrecer é a cafeína que não está presente em grande quantidade nessa bebida.

É possível emagrecer com o chá branco, porém, as pessoas que precisam emagrecer muito, devem escolher um outro chá. Ele é muito benéfico para a prevenção de várias doenças e para melhorar o funcionamento do corpo.

Aumento do metabolismo

Para emagrecer é indicado o consumo de 2 a 3 xícaras do chá por dia sem açúcar ou adoçante. Ele precisa ser tomado 1 hora antes ou depois das refeições para não diminuir a quantidade de nutrientes absorvidos durante a alimentação.

Onde encontrar o chá branco?

Ele pode ser comprado em forma natural ou em cápsulas.

Como preparar o chá branco

Ingredientes: 300 ml de água, 3 g de folhas secas de chá branco

Preparo: Coloque a água em uma chaleira ou panela para ferver. Quando entrar em seu estado de ebulição desligue o fogo e coloque o chá branco na água quente. Tampe e deixe descansar por 5 minutos. Depois, é só coar e beber.

O chá pode ser bebido quente ou frio até 24 horas após o preparo.

Se preferir adoçar use 1 colher de chá de mel para 1 xícara.

Se quiser, também, pode colocar canela na água antes de ferver.

Receitas com chá branco

Ele pode ser usado em receitas como sucos, vitaminas e gelatinas.

Chá branco com suco de Abacaxi para aumentar o metabolismo

Ingredientes: 200 ml de chá branco, ½ limão, 2 rodelas de abacaxi, 1 colher de raspas de gengibre.

Preparo: Misture todos os ingredientes no liquidificador, bata, coe e tome.

Gelatina de chá branco para aumentar o metabolismo

Ingredientes: 600 ml de água, 400 ml de chá branco, 2 caixas de gelatina de limão.

Preparo: Misture a água e o chá e dilua a gelatina. Depois é só levar a geladeira.

O chá branco pode ser comprado de forma natural ou com sabor de limão e pêssego.

Chá branco com uvas

Ingredientes: 100ml de chá branco, 8 uvas

Preparo: Em um copo amasse as uvas e coloque o chá por cima.

Use gelo se quiser.

Chá branco com frutas

Ingredientes: 1l de chá branco, frutas de sua preferência picadas.

Preparo: Coloque tudo em uma jarra, misture e beba

Chá branco com lichia

Ingredientes: lichia, água, chá branco em pó.

Preparo: Bata a água e a lichia no liquidificador adicionando 1 colher de chá de chá branco

Chá branco com hibisco

Ingredientes: 300ml de água, folhas de chá branco, folhas de hibisco

Preparo: Coloque a água para ferver, desligar o fogo antes das primeiras bolhas aparecerem coloque 1 colher com as folhas do chá branco e também 1 colher de folhas de hibisco. Depois coe.

Contraindicações

O chá branco não deve ser consumido por grávidas e lactantes. Pessoas com hipertensão, úlceras gástricas, insônia e batimentos cardíacos irregulares podem tomar, mas com cuidado.

Consumo excessivo

Pode causar aumento da pressão, desordens gástricas, insônia excitação do sistema nervoso, convulsões, delírios, cefaleia, taquicardia.

Impotência sexual masculina e feminina

Muitas pessoas enfrentam esse problema que acaba com a autoestima. Esse é um assunto muito sério, pois a impotência pode ser causada por doenças ou pode levar a doenças como a depressão.

O que é impotência sexual masculina?

A impotência sexual ou disfunção erétil é a dificuldade ou incapacidade de ter ou manter ereção durante o sexo. É normal isso acontecer algumas vezes. Porém quando isso se torna frequente significa tem alguma coisa errada.

Ela pode acontecer com qualquer homem independentemente da idade e, costuma, atingir a auto estima da maioria dos homens.

Possíveis causas para impotência

Remédios

Medicamentos para o uso de doenças crônicas podem causar alguns efeitos colaterais a longo prazo como a impotência. Certos casos acontecem pelo uso prolongado de antidepressivos, anti-hipertensivos ou antipsicóticos, remédios para pressão alta, entre outros

Se o paciente fizer uso de remédio contínuo, há um longo tempo, o melhor é consultar a bula para saber se a medicação, pode ter esse tipo de efeito colateral. Mas, de qualquer forma, se consultar com um médico é necessário.

Bebidas alcoólicas e cigarros

O consumo excessivo de bebidas alcoólicas e o tabagismo, também, afetam a região intima, pois pode dificultar a circulação do sangue para iniciar e manter a ereção ao longo do tempo.

Drogas ilícitas

Boa parte das drogas causam impotência ao longo prazo. Mas, não só por causa de menor circulação no pênis, mas também por causa das alterações psicológicas que levam à um distanciamento da mente no mundo real.

Certas drogas, estão mais relacionadas à disfunção eréctil como a cocaína, maconha e heroína.

Doenças psicológicas

Doenças como a depressão ou transtornos de ansiedade levam a sentimentos como medo, ansiedade, nervosismo e insatisfação, deixando os homens perturbados na hora do sexo.

Hormônios

Alterações hormonais, como hipotireoidismo ou diabetes, podem afetar o metabolismo e a ação do sistema sexual do corpo, contribuindo para a impotência.

Há casos de homens que possuem dificuldade para produzir os hormônios sexuais, como a testosterona, que diminuem a libido e causam problemas no momento de atingir a ereção.

Obesidade

O excesso de peso pode causar impotência devido ao aumento do risco de se ter doenças cardiovasculares que dificultam a circulação do sangue e atrapalham o processo de ereção e diminui a produção da testosterona.

Nesses casos, emagrecer e praticar exercícios físicos, regularmente, são o melhor método para combater a impotência.

Problemas neurológicos

Vários problemas neurológicos possuem um alto risco de causar impotência. Isso acontece, porque esse tipo de alteração nos nervos pode atrapalhar a comunicação do cérebro com a área genital.

As doenças neurológicas relacionadas a disfunção erétil são o Alzheimer, Parkinson, tumores no cérebro, esclerose, etc.

Mudanças na genitália

A impotência também pode aparecer junto com deformidades no pênis, como fibrose ou cistos, que atrapalham a passagem do sangue.

Envelhecimento

Homens mais velhos entre os 50 aos 80 anos podem ter impotência sexual por causa da idade, pois o fluxo sanguíneo no pênis diminui com o passar dos anos, ou seja, as chances são bem altas.

O que fazer?

Com o aparecimento dos sintomas como ereção flácida, pênis pequeno, a dificuldade para ter ou manter uma ereção, ou dificuldade de ter um contato íntimo em certas posições é aconselhado consultar o médico.

Tratamento

Independentemente do que causou, o problema de ereção possui tratamento. O tratamento pode acontecer de formas diferentes como o uso de remédios como Viagra ou Cialis, uso de aparelhos a vácuo, terapia com hormônios, ou próteses penianas.

Em problemas psicológicos são prescritos remédios pelo psiquiatra com sessões de terapia com psicólogos ou sexólogos. Se for causada por alguma outra doença paralela, é preciso trata-la para depois começar o tratamento contra a impotência.

Impotência sexual feminina

A impotência sexual masculina é muito mais abordada, mas não são só os homens que podem ter problemas na hora do sexo. Na verdade, é alto os números de mulheres que possuem muita dificuldade de se sentir excitada mesmo com estímulos.

A impotência sexual feminina acontece com mudança significativa na atividade sexual. Em muitos casos, elas começam a ser evitadas pela falta de satisfação durante o sexo.

Causas para impotência sexual feminina

Não existe uma causa geral, pois a disfunção sexual feminina pode aparecer em áreas específicas. Mas há elementos que levam a falta de desejo.

Problemas de saúde

A impotência pode acontecer com mulheres que possuem doenças como diabetes, doenças cardíacas, câncer, artrite, esclerose múltipla endometriose, cistite, problemas musculares pélvicos, dor pélvica crônica.

Maus hábitos

Mulheres que consomem, excessivamente, bebidas alcoólicas ou que são tabagistas.

Medicamentos

Alguns medicamentos para a pressão arterial elevada, depressão, dor, contraceptivos orais, etc., podem diminuir a libido.

Condições médicas

Cirurgias na área pélvica ou genital pode deixar cicatrizes que poderão diminuir o fluxo sanguíneo ou algum tipo de dano em algum nervo das partes genitais.

Hormônios

A impotência pode surgir devido ao baixo nível de estrogênio durante a menopausa ou por causa da parada do funcionamento dos ovários. Também, existe outro fator hormonal que é a diminuição da produção de testosterona com o envelhecimento ou depois da retirada dos ovários.

Problemas emocionais e psicológicos

Os sentimentos como estresse, ansiedade, depressão, abuso sexual passado, medo de engravidar ou problemas no relacionamento como tédio, raiva, etc.

Há certos momentos na vida de uma mulher com maior probabilidade de diminuir ou acabar com o interesse pelo sexo, por exemplo, durante uma gravidez, parto, amamentação, menopausa ou surgimento de crises no relacionamento ou o aparecimento de alguma doença.

Tratamentos

A primeira parte do tratamento é omédico fazer avaliações para detectar se a disfunção tem origem física ou psicológica, pois não existe um tratamento completamente válido e eficaz para todas as mulheres.

O tratamento físico pode ser feito por remédios orais como Flibanserin; Metiltestosterona, aplicações de estrogênio ou testosterona diretamente na vagina; o tibolona é indicado para o desinteresse na menopausa; exercícios de Kegel para os músculos pélvicos; uso de lubrificantes íntimos; uso de técnicas, específicas, para a excitação feminina.

O tratamento psicológico é indicado uma psicoterapia, acompanhamento psicológico e técnicas de relaxamento.

Sibutramina

O Sibutramina é um medicamento usado para por pessoas com obesidade, que aumenta, rapidamente, a sensação de saciedade, ajudando a evitar a ingestão de alimentos em excesso, aumentando a termogênese, facilitando a perda de peso. É um remédio forte, com alguns efeitos colaterais e que deve ser usado só com orientação médica.

O Sibutramina não pode ser usada como emagrecedor. Ele deve, somente, auxiliar na perda de peso, sendo combinado com exercícios físicos e uma alimentação balanceada. Ele age diminuindo o apetite e fornecendo a sensação de saciedade por mais tempo. Ele auxilia em problemas como o colesterol alto, a diabetes, a hipertensão etc.

Origem

A princípio, o Sibutramina foi usado como antidepressivo, mas não forneceu grande efeito no tratamento, mas causa efeitos no cérebro que fazem sentir menos fome, diminuindo a quantidade de comida ingerida.

Os efeitos estão relacionados a mudanças na interação entre os neurônios relacionados a noradrenalina, serotonina e dopamina. Isso interfere na função que o cérebro comandou originalmente. Por causa desse tipo de efeito que ele começou a ser tem indicado para tratar obesidade em pessoas que não conseguem reduzir o índice de massa corporal para níveis seguros para o corpo e possuem outra doença.

Obesidade

A obesidade é o acúmulo de gordura no corpo causado pelo excesso de calorias ingeridas durante a alimentação. Ela pode desencadear uma série de outras doenças como diabetes tipo 2, doenças do coração, pressão alta, artrite, apneia e derrame. Ao ingerir mais calorias do que gasta, o nosso peso aumenta, o que comemos e as atividades que praticamos, influenciam.

Tipos

A obesidade pode ser classificada quanto ao tipo

Homogênea: em que a gordura se encontra de forma homogênea no corpo, tanto braços, perna e abdômen.

Andróide: acontece mais em homens ou mulheres depois da menopausa, há um acúmulo de gordura na região do abdômen e no tórax, aumentando os riscos de doenças cardíacas.

Ginecóide: é o famoso formato de pera, mais presente em mulheres com um acúmulo de gordura concentrado nas nádegas, quadril e coxas, aumentando as chances de prevalência de artrose e varizes.

Classificação por IMC (Índice de Massa Corpórea)

IMC 1: entre 25 e 29,9 kg/m² = Sobrepeso

IMC 2: entre 30 e 34,9 kg/m² = Obesidade grau I

IMC 3 – Entre 35 e 39,9 kg/m² =Obesidade Grau II

IMC 4 += 40 kg/m² = Obesidade Grau III.

Fatores de risco

Genética:genes podem afetar a quantidade de gordura corporal que armazena e como é distribuída. A genética contribui na eficiência de conversão de alimentos em energia e como ocorre a queima calorias durante exercícios físicos.

Estilo de vida familiar:se um ou ambos os seus pais biológicos possuem problemas de peso, o risco de obesidade aumenta. Os integrantes de uma família costumam ter o mesmo hábito alimentar.

Inatividade:se uma pessoa não é muito ativa, a queima de calorias é menor. Com um estilo sedentário, é fácil ingerir mais calorias

Má alimentação:dieta rica em calorias, fast food e bebidas hipercalóricas em porções grandes leva ao ganho de peso.

Doenças: a obesidade pode acontecer por doenças como a síndrome de Prader-Willi e Cushing, etc

Medicamentos: podem causar ganho de peso se não for compensado por meio de dieta ou atividade.

Idade: conforme envelhecemos acontecemmudanças nos hormônios, a quantidade de músculo no corpo diminui com a idade. Uma menor massa muscular diminui o metabolismo. Se não acontecer um controle do que come, provavelmente, ganhará peso

Gravidez:na gravidez, a mulher aumenta de peso. Algumas mulheres têm dificuldade para perder o peso depois da gestação. Esse ganho contribui para a obesidade.

Tabagismo: parar de fumar para algumas pessoas, pode causar um ganho de peso levando a obesidade.

Insônia:não dormir suficiente ou dormir demais pode alterar os hormônios que aumentam o apetite.

Efeitos colaterais

O Sibutramina pode causar: dores de cabeça, prisão de ventre, boca seca, ansiedade, mudança no paladar, aumento da pressão, constipações, dores musculares, insônia, náuseas, tonturas, aumento do suor, alterações de humor, palpitações, aumento do batimento cardíaco, palpitações, desmaios rápidos, AVC, enjoo, vômitos, prisão de ventre, convulsões, dormências, rinite, sinusite, entupimento do nariz e inflamações na garganta.

Atenção: O uso pode levar ao desenvolvimento de graves problemas cardíacos, sendo proibido em alguns países por causar taquicardia, infarto ou derrame.

Emagrecimento

Sozinho, o Sibutramina pode não trazer resultados satisfatório. Deve acontecer uma mudança alimentar para uma dieta mais saudável e balanceada, com prática regular de exercícios físicos. Ele só de deve ser usado sob indicação médica devido aos problemas que ele pode causar no organismo.

Contraindicação

É contraindicado para quem já tem histórico de diabetes mellitus tipo 2 com outro fator de risco, como hipertensão ou colesterol. Pessoas com doenças cardíacas, problemas como anorexia nervosa ou bulimia, grávidas, mulheres amamentando, pessoas com doenças do coração, glaucoma, dependentes químicos, crianças com menos de 12 anos, pessoas que têm convulsões, com rins ou fígado que não funcionam adequadamente, pessoas com problemas mentais e quem faz uso de medicamentos como descongestionantes nasais, antidepressivos, antitussígenos ou supressores do apetite.

Precisa de receita?

Sim, para usar sibutramina é necessário ter uma receita médica em mãos e use só os produtos vendidos nas farmácias.

Ele é vendido em cápsulas e pode ser comprado na forma de genérico como Reductil, Biomag, Nolipo, Plenty ou Sibus. O preço pode variar de R$ 25,00 e R$ 60,00, dependendo do nome comercial e quantidade de cápsulas.

Posso comprar em qualquer site da internet?

Não compre o Sibutramina no mercado informal. Os efeitos colaterais são muito perigosos. Os vendidos fora de farmácias ou drogarias licenciadas são ilegais.

Se você precisa perder peso, procure um médico para tirar dúvidas e escolher a melhor forma de se tratar.

Qual deve ser a dosagem?

O modo de usar o Sibutramina, dependerá da orientação do médico, de forma geral, é recomendado tomar 1 comprimido pela manhã junto do café da manhã para evitar os efeitos colaterais, tomando o medicamento em jejum.

Se usada de acordo com as orientações do médico, o Sibutramina pode levar a ótimos resultados com segurança.

Truvada

O que é HIV?

O HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana que causa a AIDS, infectando o nosso sistema imunológico que é responsável por defender o nosso corpo de doenças.

Nos dias de hoje, ter HIV e ter AIDS não é a mesma coisa. Muitas pessoas têm o vírus HIV, mas não apresentam os sintomas nem desenvolvem a AIDS. Porém é necessário cuidado, pois, mesmo sem ter AIDS, é possível transmitir o HIV.

Não há cura para o HIV, mas existem, atualmente, bons medicamentos para reduzir a progressão da doença. Esses remédios reduziram o número de mortes, mas não é um tratamento fácil e é importante ter diversos cuidados.

Qualquer pessoa pode ser infectada pelo HIV.

O HIV pode ser contraído:

Pelo sexo vaginal sem camisinha;

Pelo sexo anal sem camisinha;

Pelo sexo oral sem camisinha;

Pelo uso de seringa por mais de uma pessoa;

Pela transfusão de sangue contaminado;

Pela mãe infectada para filho durante a gravidez, no parto ou amamentação;

Pelo uso de instrumentos que podem furar ou cortar a pele não esterilizados.

Atenção: É importante fazer o teste, frequentemente, e se proteger.

Desenvolvimento

O HIV evolui para Aids quando não há tratamento e a imunidade do corpo vai diminuindo com o tempo. Mesmo sem o aparecimento dos sintomas, ele permanece se multiplicando e atacando as células de defesa. As medicações contra a AIDS têm a função de impedir a evolução da doença para aids.

Uma pessoa estar com HIV, sendo soropositiva, e não apresentar comprometimento do sistema imunológico, podendo viver sem manifestar sintomas ou desenvolver a AIDS.

Sintomas

A maior parte das pessoas, entre um ou dois meses depois da exposição, mostram sintomas com os de resfriado. Esta fase primária ou aguda pode durar por algumas semanas sendo perigosa, pois pode passar sem a devida atenção e a carga vírus nesta fase é bastante alta com o vírus espalhando facilmente. Depois deste período os sintomas podem desaparecer por anos antes do HIV ser diagnosticado.

Alguns sintomas:

Febre, mal-estar, tosse;

Manchas vermelhas pelo corpo;

Aumento dos linfonodos, ou ínguas;

Dores de cabeça, nos músculos e articulações;

Problemas na pele;

Calafrios com dor de garganta;

Úlceras na boca ou na parte genital;

Diarreia.

Se você apresentar os sintomas e ainda não tenha sido diagnosticado, é preciso procurar um médico.

Testes

Testes convencionais: é colhida uma amostra do sangue em busca por anticorpos contra o HIV. Se for encontrado algum anti-HIV no sangue, é necessário a realização de um teste adicional,

Teste rápido: funciona da mesma forma que o teste convencional, mas o resultado sai no mesmo dia, cerca de 30 minutos até 2 horas após o exame.

Fluído oral: é uma nova modalidade de testagem onde a amostra é retirada do fluido da boca, nas gengivas e mucosa da bochecha, com uma haste coletora. O resultado sai em 30 minutos.

Testes confirmatórios: são feitos exames Western Blot, o Teste de Imunofluorescência indireta para o HIV-1 e o Imunoblot.

Tratamento

Quando se inicia o tratamento, é preciso estar ciente de não deve ser interrompido sem motivo e que as medicações devem ser tomadas na forma que foi prescrita. De maneira irregular, o tratamento pode falhar e dar surgimento a vírus mais resistentes.

Os medicamentos agem de forma diferentes durante os ciclos de multiplicação do HIV para evitar novos vírus e destruição das células imunológicas. Existe uma medicação para cada fase do ciclo para que o tratamento seja mais eficaz. Não há medicação que consiga destruir os vírus existentes.

Truvada

Truvada é um medicamento para a prevenção e tratamento do HIV e da AIDS. O uso deste medicamento tem aumentado e muito, porque há muitas pessoas que continuam a fazer sexo sem camisinha. Se uma pessoa fizer sexo com uma pessoa soropositivo sem preservativo, ela deve ir ao posto de saúde mais próximo para conseguir o Truvada e fazer o uso do medicamento.

Porém, não há 100% de certeza que o Truvada vá bloquear a multiplicação do vírus no organismo. A única forma efetiva na luta contra a HIV/AIDS é com o uso correto da camisinha. O Truvada age impedindo que o vírus seja passado ou espalhado pelo resto do corpo. Isso permite que a pessoa não fique realmente infectada e possa seguir sua vida normal, sem o risco de ter ou passar o vírus para outras pessoas.

Ele contém Emtricitabina e Tenofovir disoproxil, que possuem propriedades antirretrovirais. O Truvada é indicado para pessoas com alto risco de contaminação como parceiros de pessoas soropositivas, médicos, enfermeiros e dentistas, profissionais do sexo e pessoas que trocam de parceiros com frequência ou usam drogas injetáveis.

O Truvada deve ser uma última opção e não uma forma de prevenção. É preciso ficar sempre atento.

Efeitos colaterais

Ele pode causar a dor de cabeça, tontura, vômito, gases, diarreia, náusea, inchaço, coceira da pele, dores no estômago, urticárias, cansaço extremo, muita dificuldade de dormir, confusão mental e infarto.

Contraindicações

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos, pacientes com alergia à emtricitabina, ao tenofovir disoproxil fumarato ou a outros componentes da fórmula. Mulheres grávidas ou amamentando, pessoas com problemas ou doenças nos rins, fígado hepatites crônicas de tipo B ou C, obesas, diabetes, colesterol ou maiores de 65 anos, precisam de orientação médica.

SUS

Desde de maio de 2017 o SUS fornece o medicamento para pessoas dos grupos de risco basta ir a um posto de saúde, fazer o cadastro e aguardar a liberação. Mas o SUS reforça que a garantia contra a AIDS é o uso da camisinha.

Comprar o remédio não é fácil por causa da distribuição feita pelo SUS e pelo fato de não ser comercializado no Brasil. Mas existem farmácias online em que é possível achar o Truvada. Ele custa de R$ 300,00 a R$ 1000,00 com uma caixa de 30 comprimidos.

Como tomar

A maioria dos médicos recomendam para adultos uma combinação com outros medicamentos. A dosagem e tempo de tratamento deve ser prescrita por um médico, mas, normalmente, toma-se 1 comprimido por dia.

Volkano

Volkano é um termogênico que aumenta a temperatura e eleva a quantidade de suor produzido durante as atividades físicas.

Os Termogênicos

Os termogênicos agem queimando a gordura e inibindo o apetite, oferecendo vantagens para pessoas que querem perder peso. O consumo de termogênicos acelera o metabolismo. Em algumas pessoas eles atuam diretamente no sistema nervoso central impedindo ou adiando, a liberação do hormônio leptina. A leptina interage no cérebro favorecendo a saciedade e inibindo a sensação de fome. Ela é encontrada na cafeína, efedrina, chá verde, óleos e outros alimentos que aceleram o trabalho celular.

Eles estimulam o Sistema Nervoso Central nos deixando alertas em modo de ataque. Assim, acontece um maior estímulo pela ingestão dos alimentos e suplementos termogênicos.

Alimentos e complementos termogênicos

Os alimentos termogênicos possuem a habilidade de aumentar o metabolismo corporal fazendo com que aumente a atividade celular. Quando estes benefícios foram observados por cientistas, a indústria passou a produzir em cápsulas, géis, etc., as mesmas propriedades desses alimentos que possuem a cafeína como base.

O problema com termogênicos sintéticos está na dosagem de cafeína ingerida. Quando uma dosagem é alta demais podem levar a efeitos colaterais, como: insônia, dor de cabeça, agitação, falta de concentração, etc.

Os alimentos não são contraindicados, pois para que ocorra um efeito colateral é preciso a ingestão de uma grande quantidade. Existem vários alimentos que proporcionam o esse efeito: a canela, tipos de pimenta, gengibre, vinagre de maçã, guaraná, chá verde, cafeína.

No caso dos termogênicos sintéticos, o importante é possuir a disposição e a força de vontade para seguir instruções que irão ajudar durante todo o processo de emagrecimento. Mas é importante sempre se lembrar que sem a construção de uma dieta individual com cardápios feitos em conjunto com um nutricionista e manter o seu objetivo como foco, não é possível chegar a lugar algum.

E lembre-se que sem as atividades físicas, os termogênicos não farão diferença alguma. Pode até proporcionar mais malefícios a saúde do que benefícios.

A ingestão dos Termogênicos

A dosagens deve ser feita de acordo com as informações do rótulo no produto, é, fundamental, para se obter os resultados que deseja.

Para perder peso usando os termogênicos e não fazer exercícios e não ter uma dieta equilibrada. Mesmo que você comece a usar produtos termogênicos para perder peso, o seu corpo vai precisar se exercitar e de uma alimentação adequada para que que os resultados possam surgir. É preciso ter cuidado para que não haja um efeito sanfona.

O horário ideal para usar um termogênico é antes do treino para que o corpo comece a se aquecer e, assim, estar mais preparado para a queima de gordura durante a sua série de exercícios.

O que é o Volkano?

O Volkano é um gel termogênico que deve ser aplicado diretamente na pele limpa e seca antes de começar os treinos e para retirá-lo é só tomar banho. Ele é mais eficaz que as cápsulas de suplementos, aumenta a atividade celular e a temperatura do corpo nos treinos, assim como o suor, o que aumenta a quantidade de calorias perdidas durante os exercícios. Ele acelera os resultados dos treinos com ingredientes com ação cientificamente comprovada e pode ser usado tanto por homens como mulheres.

Como ele é usado

Ele deve ser passado antes dos exercícios físicos, é só passar o Volkano na pele limpa e seca, sem esfregar.

Benefícios do Volkano

Ele aumenta a temperatura do corpo durante os treinos.

Ele ajuda na queima de gordura.

Ele diminui a quantidade de retenção de líquidos e o inchaço

Ele melhora a hidratação da pele

Ele aumenta a quantidade de suor durante o exercício

Ele causa diferença da temperatura corporal para emagrecer mais

Ele foca na perda de peso e queima de gorduras em poucas semanas

Ele aumenta a disposição do corpo e a energia para treinos mais intenso e motivado

Malefícios dos Termogênicos

Os malefícios, na maioria das vezes, acontecem por dois motivos: a dosagem ingerida e o tipo de organismo da pessoa que o está usando. A dosagem deve sede acordo com o que é especificado na embalagem do produto e a escolha deve ser baseada na rotina e em como é o metabolismo funciona.

Quanto tempo para ter resultados?

O aumento de temperatura e de suor são notados de forma na mesma hora em que você usa o produto. A diminuição de gordura varia de pessoa para pessoa, pois cada organismo é único e tem sua própria forma de reagir aos estímulos. Mas após poucas semanas é certo que haverá resultados.

Ele causa algum feito colateral?

O Volkano já foi dermatologicamente testado e aprovado pela ANVISA e não causa nenhum efeito colateral. Porém se você notar alguma reação diferente pare de usá-lo e se os efeitos persistirem, se consulte com um médico.

Contraindicação

Não há qualquer contraindicação, mas se você possui alguma doença, alergia ou forte sensibilidade na pele é preciso se consultar com um médico antes de usar o Volkano.

Onde comprar o Volkano?

Se você deseja comprar esse termogênico, ele é vendido diretamente no site oficial, podendo adquiri-lo sem sair de casa. É só acessar o https://ofertas.volkanooficial.come ver quais são as ofertas disponíveis no site.

É seguro comprá-lo no site e os seus dados pessoais e financeiros não serão revelados a ninguém. Você pode realizar a compra com tranquilidade e sem preocupação.

O site oficial proporciona 3 opções de ofertas para escolher qual deles é o ideal para você. O pagamento pode ser feito através do cartão de crédito ou boleto bancário

O tempo de entrega varia de acordo com o local em que mora. Assim que o pagamento é confirmado, o produto é postado com um código para acompanhar sua entrega.

Quando você compra uma das ofertas, você obtém a garantia absoluta. Compre o produto e teste por até 3 meses, caso não haja nenhum resultado satisfatório neste tempo, é só falar com o fabricante e pedir reembolso.

Obs.: o pagamento por boleto pode demorar até 72 horas para ser confirmado.

Tudo sobre a colite

Sentir dores na região do abdômen é algo corriqueiro, e que afeta tanto homens como mulheres. Algumas vezes, o acúmulo de gases provoca o incômodo na região.

Em outros casos é a menstruação quem provoca essas dores, que passam rapidamente e requerem apenas o uso de analgésicos simples. Ou apenas o repouso já é o suficiente para resolver o problema.

Mas, em outros casos, a dor se torna tão frequente que pode ser o indício de que algo mais sério está acontecendo, e uma das causadoras mais comuns é a colite.

Você já ouviu falar nessa doença? Sabe do que se trata, quais seus sintomas e como tratá-la? Não? Então esse texto é para você. Aqui contamos tudo o que você precisa saber para lidar com o problema.

O que é a colite?

A colite é uma doença inflamatória, que pode atingir uma ou mais camadas do cólon, uma região do intestino grosso, provocando disfunções no seu funcionamento.

Aliás, qualquer variação no funcionamento dessa estrutura pode ser considerada um tipo de colite, e provoca sintomas sérios, além de variar sua intensidade.

Quais os tipos de colite?

Assim como todas as doenças, a colite possui diferentes tipos, com sintomas variados. Conheça cada uma delas.

Colite ulcerativa

É tipo de colite mais comum e acontece quando o sistema imunológico de uma pessoa ataca as bactérias do trato digestivo.

Considerada uma doença crônica, quem é diagnosticado com esse tipo de colite lida com períodos onde a enfermidade é aguda com outros de remissão, onde os sintomas são poucos ou quase não existem.

Quem sofre com a colite ulcerativa costuma apresentar inflamações e ulcerações que vão do início do reto até a camada mais superficial do cólon, além de ter constantes diarreias e dores abdominais.

Colite isquêmica

Essa doença acontece quando o fluxo sanguíneo que vai para o cólon é cortado ou restringido, e é provocada por coágulos de sangue.

A colite isquêmica pode ser provocada por aterosclerose na região do cólon ou outra doenças como a vasculite, hérnia, diabetes, câncer de cólon, desidratação ou ser provocada pelo uso de alguns medicamentos.

Essa doença acontece com mais frequência do lado esquerdo do cólon e causam diarreia, dores abdominais e sangramento intestinal.

Colite provocada por infecção viral

Aqui, a doença é provocada por um vírus que se instala na região do cólon e pode ser contraída através de relações sexuais sem o uso de preservativo, transfusões de sangue ou o contato com saliva, urina e gotículas respiratórias.

Enterocolite

Essa doença é provocada por infecções bacterianas ou virais, por medicamentos ou intoxicação alimentar, e pode afetar o intestino grosso ou o delgado.

Quem sofre com a enterocolite pode apresentar diarreia, dores abdominais e febre, além de náuseas e vômitos.

Colite pseudomembranosa

Essa doença é provocada por um desequilíbrio entre as bactérias boas e ruins que habitam o intestino. Neste caso, o uso de antibióticos ou outros remédios podem matar as bactérias boas, provocando infecções.

Na colite pseudomembranosa, o paciente pode apresentar diarreia e placas esbranquiçadas no interior do cólon.

Colite nervosa

Chamada também de síndrome do intestino irritável, é provocada por uma dieta pobre em fibras ou, ainda, provocada por estresse elevado. Considerada uma doença crônica, ela pode piorar de acordo com a alimentação e também durante o período menstrual.

Colite microscópica

Um dos tipos mais raros de colite, a causa é autoimune, e causa como sintomas uma diarreia aquosa, mas sem sangue.

Doença de Crohn

Enfermidade crônica, a doença de Crohn afeta principalmente a parte inferior do intestino delgado e do intestino grosso, podem atingir todo o sistema digestivo.

Com causa desconhecida e sem cura, a doença de Crohn pode ser controlada, e tem como sintomas diarreia, dor abdominal, febre, fraqueza e perda de peso. Ela é muito mais frequente em pessoas com idade entre 20 e 30 anos.

Colite alérgica em crianças

Esse tipo de doença pode afetar crianças com menos de um ano, provocada por uma alergia ao leite de vaca ou de soja. Ela é mais comum em crianças que ainda são amamentadas com leite materno.

Colite hemorrágica

Provocada por uma bactéria, nessa doença a pessoa sofre com uma diarreia sanguinolenta e dor abdominal intensa.

O que pode causar a colite?

Os fatores que causam a colite variam de acordo com o tipo da doença, embora em muitos casos ela seja desconhecida. No entanto, existem algumas causas possíveis.

Por exemplo, infecções agudas e crônicas, provocadas por vírus e parasitas; intoxicação alimentar causada por bactérias; síndrome do intestino irritável; baixa circulação sanguínea e radiação passada para o intestino grosso.

Como a colite pode ser transmitida?

Em geral, a colite não é transmissível. Isso só acontece quando ela é causada por infecções virais.

Nestes casos, o vírus causador da doença pode ser transmitido por relações sexuais, transfusões de sangue, saliva, fezes, leite materno, urina e gotículas vindas das vidas respiratórias.

Quem pode ter colite?

A colite é uma doença, digamos, democrática, e pode afetar tanto homens quanto mulheres. No entanto, ela é mais comum em pessoas entre os 15 e 35 anos, ou, ainda, entre os 60 e 80 anos.

Além disso, o fator genético pode facilitar o aparecimento da doença, assim como fatores ambientais, como a poluição do ar e algumas dietas. Fatores emocionais, como o estresse e desequilíbrios emocionais contribuem para piorar a situação.

Quais os sintomas da colite?

Na colite, os sintomas variam de acordo com a extensão do problema ou do local atingindo.

No entanto, as pessoas que sofrem com a doença podem apresentar os seguintes sintomas: dilatação abdominal, dor abdominal constante ou recorrente, fezes com sangue, calafrios, necessidade constante de evacuar, desidratação, diarreia, febre e aumento da flatulência.

Como a colite é tratada?

Embora seu tratamento varie de acordo com o tipo de colite diagnosticada, essas medidas envolvem uma boa alimentação, com a inclusão de probióticos , a ingestão de muita água e o uso de medicamentos, que combatem as dores e amenizam os sintomas.

Caso essas medidas não tragam melhora, pode ser necessária a realização de uma cirurgia, para combater a doença.

Tudo sobre a endometriose

Problema muito comum entre as mulheres, principalmente as mais jovens e que estão em se período fértil, a endometriose afeta, atualmente, mais de seis milhões de brasileiras de diferentes faixas etárias. 

Marcada por muita dor e cólicas intensas, a endometriose pode aparecer depois da primeira menstruação, e causar prejuízos enormes à qualidade de vida desta pessoa, por causa exatamente de todo esse desconforto. 

Apesar de comum, muitas mulheres não compreendem o que é, de fato, a endometriose e como conviver ou mesmo tratar essa doença. Esse é o seu caso? Você tem lidado com a endometriose, mas ainda muitas dúvidas sobre ela? 

Então esse texto é para você. Aqui reunimos tudo o que você precisa saber sobre a doença e como buscar o tratamento adequado. 

O que é a endometriose?

A endometriose acontece quando o endométrio (tecido que recobre a parte interna do útero e desenvolve todos os meses para tornar possível uma gravidez), cresce exageradamente. 

Quando a gravidez não acontece, o endométrio descama, sendo eliminado pela menstruação. Mas, quando ele cresce demais, acaba se acumulando em outras regiões do sistema reprodutor feminino, como ovários e trompas, caracterizando a endometriose. 

Quais os tipos de endometriose?

Embora se caracterize pelo crescimento exagerado do endométrio, a endometriose tem tipos diferentes, que influenciam não apenas a área atingida pelo tecido estranho, como também os efeitos provocados pela doença. Conheça cada um deles. 

Endometriose profunda

O tipo mais grave de endometriose, na variedade profunda, os sintomas são muito intensos e frequentes, além de ocorrer a formação de nódulos que afetam o reto, os órgãos genitais e até mesmo o intestino. 

Mulheres que sofrem de endometriose profunda, aliás, tem chances maiores de se tornarem inférteis por conta de sua gravidade. Além disso, corrigir os sangramentos intensos é mais difícil, gerando muitos riscos. 

Endometriose ovariana

Nesta variação, o sangue alojado nos ovários a cada ciclo menstrual acaba formando pequenos ciclos, que vão crescendo mês a mês. 

Esse crescimento pode prejudicar a fertilidade feminina, por isso é fundamental procurar por opções de tratamento rapidamente. Apesar disso, em muitos casos, não é necessária a retirada dos cistos para que o problema seja solucionado. 

Endometriose superficial

Neste tipo de endometriose, o mais leve de todos, são formadas pequenas lesões na região pélvica. Apesar disso, seu diagnóstico é mais difícil, por atingir uma região superficial. 

Por isso, muitas das mulheres que sofrem de endometriose superficial acabam descobrindo o problema apenas depois de fazer algum procedimento cirúrgico. 

Apesar de não ser um tipo grave da doença, depois de diagnosticado é preciso acompanhamento constante com um ginecologista. 

Endometriose septo reto-vaginal

Muito raro esse tipo de endometriose afeta a região entre o reto e a vagina. Ela é tão difícil de ser diagnosticada que ainda existem poucas informações sobre como o endométrio chega até essa região.

Endometriose de parede

Em geral, esse tipo de endometriose aparece depois de cirurgias, com a formação de cistos na região próxima à área onde o procedimento foi feito. 

Endometriose pulmonar ou pleural

Outro dos casos muito raros, nesse tipo de endometriose há o comprometimento dos vasos sanguíneos localizados no pulmão, ocasionando tosse com sangue. 

Quais os fatores de risco para a endometriose

A endometriose pode surgir com mais facilidade nas mulheres que tem casos de doença na família. 

Para que vocês tenham uma ideia da influência da genética, pesquisas realizadas recentemente indicaram que em 51% dos casos de endometriose as mulheres diagnosticadas têm irmãs ou mães com a doença. 

Além disso, existem outros fatores que podem contribuir para o desenvolvimento da doença, como ciclos menstruais irregulares, períodos menstruais com mais de sete dias de duração, não ter passado por nenhuma gravidez ou, ainda, possuir algum tipo de anomalia no útero. 

Como a endometriose se divide?

Além de ser classificada em diferentes tipos, a endometriose pode ser dividida de acordo com a intensidade de seus sintomas, que influenciam também na forma como ela será tratada. 

No caso das mulheres que sofrem com endometriose leve, por exemplo, as dores e sintomas da doença são bem fracos e suportados facilmente. Ou seja, não é preciso usar medicamentos para controlar a doença. 

Aquelas que sofrem com endometriose moderada precisam de medicamentos com frequência, para amenizar os sintomas. 

Já para quem precisa lidar com a endometriose severa, as dores são tão intensas que nem mesmo o uso de medicamentos analgésicos pode resolver.

O que pode causar a endometriose?

Alguns eventos pode causar a endometriose, como a menstruação retrógrada. Neste caso, o fluxo sanguíneo vindo da menstruação faz um caminho que acaba indo até as tubas uterinas, vazando para os ovários ou até mesmo os intestinos. 

Além disso, os problemas no sistema imunológico podem facilitar o surgimento da doença, porque o organismo, funcionando de forma inadequada, começa a produzir as células do endométrio em locais onde elas não deveriam existir. 

Quais os sintomas da endometriose?

Quando pensamos em endometriose, o primeiro sintoma que vem à nossa mente é a dor, e esse pensamento tem razão. Para que se tenha uma ideia, 60% das mulheres que tem endometriose se queixam de cólicas menstruais intensas e frequentes. 

Mas a doença não causa apenas cólicas muito fortes. Ela tem outros sintomas, como dores abdominais fortes no período pré-menstrual; sensação extrema de cansaço; sangramento intenso e abundante durante a menstruação e presença de nódulos ou cistos. 

Além disso, podem aparecer também uma sensação de dor durante a micção, constipação e dor intestinal e náuseas e vômitos durante os episódios mais intensos de dor. 

A endometriose tem cura?

Infelizmente não. Por se tratar de um problema crônico, é preciso tratamento por toda a vida fértil de uma mulher. Aliás, esse tratamento começa logo depois do tratamento, e pode incluir diversas alternativas. 

Os médicos podem sugerir, por exemplo, procedimentos cirúrgicos (quando o quadro é muito grave) ou o uso de medicamentos para o tratamento em longo prazo. 

Além disso, pode ser necessária a utilização de analgésicos e anti-inflamatórios, para combater as dores frequentes, e o uso de métodos anticoncepcionais, como a pílula ou o DIU. 

Tudo sobre a prisão de ventre

Sentar no vaso sanitário, fazer força e simplesmente não conseguir “liberar espaço” no intestino é algo comum. Aliás, milhares de pessoas sofrem com prisão de ventre todos os dias. 

Embora não seja uma sentença de morte e afete todas as pessoas, em algumas fase de sua vida, a prisão de ventre provoca enormes desconfortos, e pode até mesmo evoluir para eventos mais sérios. 

Você entende tudo sobre a prisão de ventre? Sabe o que a provoca e como lidar com esse grande incômodo? Não? Então esse texto é para você. Reunimos aqui tudo o que você precisa saber para se livrar do problema e viver sem grandes problemas. 

O que é a prisão de ventre?

Afetando cerca de 20% da população mundial (sobretudo mulheres e idosos), a prisão de ventre é um problema relativamente simples, mas que causa enorme desconforto. 

Na prisão de ventre, a pessoa não consegue evacuar ou, quando evacua, o processo é incompleto ou, ainda, marcado por fezes endurecidas, reflexo de uma alimentação ruim. 

Como isso acontece?

Quando nos alimentamos, esses produtos passam pelo sistema digestivos, enquanto os nutrientes e a água presentes são progressivamente absorvidos pelo corpo. 

O que não é aproveitado nesse processo acaba se tornando o bolo fecal, que é colocado para fora do corpo com a ajuda de contrações musculares da parede do intestino. 

Quando esses movimentos se enfraquecem, o material não digerido se acumula no intestino, fazendo com que a água ali presente seja reabsorvida e os resíduos endureçam. 

Quais os tipos de prisão de ventre?

Caracterizada pela dificuldade de evacuar, a prisão de ventre possui tipos, que influenciam suas características e os sintomas envolvidos no problema. 

Orgânica/brutal

Nesse tipo de prisão de ventre, o intestino sofre um bloqueio mecânico por causa de aderências, tumores do intestino, estreitamento do ânus ou alguns processos inflamatórios. 

Esses eventos acontecem quando o corpo sofre mudanças físicas. No entanto, essa prisão de ventre pode acontecer pelo uso de medicamentos que tenham tal efeito. 

Funcional/crônica

Aqui, a prisão de ventre é provocada por maus hábitos intestinais e alimentares, distúbios emocionais, sedentarismo, cólon irritável e colite espástica. 

Esse tipo de problema não se associa à alterações de outras partes do sistema digestivo. 

O que causa a prisão de ventre?

Em geral, a prisão de ventre está relacionada ao estilo de vida que uma pessoa leva. 

Ou seja, aqueles que consumem pouco líquido e quantidades insuficientes de fibras, se alimentam apenas de proteínas ou de produtos ricos em amido, são sedentários ou usam alguns medicamentos tem mais chances de sofrer com a prisão de ventre. 

Além disso, a prisão de ventre pode surgir também por fatores psicológicos, como segurar a vontade de ir ao banheiro, não conseguir usar o sanitário fora de casa ou, ainda, se sentar de forma errada no vaso pode contribuir para piorar o problema. 

No entanto, existem algumas doenças que podem facilitar o surgimento da prisão de ventre, como a síndrome do intestino irritável, a diabetes e o hipotireoidismo. 

Passar grandes períodos tendo febre, estar com parasitas intestinais, ter diverticulite, fazer uso indiscriminado de laxantes ou sofrer de colite também podem provocar prisão de ventre. 

Quais pessoas têm mais chances de sofrer com prisão de ventre?

Embora afete praticamente todas as pessoas, de diferentes faixas etárias, existem alguns grupos que podem ter mais facilidade para desenvolver o problema. Veja quais. 

Mulheres

Algumas mulheres podem sofrer com prisão de ventre durante o período menstrual, por causa dos hormônios sexuais femininos. Além disso, a gravidez e a menopausa também provocam prisão de ventre. 

Na gravidez, por exemplo, o útero acaba pressionando o reto e a porção inferior do cólon, atrapalhando o bom trânsito intestinal.

Além disso, as mulheres costumam sofrer de bastante timidez na hora de usar o banheiro fora de casa. Por isso, muitas costuma ter problemas de prisão de ventre. 

Idosos

Nos mais velhos, o sedentarismo e o uso de alguns remédios favorecem a prisão de ventre. 

Pessoas com hipotireoidismo

Nas pessoas que sofrem com hipotireoidismo, os baixos índices do hormônio produzido pela tireoide prejudica o movimento do intestino grosso, tornando a digestão mais devagar e facilitando o aparecimento da prisão de ventre. 

Diabéticos

Diabéticos podem sofrer com prisão de ventre, principalmente aqueles que não controlam sua glicemia adequadamente. 

Isso pode acontecer porque a doença danifica nervos do corpo que podem influenciar os estímulos recebidos pelo intestino, para que este funcione adequadamente. 

Pessoas que usam alguns tipos de medicamentos

Pessoas que utilizam medicamentos como analgésicos e antidepressivos podem sofrer com prisão de ventre. 

Quais os sintomas da prisão de ventre?

Embora não haja um número exato de dias que seja necessário para considerar se uma pessoa sofre ou não de prisão de ventre, existem alguns sinais que facilitam a identificação do problema. 

Em quem sofre de prisão de ventre é comum enfrentar esforço excessivo para evacuar, ter fezes ressecadas e endurecida, ter a sensação de evacuação incompleta, além de sentir muita dor. 

Além disso, quem sofre com prisão de ventre costuma enfrentar gases, indisposição, mau humor e distúrbios digestivos. 

Como a prisão de ventre é tratada?

O tratamento da prisão de ventre, na maioria dos casos, não requer o uso de medicamentos, sendo feito apenas com a mudança de alguns hábitos alimentares e de vida, como mostraremos abaixo. 

Beba bastante líquido

Beber bastante líquido pode ajudar a diminuir a frequência com que a prisão de ventre aparece. Afinal, 80% das fezes são compostas por água. É importante, no entanto, tomar cuidado com o excesso de bebidas cafeinadas e alcoólicas, pois elas causam desidratação. 

Aumente a ingestão de fibras

As fibras são muito importantes para combater a prisão de ventre, porque elas ajudam na formação do bolo fecal. 

Por isso, aumente a ingestão de alimentos como frutas (como ameixa e mamão), legumes e verduras, além de cereais integrais (sementes de linhaça, aveia ou pão integral). 

O ideal é consumir esses alimentos diariamente, para mobilizar o bolo fecal e combater a prisão de ventre. 

Evite alimentos ricos em amido, processados, ingerir laticínios em excesso, comer alimentos gordurosos, muito apimentados ou fazer dietas à base de proteínas. 

Esses alimentos, além  de possuir baixo teor de fibras, provocam a mucosa intestinal e deixam o pH do intestino muito ácido, dificultando seu funcionamento. 

Tudo sobre a tricomoníase

Tudo começa com uma coceira genital muito intensa, daquelas que te incomodam tanto que chegam a desesperar. Depois aparece um corrimento com cheiro muito ruim, e então, a dor ao urinar.

Esses sintomas são sinais característicos da tricomoníase, uma doença sexualmente transmissível que afeta tanto homens quanto mulheres mas que, para elas, tem consequências muito mais sérias.

Você já tinha ouvido falar nessa doença? Sabe como se prevenir dela e como identificar a contaminação? Não? Então esse texto é para você. Aqui explicamos tudo sobre a tricomoníase e como evitar essa doença que pode causar transtornos e até complicações muito graves.

O que é a tricomoníase?

A tricomoníase é uma doença sexualmente transmissível causada por um protozoário e que infecta milhares de pessoas em todo o mundo. Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde, mais de 125 milhões de pessoas declararam ter a doença.

Esses números elevados tem uma explicação muito simples: apesar dos sintomas que descrevemos na abertura desse texto, uma parcela pequena dos infectados (30%) desenvolvem alguns destes sinais.

A maioria dos infectados (em sua maioria homens), não tem sinal algum ou, quando desenvolvem algum sintoma, são tão leves que não os motiva a procurar ajuda médica.

O que pode causar a tricomoníase?

Conforme comentamos, a tricomoníase é causada por um protozoário de nome bastante complicado (Trichomonas vaginalis). O que importa realmente aqui é a forma como ele chega ao corpo humano.

Esse protozoário infecta homens e mulheres através do sexo vaginal. Quando a relação é consumada via oral ou anal a infecção não acontece, pois esse ser não sobrevive fora do sistema urogenital.

Uma vez dentro do corpo humano, ele se hospeda na mucosa vaginal, no prepúcio, na uretra e na próstata.

Como a tricomoníase é transmitida?

A tricomoníase é transmitida com muita frequência via relações sexuais sem preservativo, feita com uma pessoa que já tenha o protozoário no organismo.

Em geral, as relações sexuais com maior risco de contaminação são as ocorridas entre homem e mulher e entre mulher e mulher. Nas relações homem-homem ela praticamente não existe.

Quando infecta uma mulher, o protozoário causador da tricomoníase se instala no trato genital inferior (região onde estão a vulva e a vagina). Já nos homens, o agente infeccioso se instala na uretra.

A tricomoníase é contagiosa?

Em geral, a tricomoníase é transmitida apenas por via sexual. No entanto, o contágio pode acontecer, em situações muito raras, por meio de objetos contaminados, como toalhas molhadas e assentos de vasos sanitários.

Em outros casos, as mulheres contaminadas e que estejam grávidas, podem transmitir a doença ao bebê por meio da transmissão vertical. Muito rara, esse tipo de contaminação acontece em apenas 5% dos casos.

Quando acontece, essa contaminação pós parto é resolvida em pouco tempo após o nascimento, porque os hormônios maternos agem sobre a vagina da bebê. Mas o efeito enfraquece poucas semanas depois. O organismo da criança naturalmente elimina esse protozoário.

Apesar disso, as recém-nascidas ainda precisarão ser tratadas por, pelo menos, três semanas.

Quais os fatores de risco da tricomoníase?

Por se tratar de uma doença sexualmente transmissível, a tricomoníase tem alguns fatores de risco muito conhecidos e bem fáceis de ser administrados. Confira.

Já ter tido outras DSTs

Pessoas que já tiveram outras doenças sexualmente transmissíveis têm mais chances de se contaminar com a tricomoníase.

Relações sexuais desprotegidas

Fazer sexo sem o uso de preservativo, mesmo com aquele parceiro de muito tempo aumenta e muito sua chance de se contaminar com o protozoário causador da tricomoníase.

Por isso, para se proteger da doença, é importante utilizar preservativo, seja masculino ou feminino.

Grande número de parceiros

Embora seja um tanto controverso, quem tem muitos parceiros tem mais chances de se contaminar com a tricomoníase, porque pode ter relações sexuais sem proteção em algumas ocasiões.

Falta de higiene

Pode parecer um tanto redundante e até desnecessário dizer, mas a falta de higiene é outro fator de risco para quem não quer se contaminar com a tricomoníase.

Isso acontece porque a doença pode ser causada também pelo uso de toalhas molhadas ou por sentar em assentos de vaso sanitário mal higienizados.

Quais os sintomas da tricomoníase?

Assim como algumas doenças sexualmente transmissíveis, a tricomoníase pode não ser diagnosticada facilmente por não apresentar sintomas. No entanto, quando esses sinais aparecem, eles podem variar bastante.

Algumas pessoas, por exemplo, podem se queixar apenas de uma pequena irritação, enquanto em algumas mulheres pode acontecer uma inflamação grave de seu aparelho genital. Além disso, os sintomas são bem diferentes nos homens e nas mulheres.

Nas mulheres, a doença apresenta os seguintes sintomas: corrimento branco, cinzento, amarelo ou verde, com mal cheiro; vermelhidão na região genial; sangramentos vaginais; coceira na vagina; queimação; inflamação genital e dor ao urinar ou durante o ato sexual.

Já nos homens, os sintomas são muito mais leves. Eles costumam se queixar com frequência de corrimento com cheiro desagradável; coceira; sensação de queimação ao urinar ou durante a ejaculação e urgência urinária.

Como a tricomoníase é tratada?

Assim como muitas doenças sexualmente transmissíveis, a tricomoníase tem cura. Seu tratamento é feito em etapas, para que a doença seja eliminada completamente do organismo.

Inicialmente, a recomendação é que as pessoas que sofram desta doença se abstenham sexualmente, para que o organismo se reequilibre e diminua o desconforto.

Em um segundo momento, é necessário o uso de antibióticos e de quimioterápicos, tanto para o paciente como para seus parceiros, eliminando assim o risco de reinfecção.

Já para as mulheres, é possível realizar esse tratamento por meio de um medicamento oral, em uma única dose, em conjunto com a aplicação de um creme vaginal.

Há algum risco de complicações?

Infelizmente, para as pessoas que não se tratarem desta doença, há risco de severas complicações. Uma delas é a infertilidade.

Isso acontece porque a doença inflama a área genital, podendo causar obstrução tubária, impedindo assim a passagem dos espermatozoides ou óvulos, causando infertilidade.

Além disso, a tricomoníase causa inflamação da parede da vagina, nas mulheres, e da uretra, nos homens, deixando os espermatozoides mais lentos. Quando a doença não é tratada, essa inflamação também pode provocar infertilidade.

Tudo sobre o cisto no ovário

O cisto no ovário é um problema relativamente comum nas mulheres, sobretudo naquelas que ainda estão em seu período fértil. Apesar disso, esse problema causa enorme preocupação.

O grande medo das mulheres que tem cisto no ovário é que o problema dificulte uma gravidez ou até mesmo que deixe que os possui inférteis. Mas, é isso mesmo?

Os cistos no ovário podem deixar uma mulher infértil? Eles provocam dor? Como eles aparecem? Você tem alguma destas dúvidas sobre o problema? Então esse texto é para você.

Aqui explicaremos tudo o que é preciso saber sobre os cistos no ovário e como lidar com esse problema.

O que o cisto no ovário?

O cisto no ovário é, basicamente, uma bolsa com um conteúdo líquido e que pode se formar dentro, fora ou sobre o ovário.

Eles costumam aparecer quando há descontrole hormonal e não afeta a ovulação.

Em geral, eles aparecem em mulheres na idade adulta, sobretudo naquelas que se encontram entre os 20 e os 35 anos  e que possuem doença inflamatória pélvica ou são portadoras de endometriose.

Quais os tipos de cistos?

Os cistos no ovário possuem diferentes tipos, que podem influenciar os exames necessários para o seu diagnóstico e a forma de seu tratamento. Conheça cada um deles.

Cisto folicular

O mais comum dentre os cistos, o folicular se forma quando não há ovulação e o folículo não libera o óculo, formando o cisto. Essas bolsas tem, em geral, o tamanho máximo de 6%.

Além disso, a grande maioria das mulheres que possuem cistos foliculares sentem dores. Para sua descoberta é necessária a realização de um exame de ultrassom.

Cisto Lúteo

Esse tipo de cisto podem ser rompido na menstruação e demorar cerca de três meses para que desapareça por completo.

Ele aparece da seguinte maneira: quando o folículo é rompido, o corpo começa a liberar hormônios que preparam o corpo para que o óvulo seja fecundado. Quando isso não ocorre, o corpo lúteo é eliminado.

Em algumas situações, esse corpo pode se encher de sangue ou fluído e se expandir, se transformando em cisto, que pode atingir até 10 centímetros. No entanto, esse cisto não provoca sintomas.

Cisto hemorrágico

Esse tipo de cisto aparece no ovário e pode aparecer ou desaparecer naturalmente entre os ciclos menstruais.

Em geral, não é necessário tratamento. No entanto, quando ocorrem situações graves é preciso fazer uma intervenção cirúrgica.

Quais os sintomas dos cistos no ovário?

Embora a maioria dos cistos passe despercebidos, algumas mulheres podem sentir dores, que aparecem durante as relações sexuais, além do inchaço no abdômen, dor ao ir ao banheiro e dor pélvica.

Já em outros casos pode acontecer torção ou ruptura, sangramento e dor abdominal aguda.

Como é feito o tratamento dos cistos?

Em geral, os cistos no ovário não precisam de tratamento, pois desaparecem naturalmente. É preciso apenas que seja feito um acompanhamento médico até que esse cisto seja complemente eliminado.

No entanto, algumas mulheres precisam de tratamento especializado, para que o cisto não cresça desordenadamente ou provoque até mesmo consequências mais graves.

Para isso, pode ser recomendado que a mulher tome medicamentos anticoncepcionais, impedindo assim o surgimento de novos cistos e pode ser necessária também a realização de uma cirurgia, para a retirada total do cisto.

Contudo, essa cirurgia é realizada apenas em último caso, quando os demais tratamentos não trouxeram os resultados esperados.

Como é feita a cirurgia para a retirada dos cistos no ovário?

A cirurgia para a retirada dos cistos no ovário é muito delicada e só feita em casos extremos. Durante esse procedimento, o médico retira apenas os cistos, sem atingir os ovários.

Entretanto, se durante os exames for detectada a presença de um tumor maligno, pode ser necessária a retirada total dos ovários, para impedir que o câncer se espalhe para outros órgãos.

Cistos no ovário podem atrapalhar uma gravidez?

O medo de que os cistos no ovário dificultem o desenvolvimento de uma gravidez é o grande temor de muitas mulheres. Tanto que a maioria delas, quando descobre possuir o problema, tem grande receio de se tornar infértil.

No entanto, esse temor é injustificado na maior parte dos casos. Isso porque, normalmente, esses cistos se desenvolvem sozinhos e sem a necessidade de intervenção médica.

Isso porque provocam, no máximo, algum desconforto, não influenciando na ovulação, fazendo com que muitas mulheres convivam com eles por anos, sem saber que possuem os cistos.

Ou seja, eles podem dificultam que a mulher engravide, mas não a impede. Mas, uma vez que a gravidez já esteja em curso, é preciso ficar atento ao seu tamanho, pois alguns podem provocar abortos.

Além disso, os cistos malignos podem colocar a vida da mãe e do feto em risco, necessitando de acompanhamento médico durante toda a gestação.

Qual a diferença entre cistos no ovário e ovário policístico?

Uma dúvida muito comum que as mulheres têm envolve uma confusão entre os cistos no ovário e o ovário policístico. Afinal, os dois são a mesma coisa? Quando a mulher sofre com um ou com outro problema deste tipo?

Primeiramente, é importante esclarecer que se tratam de dois problemas distintos.

O cisto no ovário é caracterizado por uma única bolsa com conteúdo líquido, enquanto a síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma doença onde os ovários aumentam de tamanho e ficam cheios de bolsas com um material líquido ou semi-sólido.

Quem tem síndrome de ovários policísticos pode sofrer, ainda, com transtornos físicos e desequilíbrios hormonais, que podem ser tanto sua causa como consequência desta doença.

Além disso, os ovários policísticos são uma das principais razões pelas quais muitas mulheres têm dificuldades para engravidar.

Como prevenir os cistos no ovário?

Para prevenir o aparecimento de cistos no ovário é necessário fazer visitas regulares ao ginecologista, de preferência a cada mês ou, ao menos, semestralmente.

Por isso, converse com seu médico, comente sobre todos os sintomas que pode apresentar e faça exames regulares. Caso tenha endometriose ou histórico de cistos no ovário, utilize anticoncepcionais regularmente, para impedir o surgimento novos cistos.

Tudo sobre o corrimento branco

Os corrimentos vaginais são fenômenos que aparecem de tempos em tempos na vida de todas as mulheres, e podem ou não provocar desconfortos. Por ser algo normal, muitas não dão a devida atenção ao problema.

Mas, afinal, o que é essa doença? Pode ser considerada uma doença? Ela pode prejudicar a fertilidade ou ser sinal de problemas graves? Se você também tem dúvidas sobre isso, esse texto é para você.

Aqui contaremos tudo o que você precisa saber sobre o corrimento branco e como tratá-lo.

O que é corrimento branco?

O corrimento branco é um evento comum e bastante natural que, em muitos casos, não é um sinal de doenças ou de problemas vaginais. Entretanto, alterações em sua cor, odor ou textura podem indicar infecções bacterianas, fúngicas, problemas de saúde ou até mesmo gravidez.

Quais os tipos de corrimento branco?

O corrimento branco possui diferentes tipos, cada um deles indicando eventos ou situações diferentes mas, em geral, esse corrimento pode ser fisiológico ou patológico.

Um dos tipos mais comuns de corrimento branco, o do tipo fisiológico é muito saudável, e pode variar de transparente para esbranquiçado e não possui cheiro.

Esse tipo de corrimento, aliás, é um sinal de saúde, pois é o responsável por lubrificar e garantir a higiene natural da vagina.

Já os corrimentos patológicos indicam alguma doença, que pode ser causada por uma bactéria, um fungo ou um protozoário, e requer cuidados médicos, além da realização de exames que diagnostiquem a enfermidade.

Aspectos do corrimento branco

Além de ser dividido em dois tipos, o corrimento branco possui alguns aspectos, que indicam os eventos a que ele está relacionado. Confira.

Clara de ovo

No corrimento branco com aspecto de clara de ovo, a coloração evolui de transparente para branca, e indica que a mulher está ovulando. Essa mudança é reflexo da liberação da progesterona, que aumenta a produção do líquido.

Leitoso

Nesse tipo de corrimento branco, o normal é que ele não possua cheiro. Quando é apenas responsável por lubrificar a vagina, não há problema algum. No entanto é preciso ficar de olho quando ocorrerem mudanças de cor ou de odor, sinalizando a existência de infecções.

Pastoso

O corrimento branco, quando tem o aspecto pastoso, requer atenção, além de uma visita ao ginecologista, pois pode sinalizar uma infecção.

Além disso, podem aparecer outros sintomas, como ardência, odor desagradável e coceira intensa na região genital.

Quais as causas do corrimento branco

O corrimento branco pode ter inúmeras causas, algumas naturais, outras patológicas. Fique atento a cada uma delas.

Ovulação

O corrimento branco pode indicar ovulação quando aparece na forma de muco branco. Esse líquido esbranquiçado é resultado da produção de estrogênio, que o torna branco e pastoso.

Nos primeiros dias após a menstruação, o corrimento branco pastoso é visto com mais frequência. Depois desse período, o corpo passa a produzir mais progesterona, deixando o corrimento mais aguado e a mulher mais facilmente lubrificada.

Bactérias

Algumas infecções bacterianas podem causar corrimento branco, como a vaginose bacteriana.

Além desse corrimento pastoso, a mulher que é diagnosticada com essa doença pode sentir coceira, queimação ao urinar e cheiro desagradável na região genital. O corrimento muda de cor, ficando amarelado ou cinza.

Candidíase

Provocada por fungos, a candidíase é outra das causadoras do corrimento branco patológico, e tem tratamento muito simples quando diagnosticada rapidamente.

As mulheres com candidíase, além do corrimento branco, se queixam de coceira, ardor ao urinar e cheiro desagradável.

Estresse

O estresse e a ansiedade pode causar o aumento do corrimento vaginal branco.

Excitação sexual

Durante a excitação sexual, o corrimento branco se torna mais aguado, para proteger a vagina e, ao mesmo tempo, lubrificá-la durante o ato sexual.

Câncer de útero

Embora seja muito raro, o câncer de útero pode provocar corrimento branco esse, no entanto, muito espesso e com odor muito forte.

Irritação vaginal

Algumas vezes, quando a parte interna da vagina é irritada, pode surgir o corrimento branco, em consequência, por exemplo, do uso de sabão no interior da vagina.

Esses eventos causam irritação, reações alérgicas e ardência. Por isso, ao higienizar a região genital feminina, é preciso limpar apenas a região externa. A área interna se limpará sozinha.

Corrimento branco pode indicar gravidez?

Um mito muito comum é o de que o corrimento branco pode indicar gravidez. Isso é verdade? Na verdade sim, e está muito relacionado à progesterona.

Produzido durante a segunda fase do ciclo menstrual, a progesterona prepara o corpo para a gravidez, e quando a mulher menstrua, os níveis caem.

No entanto, quando a mulher engravida, a progesterona continua sendo produzida a todo vapor, mas não há menstruação. Então, é a progesterona que causa o corrimento branco.

Quando a menstruação acontece, ele diminui. Agora, quando há gravidez, a produção do corrimento continua, e em maior quantidade. No entanto, o corrimento branco, por si só, não é uma confirmação da gravidez. É necessário realizar exames médicos para sua confirmação.

Quais os fatores de risco para o surgimento do corrimento branco?

Embora seja algo natural no corpo feminino, quando se trata de fatores patológicos, existem alguns eventos que favorecem o surgimento desse corrimento. Veja abaixo.

Relações sexuais desprotegidas

Ter relações sexuais sem o uso de preservativo pode provocar infecções vaginais, surgimento assim o corrimento branco de origem patológica.

Falta de higiene

Não higienizar corretamente a região vaginal pode levar à multiplicação das bactérias, causando infecções.

Ter múltiplos parceiros

Quem se relaciona com múltiplos parceiros tem mais chances de desenvolver corrimento branco de origem patológica, pois algum deles pode ter uma infecção e transmitir a doença.

Fumar

O cigarro prejudica o bom funcionamento de várias partes do organismo, incluindo a vagina. Isso porque o cigarro estimula a reprodução de bactérias que podem provocar doenças, como a vaginosa bacteriana.

Uso de antibióticos

O uso desse tipo de medicamentos pode matar não apenas as bactérias que estão provocando alguma doença, como também as bactérias que vivem na vagina e são responsáveis por manter a acidez natural da região.

Esses eventos podem deixar a vagina desprotegida, facilitando o surgimento de infecções vaginais que podem provocar o corrimento branco.

Tudo sobre o estradiol

O corpo humano é repleto de hormônios. Alguns existem tanto em homens como em mulheres. Já outros, os hormônios sexuais, são específicos para cada um dos sexos, e influenciam o amadurecimento de uma pessoa.

Com sua produção aumentada na puberdade, quando o corpo começa a se preparar para a idade adulta, esses hormônios são os responsáveis por mudar as características do corpo de uma mulher ou de um homem.

Por serem tão importantes, é preciso se concentrar nos níveis corretos deles, o que pode provocar seu desequilíbrio e como repor, caso estejam em baixa.

Pensando nos hormônios femininos, um dos mais importantes é o estradiol. Você sabe exatamente do que se trata e quais seus efeitos sobre o corpo? Sabe como o que fazer quando ele está em níveis baixos?

Não? Então esse texto é para você. Preparamos aqui tudo o que você precisa saber sobre o estradiol e como seu desequilíbrio pode influenciar.

O que é o estradiol?

O estradiol é um hormônio sexual produzido tanto por homens como por mulheres e, nelas está relacionado à fertilidade e ao aparelho reprodutor, sendo considerado o principal hormônio sexual feminino.

Ele é responsável, por exemplo, regulação da menstruação, do ciclo menstrual e da possibilidade de uma mulher engravidar ou não.

Para que serve o estradiol?

Embora tenha uma importância muito grande para as mulheres, e atue no aparelho reprodutor (útero, trompas, vagina e mamas), ele também é produzido por homens, embora em menor quantidade.

Nas mulheres, o estradiol ajuda, também, a alterar os órgãos sexuais externos, a estimular a produção de muco e facilitar a lubrificação vaginal, na estimulação dos folículos ovarianos e, também, na espermogênese, o que ajuda a evitar que os espermatozoides morram muito cedo, permitindo a fecundação do óvulo.

Além dessas funções, o hormônio atua na distribuição da gordura corporal, protege as funções cerebrais e é responsável por manter os tecidos, deixando a pele e os vasos sanguíneos viçosos e com elasticidade.

O estradiol ajuda a reconstruir os ossos e, nos homens, contribui também para a libido e a fertilidade.

Como o nível de estradiol é medido?

O nível de estradiol é medido por meio de um exame de sangue, chamado de E2. Seus níveis variam de acordo com a idade, tanto da mulher como do homem.

Nelas, esse nível pode variar também de acordo com a época do mês, ficando em patamares mais altos ou mais baixos de acordo com o ciclo menstrual.

No entanto, as mulheres acabam experimentando uma queda nos níveis de estradiol quando chegam à menopausa, consequência da queda da função dos ovários.

Esse teste é feito por um ginecologista ou endocrinologista, e pode indicar também se os níveis de estradiol estejam elevados, além de mostrar o que pode causar esse desequilíbrio e como o tratamento deve ser feito para resolver o problema.

Quais os riscos dos níveis de estradiol baixo?

Como todos os hormônios sexuais, existe um patamar considerado de segurança, e que pode indicar o bom funcionamento do organismo.

Quando os níveis de estradiol ficam muito baixos, no entanto, eles podem indicar alguns problemas, e não apenas a chegada da menopausa.

Estar com os níveis de estradiol baixos pode indicar, por exemplo, insuficiência ovariana, síndrome de Turner ou, ainda, gravidez ectópica (ocorre nas trompas, fora do útero).

Além disso, quando os níveis de estradiol estão muito baixos e a mulher não está na menopausa, isso pode desencadear casos de menopausa precoce, parando a ovulação e ocasionando os sintomas típicos desta fase, como dor durante o ato sexual e perda da libido.

Já nas adolescentes, a queda nos níveis de estradiol pode atrasar a puberdade, fazendo com que algumas meninas demorem para menstruar e para sofrer aquela mudança corporal típica do período, como o crescimento dos seios e o nascimento dos pelos pubianos.

Meus níveis de estradiol estão altos. E agora?

Algumas mulheres, no entanto, acabam lidando com níveis muito altos de estradiol. Essa concentração elevada por ser indícios de doenças ou ser provocada por algumas enfermidades.

Por exemplo, mulheres com tumores ovarianos, tumores feminilizantes adrenais, puberdade precoce, doenças hepática ou que estejam grávidas pode apresentar níveis de estradiol muito altos.

Quando os níveis de estradiol sobem demais, as mulheres acabam tendo muita umidade na região vaginal e sofrendo com alterações na pele, retenção de líquidos, inchaço, oscilações da glicose e alterações em seu ciclo menstrual.

Além disso, o aumento desenfreado nos níveis desse hormônio podem provocar acidentes vasculares cerebrais, câncer de mama, tumores ovarianos, tumores feminilizantes adrenais, doenças hepáticas, puberdade precoce e ginecomastia.

Como os distúrbios nos níveis de estradiol podem ser tratados?

Quando o exame de sangue identifica alguma alteração nos níveis de estradiol, o médico que solicitou o teste indica um tipo de tratamento que possa resolver o problema e devolver os níveis seguros desse hormônio.

Por exemplo, quando o desequilíbrio do estradiol não é provocado por eventos graves ou doenças muito sérias, o profissional receita medicamentos que inibem a produção do hormônio, quando o problema é a elevação descontrolada.

Já para quem lida com níveis muito baixos de estradiol, é feita a reposição hormonal com a variação sintética do hormônio. Esse produto é muito utilizado por mulheres que estão na menopausa, para aliviar os desconfortos provocados pela fase.

Tomar estradiol sintético engorda?

Uma das principais perguntas das mulheres que precisam repor os níveis de estradiol com um produto sintético é a influência do produto sobre o peso corporal.

Afinal, o estradiol sintético faz engordar? A resposta para isso é simples. Depende. Em alguns casos, a mulher pode sim ganhar um pouco de peso, mas esse aumento não é provocado pelo remédio em si.

Ele acontece por causa da fase da vida em que essa mulher está. Isso porque, na menopausa, a massa adiposa e a gordura corporal se redistribui, começando a se concentrar mais no abdômen e nos seios. Por isso, a mulher acha que está um pouco mais gorda depois de começar a tomar o remédio.

Apesar disso, é importante que a mulher que precise repor hormônios não abra mão do tratamento. Afinal, os benefícios são muito maiores do que esse aumento relativo de peso.

Tudo sobre o leite de magnésia

O leite de magnésia é um dos produtos mais tradicionais conhecidos pelas pessoas que buscam remédios baratos para problemas simples, como a queimação de estômago ou dificuldades para completar a digestão.

Muito popular, esse produto pode ser adquirido em qualquer farmácia sem receita e tem preços bastante convidativos, o que o torna a primeira opção para quem está com problemas depois daquele almoço especial.

Mas, você sabia que, além de ajudar na digestão, o leite de magnésia pode ser utilizado até mesmo como cosmético? Não? Então esse texto é para você. Reunimos tudo o que você precisa saber para aproveitar o que há de melhor no leite de magnésia.

O que é o leite de magnésia?

O leite de magnésia é um produto composto, em sua maioria, por hidróxido de magnésio. Esse produto atua sobre a acidez exagerada do estômago, aumentando a retenção de água no interior do intestino e amolecendo as fezes, melhorando a movimentação intestinal.

Para que o leite de magnésia serve?

Quando pensamos no leite de magnésia, a primeira coisa que vem à nossa mente é o alívio da acidez quando exageramos em pratos muito picantes.

Isso acontece porque ele ajuda na má digestão, além de tratar dores de estômago, pois é alcalino e neutraliza a acidez estomacal, reduzindo a queimação.

No entanto, ele é bastante utilizado também no tratamento da prisão de ventre, já que ajuda a melhorar a movimentação do bolo fecal e favorece sua eliminação.

Mas essas não são as únicas utilizações do leite de magnésia. Ele é muito bom, por exemplo, para reduzir a oleosidade da pele e desentupir os poros; ajuda a reduzir os pelos da face e também reduz a acne, graças à sua ação adstringente.

Além disso, o leite de magnésia diminui a pressão arterial, fortalece os músculos e diminui a enxaqueca provocada pela menstruação, além de reduzir os odores fortes das axilas e dos pés, já que neutraliza os ácidos causadores do odor do suor.

Fazer bochechos com o leite de magnésia ajuda a combater o mau hálito, e no mundo cosmético, ele clareia as manchas da pele e a refresca, depois de um tempo de exposição ao sol.

Porque usar o leite de magnésia?

Estudos recentes indicaram que a deficiência de magnésio está relacionada a problemas de saúde, como a enxaqueca, problemas cardíacos e no fígado.

Por isso, ingerir o leite de magnésia regularmente ajuda a regular os índices de magnésio no organismo, trazendo uma grande melhoria para a saúde.

Quando a concentração de magnésio está em níveis normais, o corpo consegue absorver mais facilmente outros elementos, como o cálcio, o ferro, o potássio, a vitamina D e o zinco.

Como o leite de magnésia deve ser tomado?

Quando utilizado oralmente, o leite de magnésia deve ser utilizado de acordo com uma dosagem adequada, que varia segundo a idade de quem vai consumir o produto e o efeito desejado.

Laxante

Quando utilizado como laxante, deve-se seguir as seguintes dosagens: para adultos, o recomendado é tomar de 30 a 60 ml por dia; para as crianças entre 6 e 11 anos, a dosagem correta é de 15 a 30 ml por dia e para as crianças entre os 2 e 5 anos, o ideal é fornecer até 5 ml, três vezes ao dia.

Atenção: se você decidir usar o leite de magnésia como laxante, não deve fazê-lo por mais de três dias sem consultar o médico. Isso vale para adultos ou crianças.

Antiácido

Como antiácido, o leite de magnésia deve ser utilizado respeitando as seguintes dosagens.

Para adultos e crianças com mais de 12 anos, o recomendado é tomar de 5 a 15 ml, até duas vezes ao dia. Crianças entre 2 e 11 anos devem tomar 5 ml, até duas vezes por dia.

Neste caso, não é recomendado utilizar o leite de magnésia por mais de 14 dias seguidos sem a orientação médica.

Na pele

O leite de magnésia também pode ser utilizado para o tratamento cosmético, sendo aplicado diretamente na pele.

Aqui, ele pode reduzir a oleosidade e combater as bactérias que causam espinhas e cravos.

Para isso, é preciso diluir o produto antes de utilizá-lo, respeitando a seguinte medida: 20 ml de leite de magnésia diluído em 20 ml de água. A solução deve ser passada no rosto em seguida, utilizando algodão para a aplicação.

Leite de magnésia ajuda a emagrecer?

Algumas pessoas que usam o leite de magnésia costumam dizer que o produto ajuda a emagrecer, convencendo outras a incluí-lo em sua dieta. Afinal, isso é verdade?

Não exatamente. Como ele tem efeito laxativo, essa aparente perda de peso acontece apenas porque ele estimula a perda de líquido. Ou seja, você perde água, e não gordura corporal.

Quando o corpo perde água ele se desidrata, e essa desidratação pode fazer muito mal para a saúde. Então, se você quer realmente emagrecer, faça uma dieta de verdade, mas não apele a laxantes para isso.

Grávidas podem utilizar o leite de magnésia?

Em geral, o leite de magnésia não provoca problemas de saúde. No entanto, se você está grávida e está pensando em utilizar o produto, é importante que procure o seu médico antes de utilizá-lo.

Caso seja necessária a suplementação de magnésio, e você não possa utilizar o leite de magnésia, pode repor o mineral com o consumo de alguns alimentos, como a castanha ou a linhaça.

O mesmo cuidado vale para as mulheres que estão amamentando. Não tome nenhum remédio antes de consultar o seu médico.

Quais as reações adversas que posso sentir ao usar o leite de magnésia?

Tomar o leite de magnésia é bem seguro e não causa grandes efeitos colaterais. A grande maioria deles está relacionada ao uso em dosagens acima do indicado.

Quando isso acontece, as pessoas podem relatar diarreia ou dores abdominais, que passam rapidamente quando você para de utilizar o remédio.

Quem não pode usar o leite de magnésia?

O leite de magnésia pode ser utilizado por qualquer pessoa, porém alérgicos ao hidróxido de magnésio ou portadores de doenças renais não devem utilizar o produto.

Tudo sobre o Velija

A depressão vem sendo chamada de mal do século, já que tem afetado milhões de pessoas ao redor do globo. Homens e mulheres de todas as idades sofrem com uma angústia tão grande que os impede de sair de casa e vivenciar todo o seu potencial.

Para combater o problema, milhões buscam ajuda médica e saem dos consultórios com receitas de medicamentos que prometem trazer o alívio que sua alma e seu corpo precisam.

Dentre os medicamentos receitados pelos médicos está o Velija. Você já tinha escutado falar nele? Sabe para o que ele realmente serve? Conhece seus efeitos colaterais?

Não? Então esse texto é para você. Aqui contaremos tudo o Velija e como ele pode ser usado para melhorar sua saúde.

O que é Velija?

Velija é um medicamento indicado para o tratamento dos quadros de transtorno depressivo maior (TDM), ou seja, a depressão. O medicamento é indicado também para os pacientes que sofrem de outras doenças.

Dentre as enfermidades que podem ser tratadas com o Velija estão a dor neuropática periférica diabética, distúrbio nervoso provocado pela diabetes e que afeta as extremidades do corpo (pés, pernas, mãos e braços).

Também pode utilizar o medicamento pessoas que estejam em estados de dor crônica associados à dor lombar crônica e pessoas em estados de dor crônica relativos à dor decorrente à osteoartrite do joelho em pessoas com mais de 40.

Os pacientes que apresentarem transtorno de ansiedade generalizada e fibromialgia também podem utilizar o Velija para amenizar seus sintomas.

No entanto, para as pessoas que sofrem do transtorno de ansiedade generalizada, é necessário que a pessoa apresente os seguintes sintomas: inquietação/sensação de estar com os nervos à flor da pele, cansar-se facilmente, dificuldade de concentrar/sensação de brancos na mente, irritabilidade, tensão muscular e perturbação do sono.

Como o Velija deve ser tomado?

Por se tratar de um medicamento muito forte, e vendido apenas com prescrição médica e retenção de receita, para que você possa tomar o remédio é preciso respeitar a prescrição indicada pelo médico.

No entanto, em casos de depressão, o indicado é de que a pessoa que usa o Velija deve tomar um comprimido, de 60mg, por dia.

Porém, em alguns casos, pode ser necessário ingerir a metade dessa dosagem, ou seja, 30mg por dia. Por isso, é importante acompanhar a recomendação feita por seu psiquiatra, e não exagerar ou diminuir a dosagem por conta própria.

Qual o princípio ativo do Velija?

Por ser desenvolvido principalmente para o tratamento da depressão, o Velija contém em sua composição o cloridrato de duloxetina, componente capaz de inibir a perda de noradrenalina e de serotonina.

Essas duas substâncias contribuem para aquela sensação de bem-estar, combatendo a depressão.

Quando metabolizado, o Velija aumenta a disposição, diminui a sensação de angústia e aumenta a qualidade de vida das pessoas que sofrem com problemas psicológicos.

Isso acontece porque o medicamento age diretamente no sistema nervoso central. Além de combater a depressão, o remédio ajuda também a aliviar dores musculares.

O Velija engorda ou emagrece?

Assim como muitos remédios utilizados para o tratamento da depressão, o Veija tem efeitos colaterais. Dentre esses efeitos, os mais controversos são os influenciam o peso corporal.

Ou seja, para algumas pessoas, o Velija ajuda a emagrecer, enquanto para outras o produto pode fazer engordar. Mas, afinal de contas, ele engorda ou emagrece? Depende, e vamos explicar por que.

Depressão

Dentre os pacientes que usam o Velija para o tratamento da depressão, o produto provoca, com mais frequência, perda do apetite e diminuição do peso, embora uma pequena parcela note algum aumento de peso.

Dor neuropática periférica diabética

Os pacientes que utilizam o produto para o tratamento desta enfermidade costumam relatar, em sua maioria, a diminuição de apetite. Já para uma pequena parcela pode aparecer o ganho de peso.

Fibromialgia

Quem sofre de fibromialgia pode relatar tanto diminuição do apetite como perda ou aumento de peso. Aqui, o fato irá variar de acordo com o metabolismo deste paciente.

Dor crônica

Para quem sofre de dor crônica, a reação mais comum relatada é a diminuição do apetite, acompanhada de perda de peso. No entanto, para alguns poucos pacientes pode acontecer o ganho de peso.

Ansiedade crônica

Já para quem sofre com ansiedade crônica e generalizada, o efeito mais comum é a perda de peso, juntamente com a queda do apetite. Para outros, no entanto, a pessoa pode ganhar alguns quilos.

Quais os efeitos colaterais do Velija?

A perda ou ganho de peso é apenas um dos efeitos colaterais que podem aparecer para aquelas pessoas que precisam utilizar o Velija. Existem outros sintomas que podem aparecer em utiliza o produto e que variam de acordo com a enfermidade que ele irá combater.

Por exemplo, para quem sofre de depressão e usa esse remédio, as reações mais comuns são boca seca, náusea e dor de cabeça.

Quem usa o Velija para combater a dor neuropática periférica diabética, podem aparecer náuseas, fadiga, tontura, dor de cabeça e sonolência.

Para quem lida com a fibromialgia, é comum se deparar com prisão de ventre, náusea, diarreia, cansaço, tontura, dor de cabeça, sonolência e insônia.

Na dor crônica, o sintoma mais relatado são náuseas. Já para os casos de ansiedade generalizada é comum os relatos de boca seca, náusea, cansaço, tontura, dor de cabeça e sonolência.

Há alguma contraindicação no uso do Velija?

Assim como todos os medicamentos, é preciso ficar atento às contraindicações, para que seu uso não cause prejuízos graves à saúde.

Por exemplo, quem sofre de alergia ao cloridrato de duloxetina, princípio ativo do Velija, não deve utilizar o produto, assim como menores de 18 anos ou pessoas que estejam utilizando inibidores da monoaminoxidase (IMAO).

Mulheres grávidas ou que estejam amamentando não devem utilizar o produto. Já quem tem relatos de abuso do álcool ou sofre com doenças hepáticas, hipertensão, doenças cardíacas ou quem utilizam anticoagulantes, é preciso atenção ao uso.

Por causa da sonolência que causa, é preciso tomar muito ao dirigir ou operar máquinas, para que não ocorram acidentes.

 

Tudo sobre os ácaros

Figuras frequentes em todas as partes de nossa casa, desde o sofá até o travesseiro ou o seu cobertor, os ácaros estão mais próximos do que gostaríamos de pensar.

Microscópicos, esses seres convivem dentro de nossa casa e podem causar enormes estragos, pois facilitam o surgimento de doenças, respiratórias ou infecciosas.

No entanto, existem medidas simples que podem eliminar esses inimigos silenciosos, tornando nossa vida muito tranquila. Você sabe o que são ácaros e como eles podem prejudicar a sua vida?

Não? Então esse texto é para você. Aqui contaremos tudo o que é preciso saber para enfrentar e vencer os ácaros, esses pequenos inimigos de nossa saúde.

O que são ácaros?

Os ácaros domésticos são animais invertebrados, que possuem membros rígidos e articulados e são bem parecidos com os carrapatos, embora só possam ser observados no microscópio.

Muito comuns na natureza, eles existem dentro de nossas casas, em locais como sofás, cortinas, tapetes, cobertores, agasalhos e travesseiros.

Embora não possam ser enxergados sem um microscópio, esses seres são muito perigosos para a saúde humana, pois ajudam a provocar doenças alérgicas, como rinite alérgica, asma, conjuntivite e dermatite alérgica.

Quais os tipos de ácaros?

Assim como todos os animais, mesmo os parasitas, não existe um único tipo de ácaro. Existem milhares deles, no entanto alguns estão mais ligados ao dia a dia de uma pessoa.

Por exemplo, o acarus siro aparece com muita frequência em alimentos guardados por muito tempo, como cereais, legumes e sementes. Quando entramos em contato com eles ou os inalamos, eles podem causar alergias.

Os ácaros do tipo blomia tropicalis são muito comuns em regiões tropicais ou semi tropicais, e aparecem com muita frequência em produtos armazenados e na poeira. São os grandes causadores da asma, da rinite e da dermatite atópica.

Os do tipo dermatophagoides farinae são presença frequente dentro das casas aparecendo, por exemplo, em carpetes, colchões e roupas de cama, sendo o segundo mais abundante globalmente e campeão no desenvolvimento de diversas alergias.

Já os ácaros do tipo dermatophagoides pteronyssinus são o mais comum de todos, e se abrigam principalmente dentro das residências. Esse tipo de ácaro é o principal causador de alergias e infecções cutâneas.

Onde vivem os ácaros domésticos?

Conforme comentamos, os ácaros domésticos vivem muito perto dos seres humanos. O que isso quer dizer? Que eles estão ao nosso redor, literalmente.

Por exemplo, você pode encontrar ácaros dentro das fibras de tapetes, em travesseiros, almofadas, sofás, bichos de pelúcias e roupas de cama, ou seja, tudo aquilo com que você tem contato intimo.

Além disso, os ácaros podem ser encontrados no seu colchão, e em grande quantidade. Alguns estudos estimam que há cerca de 1,5 milhão deles enquanto você dorme.

Como os ácaros se alimentam?

Os ácaros vivem próximos dos humanos por uma razão muito simples: eles se alimentam de escamas de pele humana e de animais, sendo considerados um tipo de praga doméstica, já que nesse ambiente eles se reproduzem com grande velocidade.

A alimentação dos ácaros acontece da seguinte maneira: nossa pele vai se renovando constantemente, com a queda da camada mais superficial da pele, chamada de queratina.

A pele morta eliminada por nosso organismo é utilizada como alimento pelos ácaros, que não só a consomem como fazem suas necessidades no mesmo lugar, transformando o ambiente em que vivem em um lugar extremamente tóxico.

Quais as principais doenças causadas pelos ácaros?

Conforme comentamos na abertura desse texto, os ácaros são os grandes responsáveis por diversas doenças, tanto alérgicas quanto respiratórias, em praticamente todas as estações do ano, mas em especial no inverno, quando ficamos mais tempo dentro de casa, e com as janelas fechadas.

Confira abaixo as principais doenças causadas pelos ácaros.

Rinite

Nas pessoas que sofrem com rinite, a presença dos ácaros acabam desencadeando muitas crises, porque tanto os animais como seus dejetos são bastante leves, sendo transportados pelo ar e, muitas vezes, acabam entrando nas vias respiratórias.

Asma alérgica

Os ácaros são os principais fatores alérgicos que desencadeiam as crises. Por isso, as pessoas que sofrem dessa doença precisam redobrar os cuidados para combater esse animal e preservar sua saúde.

Dermatite

Os ácaros são outros dos principais causadores da dermatite. Aqui, eles podem se proliferar na pele, causando erupções cutâneas, vermelhidão e coceira excessiva.

Conjuntivite

Os ácaros podem inflamar a conjuntiva, uma mucosa que reveste nossos olhos, provocando a conjuntivite. Nessa doença, os olhos ficam vermelhos, há muita coceira, inchaço e também fotofobia.

Infecções cutâneas

Quando os ácaros entram em contato com nossa pele, eles podem causar várias infecções cutâneas, que podem ser acompanhadas de inchaço, vermelhidão e erupções cutâneas que não terminam facilmente.

Como se prevenir do surgimento dos ácaros?

Para evitar o surgimento das doenças relacionadas aos ácaros, a chave principal da questão é prevenir o surgimento desses animais. Por isso, é importante adotar alguns hábitos.

Quem sofre com asma ou tem outras alergias respiratórias, por exemplo, devem evitar usar travesseiros de pena, pois esse tipo de travesseiro concentra mais microorganismos.

Entretanto, todas as pessoas precisam adotar cuidados extras com seus travesseiros. Eles devem ser deixados no sol durante o dia, pois o calor reduz a umidade e cria um ambiente desagradável para os ácaros.

Além disso, é preciso fazer uma aspiração frequente nestes travesseiros, para higienizá-los corretamente.

Woman using vacuum cleaner at home in the living room

Os donos de animais de estimação precisam lavar as patas do cão ou do gato sempre que ele voltar da rua, para retirar toda a sujeira. Essa higienização deve ser feita com água e sabão neutro.

Já os colchões, sofás e ambientes devem ser sempre limpos, com uma esponja levemente úmida. É importante tomar cuidado para que eles não fiquem úmidos, pois a umidade favorece o surgimento de ácaros.

Os colchões devem ser substituídos com frequência e semanalmente postos ao sol, para que o calor retire a umidade do produto e possa deixá-los mais seguros para o uso.

Além disso, você deve lavar sua roupa de cama com frequência e, ao menos uma vez por mês, higienizá-la com água quente. A casa deve estar sempre arejada, com portas e janelas abertas durante o dia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tudo sobre a ninfoplastia

Um dos procedimentos estéticos mais realizados no Brasil, a ninfoplastia leva todos os dias milhares de mulheres para a mesa de cirurgia, em busca de procedimentos estéticos para rejuvenescer uma área delicada de seu corpo: a vagina.

Você já teve curiosidade em fazer uma ninfoplastia? Sabe o que significa ou como fazer esse procedimento? Não? Então esse texto é para você. Aqui contaremos tudo o que você precisa saber sobre ela.

O que é a ninfoplastia?

Conhecida também como labinoplastia, a ninfoplastia é uma cirurgia plástica onde há a redução dos pequenos lábios vaginais nas mulheres que tem hipertrofia na região.

Ou seja, ela é indicada para as mulheres que apresentam os pequenos lábios muito grandes. Essa alteração, embora não provoque problemas físicos, causa enorme constrangimento para elas, principalmente na hora do sexo.

A ninfoplastia é uma cirurgia relativamente rápida, e dura cerca de uma hora. Em geral, a mulher precisa ficar apenas uma noite internada, recebendo alta no dia seguinte.

No entanto, a recuperação é um pouco desconfortável. Por isso, os médicos recomendam que a paciente fique em casa, evitando ir trabalhar nos primeiros cinco dias depois do procedimento.

Quem pode fazer a ninfoplastia?

Por se tratar da redução dos pequenos lábios da vagina, a ninfoplastia pode ser realizada quando os pequenos lábios são muito grandes; quando eles provocam desconforto durante as relações sexuais ou quando causam desconforto, vergonha ou baixa autoestima.

No entanto, por se tratar de um procedimento cirúrgico, a recomendação é de que, antes de realizada a cirurgia, a paciente fale com seu médico e esclareça todas as dúvidas que possam surgir.

Como a ninfoplastia é feita?

A ninfoplastia é uma cirurgia simples, sendo realizada em ambulatório, com aplicação de anestesia local, raquidural, com ou sedação, e dura de 40 minutos a uma hora.

Durante esse período, o medico irá cortar os pequenos lábios e costurar suas bordas, de uma forma que a cicatriz não seja vista.

A sutura da região é feita com fios absorvíveis, que são absorvidos pelo organismo, eliminando a necessidade de um retorno ao médico para a retirada dos pontos.

Em geral, uma mulher que se submete à ninfoplastia tem alta no dia seguinte ao procedimento, retornando ao trabalho e suas atividades diárias cinco dias depois da intervenção.

Entretanto, é necessário aguardar de três semanas a um mês para voltar a ter relações sexuais e fazer exercícios físicos.

Outra forma menos agressiva de realização da ninfoplastia é via laser. Aqui, a luz dos raios diminui o tamanho dos pequenos lábios, sem a necessidade de que sejam feitos cortes na região.

Além de facilitar a recuperação, o uso de raios laser durante o procedimento estimula a produção de colágeno na área, deixando os pequenos lábios com um aspecto mais rejuvenescido.

Quais os benefícios da ninfoplastia?

Se submeter à ninfoplastia traz enormes benefícios à autoestima das mulheres que sentem vergonha de seu próprio corpo, ou se sentem mal porque seus pequenos lábios são maiores do que o normal.

Além disso, o procedimento previne infecções, pois pequenos lábios muito volumosos podem acumular secreções de urina, causando infecções. A região pode, também, ser muito friccionada, ocasionando feridas.

O procedimento melhora, ainda, o desempenho sexual, pois pequenos lábios muito grandes causam dor durante a relação ou, ainda, deixam a mulher constrangida diante de seu parceiro.

Todas as mulheres que se submeteram à ninfoplastia relataram se sentir muito mais confortáveis com qualquer tipo de roupa, incluindo as mais justas, pois seus lábios vaginais já não eram tão grandes a ponto de incomodá-las quando utilizavam lingerie ou calças jeans, por exemplo.

Como é a recuperação depois de uma ninfoplastia?

Depois da cirurgia, a região íntima fica um pouco inchada, avermelhada e com marcas arroxeadas, algo totalmente normal e esperado.

Aqui, a mulher deve repousar por três dias, permanecendo recostada na cama ou no sofá com apoio de almofadas, e também usar roupas leves e folgadas.

Mesmo que a recuperação não seja semelhante em todas as mulheres, a cicatrização completa acontece depois de seis meses.

Higienização

Durante o período de recuperação, é importante tomar alguns cuidados. Por exemplo, a região da vagina deve estar sempre limpa e seca.

Devem ser colocadas compressas geladas no local, sobretudo nos primeiros dias, para aliviar a inflamação e combater o inchaço. Essas compressas devem ser colocadas durante 15 minutos, três vezes ao dia.

Depois que a mulher urinar ou defecar, deve sempre lavar a região com água fria ou soro, aplicando ainda uma solução antisséptica com uma gaze limpa.

Pode ser necessário ainda colocar uma camada de pomada cicatrizante, com ação bactericida, para evitar coceira durante a cicatrização, evitando também infecções.

Além disso, deve ser utilizado absorvente íntimo grande, capaz de absorver o máximo de sangue, mas sem que pressione a região. A calcinha nesta fase deve ser de algodão e larga o suficiente para que a mulher se sinta confortável nos primeiros dias depois da cirurgia.

Para diminuir as dores que podem aparecer nos primeiros dias, a mulher pode tomar um grama de paracetamol a cada oito horas, para aliviar a sensação dolorosa e de desconforto nos primeiros três dias.

Restrições

Quem se submete a uma ninfoplastia não deve dirigir nos primeiros dias depois do procedimento, porque a posição do motorista é desconfortável e pode provocar dor e sangramento.

Também não é recomendável fumar ou consumir bebidas alcoólicas até dez dias depois da cirurgia.

Quem não deve fazer a ninfoplastia?

Como em todo o procedimento cirúrgico, a ninfoplastia é desaconselhada em alguns públicos.

Por exemplo, não devem se submeter ao procedimento mulheres com diabetes descontrolada, hipertensão e insuficiência cardíaca. O procedimento também não deve ser feito durante a menstruação, porque o sangue menstrual deixa a região mais úmida e, assim, mais propensa a infecções.

Quanto custa a ninfoplastia?

Embora se trate de um procedimento simples, a ninfoplastia não é barata. A paciente, que não tem um plano de saúde que cubra o procedimento, precisa arcar com várias despesas.

Uma delas é a consulta com o cirurgião plástico, que pode custar até R$ 300 por visita. Em seguida há o custo do procedimento, que pode alcançar até R$ 6 mil, dependendo do hospital escolhido, da equipe médica e do atendimento recebido.

 

 

 

 

 

 

Tudo sobre a otoplastia

Ter orelhas de abano é algo que mexe com a autoestima de uma pessoa, seja ela homem ou mulher. Afinal, quem lida com essa situação precisa se acostumam a ouvir apelidos e risadas sobre o tamanho de suas orelhas.

Por isso, muitas pessoas crescem traumatizadas, e fazem de tudo para esconder suas orelhas. Já outras saem em busca de uma saída cirúrgica para a questão.

Essa solução é a otoplastia, uma cirurgia que se propõe exatamente a isso, a corrigir as temidas orelhas de abano.

Você tem ou conhece alguém que venha lidando com essa questão, gostaria de resolver o problema, mas não sabe como? Então esse texto é para você. Aqui reunimos tudo o que é preciso saber para deixar as orelhas de abano no passado.

O que é a otoplastia?

A otoplastia é uma cirúrgia plástica feita nas orelhas e que pode corrigir, além das orelhas de abano, problemas como traumas, ausência congênita de orelhas e orelhas constritas.

Quem pode fazer a otoplastia?

Na otoplastia, o cirurgião corrige assimetrias de forma, tamanho e angulação, pensando nas orelhas de abano, reduz deformações, corrige malfomações de nascença ou, ainda, em orelhas que sofreram trauma.

Embora haja um grau nas orelhas de abano, que vai do mais leve ao mais grave, a otoplastia é feita de acordo com o grau de incômodo relatado pelo paciente, além de alterações anatômicas existentes nas orelhas.

Para fazer a otoplastia, a pessoa deve ter, no mínimo, entre seis e sete anos, pois nesta faixa etária o crescimento das orelhas já foi finalizado. O período foi pensado, também, para coincidir com a fase escolar, quando crianças com orelhas de abano poderiam se sentir muito incomodadas e intimidadas.

Como a otoplastia é feita?

Na otoplastia, o tipo de anestesia utilizado é a local, com sedação, e o procedimento começa com uma incisão que é feita atrás da orelha, acompanhando a dobra natural da pele.

Depois, o excesso de pele é retirado e, em seguida, é feito o ligamento da cartilagem, deixando-a mais flexível. Quando o paciente tem as orelhas muito grandes, pode ser necessário retirar um pouco desta, para que seu tamanho diminua.

Em seguida, o cirurgião faz pontos de fixação, para que a nova anatomia da orelha se mantenha, e fecha a pele. Os pontos feitos nessa cirurgia são internos e absorvíveis, não sendo necessário retirá-los.

O procedimento é muito rápido, e dura pouco mais de uma hora para ser  completado.

Quais as preparações para a otoplastia?

Antes de realizar a cirurgia, é importante que o paciente passe por uma consulta pré-operatória. Ali, ele poderá tirar todas as suas dúvidas sobre o procedimento.

O médico lhe informará qual seu problema, lhe explicará a solução e mostrará tanto os riscos quanto os benefícios da prática, além de destacar as expectativas com ela.

Em seguida, é necessário fazer todos os exames pré-operatórios, como exames de sangue, como hemograma e de coagulação completo, além de eletrocardiograma.

Além disso, quem se submete a essa cirurgia precisa interromper o uso de medicamentos que alterem a coagulação do sangue, como o AAS (ácido acetilsalicílico), gingko biloba, cascara sagrada e clopidrogrel.

Já os pacientes que tenham hipertensão e diabetes devem continuar tomando seus medicamentos normalmente. É preciso também fazer um jejum de oito horas antes do procedimento.

Como é o pós-operatório?

O paciente que fará uma otoplastia costuma ficar entre oito a doze horas internado.

Depois da operação, é preciso ficar atento aos curativos. Eles são feitos com pomada cicatrizante e gaze, e feitos ao final da cirurgia, devendo ser retirados dentro de um período de 24 a 48 horas, no consultório médico. Caso seja necessário fazer outro curativo, o médico orientará como fazer.

Neste caso, é preciso usar uma faixa de tecido compressiva específica, nos casos de correção de orelhas de abano, retirada apenas para o banho e utilizada 24 horas por dia, durante um mês.

Quando retirar o curativo, o paciente deve deixar a região limpa e seca, limpando a área com cuidado e secando cuidadosamente.

Algumas pessoas podem sentir uma leve sensação de incômodo. Por isso, o médico receitará analgésicos. Caso o paciente sinta uma dor forte, é importante voltar ao consultório médico, para nova análise.

Enquanto a otoplastia estiver cicatrizando, é importante que o paciente não coce a região, porque a pele ainda está inchada, sensível e com  pouca pele, o que pode causar sangramentos ou mesmo infecções.

Depois da operação, os pacientes podem perceber certo inchaço e vermelhidão na área operada, sinais que desaparecerão com o passar dos dias, até sumir por completo.

Para voltar às atividades normais é preciso observar o tipo de procedimento. No caso das crianças, por exemplo, a recomendação é aguardar uma semana até que elas possam voltar à escola, para evitar traumas na área.

Já os adultos podem retomar o trabalho em dois dias. Atividades físicas devem ser feitas com cuidado, priorizando sempre as mais leves, e sem contato com a área operada.

Para quem usa óculos, o recomendável é colocá-lo por cima do curativo, preso com esparadrapo na faixa, cuidando para que não aperta demais a cabeça.

Quando retirar o curativo, cuidado para que os óculos não fiquem muito apertados à cabeça ou atrás da orelha. Já outros pacientes prendem as hastes dos óculos na faixa que usarão por 30 dias.

Depois da cirurgia, é preciso voltar ao consultório médico entre 24 a 48 horas, para a retirada do curativo e avaliação médica. Os próximos retornos serão marcados posteriormente, de acordo com a evolução do paciente.

Cuidados antes da otoplastia

Quem vai fazer uma otoplastia precisa ficar atento ao surgimento de infecções no ouvido, pois estas podem provocar infecções na cartilagem da orelha, comprometendo assim o resultado final do procedimento.

Em alguns casos podem até mesmo surgir outras deformidades. Quem está com infecções em outros locais do corpo também não devem realizar o procedimento.

A mesma precaução vale para aqueles que estão com gripes muito intensas, infecções urinária e amigdalites. Além disso, ter hipertensão e diabetes não controladas pode ser um risco à saúde.

 

Tudo sobre os testes de gravidez

Algumas vezes, é a notícia mais aguardada por um casal ou apenas por uma mulher. Em outras, sua confirmação é capaz de virar a vida de uma pessoa de cabeça para baixo.

Seja em uma ou outra situação, descobrir estar grávida muda a vida de uma mulher, que pode ou não estar preparada para esse evento tão incrível e ao mesmo tempo tão assustador.

Por isso, os testes de gravidez são tão importantes, afinal é com eles que uma pessoa poderá descobrir se está ou não esperando um bebê.

Você sabe como um teste de gravidez funciona? É capaz de distinguir um falso positivo de uma confirmação real ? Não? Então esse texto é para você.

Aqui contaremos tudo o que é preciso saber para não cair em armadilhas e utilizar o teste de gravidez da maneira correta.

O que é o teste de gravidez?

O teste de gravidez é um exame onde é verificada a dosagem do hormônio beta hCG, o hormônio da gravidez. Ele constata ou descarta a gestação.

Esse hormônio aparece apenas em mulheres grávidas, pois é produzido pelo feto e passa para a circulação das mães, podendo aparecer no sangue ou na urina, fruto da filtragem do sangue pelos rins.

Por isso, para que a gravidez seja detectada, é possível realizar exames tanto de sangue como de urina. Este último pode ser feito com kits comprados em farmácias.

Eficácia

Em geral, os exames de sangue, feitos em laboratórios, são mais sensíveis e detectam a gravidez com bastante precisão.

No entanto, os testes de farmácia também não pode ser descartados, afinal apresentam resultados bastante precisos.

Aliás, os fabricantes afirmam que tais testes podem detectar a presença de hCG na urina a partir do primeiro dia de atraso menstrual e com boa certeza após a terceira semana de gestação.

Além disso, eles são muito práticos e tem custo baixo, podendo ser feitos na casa da mulher, apenas com uma pequena amostra de urina.

Rapidez

Tanto o exame de sangue como o de urina oferecem resultados rápidos, porém o exame de farmácia apresenta o resultado em poucos minutos. No teste de sangue, a resposta pode demorar até 24 horas.

Quais os tipos de testes de gravidez?

Conforme comentamos um pouco acima, existem dois tipos de exame para a detecção de uma gravidez: o teste de urina e o de sangue. Uma mulher pode realizar os dois exames, para ter certeza do diagnóstico é necessário fazer um exame de sangue.

Isso é necessário porque, embora sejam capazes de identificar a presença de hCG na urina, a concentração desse hormônio no fluído eliminado do corpo é muito menor do que no sangue, fazendo com que ele não seja identificado logo no início da gestação.

Agora que você já sabe quais testes de gravidez existem, é hora de conhecer um pouco mais sobre cada um deles.

Exame de sangue

Para fazer o exame de sangue que detecta a gravidez não é necessário estar em jejum, e ele pode ser feito em qualquer laboratório, sem uma solicitação prévia do médico. Em geral, o resultado do teste demora 24 horas para ser liberado.

No teste de sangue, existem dois tipos: o qualitativo e o quantitativo. Os dois são capazes de detectar a presença de hCG no sangue, mas a forma como apresentam esses resultados os tornam diferentes.

No teste qualitativo, por exemplo, é informada apenas se o teste de gravidez deu positivo ou negativo. Já no teste qualitativo, são obtidas mais informações, como o acompanhamento da doença trofoblástica gestacional, a gravidez ectópica ou, ainda, de tumores germinativos ou de casos de aborto.

O teste qualitativo pode, ainda, indicar o período de gestação. No entanto, para que esse período seja identificado de forma precisa é recomendado que o teste de sangue seja combinado com o exame de ultrassom.

Teste de urina

Conhecidos também como testes de farmácia, os kits para testes de urina podem ser comprados sem receita médica e tem um custo muito baixo, girando em torno de R$ 3, o que os torna muito acessíveis.

Além disso, oferecem resultados bastante confiáveis em quase 100% dos casos e a realização do teste é muito rápido, com o resultado sendo informado em menos de cinco minutos.

Embora algumas marcas digam que seus testes são capazes de atestar a gravidez até quatro dias antes do atraso menstrual, o indicado é que esse tipo de teste seja feito depois do primeiro dia de atraso, pois antes dessa data é possível lidar com falsos negativos.

Caso o teste de farmácia apresente resultado negativo, mas a menstruação permaneça atrasada ou apareçam sintomas de gravidez, o teste deve ser repetido após três dias.

Tipos de testes de farmácias

Ao contrário do exame de sangue, que é feito de uma única maneira, no teste de farmácia existem formas diferentes de utilização para o diagnóstico da gravidez, embora todos funcionem da mesma forma (identificando o hCG em uma pequena amostra de urina). Confira cada um deles.

Tiras

Neste teste, a detecção da gravidez é feita com a ajuda de tiras ou hastes. O kit pode ou não ser acompanhado de um copinho coletor de urina.

As tiras são feitas de papel, corante e anticorpos reagentes, e vem dentro de pacotinhos plásticos ou de sílica, lacrados. Sua eficácia é de 99,9% e o resultado aparece entre 1 a 3 minutos.

Caneta

Teste muito parecido com o da fita, ele pode ou não ser acompanhado de um frasco coletor de urina, e deve ser colocado diretamente no jato de urina.

Nesse tipo de teste, o resultado aparece com um ou dois riscos, indicando negativo ou positivo, respectivamente.

Digital

Nos testes digitais, a forma de fazer o exame é semelhante ao feito com hastes ou fitas. A diferença fica por conta da forma como esse dado é relevado, por meio de uma tela digital.

Aqui, o medidor do aparelho indicará se a urina contém quantidades elevadas de hCG. Esse teste possui precisão superior a 99% e é capaz de identificar a gravidez até quatro dias antes do atraso menstrual.

Em algumas marcas, é possível encontrar o teste quantitativo digital. Ou seja, quando o resultado é positivo, o medidor informa há quantas semanas a mulher está grávida.

Segundo os fabricantes, a precisão sobre o tempo de concepção pode alcançar até 92%.

Líquido

Nesse teste, o exame é feito através de uma fita, porém o resultado é dado de forma diferente. Ao invés de surgir uma ou duas tirinhas, há mudança na coloração.

Ou seja, quando o resultado é positivo, o aparelho fica azul. Quando o resultado é negativo, ele poderá ficar vermelho ou amarelo.

 

 

 

 

 

Herpes Zoster: Saiba TUDO sobre essa doença!

Em adultos, o herpes zoster pode causar muita dor, e até deixar sequela, essa enfermidade que pode ser acompanhada por um déficit de sensibilidade do nervo afetado, por isso o tratamento é a melhor alternativa.

O que é herpes?

Existem diferentes tipos de vírus, todos da família chamada “herpes vírus”, que causam várias espécies de doenças. Por exemplo, o vírus herpes simplex (HSV) gera a herpes simplex (que pode ser oral e genital); o vírus Epstein-Barr é responsável pela mononucleose e o vírus varicela zoster que ocasiona a catapora e a herpes zoster. Cada um desses vírus é diferente um do outro.

O que é herpes zoster?

Conhecida também como telhas ou Cobreiro e Zona. Depois de alguém sofrer de varicela, o vírus varicela zoster (VZV) fica alojado na linfa, que permanece dormente, mas em alguns casos, geralmente depois dos 60 anos de idade pode reativar e causar telhas.

É uma erupção cutânea dolorosa que geralmente afeta apenas um lado da face ou áreas do corpo, como o tórax, o colo do útero e a região lombar.

Essa erupção geralmente fica localizada na mesma área em que o aparecimento da varicela anteriormente foi mais intenso. Posteriormente, esta erupção rapidamente forma bolhas, que eventualmente desaparecem após uma ou duas semanas.

Quem a herpes zoster pode afetar?

A maioria das pessoas que tem Cobreiro tem mais de 50 anos ou tem um sistema imunológico fraco. Por exemplo, você pode ter essa condição se tiver câncer, tomar medicamentos que enfraquecem o sistema imunológico ou é portador do HIV. São mais propensos a desenvolver Cobreiro:

Idosos: ao longo dos anos, o sistema imunológico enfraquece e aumenta a dificuldade do corpo em lidar com infecções. Após 70 anos, a incidência de herpes zoster atinge o seu pico.

sistema imunitário deprimido: esse pode ser o caso de pessoas infectadas pelo HIV, afetados por tumores que produzem distúrbios do sistema imunológico, bem como quem se submeteu a quimioterapia ou terapia de radiação para combater o cancro ou transplantados que continuam o tratamento com medicamento para evitar a rejeição.

Também é comum ver casos entre pessoas com imunidade em boas condições, mas em situações de fraqueza ou fadiga.

Sintomas do herpes zoster

A intensidade dos sintomas varia de acordo com a pessoa e aumenta, normalmente, com a idade. Em geral, as telhas começam com:

Dor de intensidade variável (podem ser leves ou bastantes fortes), contínua ou intermitente, com prurido ou formigueiro na área onde aparece a lesão, normalmente de um dos lados em torno do peito, cintura, coxa ou na cara e o mesmo olho.

Subsequentemente, este sintoma torna-se uma erupção cutânea em uma área avermelhada da pele e em quais bolhas emergem rapidamente.

Sete a dez dias mais tarde, as lesões secam e formam crostas amarelado-marrom, que desaparecem gradualmente, embora a pele possa tornar a voltar ao normal de duas a quatro semanas. Às vezes, as crostas podem deixar algumas cicatrizes residuais.

Outros sintomas possíveis são: dor de estômago, febre, dor de cabeça, inchaço dos gânglios linfáticos e dores musculares ou fadiga.

Complicações do herpes zoster

Em pessoas com idade superior a 50 anos pode ser uma dor residual na área da lesão, conhecido como neuralgia pós-herpética, que pode ser muito forte e debilitante e é a complicação mais frequente.

Superinfecção das lesões das bolhas da pele também pode aparecer. Se este tipo de herpes afeta a região do olho ou ao seu redor, a perda de visão pode ocorrer, devido a várias complicações oculares. Portanto, pacientes com lesões nessa área devem procurar imediatamente o oftalmologista.

Pneumonia pode surgir como uma complicação com certa frequência em portados desse vírus adultos.

Muito raramente, esta condição pode ocasionar outras complicações como miocardite (inflamação do miocárdio), função renal prejudicada, fígado, pâncreas, perda auditiva, paralisia facial, inchaço do cérebro ou (encefalite), cerebelo e em casos fulminantes, a morte.

É importante destacar que em pessoas com sistema imunológico comprometido o risco de complicações se multiplica.

Herpes zoster é contagiosa?

Mais ou menos. Esta doença não pode se espalhar de uma pessoa para outra, mas o que pode se espalhar para os outros é o vírus varicela zoster através do contato direto com secreções das vesículas contendo o vírus.

Portanto, se a pessoa é infectada pela primeira vez tendo contato com esse vírus através de lesões de pele doentes, pode desenvolver varicela ao invés de Cobreiro.

A pessoa não pode se contagiar antes que as bolhas se formem, nem uma vez que elas secam e as crostas aparecem, mas as bolhas podem contagiar se a pessoa não teve catapora.

Tratamento do herpes zoster

Embora, geralmente as telhas desapareçam sozinhas após uma ou duas semanas, a duração e a gravidade do herpes zoster podem ser menores se tratadas com remédios antivirais. Dependendo do paciente, estes podem ser administrados por via oral ou intravenosa.

O tratamento é eficaz se for iniciado nas primeiras 72 horas desde o início das bolhas. Além disso, a infecção das lesões deve ser evitada pela aplicação de antissépticos na pele. Para o tratamento da dor na fase aguda, o tipo de analgésico e a dose mais adequada são escolhidos de acordo com a intensidade.

Se, após a melhora das lesões, houver dor residual – neuralgia pós-herpética – pode ser necessário contatar um médico especialista no tratamento da dor, se as terapias analgésicas iniciais falharem e a dor for muito intensa.

Às vezes, outros tipos de medicamentos são necessários nessas situações, incluindo algum tipo de antidepressivo, para o controle da dor.

É possível que o seu médico prescreva um medicamento com corticosteroides, para reduzir a dor e o inchaço, mas também reduzir o risco de desenvolver neuralgia pós-herpética, uma dor que se segue após ter as telhas.

Remédios caseiros para herpes zoster

Compressas úmidas e frias podem ser usadas para reduzir a dor. banhos e loções calmantes, como aveia, farinha de aveia com amido ou loção de calamina, podem ajudar a aliviar a coceira e o desconforto.

Em casa, se recomenda descansar na cama até que a febre desapareça, manter a pele limpa, não reutilize itens contaminados e lave os que não são descartáveis em água fervente ou desinfetar antes de reutilizar.

Câncer de mama: Descubra Aqui tudo sobre a doença!

Uma em cada oito mulheres desenvolverá câncer de mama ao longo da vida. O diagnóstico precoce, graças à mamografia, melhora a eficácia do tratamento e o prognóstico da doença.

O que é câncer de mama?

O câncer de mama é o tumor maligno mais frequente em mulheres, especialmente em países ocidentais. Além disso, um aumento progressivo em sua incidência está sendo observado, principalmente em mulheres com menos de 40 anos de idade.

Aproximadamente uma em cada oito mulheres desenvolverá câncer de mama ao longo da vida e uma em 30 morrerá por essa causa.

Fatores de risco para câncer de mama

Fatores que indicam uma provável chance de uma mulher desenvolver câncer de mama:

Fator genético, como a existência de história familiar de carcinoma de mama. Dois genes, BRCA-1 e BRCA-2, estão relacionados a mais de 50% dos cânceres de mama hereditários.

Idade

Ser mulher (já que, embora os homens também sofram de câncer de mama, é muito mais raro).

Primeira gravidez com mais de 30 anos; ou pior, se não houver gravidez.

História pessoal de patologia de mama prévia.

Menopausa tardia e menarca precoce (menstruação precoce).

Não amamente ou amamentar brevemente.

História pessoal de câncer, especialmente endométrio.

Tratamentos com hormônios: tratamento de substituição ou contraceptivos hormonais.

Exposição à radiação.

Imunossupressão

Obesidade

Consumo de álcool.

Sintomas do câncer de mama

O início geralmente é assintomático. Normalmente, a primeira manifestação é a presença de um nódulo, embora algumas mulheres possam ir ao médico por ter alterações no mamilo e aréola.

Tipos de câncer de mama

Estes são os tipos mais comuns de câncer de mama:

– Cânceres não invasivos

Carcinoma intraductal: Também chamado de carcinoma ductal in situ, representa 80% dos carcinomas não invasivos. É considerado um fenômeno local e, portanto, sem invasão de tecidos adjacentes. A idade média de início é aos 49 anos. Geralmente é assintomático, sendo identificado em mamografias.

O tratamento do carcinoma intraductal é escolhido com base no tamanho, margens livres e grau do tumor; desta maneira ou uma pequena cirurgia é usada para remover somente a lesão, ou a mama inteira será removida com / sem os nós axilares.

Doença de Paget do mamilo: É uma variedade de câncer intraductal, que se estende desde o mamilo até a pele adjacente, causando fissuras e ulcerações.

Carcinoma lobular in situ: Geralmente é multicêntrico e tende a ser bilateral. Como no intraductal, geralmente não é uma lesão palpável nem produz sintomas.

No tratamento do carcinoma lobular in situ o tumor ou os seios são extirpados amplamente, colocando um implante, porém, o mais importante é um bom controle do paciente.

Carcinoma tubular: Geralmente ocorre em mulheres jovens e é o melhor prognóstico.

– Cânceres invasivos:

O carcinoma canalicular ductal invasivo ou invasivo é o mais frequente.

Tratamento do câncer de mama

O câncer de mama pode ser considerado desde o início como uma doença que afeta todo o corpo, portanto, o tratamento cirúrgico deve ser adicionado como um auxilio.

Além disso, é muito importante levar em conta as possíveis repercussões psicológicas da doença, por isso se avaliar a possibilidade de um tratamento psicológico também.

Tratamento cirúrgico do câncer de mama

O tratamento inicial do câncer de mama será cirúrgico, exceto em casos avançados, nos quais é necessário primeiro quimioterapia para reduzir o volume do tumor, e então realizar a cirurgia.

Tradicional

Este tratamento é aplicado nos estágios primários, desde que não haja indícios de invasão nos tecidos próximos a região ou mau resultado do processo.

O tumor é ressecado, com ou sem mais tecido mamário, dependendo do estágio do câncer. Em alguns casos, também é necessário remover os gânglios linfáticos na área e administrar a radioterapia.

Mastectomia radical

Uma remoção total da mama é realizada quando não pode ser feita a cirurgia tradicional, por causa do estágio do câncer de mama, ou porque há uma contraindicação para isso. Existem diferentes tipos, que variam principalmente na preservação ou não dos músculos peitorais.

Em alguns casos, uma reconstrução mamária imediata é realizada, desde que não exista risco de reaparecimento da doença no local.

Linfadenectomia axilar

Se o linfonodo sentinela for positivo, a cirurgia deve ser completada com esvaziamento axilar completo e, se negativo, não será necessário.

Radioterapia

É indicada após cirurgia tradicional em todos os casos e pós-mastectomia, em pacientes com alto risco de recorrência local, pois diminui o número de recaídas e aumenta a sobrevida;

Também é usado em tumores grandes e quando há alteração do linfonodo. É preciso esperar duas semanas após a cirurgia e não deve demorar mais de 16 semanas após a cirurgia para começar a radioterapia.

Quimioterapia

É administrado a pacientes com linfonodos axilares positivos ou axila negativa com resultados ruins no tratamento.

Hormonoterapia

A terapia hormonal é indicada apenas em pacientes com câncer de mama com receptores hormonais positivos (confirmado por estudo histológico). O medicamento mais comumente usado para data é tamoxifeno, mas tem o problema que pode aumentar o tamanho do endométrio, por isso são necessários controles ultrassonográficos e, se houver sangramento vaginal deve ser feito exame para descartar mudanças no endométrio No entanto, reduz o risco de doença cardiovascular e o risco de câncer de mama na outra glândula mamária.

Há outro remédio, o raloxifeno, que tem a mesma eficácia no tratamento do câncer de mama e não afeta o endométrio, por isso está começando a substituir progressivamente o tamoxifeno pelo último.

Outros tipos de remédios mais novos são anticorpos monoclonais e que são administrados em caso de superexpressão de certos genes. Um exemplo desses medicamentos é o trastuzumabe, e é usado em casos de estágios avançados com metástase.

Após conclusão do tratamento deve realizar avaliações periódicas para detectar a possível recorrência.

Prevenção do câncer de mama

A prevenção trata-se de adotar um estilo de vida saudável, eliminando todos os hábitos prejudiciais à saúde, como sedentarismo, fumar ou beber álcool, ou abusar de alimentos ricos em gordura ou açúcar.  Evitar o excesso de peso, não exposto ao sol sem.

Exames para prevenir o desenvolvimento desses tumores, baseado em um diagnóstico precoce, que detecta a doença em seus estágios iniciais para estabelecer o tratamento mais adequado o mais rápido possível.

Outras alternativas quando se trata de cancro da mama hereditário são administrados a quimioterapia preventiva ou remoção das glândulas mamárias saudáveis ​​que éconhecido como a mastectomia profilaticamente para reduzir as possibilidades de um tumor desenvolver neste tecido.

A banha de porco faz mal? Quais os benefícios

A banha de porco é um alimento presente na dieta diária dos brasileiros, pois é uma das principais fontes de energia do corpo humano, mas também se deve ter em mente que, em muitos casos, ele gera altas quantidades de gordura e que precisam ser levadas em conta. Isto é precisamente o que sempre foi atribuído à banha de porco para ser mantida longe da alimentação de muitas pessoas,

Devido a estas considerações e a má impressão que foi criada em torno deste alimento, criou-se versões com menos gordura para ser mais saudável para o organismo humano. Portanto, este texto vai observar os benefícios e males da banha de porco.

Propriedades da banha de porco

Em primeiro lugar, antes de ver os benefícios que ela traz, é necessário que conheça os valores nutricionais médios da banha de porco. Como todo alimento de banha, é uma comida com alto conteúdo de grande valor biológico.

Especificamente, este tipo de banha contém uma média de quarenta e três gramas por cem de produto. Além disso, é necessário destacar que o conteúdo de gordura, que é menor do que as pessoas acreditam.

A estes nutrientes se deve acrescentar as doses de vitaminas que este tipo de banha proporciona. Entre as que sobressaem esta a tiamina, a vitamina B6, a niacina, a rivoflavina e a vitamina B12, C w D. Todas elas são necessários para manter e alcançar a saúde adequada nos tecidos que compõem o corpo.

A banha de porco é capaz de adicionar no organismo alto teor de minerais, como ferro, zinco, fósforo, magnésio e potássio, necessários para manter os biorritmos corretos.

Benefícios da banha de porco

Fortalece os ossos

Proporciona um nível considerável de cálcio e fósforo, ideal para fortalecer os ossos e mantem saudáveis, evitando doenças como a osteoporose.

Cuidar da saúde renal

Segundo uma pesquisa da Universidade de Córdoba, o consumo de manteiga ajuda a manter o rim em melhor estado, até mesmo, é muito melhor do que a soja e o óleo de peixe.

Impede o processo de envelhecimento

Graças ao seu conteúdo de vitamina E, que funciona como um antioxidante, ajuda a retardar e combater os sinais de envelhecimento. De fato, muitas pessoas usam banha como uma máscara para remover manchas e linhas de idade.

Vitaminas e minerais

Fornece vitaminas K e E, além de minerais como fósforo, cloro, ferro e cálcio. Além disso, não possui carboidratos.

Nutritivo

Não contém açúcar, por isso é ideal para cuidar da saúde do coração e as gorduras monoinsaturadas mantêm o sistema cardiovascular em perfeitas condições.

Depressão de combate

Banha contém ácido oleico, gordura que está relacionada para ajudar a combater problemas de depressão ou alterações de humor.

Melhor do que o óleo

Todos estão acostumados a usar óleo de cozinha, mas o encurtamento permite chegar ao ponto de cozimento para fritar mais rapidamente, por isso, se você quiser preparar pratos elaborados e não tiver tempo, esta será uma dica que você deve experimentar.

Banha de porco faz mal

É verdade que a banha de porco é muito variada e o teor de gordura vai depender muito da área que se consumindo. A parte que tem menos quantidades no animal é o lombo, que simplesmente terá cerca de três por cento do teor de gordura.

A maioria das gorduras contidas no porco e consequentemente, na banha também são saturadas, por isso será necessário que não se abuse desse alimento. Não precisa demonizar qualquer alimento e nem excluir da alimentação, pois o ideal é a variedade e seguir uma dieta equilibrada que caber todos os tipos de alimentos iguais, que traga benefícios significativos.

Lembre-se que os excessos são ruins e que seu alto consumo pode causar excesso de peso e outras doenças relacionadas ao sistema cardiovascular, portanto, use com moderação e visite um nutricionista antes de mudar ou modificar seus hábitos alimentares.

Como fazer Banha de porco

A gordura animal é a melhor para cozinhar, pois é a que melhor resiste ao calor. Mas não é fácil encontrar no comércio, por ser orgânico e de origem animal. Então, aprender aqui a fazer.

Ingredientes:

1xícaras de bacon ou barriga de porco de boa qualidade

100 ml de água

Modo de Preparo

1º Passo: Corte o bacon em cubos de aproximadamente 1 cm (isso é muito mais fácil se o bacon estiver levemente congelado).

2º Passo: Junte a água em uma panela para ferver. A água acaba evaporando, então, coloque no início para que a gordura não seja tostada quando começar a esquentar.

O bacon começará a derreter. Mexa com uma colher de pau de vez em quando para evitar que grude na panela.

3º Passo: Após cerca de 20 minutos, haverá uma boa quantidade de gordura na caçarola e as cascas de porco também começarão a se formar. A partir deste momento você tem que ter um pouco de cuidado, porque ele pode espirrar muito.

4º Passo: Quando eles tiverem passado entre 45 minutos e uma hora e as “crostas” estiverem flutuando na superfície, você pode remover a panela do fogo.

5º Passo: Deixe amornar um pouco e filtre a banha usando o coador forrado com o pano. Deixe esfriar um pouco mais antes de passar a banha para os frascos de vidro para evitar que quebrem devido à mudança de temperatura.

6º Passo: Você pode torrar as cascas de porco no forno a 180º por 20 a 30 minutos, até ficarem crocantes. Eles são deliciosos da mesma forma com um pouco de sal.

Como conservar a banha de porco

A banha caseira dura muito tempo, mesmo à temperatura ambiente, em frascos bem fechados, mas é melhor manter na geladeira, caso demore alguns meses para consumir tudo. Também pode ficar congelado.

Para refogar e fritar, nada melhor do que as propriedades de cozimento desta banha, cria uma crosta marrom para os legumes e carnes sem um sabor diferente.

 

Se o produto é usado de forma moderada, funciona como substituto do óleo vegetal se utiliza sempre.

 

Dicas para emagrecer as pernas

Ao subirmos na balança e constatarmos um aumento de peso, não é nada agradável. Principalmente quando a gordura se acumula apenas em uma parte do corpo, como o rosto, os braços, a barriga ou as pernas.

Nesses casos, é preciso fazer uma maratona de exercícios, para tonificar os músculos do corpo todo, de uma maneira uniforme e esteticamente bonito.

Emagrecer as pernas fazendo dieta

Consultar um nutricionista é ideal para esses casos, pois ele irá definir a dieta ideal para cada tipo de corpo, e um gasto calórico diário para tonificar todos os músculos, pois não é possível emagrecer somente uma parte do corpo.

A ingestão de frutas, verduras, legumes e água deve ser aumentada, diminuindo as porções de doces, gorduras, alimentos industrializados, com alto teor de sódio (pois piora a retenção de líquidos), e ingerir bebidas alcoólicas em excesso.

A alimentação balanceada, o controle da ingestão de alimentos prejudiciais, aliados a exercícios físicos regulares, são um ótimo composto que fará com que a pessoa emagreça com saúde, e defina o corpo todo.

Exercícios para malhar as pernas

Em um corpo sedentário, os exercícios podem ser bem pesados e fatigantes no começo, até o organismo se adaptar. O cansaço, fadiga muscular e músculos doloridos são sintomas normais, em todo começo de atividades mais pesadas.

No inverno por exemplo, a vontade de praticar exercícios, diminui muito, devido ao corpo reter mais calor, para se aquecer. Com a proximidade do verão, as pessoas começam a se animar para a prática de exercícios diversos e de impacto.

A estética conta muito nessa estação, pois milhares de pessoas vão à praia ou nos clubes para se refrescarem, e aproveitam para exibirem o corpo mais magro.

Comece com uma caminhada leve, e à medida que o corpo se acostuma, aumente a intensidade com uma corrida, e pular corda por pelo menos 30 minutos por dia, três vezes por semana.

Com o sangue circulando melhor no corpo, as gorduras serão eliminadas mais facilmente, cada célula será irrigada com oxigênio, e a condição cardiovascular será bem melhor.

Exercícios que gastam muita energia e calorias, são chamados de aeróbicos, e devem ser praticados de três a quatro vezes por semana, por 30 a 45 minutos, em média:

-Faça agachamento:este exercício pode ser feito na academia, com pesos específicos, mas também pode ser feito em casa. Com as pernas afastadas em alinhamento com os ombros, agache até que as coxas fiquem retas próximas ao chão.

Repita 4 vezes de 15 agachamentos, ou o quanto você conseguir. O agachamento pode ser feito também, com uma perna flexionada até o chão, e a outra perna levemente abaixada.

Outro tipo de agachamento de alto impacto, é pular para cima (não é pular para frente), estique as pernas num movimento abrupto, e retorne à posição de agachamento.

Para esta versão, use tênis amortecedores de impacto, e tome cuidado com as articulações. Faça duas séries de dez repetições para começar, e aumente gradativamente.

Lembre-se de fazer uma refeição leve, 30 minutos antes de praticar um exercício e após fazê-lo, alimente-se com um shake de proteínas e nutrientes fortalecedores para o corpo.

-Lunge:com uma perna à frente e a outra atrás, abaixe a que está na frente, formando um ângulo de 90 graus. Os joelhos não podem tocar o chão. Suba e repita o processo com a outra perna. Faça pelo menos duas repetições de doze vezes.

-Elevação do quadril e extensão da coxa:com as costas apoiadas no chão, estenda a coxa, apontando a ponta do pé para cima. Repita o processo com a outra perna três séries de quinze repetições.

-Step:pegue um degrau em casa ou na academia, para realizar o exercício. Fique em pé e apoie uma das pernas no step, simulando uma subida e eleve o joelho acima do tronco. Repita o processo na outra perna, por mais ou menos 10 minutos.

-Skater jump lateral: este exercício imita os movimentos de esquiar. Fique de pé e salte com a perna direita dobrando o joelho direito. O passo deve ser ajustado com a capacidade de cada pessoa. Repita o processo com a outra perna, por mais ou menos 10 minutos.

-Leg Press: sente-se e deixe os pés na largura dos ombros, com os joelhos a 90 graus e abdômen levemente contraído, em um aparelho que obriga a empurrar com as pernas, fazendo força e trabalhando os músculos.

Recorrendo a tratamentos estéticos

Se você quer resultados mais rápidos, e promissores para pernas definidas e magras, pode optar por certos procedimentos estéticos que melhoram o aspecto físico, e muscular das pernas.

O que mais incomoda a maioria das mulheres, é a celulite. Uma inflamação nas camadas da pele, resultam em pequenos furinhos indesejáveis na região das nádegas, coxas, barriga e em alguns casos nos braços.

Em estágios mais graves, essas lesões causam dor e deixam a pele flácida, fria e propensa a mais acúmulo de gorduras indesejadas e retenção de líquidos pelo corpo todo dificultando a eliminação deles.

Os procedimentos para minimizar a inflamação, vão desde drenagem linfática manual ou por aparelhos a laser, que quebram as moléculas de gordura nas partes mais profundas da pele, melhorando o funcionamento do sistema linfático e de eliminação de massa de gordura.

-Endermologia:esta técnica consiste em colocar um aparelho de sucção na área afetada pela celulite ou gordura localizada, fazendo com que a circulação seja ativada na área, diminuindo o inchaço, removendo células mortas e com aparência renovada.

Este procedimento não é invasivo, e não possui contraindicação, sendo altamente recomendado por muitas pessoas que se sentiram renovadas, bonitas, e com a autoestima elevadíssima, após fazerem o tratamento e poderem exibir as pernas nas praias e clubes, em tempos de calor excessivo em todo país.

Existem no mercado, cremes anticelulite, removedor de gorduras e modelador corporal. Mas, os procedimentos estéticos e cremes sozinhos, não fazem milagres.

É necessário que esteja aliado à uma dieta equilibrada, exercícios físicos, beber muita água, dormir bem e procedimentos estéticos como os citados acima.

 

 

 

 

 

 

Como tratar as micoses nas unhas de maneira natural

 

As micoses nas unhas são muito incômodas e constrangedoras para a maioria das pessoas, pois afeta principalmente a parte externa do corpo, impossibilitando a pessoa de ficar descalço, por vergonha das unhas.

Os tratamentos para as micoses são muitos, alguns utilizam comprimidos, outros usam pomadas, cremes, géis e sprays para acabarem de vez com o problema.

Mas, alguns pacientes não podem tomar certos tipos de remédios industrializados, ou porque lhes fazem muito mal, ou por terem alergia a eles. O fato é que, todos podem tratar a micose, optando por soluções naturais e caseiras.

Soluções naturais ou caseiras

-Fungus Key Pro: a fórmula deste produto foi criada pelo Dr. Wu Chang, e tem feito sucesso no mundo todo, inclusive no Brasil. Ele combate de forma eficaz os fungos nas unhas dos pés e das mãos, e não provoca efeitos colaterais, por conter ingredientes mais naturais.

Os primeiros resultados começam a aparecer em 14 dias, ou em um mês, dependendo da intensidade das micoses, e das lesões que elas provocaram.

-Óleo de melaleuca:O óleo é extraído das folhas de Melaleuca alternifólia, espécie mais comum na Austrália. As suas propriedades são utilizadas em cosméticos naturais, desinfetantes e antissépticos, devido a seu alto poder curativo e antisséptico.

Basta misturar esse óleo, com um pouco de óleo mineral, e aplique diretamente na unha afetada pela micose, por uma semana, ou em casos mais graves, duas vezes por dia.

-Suco de limão: em uma bacia com água, esprema alguns limões e deixe os pés de molho (onde estiverem as micoses) por alguns minutos. Espere uma semana e repita o processo.

-Esmalte de alho:a substância presente no alho, chamada de alicina, que destrói e combate os fungos e bactérias presentes em qualquer parte do corpo. Pode-se pegar alguns dentes de alho amassados, e embebidos com um pouco de azeite, e aplicar na unha afetada pelos fungos.

Ou pegue um esmalte de base transparente, junto a um dente de alho moído, e aplique nas unhas afetadas pela micose. Outra receita para usar o alho no combate à micose, é deixá-lo de molho na água fervente, por 24 horas.

-Vinagre de maça: o vinagre é um excelente composto para atuar contra os fungos e bactérias, pois uma parte dele é feita com fermentação alcoólica, e a outra com fermentação acética.  

Em uma bacia de água, adicione meio copo de vinagre de maçã e uma colher de chá de bicarbonato de sódio, para deixar os pés de molho por mais ou menos 15 a 20 minutos.

-Água oxigenada (volume 10), vinagre branco e álcool (70%): misture em partes iguais, os três ingredientes em um recipiente, e aplique nas unhas afetadas pela micose, deixando agir por 15 minutos. Reaplique duas vezes ao dia, para acelerar o processo do tratamento.

-Vick VapoRub: este produto é utilizado geralmente para aliviar os sintomas da gripe, resfriado e a congestão nasal. Mas, as suas propriedades auxiliam no combate aos fungos nas unhas. O mentol, o eucalipto e a cânfora, matam as colônias desses micro-organismos.

Aplique uma ou duas vezes ao dia, uma pequena porção de Vick VapoRub na unha afetada, e deixe agir por 15 minutos ou mais. Dê preferência para aplicá-lo à noite, para que o efeito do produto se potencialize.

-Bicarbonato de sódio:este produto, praticamente todo mundo têm em casa. As propriedades presentes no bicarbonato de sódio, neutralizam a acidez na boca, no estômago, clareia os dentes, limpa as mãos e esfolia a pele naturalmente.

Basta fazer uma pasta com um pouco de bicarbonato de sódio e suco de limão, aplicando-a nas unhas das mãos e dos pés afetados pelas micoses por 20 minutos.

-Óleo de copaíba: a copaíba é uma planta que possui muitas propriedades antifúngicas, anti-inflamatórias, emolientes, cicatrizantes e antissépticas. Basta ir a uma farmácia e pedir o creme ou a loção do composto, e aplicar nas unhas afetadas três vezes ao dia.

-Compressa feita de sálvia: aplique uma compressa de óleo de sálvia (uma planta com folhas pequenas e rasteiras), com a ajuda de um algodão, em toda a área afetada pelas micoses, e deixe-a agir. Repita o processo, pelo menos duas vezes ao dia.

-Chá de aipim (mandioca): ferva três folhas de aipim em 250 ml de água quente, espere esfriar e aplique nas unhas afetadas pelas micoses, três vezes ao dia e após o banho, até que os fungos desapareçam.

Ervas frescas como o alecrim, arruda, eucalipto, alfazema e folhas de nogueira, também combatem as infecções por fungos.

Cuidados diários

 

 

Todos esses produtos e soluções caseiras, devem estar aliados à cuidados diários de higiene, limpeza, e principalmente deixar a pele respirar, como também:

-Evite roer as unhas;

-Lave e seque bem as unhas após tomar banho;

-Usar sapatos arejados e leves;

-Dê preferência para as meias de algodão;

-Não compartilhe itens pessoais, nem mesmo lixas, alicates ou palitos de manicure e pedicure;

-Não se esqueça de higienizar todos os produtos de manicure e pedicure antes de utilizá-los;

-Se a pessoa tiver micoses nas unhas das mãos, e trabalhar como manicure ou pedicure, além de usar todos esses métodos para se curar, deve usar luvas estéreis, a fim de não contaminar o cliente.

Consulte um dermatologista, para avaliar o progresso do tratamento, pois em alguns casos, o uso de medicamentos com composto mais forte deve ser utilizado para combater os fungos, e evitar que as outras unhas sejam infectadas.

Mulheres que estiverem grávidas ou amamentando, devem consultar o obstetra para adequar o tratamento correto à condição delas, a fim de não prejudicar a criança.

Cada tipo de micose, seja nas unhas, nos pés ou na virilha, podem ou não resultar em coceira extrema, manchas brancas ou vermelhas, acompanhas de escamação e dor, devem ser tratadas adequadamente no tempo e quantidade corretos, evitando a reinfecção.

Em crianças e idosos, o cuidado deve ser redobrado, pois a pele deles tende a ser mais sensível e requer tratamentos específicos orientados por especialistas para sanar completamente os problemas de micose.

 

 

 

 

 

 

 

 

Como tratar as micoses nas unhas dos pés e das mãos

As micoses são micro-organismos invisíveis a olho nu, mas que podem contaminar qualquer lugar no corpo, principalmente as unhas dos pés e das mãos.

Eles se aproveitam de ambientes úmidos e quentes para se reproduzirem, principalmente quem frequenta clubes, piscinas e praias descalço, está mais propenso a contaminar-se com as micoses presentes ali.

Se existirem lesões mesmo que pequenas, entre a unha e a pele, os fungos conseguem entrar por baixo dela, e se alojarem para ali começarem um processo infeccioso.

As micoses possuem tratamento?

Para todos os tipos de micoses, existem medicamentos específicos, de uso tópico, aplicável diretamente na região afetada pela infecção, como pomadas, cremes e sprays, e também os de uso oral, como medicamentos em comprimidos ou líquidos.

O tratamento é único em cada paciente, e somente o médico irá avaliaras opções e a gravidade do problema.

Princípios ativos mais recomendados nos casos de micoses

-Cloridrato de terbinafrina:esse medicamento combate diretamente o fungo causador da micose na unha e na pele. Nas farmácias, ele pode ser encontrado em forma de spray, comprimidos, gel e creme.

Na forma de comprimidos, ele pode causar alguns efeitos colaterais, como: dor de cabeça, diarreia, azia, dor de estômago, náuseas, sensibilidade do paladar alterada e falta de apetite.

Mulheres grávidas ou amamentando não podem utilizarem o produto sem recomendação médica, bem como pacientes que possuem insuficiência renal e insuficiência hepática grave.

-Itraconazol: é indicado para as seguintes micoses: aspergilose, criptococose, meningite criptocócica, histoplasmose, esporotricose, paracoccidioidomicose e blastomicose.

O especialista irá avaliar o tempo necessário para o tratamento desses tipos de micose, e acompanhar o crescimento da unha averiguando o seu progresso.

As contra-indicações, são para pacientes sensíveis ao Itraconazol, grávidas, lactantes, com insuficiência cardíaca congestiva ou com histórico de problemas cardíacos na família.

-Griseofulvina:ele está disponível nas farmácias apenas em comprimidos, e pode levar o nome de Fulcin ou Sporostatin.

Como um antifúngico poderoso, ele age contra o fungo, impedindo a sua proliferação. As micoses combatidas por esse medicamento, são: na pele, no couro cabeludo, nas unhas e nos pés.

Os efeitos colaterais sentidos pelos pacientes que utilizaram a griseofulvina, foram: dor no estômago, dor de cabeça, erupções na pele, tontura, cansaço, insônia, urticária, fadiga, náusea, diarreia e vômito.

Gestantes, lactantes, crianças com menos de dois anos, alérgicos a penicilina, pacientes com problemas no fígado e lúpus, não devem utilizarem o medicamento.

Basta ingerir uma dose única do medicamento (500 mg) após as refeições, ou divididas duas doses de 250 mg de doze em doze horas.

-Fluconazol:a ação anti-fúngica do medicamento é semelhante aos triazólicos, combatendo as infecções do fungo cândida (candidíase vaginal ou de orofaringe). Pode ser administrado em comprimidos de 150 mg, como também na forma intravenosa, em casos mais complexos.

Os efeitos colaterais sentidos, são principalmente náuseas, diarreia e dor abdominal. Gestantes, lactantes ou alérgicos a qualquer componente da fórmula, não devem usar o medicamento.

Tratamento com laser para micose

Este tipo de tratamento, é chamado de terapia fotodinâmica, onde é utilizado o corante azul de metileno, que ao ser aquecido pelo laser vermelho, elimina de forma eficaz os fungos e a proliferação deles.

O tempo das sessões podem variar, entre uma a três sessões por semana (dependendo do caso), levando de um a três meses no total para a recuperação das unhas.

O tratamento adequado e no tempo certo, evita que os fungos voltem a se multiplicar na unha, ou na pele, por isso é tão importante seguir com os cuidados prescritos pelo médico até o final do processo.

A incidência de fungos e bactérias nos pés e entre os dedos, são maiores porque a região não é tão bem irrigada por vasos sanguíneos, o que dificulta o processo do corpo de combater a infecção ou a proliferação desses micro-organismos.

Conheça alguns fatores que, são responsáveis por ajudar a desencadear os fungos nas unhas das mãos e dos pés:

-Pessoas que tenham diabetes (circulação do sangue comprometida, bem como a capacidade do sistema imunológico);

-Idosos;

-Pessoas que são portadoras do vírus HIV;

-Uso de drogas ilícitas;

-Baixa resistência do corpo por qualquer razão;

-Histórico familiar de onicomicose (fungos nas unhas);

-Problemas de circulação nos membros inferiores do corpo;

-Psoríase (escamação da pele, devido a reprodução rápida das células em qualquer parte do corpo, podendo causar dor, vermelhidão, prurido e abscesso);

-Atletas – pois ficam muito tempo com calçados e meias, impedindo a respiração da pele dos pés e ambiente propício para fungos.

Geralmente, as micoses nas unhas são assintomáticas, mas é importante observar alguns detalhes externos, que podem determinar a presença de fungos:

-Unhas espessas (grossas);

-Quebradiça;

-Alterações da forma da unha;

-Unha opaca, sem brilho;

-Coloração escurecida ou amarelada;

-Descolamento da unha (dando a impressão de que ela vai cair);

Estudos e pesquisas realizadas com os principais medicamentos para a micose, apontaram que os de via oral como o Terbinafrina e o Itraconazol, são mais eficazes, do que outras apresentadas no mercado farmacológico.

Cada organismo reage de uma forma, diante de um medicamento via oral ou de uso tópico. Por isso, observe atentamente a coloração das unhas, se estão quebradiças, opacas e se está melhorando com o tratamento.

É recomendado que para evitar a reinfecção por fungos, não se compartilhem objetos pessoais, como toalhas, chinelos e roupas, bem como andar descalço em locais públicos, e deixar os pés limpos e secos.

Quem possui criação de animais em casa, como cachorros, gatos, coelhos e galinhas, devem observar se há fungos ou parasitas em seus pelos, patas e ambientes onde vivem, pois pode ser o foco da infecção fúngica.

Para tal, é necessário procurar um veterinário, para que ele prescreva a melhor medicação para os fungos em animais, evitando que eles se espalhem, e contaminem objetos e as pessoas que moram na casa.

Os recipientes de água e comida dos animais, devem estar sempre limpos, secos e distantes de entulho, lixo e acúmulo de objetos, para que esses não atraiam roedores, aranhas, escorpiões e cobras.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Água berinjela: como fazer e todos os benefícios para a saúde!

A famosa água de berinjela se tornou nos últimos anos em uma bebida natural muito popular, não só porque consiste em uma receita muito fácil de fazer, mas pelos incríveis benefícios e propriedades e muito além disso, porque há muito tempo tem sido uma opção natural para emagrecer e perder peso.

O que é berinjela

A berinjela é um alimento muito saudável e recomendado para a saúde, principalmente quando se trata de seguir uma dieta tão variada quanto equilibrada. É um alimento pertencente à família Solanaceae, dentro da qual também se encontra outras comidas convencionais como tomate, batata e pimentão.

A berinjela você pode encontrar no mercado e feiras livres com diferentes variedades, dependendo da forma. Um exemplo que pode ser citado é a berinjela globosa (pele brilhante roxo escuro), a berinjela alongada (aspecto alongado pele roxo escuro) e berinjela mosqueada (aparência redonda oval celulose quase branco) sendo as três mais populares e conhecidas.

Como você verá abaixo, fazer água de berinjela é realmente muito simples. Tanto que você só precisa de uma berinjela e água.

Propriedades da berinjela

Há muitas características que fazem da berinjela um alimento ideal para combater o câncer, o envelhecimento celular, infecções, vírus e bactérias nocivas e trazer muitos outros benefícios que a água de berinjela tem:

– Teor de água muito alto cerca de 92%.

– Fibra

– Minerais: potássio, cálcio, enxofre e ferro.

– Vitaminas do grupo B e C.

– Contém serotonina.

Ele fornece uma grande quantidade de antioxidantes, como ácido clorogênico ou flavonóides.

    Tem poucas calorias (21,2 kcal por 100 gramas).

    Pequenas quantidades do alcalóide chamado solanina.

Os benefícios mais importantes da água de berinjela

A água da berinjela se destaca por dois aspectos básicos, além de ser muito benéfica para a saúde, também é extremamente simples de fazer. Entre suas qualidades mais importantes, é possível mencionar as seguintes propriedades:

Desintoxicante e purificante

A água da berinjela é útil em caso de retenção de líquidos. Além disso, por sua riqueza em antioxidantes é muito interessante quando se trata de purificar o corpo e eliminar as várias toxinas que se acumularam nele.

Previne o envelhecimento

Reduz o risco de doenças ósseas e musculares como artrite devido ao ácido fólico, vitaminas e minerais que contém. Fortalece a saúde do cérebro, os antioxidantes que fornece melhoram a memória e a capacidade cerebral. Aumenta o fluxo de sangue para o cérebro, por isso previne doenças cognitivas.

Protege a saúde do coração

Graças ao seu alto teor de fibras, potássio e vitaminas B e C, a água de berinjela ajuda a proteger a saúde cardiovascular. Além disso, seus flavonóides reduzem o risco de desenvolver doenças cardiovasculares crônicas.

Mantém o colesterol bom

Contra o colesterol e os triglicerídeos: água berinjela ajuda a reduzir os elevados níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue e envolvido positivamente no metabolismo e, por sua vez facilita a eliminação.

Isto é devido ao ácido clorogênico que contém. Este ácido é um poderoso antioxidante que diminui o excesso de lipídios nas artérias.

Bom para o fígado

Não só a berinjela é muito boa para o fígado, mas também para a vesícula biliar. Por um lado, estimula o bom funcionamento da bílis e, por outro lado, ajuda a desintoxicar e a limpar o fígado.

Ajudar a emagrecer

A Berinjela é um alimento ideal para dietas de perda de peso e também trata especialmente a área abdominal. Por que isso ajuda a perder peso? Porque tem muito poucas calorias, combate o excesso de gordura no abdômen, é muito diurético, elimina toxinas. Além disso, graças ao seu poder saciante, diminui o desejo de comer.

Além disso, graças ao efeito saciante, é um remédio muito interessante em dietas tradicionais, desde combinado com o monitoramento de uma dieta baixa em gorduras e acompanhada de exercício físico.

Como fazer água de berinjela em casa

Você até pode encontrar esse produto sendo vendido principalmente em lojas de produtos naturais, no entanto é tão fácil fazer casa que é recomendado que você experimente essa receita Para preparar a berinjela, você só precisa de poucos componentes e tempo.

Ingredientes

1 berinjela grande

Água (em quantidade suficiente para cobrir e se for mineral melhor).

Modo de Preparo

1º Passo: Você vai precisa de um recipiente ou tigela para deixar de molho pelo tempo necessário para realizar essa receita.

2º Passo: Primeiro lave bem a berinjela,para remover todos os resíduos presentes em sua casca e remover a haste com uma faca.

3º Passo: Corte em pedaços pequenos, fatie e corte em cubos sem remover a pele, essas partes devem ter aproximadamente 1,5 centímetros de espessura.

4º Passo: Coloque os pedaços da berinjela em uma tigela.

5º Passo: Adicione água suficiente até cobrir os pedaços de berinjela e mexa um pouco.

6º Passo: Deixe de molho por 1 dia inteiro. A preparação deve passar a noite na geladeira para que a berinjela se macere bem e libere todo o seu suco e você possa aproveitar ao máximo suas propriedades. No dia seguinte, a água da berinjela estará muito fresca e pronta para beber.

Como consumir a água de berinjela

Para aproveitar as qualidades da água de berinjela, você deve beber essa água durante 7 dias, bebendo meio litro por dia. Uma vez por mês, para observar os resultados.

Se seu objetivo é emagrecer com água de berinjela, o ideal é tomar um copo logo antes das duas principais refeições do dia, ou seja, antes do almoço e jantar. Cerca de 20 a 30 minutos anteriormente ao horário de almoçar e jantar.

Com isso, você obterá o máximo benefício de seu efeito saciante, o corpo absorverá gorduras muito melhor, facilitará a digestão dos alimentos e, consequentemente, a eliminação de toxinas.

Não se esqueça de acompanhar com uma dieta saudável e de baixa em calorias e com exercício físico moderado, porque quando se trata de perder peso não há remédios milagrosos e sem essas duas medidas será praticamente impossível eliminar a gordura e perder peso.

Benefícios da folha de tamarindo

Com um sabor exótico, que o aproxima muito mais do doce quando a fruta está madura, o tamarindo é uma fruta que vem conquistando o paladar dos brasileiros não apenas por seu gosto, mas principalmente por suas propriedades e benefícios.

Nascida na África e na Índia, o tamarindo é muito consumido principalmente por moradores do sul da Ásia, e vem chegando para ficar na culinária brasileira, você sabe por quê?

Conhece os benefícios do tamarindo ou acha que ele é apenas uma fruta citada no seriado Chaves, um dos mais famosos da televisão mundial? Não tem ideia do que ela pode fazer por você?

Então continue lendo esse texto. Aqui contaremos tudo o que você precisa saber para incluir o tamarindo agora mesmo em sua dieta e aproveitar uma melhoria incrível em sua saúde.

Propriedades nutricionais do tamarindo

Quem conhece essa fruta peculiar não imagina suas propriedades nutricionais. Com apenas cinco calorias a cada uma delas, o que totaliza 239 calorias, cada tamarindo contém 62,5 gramas de carboidratos, 2,8 gramas de proteínas, 0,6 gramas de gorduras e 5,1 gramas de fibras.

Além disso, o tamarindo é rico em fibras, proteínas, potássio, ferro, cálcio, magnésio, fósforo, vitamina A, vitaminas do complexo B e vitamina C.

Benefícios que o tamarindo pode trazer para a sua saúde

Consumir pequenas porções de tamarindo, seja in natura, em forma de suco ou como chá traz inúmeros benefícios para a sua saúde. Conheça cada um deles e veja porque você deve incluir essa fruta na sua rotina alimentar.

Melhora o sistema digestivo

O tamarindo é um excelente laxante natural, ajudando pessoas que tem dificuldades em evacuar, graças às fibras presentes neste alimento. Esse composto movimenta as fezes mais facilmente no trato intestinal, estimulando também o suco gástrico, facilitando a digestão.

Comer tamarindo ajuda, ainda, o bom funcionamento da bile, permitindo que a comida ingerida seja dissolvida mais rapidamente.

Melhora a saúde do coração

As fibras do tamarindo, o potássio e a vitamina C contidas na fruta são beneficias ao coração. Além disso, seu consumo regular diminui a pressão arterial e reduz os níveis de colesterol no sangue.

Previne a anemia

Uma boa fonte de ferro, consumir tamarindo frequentemente previne a ocorrência de anemia por deficiência desse componente. No entanto, pe preciso tomar cuidado para não exagerar no consumo do tamarindo, para não desequilibrar os níveis de ferro no organismo.

Melhora a circulação

O ferro contido no tamarindo melhora a circulação sanguínea, garantindo uma boa oxigenação dos glóbulos vermelhos do sangue.

Melhoria da função nervosa

Com vitaminas do complexo B, como a tiamina, o tamarindo melhora a função

Ajuda a emagrecer

Consumir tamarindo regularmente ajuda a emagrecer, pois a fruta é rica em fibras, que promove uma maior sensação de saciedade, controlando o apetite.

Além disso, o tamarindo contém ácido hidroxicítrico, enzima associada com a menor absorção de gordura.

Controle do diabetes

Quem come tamarindo consegue, também, controlar seu nível de glicemia, porque a fruta limita a absorção de carboidratos. Como se sabe, os carboidratos podem se transformar em gordura e açúcar, desequilibrando os níveis de glicose, principalmente para quem já foi diagnosticado com diabetes.

Tem ação anti-inflamatória

O tamarindo tem ação anti-inflamatória, sendo utilizado na preparação de medicamentos fitoterápicos para combater inflamações. Ou seja, a fruta ajuda a tratar problemas como irritação nos olhos, gota, artrite e problemas reumáticos.

Prevenir a pelagra

Com sintomas como diarreia, demência, artrite e insônia, a pelagra, doença provocada pela deficiência de vitamina B3, pode ser prevenida com o consumo regular do tamarindo.

Fortalece o sistema imunológico

Com altas quantidades de vitamina C e ação antioxidante, o tamarindo fortalece o sistema imunológico, evitando problemas de saúde provocados por fungos e micróbios.

Além disso, a fruta tem ação antisséptica e antimicrobiana, reduzindo a incidência de parasitas e reduzindo também as chances do aparecimento de enfermidades como a pneumonia e de infecções cutâneas.

Fonte de ácido fólico

O tamarindo é fonte de ácido fólico, nutriente indicado especialmente para mulheres grávidas. A deficiência deste componente pode causar o nascimento dos bebês com baixa peso ou, ainda, com problemas no tubo neural, estrutura que originará o cérebro e a medula espinhal da criança durante o seu desenvolvimento.

Melhoria da saúde dos rins

Rico em potássio, o tamarindo ajuda o corpo a eliminar substâncias tóxicas, principalmente as escondidas nos rins, melhorando a saúde dos órgãos.

Fortalecimento dos cabelos e da pele

A vitamina C presente no tamarindo estimula a produção de colágeno, uma substância extremamente importante para manter os cabelos e a pele bonitos e hidratados. Além disso, essa fruta contém alta quantidade de vitamina A, que mantém os cabelos hidratados.

Combate a insônia

Rico em magnésio, o consumo regular de tamarindo ajuda a melhorar a qualidade do sono, aumentando sua duração e sua tranquilidade, combatendo a insônia e deixando quem sofre com esse problema mais descansado.

Favorece a criação de músculos

Rica em tiamina, o tamarindo ajuda também no desenvolvimento muscular. A fruta é rica em proteínas, composto essencial na reparação e construção dos músculos.

Como tomar o chá de folha de tamarindo?

Assim como a fruta in natura, o chá de tamarindo traz inúmeros benefícios à saúde, prevenindo desde problemas intestinais a complicações provocadas pela malária.

Para aproveitar os benefícios trazidos por ele, prepare a seguinte receita de chá de folha de tamarindo.

Separe 100 gramas de folhas de tamarindo secas e um litro de água. Ferva o líquido em uma chaleira e adicione as folhas secas. Misture bem, desligue o fogo e tampe a chaleira. Deixe a bebida descansar por 15 minutos ou até que esfrie.

Você pode manter seu chá de tamarindo na geladeira por até 24 horas. Se, depois desse período, você não consumir a bebida por completo, descarte-a imediatamente.

Depois de 24 horas, o chá de tamarindo tem seu sabor alterado e perde as propriedades medicinais, podendo inclusive se tornar um risco para a saúde.

O tamarindo é uma ótima maneira para quem busca uma alternativa saudável e saborosa de manter sua saúde em dia e ter mais disposição para a rotina diária.

Bepantol Mamy: evitar estrias durante e depois da gravidez

Você já deve ter visto um monte de informações na Internet a respeito do Bepantol ou, muitos dos seus amigos já pode ter comentado, os benefícios desse produto. A razão disso é que o Bepantol é usado para muitas coisas e agora está sendo o mais recente e mais usado por mulheres em todo o mundo para combater as estrias durante e após gravidez com o Bepantol Mamy.

O que são estrias?

As estrias são atrofias da pele que aparecem na forma de linhas finas ou grossas, e que geralmente são rosa, vermelho, roxo ou branco. Embora existam muitas variações de estrias, a maioria aparece em uma cor vermelha ou roxa, e ao longo do tempo e dependendo de cada tipo de pele, elas ficam brancas ou cinza. Eles são geralmente encontrados no abdômen, peito, pompa, coxas e braços.

A maioria das mulheres grávidas desenvolve estrias, porque que a pele do abdômen se alonga muito. As alterações hormonais também afetam a pele, facilitando o desenvolvimento de estrias.

O que é Bepantol e o que o Bepantol Mamy tem de diferente

O Bepantol é na verdade o nome comercial dexpantenol. Se trata de um produto da fabricante Bayer e pode ser vendido no formato de pomada, liquido e creme. Bepantol é um produto aliado na proteção da pele em geral.

O Bepantol Mamy cria uma camada protetora transparente que nutre e fortalece a pele, profundidade hidratando favorece a regeneração natural, com sua fórmula hipoalergênico não contém corantes ou conservantes e perfume. O Bepantol Mamy é composto por:

– Dexpantenol ou provitamina B5 e glicerina: contribuem para a nutrição e hidratação da pele, o que dará muito mais elasticidade e flexibilidade.

-· Centelha asiática: As estrias geralmente aparecem por causa de uma fraqueza na pele e da dificuldade em produzir bastante colágeno e fibras, como é o caso da elastina.

O colágeno e essas fibras são responsáveis por manter a pele flexível e firme. É aqui que a gotu kola entra em ação. A gotu kola ou centelha-asiática é uma planta tropical que contribui para a criação de colágeno e fibras que fortalecem a pele.

– Outros ingredientes: Há também em menor quantidade de origem natural essenciais para hidratar e nutrir profundamente essa pele hiper-esticada durante a gravidez. Entre eles, por exemplo, azeite puro e lipídios da pele, que fortalecem a barreira da pele e protegem de agressões externas.

Com o Bepantol Mamy a pele que fica mais sensível durante e após a gravidez ganhar mais elasticidade, flexibilidade e suavidade. Além disso, a linha de produtos do Bepantol é famosa por sua ação hidratante, umectante, combater a secura da pele, também é famoso pelo tratamento de manchas e muito mais.

Como usar Bepantol Mamy

Para saber como evitar e remover as listras brancas e vermelhas geradas na pele durante a gravidez, é importante a usar o produto de forma adequada, considerando alguns aspectos

– O ideal é aplicar durante toda a gravidez e no pós-parto, mas se não puder, vamos use pelo menos após o parto. Se fizer isso desde o primeiro momento você vai estar reforçando a elasticidade, flexibilidade e maciez da pele.

As estrias são mais fáceis de evitar do que fazer desaparecer depois de já terem afetado a pele.

– Aplique o Bepantol Mamy por meio de massagens suaves em todas as partes que ficaram sensíveis e podem gerar estrias, ou seja: seios, abdômen, quadris e coxas.

– Para melhor absorção a pele deve estar limpa, de preferência, passar após o banho. Caso soe não há necessidade de nova aplicação do produto, mas caso a região seja molhada como, por exemplo, através de um banho de mar é preciso aplicar novamente.

– Quanto ao uso junto com o protetor solar, primeiro passe Bepantol Mamy pelo menos 30 minutos antes de aplicar o protetor solar.

-·O recomendado é repetir o processo duas vezes ao dia. Aplicar todas as manhãs e à noite uma camada de pomada do produto na pele estriada para gerar a regeneração.

Bepantol Mamy realmente funciona?

Como dito quando se trata de prevenir o sucesso é maior, mas depois que as estrias se instalam o resultado depende da área afetada e do tempo que o processo vem ocorrendo.

Na fase inicial, as estrias ficam vermelhas e nesses casos também são mais fáceis de tratar, já quando assumem um aspecto branco e muito mais difícil de conseguir a remoção total.

Assim, se o Bepantol Mamy for usado da forma correta durante a gravidez e após o parto e quando as estrias estão começando é praticamente efetivo com chances de fazer a remoção 100%.

Em contraponto se o uso é inadequado e a profundidade é maior será notado nitidamente um clareamento e redução do tamanho das estrias considerável, porém as chances de eliminação de estrias, principalmente branca, são muito baixas. Embora, não deixe de ser recomendado por dermatologistas, porque a aparência fica muito melhor.

Contraindicações e risco

Bepantol Mamy é testada dermatologicamente e por ser composta com ingredientes não oferece riscos a saúde.

Irritação na pele pode decorrer se com uso concomitante com outro produto, ou seja, o uso com Bepantol Mamy com outro creme pode gerar uma irritação na pele se os componentes forem controversos.

Fora esta situação Bepantol Mamy pode ser administrada em tanto para homens e mulheres em diversas idades. Inclusive, as loções de protetor solar são compatíveis com os componentes da fórmula do Bepantol Mamy.

Onde comprar Bepantol Mamy e como armazenar?

O produto pode ser localizado facilmente em farmácias e, claro, também na Internet.

Para que o produto não perca as suas propriedades deve ser guardado em local seco, limpo e temperatura ambiente, ou seja, nem muito quente e nem muito frio.

Depois de aberto é importante sempre fechar bem a embalagem e evitar sobre de creme para fora, pois essa quantidade que fica para fora da bisnaga, sobre ação do ambiente e pode ser afetada por bactérias, se notar isso, descarte essa porção do produto e use somente o que está preservado dentro da embalagem.

Como acabar com a caspa

Uma das doenças mais comuns que se tem notícia, a caspa afeta igualmente homens e mulheres, de diferentes idades e de, praticamente, todas as classes sociais.

Apesar de seu tratamento simples e da existência de diversos cosméticos que prometem acabar com o problema, muitas pessoas ainda ficam em dúvida sobre o que fazer, de fato, para acabar a caspa e também como se proteger do problema.

Esse é o seu caso? Então continue conosco. Preparamos um texto com tudo o que você precisa saber sobre a caspa e como lidar com o problema.

O que é a caspa?

A pele humana está em constante renovação, eliminando camadas de células mortas para o surgimento de outras em seu lugar. No couro cabeludo isso não é diferente.

Todos os dias, milhares de células mortas dão lugar a outras, novas. Quando não há nada de errado, essa substituição celular ocorre em uma escala tão pequena que esse processo sequer é notado.

No entanto, em algumas pessoas, ocorre uma dermatite, ou seja, uma inflamação da pele no couro cabeludo, levando esta pessoa a perder escamas de pele na forma de flocos brancos.

Esses flocos são chamados de caspa, conhecida também como dermatite seborreica. Existem dois tipos do problema. Em um deles, a caspa é seca, e formada por películas minúsculas, que empoeiram o pescoço e os ombros.

Em outro caso, há ainda a caspa gordurosa, doença provocada por escamas de células mortas embebidas em sebo, e que estão aderidas ao couro cabeludo e à raiz dos cabelos.

O que pode causar a caspa?

Apesar de sua relativa popularidade, sabe-se muito pouco sobre a caspa, incluindo suas causas definitivas e qual é o tratamento 100% eficaz para o problema.

No entanto, o que se sabe é que a doença pode ser causada por diversos fatores, como o clima seco, as mudanças bruscas de temperatura, o estresse ou, ainda, as alterações hormonais.

Além disso, algumas pessoas podem ser favorecidos geneticamente para ter caspa, mesmo que nenhum destes fatores de risco estejam  presentes.

O que pode acabar com a caspa?

Embora a caspa não tenha cura, existem algumas medidas que você pode adotar agora mesmo e obter uma intensa melhora do problema. Confira abaixo as sugestões que preparamos.

Lavar o cabelo diariamente

Quem tem cabelos com caspa precisa lavar seus cabelos com frequência, de preferência um dia sim e outro não ou, no máximo, a cada dois dias.

Durante a higienização dos fios, o recomendável é aplicar um shampoo anticaspa apenas no couro cabeludo, deixando o produto agir por dois minutos.

No momento de passar o shampoo no couro cabeludo, é importante fazer um atrito bem suave, para evitar novas descamações. Se necessário, passe o condicionador apenas abaixo da linha da orelha.

Na hora do banho, quem tem caspa deve evitar água muito quente. A temperatura ideal é a morna, que evita o excesso de oleosidade.

Cuidado com shampoos secos

Embora ajude a manter os cabelos limpos e com menor oleosidade quando não é possível lavá-los, quem tem caspa não deve abrir mãos de lavar os cabelos com água e shampoos tradicionais.

Nunca deixe os cabelos molhados

Quem tem caspa deve evitar ao máximo ficar com o cabelo molhado por muito tempo, especialmente dormir com o couro cabeludo úmido. Esse evento pode aumentar a proliferação de fungos, piorando a descamação e tornando o tratamento do problema ainda mais difícil.

Por isso, depois do banho, utilize o secado com temperaturas mais frias, para evitar a produção de óleo. Evite, também, utilizar bonés por muito tempo. O acessório aumenta a transpiração, piorando o problema da caspa.

Tome muito cuidado com procedimentos químicos

Procedimentos como a coloração dos cabelos ou escovas progressivas podem piorar a caspa, aumentando muito a descamação. Isso acontece porque esses eventos agridem o couro cabeludo, estimulando a rápida troca celular, que aconteceria normalmente a cada 21 dias.

Use o gel com muita cautela

 

Quem quer acabar com a caspa e usa gel precisa evitar aplicar o produto na raiz do cabelo, pois ali o produto fecha o folículo capilar, piorando a oleosidade e agravando a descamação.

Use um bom shampoo anticaspa

Uma boa alternativa para quem acabar com a caspa é escolher um bom shampoo anticaspa. O mercado cosmético oferece excelentes alternativas, como o shampoo clear limpa e purifica.

Rico em nutrientes, o produto alimenta o couro cabeludo e fortalece sua proteção natural.

Outro item que pode ajudar a controlar o problema é o shampoo clear alívio da coceira. Além de aliviar imediatamente a coceira provocada pela caspa, ele hidrata o couro cabeludo e combate a irritação.

Outro item que ajuda bastante a lidar com o problema é o shampoo clear anti caspa diário. Pensado para ser utilizado todos os dias, ele não só combate como ajuda a controlar o problema, eliminando a coceira e mantendo uma boa hidratação dos fios.

Soluções naturais para acabar com a caspa

Além dos produtos artificiais, a natureza oferece excelentes alternativas para quem deseja combate a caspa. Conheça algumas destas receitas.

Óleo de coco

Com ação antifúgica, o óleo de coco ajuda a eliminar a caspa e também hidrata o couro cabeludo. Para aproveitar seus benefícios, basta utilizar uma solução com cinco colheres de óleo de coco e meio limão.

Misture e aplique em seu couro cabeludo, deixando agir por 20 minutos. A mistura deve ser utilizada três vezes por semana.

Vinagre de maçã

Capaz de controlar o pH do couro cabeludo, o vinagre de maçã ajuda a limpar os poros obstruídos. Para isso, basta utilizar uma solução composta por duas colheres de vinagre de maçã e duas colheres de água.

Misture e aplique no couro cabeludo. Deixe agir por 20 minutos e, depois desse período, lave a cabeça. A operação deve se repetir três vezes por semana.

Bicarbonato de sódio

Capaz de eliminar as células mortas do couro cabeludo, o bicarbonato de sódio absorve o excesso de oleosidade e ajuda também a controlar o pH do cabelo e impedir o crescimento de fungos.

Para aproveitar os benefícios desse produto, molhe os cabelos e massageie com duas colheres de bicarbonato de sódio. Enxague. A operação deve ser repetida duas vezes por semana. Ao usar o bicarbonato, não lave os cabelos com shampoo.

Como acabar com a celulite

A celulite é um dos principais pesadelos de muitas mulheres, que só de ouvir falar nessa palavra já sentem arrepios e tem pesadelos que tiram o seu sono por muito tempo.

Conhecida pelos tradicionais furinhos que aparecem em muitas partes do corpo, a celulite afeta mulheres de diferentes faixas etárias, pesos e classes sociais.

Aliás, a celulite é tão democrática que alguns estudos indicam que oito entre dez mulheres sofrem com a doença em algum grau. Esse é o seu caso? Você tem vergonha dos furinhos em seu corpo e não sabe como acabar com o problema?

Então esse texto é para você. Preparamos um material com tudo o que você precisa saber para aprender a acabar com esse problema e manter sua autoestima sempre em dia.

O que é a celulite?

A celulite é uma mudança da pele que faz com que áreas como as coxas, as nádegas e o baixo abdômen fiquem com o aspecto de casca de laranja. Embora o problema afete alguns homens, a celulite é muito mais comum nas mulheres.

Fatores que podem facilitar o surgimento da celulite

Por afetar muito mais as mulheres do que os homens, os hormônios femininos podem ser citados como uma das causas desse problema de pele. No entanto, existem outros fatores considerados de risco que favorecem e muito o aparecimento da celulite.

Por exemplo, fatores genéticos (filhas de mães com muita celulite tem um risco maior de apresentar esse problema), má alimentação (alguns alimentos favorecem o surgimento da questão), estresse e, ainda, sedentarismo.

A questão genética, aliás, é tão forte que algumas mulheres que possuem um estilo de vida saudável, tendo uma boa alimentação e fazendo exercícios regularmente, também podem apresentar celulite.

Tipos de celulite

Antes de aprender como tratar a celulite, é importante que uma pessoa saiba qual tipo de celulite possui, afinal os diferentes tipos tem impactos diversos sobre o corpo, e requerem estratégias de combate diversas.

Por exemplo, quem sofre com celulite de grau 1 tem um problema que é praticamente invisível aos olhos. A pele desta mulher não possui ondulações visíveis. A celulite só aparece quando a pele é comprimida.

Quando a celulite está no grau dois, já é possível observar ondulações e desníveis da pele, sem que seja preciso comprimir a pele. Para as mulheres que tem celulite no grau três, podem ser percebidos fortemente os nódulos de celulite. A região pode, ainda, ser dolorida.

Já a celulite no grau quatro causa vários nódulos e inchaços, além de deixar visível a celulite rígida, o que prejudica a circulação nos tecidos desta região. Aqui, a pele já tem um aspecto mais acolchoado.

Como acabar com a celulite

Quem deseja acabar com a celulite precisa adotar diversas atitudes, que precisam ser empregadas em conjunto para ter o resultado desejado. Aqui, basicamente, é necessário revisar todos os seu hábitos de saúde, para quem você obtenha uma melhora na qualidade de vida.

Alimentação

Quem está lutando para acabar com a celulite precisa adotar alguns hábitos alimentares saudáveis. Um deles é diminuir a quantidade de sal presente na comida.

Além de aumentar a retenção de líquidos, o sal aumenta a circulação de toxinas no corpo, piorando a saúde de uma pessoa e fazendo com que ela experimente um aumento considerável na celulite.

Incluir alguns alimentos em seu cardápio pode ajudar a dar adeus à celulite.Veja alguns aliados na hora da alimentação e saiba como acabar com esse problema.

Beba água

A hidratação ajuda não só a diminuir o aspecto da celulite, como também a melhorar a saúde da pele. Por isso, beba muita água ou consuma alimentos ricos nesse composto, como melão, uva, tomate, vegetais de folhas e pepino.

Além de conter uma boa quantidade de água, esses alimentos são ricos em nutrientes importantes para o bom funcionamento do corpo e contém poucas calorias, reduzindo a formação de gordura.

Consuma alimentos ricos em ácidos graxos essenciais

Alimentos com alto teor de ácidos graxos, como os ômega 3 e 6 ajudam a melhorar a aparência da celulite graças ao efeito que tem sobre os vasos sanguíneos e a circulação.

Para incluir esses alimentos em sua dieta, vale consumir salmão, sardinha, óleo de canola, azeites, nozes, óleos de açafrão e girassol e soja.

Consuma gorduras insaturadas

As gorduras insaturadas são outro tipo de alimento que ajuda a melhorar o aspecto da pele, ao minimizar o aspecto da celulite. Para isso, consuma diariamente alimentos como castanhas e sementes, abacate, óleos vegetais (canola), azeitonas ou peixes.

Priorize as proteínas magras

Além de levar à saciedade mais rapidamente, as proteínas magras têm menos calorias, reduzindo a construção de células de gordura em regiões já propensas ao surgimento da celulite e, assim, diminuindo sua aparência.

Além disso, quem faz uma dieta rica em proteínas tem mais facilidade para ganhar massa muscular, dando uma aparência mais tonificada às regiões afetadas pela celulite.

Quem quiser adotar essa dieta pode consumir alimentos como peixes, frutos do mar, castanhas, carnes magras e frango sem a pele.

Consuma alimentos integrais

Incluir alimentos integrais em sua dieta faz muito bem à celulite e para sua saúde como um todo. Esses alimentos são ricos em vitaminas, minerais e fibras dietéticas.

Essas fibras são uma ótima pedida para quem quer controlar o surgimento da celulite, porque ajuda a controlar o peso e aumenta a saúde da pele, graças às gorduras saudáveis encontradas nas sementes.

Para aproveitar todo o potencial desse tipo de alimentação, consuma pães integrais, cereais, arroz e massas integrais.

Abuse das frutas

Presentes em praticamente todas as dietas, as frutas ajudam a fornecer uma boa quantidade de vitaminas e fibras, além de possui alto teor de líquidos e baixas calorias.

Dentre as frutas que ajudam a acabar com a celulite estão a banana e a papaia, que são ricas em potássio, prevenindo o problema. O potássio diminui a retenção de líquidos e aumenta a drenagem linfática, melhorando o aspecto do problema.

Além destas duas, consumir frutas vermelhas, como framboesa e morango ajudam a melhorar o aspecto da celulite, graças a seu efeito antioxidante.

Como acabar com o queloide

Uma cicatriz proeminente, que aparece depois dos menores cortes e, muitas vezes, deixa as pessoas que sofrem com esse problema bastante constrangidas.

Essa é a rotina de quem tem queloide, um problema simples, mas que acaba mexendo com a autoestima das pessoas. Você sabia que é possível enfrentar a questão e ficar livre destas tão indesejadas marcas?

Não? Então continue conosco. Preparamos um texto completo com tudo o que você precisa saber sobre o queloide e como enfrentar o problema sem comprometer sua qualidade de vida.

O que é o queloide?

O queloide é caracterizado por um crescimento excessivo do tecido responsável por cicatrizar as feridas. Em geral, as cicatrizes em pessoas que sofrem com esse problema são maiores do que a ferida original, e levam até semanas ou mesmo meses para que se desenvolva por completo.

No queloide, podemos observar as seguintes características: espessura grande, endurecimento da cicatriz, cor avermelhada, além de coceira e dor.

Quem sofre de queloide tem mais chances que o problema apareça em áreas como ombros, costas e mamas, áreas com maior espessura. No entanto, ele pode aparecer também nas orelhas, depois da colocação de brincos ou piercings.

O que pode causar o queloide?

Em geral, qualquer tipo de ferimento pode contribuir para o surgimento do queloide.

Ou seja, é possível que ele apareça em problemas como cicatriz de acne, queimaduras, cicatriz de varicela, piercings no corpo, arranhões e machucados, locais onde foram feitas incisões de cirurgias ou, ainda, locais onde as pessoas foram vacinadas.

No entanto, boa parte dos especialistas acredita que o surgimento do queloide está relacionado a questões genéticas. Ou seja, quem tem pais ou parentes com casos de queloide tem mais chances de desenvolver o problema.

Quais os grupos de pessoas com mais chances de desenvolver queloide?

Embora o problema possa aparecer em qualquer pessoa, existem alguns grupos considerados de risco e que estão mais propensos a sofrer com o problema.

Por exemplo, pessoas afro-descendentes, aqueles que estão na faixa etária entre 10 e 20 anos ou quem tem ascendência asiática e hispânica tem mais chances de desenvolver queloide.

Quais os sintomas do queloide?

Quem tem queloide pode apresentar os seguintes sintomas: partes do corpo com tonalidade rosada ou vermelha, áreas grumosas da pele, em geral levantadas, ou ainda, uma parte da pele onde está a cicatriz, que continua a crescer.

Além disso, quem tem queloide pode sentir, também uma forte coceira na pele e ter manchas na região.

Queloide tem cura?

A cura total do queloide depende do nível que o excesso de cicatriz se encontra. No entanto, existem várias formas de diminuir seu aspecto, reduzindo o impacto visual causado por elas.

Os queloides, em sua maioria, são benignos e não requerem atenção médica. No entanto, caso o crescimento da cicatriz continue desordenadamente, ou você tenha qualquer sintoma adicional, pode ser necessário consultar um médico.

Como remover um queloide?

Por se tratar de um problema de cicatrização, a retirada do queloide com a ajuda de cirurgias nem sempre é a melhor opção. Em muitos casos, o ideal é o uso de medicamentos tópicos, como pomadas. Conheça algumas delas.

Pomadas para queloide

Cicatricure

Criada especialmente para melhorar o aspecto da pele com cicatrizes, essa pomada permite a reparação da textura, diminuição e melhoria da coloração da cicatriz.

Skimatix

Com aspecto de gel e coloração transparente, essa pomada ajuda a manter a umidade da pele em equilíbrio, além de ajudar na manutenção da superfície que será cicatrizada.

Essa pomada promete, ainda, aliviar as coceiras e o desconforto causados pelo queloide, diminuindo também a descoloração da pele na área lesionada.

Kelo-cote

Essa pomada pode ser usada como medicamento preventivo, dificultando a formação do queloide depois de cirurgias, traumas ou queimaduras. Ela deve ser aplicada na pele quando o ferimento já estiver fechado.

Contractubex

Pensada para diminuir o aspecto de cicatrizes originárias de queimaduras, amputações ou intervenções cirúrgicas, essa pomada pode ser utilizada em quelóides ou cicatrizes hipertróficas, que limitam os movimentos.

Tratamentos estéticos contra o queloide

Algumas pessoas podem combinar o uso de pomadas à tratamentos estéticos com o queloide, melhorando seu aspecto. Conheça algumas destas ações.

Peeling

Nesse tratamento, é aplicada uma solução química sobre a pele, que a ajuda se regenerar e combate outras cicatrizes que possam existir.

Injeção de cortisona

Mais indicado para queloides pequenos ou que ainda estão no início, a injeção de cortisona ajuda a diminuir a cicatriz e combate a irritação, já que o medicamento é injetado diretamente na lesão, com intervalos que variam entre quatro e seis semanas.

Criocirurgia

Nesse tratamento estético, a lesão é congelada com nitrogênio líquido, o que ajuda a diminuir o tamanho do queloide e o tornar mais liso e com menor protuberância.

No entanto, esse tratamento pode deixar a pele da região onde for aplicado mais clara do que o restante do corpo.

Laserterapia

Nesta terapia, a pele é exposta a um laser que aquece sua camada superficial, a epiderme, e parte da derme. Durante a aplicação, o laser se move por toda a extensão da cicatriz, removendo as camadas mais afetadas e deixando as camadas mais naturais à mostra.

Essa ação ajuda a clarear o queloide e diminuir o tamanho da protuberância da cicatriz.

Betaterapia

Esse procedimento pode ser feito antes de cirurgias feitas em pessoas que já tenham tendência a desenvolver o queloide. Neste caso, é aplicada radiação no local há a necessidade de desenvolver cortes, reduzindo assim o risco de cicatrizes.

Tratamentos caseiros contra queloides

Além do uso de pomadas e tratamentos estéticos, existem soluções caseiras que podem contribuir para acabar com os queloides. Um deles é o pó de sândalo com água rosa.

Para utilizar o produto, basta fazer uma pasta com esses dois ingredientes e aplicar sobre a cicatriz todas as noites, até que a cicatriz comece a diminuir.

Outro tratamento que ajuda a diminuir o tamanho dos queloides é o suco de limão.

Para isso, basta misturar um copo de água de rosas, duas porções de suco de limão e uma colher de terra. Mexa bem e aplique essa mistura em toda a cicatriz, fazendo massagens por dez minutos.

Em seguida, basta lavar com aguar fria e repetir o procedimento ao menos três vezes na semana.

Como emagrecer depois do parto

A gravidez é um período incrível na vida de toda mulher. A relação com o bebê que está para vir ao mundo se torna ainda mais intensa, e é preciso se acostumar ao fato de que, a partir do nascimento, uma vida dependerá integralmente dos seus cuidados.

Mas, além de todas essas mudanças, a futura mãe tem uma mudança ainda mais intensa com a qual ela precisa lidar: a transformação em seu corpo.

Com a crença de que uma grávida está “comendo por duas”, muitas mulheres acabam ganhando muito peso durante a gestação, e enfrentando problemas para voltar a seu peso anterior.

Para ajudar as gestantes que estão prestes a ter o bebê e querem eliminar os quilos extras o quanto antes, preparamos um guia com tudo o que você precisa saber para ficar em forma em pouquíssimo tempo.

Emagrecendo com dieta depois do parto

Depois do parto, as novas mães precisam fazer uma dieta equilibrada, rica em líquidos, cereais integrais, frutas, legumes, peixes, leite e derivados. Além de ricos em nutrientes, essa dieta ajudará as mulheres que acabaram de ter um bebê a recuperar a boa forma rapidamente.

Além disso, essa dieta atende às necessidades energéticas da amamentação. Por isso, a dieta para as recém-parturientes precisa ser balanceada, pois manter uma alimentação restritiva prejudicará não só a recuperação da mulher como sua capacidade de produzir o leite materno.

Desta forma, as mulheres com bebês recém-nascidos devem se preocupar com o emagrecimento apenas depois dos seis meses de vida do bebê. Até esse período, o peso da mãe se reduz naturalmente, graças à ajuda providencial da amamentação. Falaremos dela com detalhes mais para frente.

Depois do nascimento do bebê, a mulher precisa, também, manter uma boa hidratação, bebendo ao menos três litros de água por dia, para que se recupere facilmente e seja capaz de produzir o leite materno.

Para ajudar as jovens mães, que não sabem exatamente o que incluir em sua dieta diária, separamos uma sugestão de cardápio diário que pode lhe dar uma boa ideia do que deve consumir para ser capaz de amamentar o seu bebê.

Cardápio para o pós-parto

Café da manhã: suco natural de laranja ou de outra fruta, acompanhado de um iogurte natural desnatado e uma torrada com manteiga, ou 30 gramas de cereais integrais;

Colação: chá de camomila ou de erva-cidreira e um iogurte natural desnatado;

Almoço e jantar: 250 gramas de legumes cozidos no vapor com 150 gramas de peixe grelhado, peito de frango ou bife de vitela. Coma frutas variadas como sobremesa;

Lanche: duas fatias de pão de forma integral com uma fatia de queijo e uma fatia de presunto de peru com 250 ml de suco de fruta.

Emagrecendo com exercícios depois do parto

Para as mulheres que querem acelerar o emagrecimento depois do parto, uma boa alternativa é começar a fazer exercícios, para a queima de gordura e a definição do corpo.

No entanto, é preciso ir com calma, para que o corpo se acostume a essa nova rotina. Por exemplo, nas primeiras semanas depois do parto, a mulher ainda está muito fraca, tornando até mesmo um simples passeio pela rua como uma atividade extremamente cansativa.

Por isso, nesse período, a recomendação é para exercícios mais leves, pois o corpo da mulher ainda está em recuperação.

Para evitar complicações, a recomendação é esperar até a sexta semana depois do parto para começar a atividade física. Confira abaixo algumas dicas de exercícios para emagrecer depois do nascimento do bebê.

Exercício 1

Deite de barriga para cima, com as pernas e os braços esticados. Dobre os joelhos e levante o quadril do chão, mantendo essa posição por 15 segundos. Faça três séries de 20 repetições.

Exercício 2

Apoie seu corpo com os braços ou cotovelos e os joelhos no chão. Contraia a barriga por dez segundos. Vá aumentando esse tempo a cada semana. Faça três séries de 15 repetições.

Exercício 3

Apoie os cotovelos e os joelhos no chão. Levante uma das pernas do chão e mantenha-a dobrada. Faça três séries de 20 repetições para cada perna.

Para ter melhores resultados, faça esses exercícios de duas a três vezes por semana. Se possível, combine-os a caminhadas, corridas, pilates ou ioga. Desta forma, você perderá mais calorias e emagrecerá muito mais rapidamente.

Emagreça depois do parto com a amamentação

Quem tem um bebê ouve, de amigos e conhecidos, que precisa amamentar a criança, porque esse ato ajuda a emagrecer. Muitos ficam em dúvida sobre a veracidade desta informação, e acreditam se tratar de um boato.

Felizmente, esta não é mais uma crença sem fundamento. Ao contrário, amamentar emagrece, porque o ato de produzir leite materno faz com que a mulher gaste muitas calorias.

Para que você tenha uma ideia, quem amamenta emagrece, em média, dois quilos por mês quando essa amamentação é exclusiva, já que a produção do leite gasta de 600 a 800 calorias por dia, o equivalente a meia hora de caminhada moderada.

Ou seja, uma mulher que amamenta exclusivamente até os seis meses, consegue perder peso rapidamente, porque logo depois do parto, ela perde entre nove e dez quilos.

Três meses depois do nascimento do bebê, a mulher pode perder até seis quilos, desde que amamente exclusivamente a criança. Após seis meses do bebê nascido, essa perda de peso pode beirar os seis quilos, quando envolve exclusivamente a amamentação.

No entanto, quando a jovem mãe engordou muito durante a gravidez, pode demorar mais de seis meses para que volte ao peso que possuía antes de engravidar, principalmente se ela não amamentar a criança de forma exclusiva ou não fizer uma dieta equilibrada durante esse período.

Alimentação durante a amamentação

A alimentação precisa ser planejada com muito cuidado durante a amamentação, porque a exigência que o corpo precisa atender para gerar o leite necessário ao bebê é muito intenso.

Esse gasto calórico não só ajuda a perder peso, como também abre o apetite, fazendo com que mulheres que não se cuidem acabem engordando ao invés de emagrecer nesse período.

Ginecomastia: Saiba o que é, o que causa e todos os sintomas!

A ginecomastia é um aumento no tamanho da mama em homens devido a um desequilíbrio dos níveis hormonais, que também pode ser um sintoma de certas patologias. Conheça suas possíveis causas e tratamento.

O que é ginecomastia?

A ginecomastia é um aumento do peito no homem, produzido por uma proliferação benigna do tecido glandular mamário. A sua causa é um desequilíbrio entre os efeitos estimuladores do estrogénio (as hormonas sexuais femininas) e os efeitos inibidores de androgénios (hormonas sexuais masculinas) em tecido da mama quando o primeiro aumento, ou segundo para baixo.’

Geralmente aparece como uma protuberância ou aumento no volume do peito, o que pode afetar uma mama ou ambas. É importante fazer um diagnóstico diferencial entre a ginecomastia verdadeira e outras patologias como     Pseudoginecomastia que é o depósito de tecido adiposo, comum em homens obesos e câncer de mama.

Quem a ginecomastia afeta?

A ginecomastia é um problema relativamente comum na população e pode afetar as pessoas com determinados aspectos:

– Recém-nascidos: entre 60 e 90% dos recém-nascidos apresentam ginecomastia, produzida pela passagem de estrogênios maternos pela placenta. É uma ginecomastia transitória que desaparece em cerca de 2 a 3 semanas.

– Puberdade: durante a adolescência, principalmente com jovens com idade entre 10 e 14 anos devido ao aumento transitório e fisiológico nos níveis de estrogênio que ocorre nesta idade.

Tal como acontece nos recém-nascidos, é um fenómeno temporário e pode demorar algum tempo para o corpo voltar ao normal entre os 18 meses e os 3 anos, mas é raro persistir depois dos 17 anos.

– Idosos: devido a um aumento do tecido adiposo pode ocorrer aumento da aromatização periférica devido a diminuição na produção de testosterona pelos testículos e o uso de remédios.

Causas da ginecomastia

A maioria dos casos de ginecomastia é de causa fisiológica causada por um desequilíbrio entre a ação estrogênica e androgênica na mama masculina, mas é importante descartar algumas doenças que podem causar essa alteração no corpo e que podem ser graves. As causas que podem produzir uma ginecomastia patológica são muitas e variadas:

Produção excessiva de estrogénio

Aumento da quantidade de androgênios em estrogénios pode ser por obesidade, doenças crónicas do fígado tais como cirrose, hipertireoidismo, desnutrição, insuficiência renal desordens crónicas e tumores.

Produção de testosterona insuficiente

Causas presentes no nascimento como anorquia congénita (ausência de testículos), síndrome de Klinefelter, síndromes resistência androgénio, doença de Kennedy, défices a síntese de testosterona, pituitária ou doença hipotalâmica.

Outra situação que também podem ser responsáveis pela mudança do peito é por testosterona insuficiente é orquite, castração, trauma testicular, infecções virais, quimioterapia ou radioterapia, insuficiência renal.

Remédios

Eles são provavelmente a causa mais comum de ginecomastia secundaria:

– medicamentos que contem hormônios como, estrogénio, testosterona, anti-androgénios (acetato de ciproterona, finasterida, cetoconazol, flutamida, espironolactona), esteroides anabólicos, HCG (gonadotrópica coriónica humana),

– Inibidores de 5-alfa-redutase (finasterida e dutasterida): utilizados no tratamento da hipertrofia prostática benigna e o rastreio do cancro da próstata icalutamida flutamida e usado na terapia hormonal adjuvante, em cancro da próstata.

– Espironolactona (utilizado para tratar, entre outras, doença cardiovascular): 5-10% dos pacientes tratados com espironolactona tratamento parada pelo aparecimento de ginecomastia.

– Anti-úlcera: especialmente cimetidina, ranitidina, mas omeprazol, metoclopramida pode causar ginecomastia.

– Remédios usados em neurologia e a psiquiatria: haloperidol mostrou efeitos colaterais significativos, embora possam ser produzidos outro como o diazepam, fenitoína, opióides e antidepressivos tricíclicos.

– Outros medicamentos antitumoral (, antimicrobianos utilizados para as doenças cardiovasculares, etc.): metotrexato, minoxidil, agentes alquilantes, penicilamina, digoxina, inibidores ACE, amiodarona, metronidazol, teofilina, isoniazida, antirretrovirais, metildopa, minociclina, anfetamina, reserpina, penicilamina, heroína, metadona etc.

Sintomas

O principal sintoma da ginecomastia é o aumento visível da glândula mamária. Geralmente é assintomático, embora em caso de rápido desenvolvimento de lesão, dor local possa aparecer.

Dependendo da causa que a produz, a ginecomastia será acompanhada por alguns sintomas ou outros. Secreção de leite, às vezes, pode ocorrer através do mamilo, o que pode indicar que a hiperprolactinemia.

Outros sintomas que pode existir é a retração do mamilo ou a secreção de sangue através dele, tem que alertar sobre a possível existência de um câncer de mama; portanto, se esses sintomas aparecerem, consulte um médico.

Diagnóstico de Ginecomastia

 

Na maioria dos casos com histórico médico, exame físico e exame de sangue com hormônios, basta chegar ao diagnóstico de ginecomastia e sua causa. No entanto, outras vezes isso não é suficiente e é necessário realizar outros testes mais complexos.

História clínica, física, exames de sangue, exames de imagem e testes histológicos

Tratamento de Ginecomastia

O tratamento da ginecomastia depende de um grande número de fatores, incluindo a causa, duração, gravidade e a presença ou ausência de outros sintomas.

Os principais pilares do tratamento do aumento da mama nos homens é o acompanhamento. A atitude mais frequente e recomendada quando se observa uma verdadeira ginecomastia, levando em conta que na maioria dos casos é um problema fisiológico, temporário ou secundário a uma causa que pode ser por circunstancia e realizar revisões a cada 3 a 6 meses para ver a evolução.

remédios como Tamoxifeno, Raloxifeno podem ser usar por ter bons resultados na diminuição do tamanho do peito

Já cirurgia é reservada para casos confirmados de câncer de mama, ou quando é uma ginecomastia verdadeira, que persiste apesar do tratamento médico ou é um problema estético ou psicológico importante para o paciente.

O tratamento preventivo da deve ser orientado em pacientes que recebem tratamento hormonal adjuvante para câncer de próstata. As duas alternativas mais utilizadas são radioterapia e tamoxifeno.

Tratamentos de acordo com o tipo de paciente

Dependendo da idade e outras características do paciente, diferentes tratamentos são usados ​​para tratar a patologia:

Na maioria dos adolescentes com ginecomastia, a observação e a reavaliação são recomendadas aos 3-6 meses, uma vez que na maioria das vezes resolve espontaneamente.

Na maioria dos homens adultos é recomendada, inicialmente, observação e avaliação e dependendo dos resultados o tratamento segue conforme for mais indicado. Seja com cirurgia, remédios, mudanças de hábitos alimentares em caso de obesidade e assim por diante.

Obesidade mórbida e sobrepeso: causas, consequências e tratamento

A obesidade mórbida é definida como um excesso de peso de 50 a 100 por cento acima do peso corporal ideal. Uma pessoa com um IMC (índice de massa corporal) de 40 ou mais também seria considerada como portadora de obesidade mórbida.

Um adulto com um IMC de 30 ou mais é considerado simplesmente obeso. O termo mórbido é usado aqui em um sentido médico relacionado à doença. Saiba mais sobre as causas da obesidade mórbida, problemas relacionados com a condição e como a cirurgia para a obesidade mórbida pode ajudar pacientes obesos a perder peso.

Causas da obesidade mórbida

Não é fácil definir as causas da obesidade. A transição de uma pessoa de peso normal ao sobrepeso à obesidade mórbida geralmente envolve uma ingestão de calorias por alimento maior do que a velocidade com que essa pessoa queimar todas as calorias.

No entanto, existem muitas razões diferentes para este desequilíbrio de calorias que entram e ficam armazenadas muitos fatores estão envolvidos. As causas da obesidade podem incluir composição genética, metabolismo, cultura, meio ambiente, status socioeconômico e comportamento de uma pessoa.

Fatores genéticos

É possível que a constituição genética de uma pessoa cause diretamente obesidade. Uma predisposição familiar ao sobrepeso tem sido observada, sendo a obesidade mais frequente em algumas famílias do que em outras. Isso sugere causas genéticas. No entanto, uma certa família também provavelmente compartilha um estilo de vida e dieta semelhantes, o que contribuiria para a incidência (ou ausência) da obesidade.

Fatores ambientais

O tipo de comida e a quantidade de comida disponível para essa pessoa, o nível de atividade física ao seu alcance do individuo, os hábitos alimentares e de exercício daqueles que fazem parte do ambiente imediato dessa pessoa tudo isso e mais influencia no acumulo de pesos.

Fatores psicológicos

Muitas vezes, o risco de uma pessoa desenvolver obesidade mórbida é muito influenciado por fatores psicológicos. Tédio, depressão, ansiedade, estresse, trauma (adulto ou criança) e sentimentos de baixa autoestima são exemplos de fatores psicológicos que podem levar a pessoa a comer demais ou não se exercitar o suficiente.

Embora o aspecto psicológico da obesidade mórbida possa ser difícil de superar, não é impossível. A simples identificação de problemas psicológicos pode ajudar muito a pessoa a entender as bases do excesso de ingestão.

Problemas da obesidade e riscos para a saúde

A obesidade reduz a mobilidade de uma pessoa, isso dificulta a atividade física, por isso piora o problema e aumenta ainda mais o risco de desenvolver ou agravar algumas dessas condições. Abaixo está uma lista abreviada de doenças afetadas pela obesidade:

– Doença cardíaca coronária.

– Acidente vascular cerebral

– Pressão alta.

– Doença hepática gordurosa.

– Osteoartrite

– Gota, doença que afeta as articulações.

– Diabetes

– Doença da vesícula biliar.

– Problemas respiratórios, incluindo apneia do sono.

– Câncer

– Distúrbios reprodutivos e ginecológicos em mulheres.

Cirurgia para obesidade mórbida

O tratamento mais eficaz para a obesidade mórbida é a cirurgia para obesidade. Considerando que os riscos dos vários tipos de cirurgia para a obesidade mórbida são compensados ​​pelos benefícios de se conseguir uma perda de peso significativa quando outros esforços para emagrecer falharam.

Existem três categorias de cirurgia para obesidade: cirurgia restritiva, cirurgia malabsortiva e cirurgia combinada restritiva e malabsortiva. Na cirurgia de obesidade restritiva, o estômago é reduzido por bandas ou grampos para restringir a quantidade de comida que uma pessoa pode comer confortavelmente. Uma “bolsa” gástrica é criada.

Uma cirurgia malabsortiva encurta o intestino delgado ou altera o local onde se junta ao estômago ou ambos. Essas mudanças limitam a quantidade de comida absorvida; Portanto, a cirurgia é chamada de “malabsorptive”. Cirurgia restritiva e malabsortiva combinada consiste em uma cirurgia para obesidade restritiva (cria uma bolsa gástrica) e um desvio (cirurgia malabsortiva), pelo qual parte do intestino delgado é evitada. O intestino delgado é o local onde ocorre a maior parte da digestão e absorção de alimentos pelo corpo.

Como é o pós-operatório após a cirurgia para emagrecer

Graças ao uso da técnica laparoscópica, a recuperação após a cirurgia é rápida, além de os desconfortos serem pequenos quando comparados à realização do procedimento de abertura do abdome de antigamente. Geralmente, 3 a 5 dias de hospitalização são suficientes.

O desconforto que da pessoa pode sentir após a intervenção é controlável com os analgésicos de uso habitual. Ao final da intervenção é frequente que a pessoas tenha que passar pelo menos uma noite em terapia intensiva

Durante o procedimento de cirúrgico, drenos intra-abdominais são monitorados pelo cirurgião bariátrico durante os dias seguintes para detectar possíveis vazamentos que possam ocorrer. As sondas geralmente são necessárias na urina e no estômago durante as primeiras horas após a intervenção.

É aconselhável manter o repouso relativo durante 7 dias, embora seja conveniente sair e fazer alguma atividade. Você faz a primeira consulta de acompanhamento com a equipe cirúrgica 8 ou 10 dias após a intervenção.

Após 15 dias, já pode iniciará o regime informado por nutricionistas e, a partir desse momento, será acompanhado por um período de um ano, embora algumas pacientes precisem ter dois anos de seguimento.

Emagrecimento após cirurgia de obesidade mórbida

Para perder peso a pessoa tem que se acostumar a ter uma dieta variada, cozinhar separadamente para si mesmo e não abusar em excesso de alimentos com baixo valor nutricional (geralmente alimentos processados).

O operado para perder peso perde muito músculo e sem esse exercício, essa diminuição acelera exponencialmente. Com isso pode se reduzir muito a força muscular e ficar com aparência flácida.

As falhas certamente existem, mas são raras se as coisas forem bem feitas e a pessoa se dedicar a operação é bem sucedida. Para operações como o by-pass gástrico ou o tubo ou manga gástrica, a probabilidade de recuperar o peso não deve ser maior que 15 e 20%, respectivamente, 5 anos. Além disso, não estar neste grupo de falha da cirurgia, está nas mãos da pessoa, porque a cirurgia é apenas um auxilio o resto do trabalho é individual.

Tudo o que é preciso saber para emagrecer

Todos nós, sejamos homens ou mulheres, dificilmente estamos satisfeitos com nosso próprio peso. Aliás, o mais comum é que vivamos sempre em busca de uma receita milagrosa que nos ajude a perder aqueles quilinhos a mais.

Prova disso são as milhões de pessoas, em todo o mundo, que buscam receitas para emagrecer, algumas fáceis outras tão difíceis que até mesmo podem colocar sua saúde em risco.

Deste continente de pessoas que vivem em busca de uma fórmula para o emagrecimento, outras tantas fracassam na tentativa, por diversos motivos, e acabam vivendo uma vida infeliz, com quilos a mais que acabam com sua autoestima.

Você também precisa perder alguns quilos, mas tem se visto sempre diante de esforços que de nada tem adiantado? Já pensou em desistir? Se esse for o seu caso, fique tranquilo.

Elaboramos um texto completo, com dicas excelentes que vão te ajudar a perder os quilos que tanto lhe incomodam e exibir uma excelente forma, com saúde, em muito pouco tempo.

Como emagrecer rápido e com saúde

Muitas pessoas que estão acima do peso e precisam emagrecer se queixam de que esse é um processo muito demorado. Que é preciso fazer uma intensa mudança em sua vida e que, apesar disso, os resultados só aparecerão meses depois.

Por isso, o número de pessoas que desistem das dietas e “se conformam” com seus quilos a mais, ganhando até mesmo ainda mais peso, é muito grande.

Já outras, por outro lado, procuram a ajuda de dietas radicais, que eliminam uma grande quantidade de alimentos de seu cardápio diário e levam consigo muitos quilos em pouco tempo, mas principalmente a saúde desta pessoa.

Isso porque é preciso compreender que o emagrecimento acelerado nem sempre é sinônimo de saúde. É muito frequente, aliás, que quem busca perder muitos quilos em pouco tempo acabe ficando doente rapidamente, fruto de uma dieta que os priva de nutrientes essenciais para o bom funcionamento do corpo.

Mas, você sabia que existem algumas dietas seguras e que prometem a perda de peso rapidamente, sem prejudicar sua qualidade de vida? Confira abaixo duas delas e veja como perder peso em pouco tempo sem acabar com sua saúde.

Dieta Low Carb

Uma das dietas mais famosas do mundo e uma das mais procuradas também por quem precisa perder peso rapidamente, a dieta low carb é marcada pelo consumo baixo ou até mesmo a não ingestão de carboidratos, para um emagrecimento rápido.

Na low carb, esses alimentos são substituídos por proteínas, o que promove uma intensa perda de peso, principalmente nos primeiros dias. Algumas pessoas, no entanto, tem dificuldades em seguir essa dieta, por causa de suas restrições.

Quem entra na dieta do carboidrato precisa, por exemplo, deixar de consumir os ditos alimentos proibidos. Aliás, não é permitido ingeri-los nem mesmo em pequenas quantidades.

Alimentos permitidos na dieta low carb

Os críticos da dieta low carb afirmam que, por ser conhecida como a dieta do carboidrato e pregar o consumo de proteínas em larga escala, quem adere a esse programa de emagrecimento tende a se alimentar apenas de gorduras e de carne.

No entanto, na dieta low carb, é possível ter uma alimentação muito rica, graças ao consumo de alimentos como frutas e verduras. Veja o cardápio liberado para quem vai fazer essa dieta.

Verduras e legumes: abobrinha, brócolis, couve-flor, acelga, cogumelos, aipo, tomate cereja, couve, agrião, pimentão, aspargos, berinjela, espinafre, pepino, cebola, chuchu, vagem, rúcula, escarola, alho-poró e alface.

Frutas: abacate, morango, pêssego, melão e coco.

Proteínas: proteínas magras, como peixes, aves sem pele, patinho, filé mignon, alcatra, leite desnatado e queijo branco.

Fontes de gorduras: azeite, oleaginosas e abacate.

E-book 101 Receitas Low Carb

Quem entra na low carb costuma reclamar que a dieta é difícil não só porque é muito restritiva, mas também porque a pessoa simplesmente não sabe o que comer.

Preparar pratos diferentes, que possam ser consumidos sem medo é um grande desafio para quem está enveredando nesse mundo, e muitos tendem a ficar nas opções monótonas e sem graças.

Para tornar esse processo mais fácil e divertido foi desenvolvido o e-book 101 receitas low carb. Com alternativas para todas as refeições, essa obra permite que você torne seu cardápio diário variado e saboroso, sem fugir da dieta.

Dieta da sopa

Outra dieta que promete enxugar muitos quilos em pouco tempo é a dieta da sopa. Aqui, a alimentação se baseia no consumo irrestrito de sopas feitas com legumes.

O ponto positivo desta dieta é que ela não reduz a quantidade de alimento que podem ser ingerido por refeição. Ao contrário. Quem adere à dieta da sopa pode consumir tanto deste alimento quanto conseguir.

No entanto, muitos consideram muito difícil seguir a dieta da sopa porque ela permite apenas a ingestão de sopas.

Apesar disso, o sacrifício vale a pena. Durante os sete dias em que essa dieta é praticada uma pessoa perde, em média, um quilo por dia, reflexo das baixas calorias desse programa de emagrecimento.

Afinal, como emagrecer com saúde?

Emagrecer com saúde pode parecer difícil à primeira vista, mas não é tão complicado quanto parece. Para isso é preciso, apenas, mudar alguns hábitos de vida.

Um deles é adotar uma alimentação variada, que restrinja apenas as calorias ingeridas, e não os nutrientes contidos nos alimentos. Por isso, é muito importante consumir muitas frutas, verduras e legumes.

Outro cuidado importante quando se deseja perder peso é consumir bastante água. O ideal é, pelo menos, dois litros por dia. Isso porque, durante o emagrecimento, o corpo perder muito líquido.

Além de ser responsável por diversos processos orgânicos importantes, a água ajuda a manter a saciedade, evitando que você coma mais do que realmente precisa.

Quem quer emagrecer com saúde precisa, também, fazer exercícios físicos. Atividades cardiovasculares são excelentes para emagrecer, pois consomem muitas calorias, melhorando também o funcionamento do coração e do sistema circulatório.

Por outro lado, exercícios como a musculação promovem o ganho de massa magra. Quanto maior sua concentração, mais rapidamente seu metabolismo irá trabalhar, fazendo com que seu corpo queime mais energias por dia.

Tudo sobre a Amil

Ter um plano de saúde há muito tempo vem deixando de ser um luxo para se tornar algo de extrema necessidade.

Com os hospitais públicos cada vez mais sucateados e o atendimento falho prestado por esses locais, as pessoas vem buscando no plano de saúde privado o aliado certo para que possam encontrar o tratamento que precisam.

No entanto, nem todos compreendem o que é, de fato, ter um plano de saúde. Esse é o seu caso? Você ainda tem muitas dúvidas sobre o que deve fazer e qual plano de saúde escolher?

Se você respondeu sim para qualquer uma destas perguntas, fique tranquilo. Preparamos um texto completo, com tudo o que você precisa saber para não errar na hora da escolha do melhor plano.

O que é a Amil

A Amil é uma empresa tradicional, que nasceu sob o nome de Casa de Saúde São José, em Duque de Caxias, como uma pequena clínica médica, evoluindo para títulos como a maior maternidade privada do Rio de Janeiro.

Em 1976, a Amil foi gerida pela Empresa de Serviços Hospitalares, o Esho, que em 1978 ajudou a criar a Amil Assistência Médica Internacional.

Em operação desde então, a Amil se tornou uma marca de referência em saúde. Para isso, a empresa segue de olho em mudanças e tendências globais, se atualizando regularmente para que seja capaz de atender seus clientes e pacientes com as mais atuais inovações tecnológicas.

Quem pode contratar os planos de saúde da Amil

Os planos de saúde da Amil foram pensados para atender o maior número possível de pessoas, o que inclui, por exemplo, tanto pessoas físicas quanto jurídicas.

Nos planos oferecidos para estas pessoas, estão incluídas informações que não se alteram, como a carência para que a cobertura se inicie ou, ainda, o tratamento de doenças pré-existentes, que pode ser negado ou mesmo encarecer a cobertura.

Além disso, no momento da contratação dos planos de saúde Amil, o interessado, seja uma pessoa, uma família ou uma empresa para seus funcionários, escolherá também o tipo de cobertura.

Como é feita a marcação de consultas pela Amil

Conhecida por seu comprometimento com a inovação tecnológica, a Amil vem desenvolvendo regularmente novidades para atender seus clientes. Um desses produtos desenvolvido é uma ferramenta que permite o agendamento de consultas de forma simples e rápida.

Denominado “Agendamento Amil”, esse sistema permite que os clientes dos planos de saúde da empresa agendem suas consultas via internet, escolhendo assim quais especialistas lhe atenderão e o local onde essa consulta será feita.

Além de se destacar frente aos serviços prestados por outras empresas de saúde, a tecnologia empregada pela Amil está disponível em todos os planos e dá acesso a todas as unidades de atendimento.

Para que usufrua deste benefício, o cliente da Amil precisa, apenas, informar o número de sua carteirinha, se logar no sistema e agendar a consulta, definindo o horário, data e profissional de sua preferência, além do local mais próximo de sua casa ou trabalho.

Quais os benefícios oferecidos pelos planos da Amil

Preocupada com o bem-estar de seus clientes, a Amil desenvolveu benefícios únicos e exclusivos, que não são encontrados em nenhuma outra empresa de seu segmento.

Conheça abaixo cada um deles e veja o que a empresa pode fazer por você e toda a sua família.

Amil Resgate Saúde

O serviço permite que pacientes em estado crítico sejam removidos para o hospital ou centro de saúde que o cliente desejar, com o acompanhamento da equipe médica da empresa. O serviço está disponível em todo o Brasil.

Amil Total Care

Atendimento desenvolvido para pacientes que sofram com doenças crônicas, como diabetes, asma e hipertensão, oferece acompanhamento e monitoramento frequente, ao lado dos especialistas da empresa.

Amil assistência multiviagem

Serviço pensado para quem fazer muitas viagens internacionais, o Amil assistência multiviagem oferece suporte amplo ao cliente em caso de atendimento de emergência no exterior.

Unidade de correção postura

Nesta unidade, os especialistas da Amil tratam pacientes com problemas de postura, como dor nas costas, hérnia de disco e escoliose.

Gestão de saúde Amil

Segmento pensado não para tratar, e sim para prevenir problemas crônicos. Tem como objetivo acompanhar tratamentos preventivos para toda a família.

Gestão de pacientes de alto risco

Neste sistema, a Amil identifica e monitora pacientes com alto risco de desenvolver doenças crônicas.

Programa Amil de qualidade de vida

Nessa iniciativa, a Amil tem o objetivo de prevenir doenças, promovendo a saúde de seus clientes.

Quais os tipos de planos oferecidos pela Amil

A Amil oferece aos seus clientes quatro tipos de planos, sejam eles pensados para você, sua família ou sua empresa. Conheça-os abaixo.

Plano de saúde familiar

Nesse tipo de plano, a assistência médica é pensada para atender às necessidades de toda a família, considerando a idade de cada um dos membros, suas necessidades e exigências.

Aqui, é necessário ficar atento à carência do plano, para que a pessoa seja atendida caso tenha alguma necessidade médica pouco tempo depois de assinar o contrato.

Plano de saúde empresarial

No plano de saúde empresarial da Amil, a assistência médica oferecida considera um pacote pensado para todos os colaboradores, com opções iguais para todos.

Esse tipo de plano não possui carência, o que significa que os empregados da empresa podem ser atendidos logo que o contrato foi assinado. No entanto, é preciso ficar atento à existência de doenças pré-existentes, que podem encarecer ou inviabilizar algumas coberturas.

Plano de saúde por adesão

Neste plano de saúde criado pela Amil, cada um deles se adéqua a um perfil único, que vai aderindo ao plano de acordo com suas necessidades e peculiaridades.

Coberturas e carências podem variar, de acordo com o tipo de plano escolhido, assim como o tipo de plano.

Plano Amil dental

Acompanhando a necessidade do cuidado com a saúde bucal, a Amil idealizou o Plano Amil Dental, um pacote de iniciativas que cuida de todas as etapas da saúde da boca.

Esse plano cobre todas as etapas dos cuidados com a boca, desde limpezas até procedimentos mais sérios, como implantes ou canais.

Tudo sobre a leucemia

O câncer é, sem dúvida, uma das doenças mais cruéis que afetam as pessoas e aquela que desperta mais medo, afinal alguns tipos são uma sentença de morte, além de impor muito sofrimento.

Dentre os tipos de câncer que requer muita atenção e deixam as pessoas extremamente nervosas e inseguras, em função principalmente do desconhecimento sobre sua gravidade é a leucemia.

Você sabe exatamente quando uma pessoa está com leucemia? Tem ideia de como lidar com o problema? Não? Então fique tranquilo. Elaboramos um texto completo, com tudo o que você precisa saber sobre a questão.

O que é leucemia

A leucemia é um tipo de câncer maligno, que costuma afetar inicialmente a medula óssea, região onde as células sanguíneas são produzidas.

Nesta doença, os leucócitos (ou glóbulos brancos) são afetados, fazendo com que se reproduzam descontroladamente, causando todos os sinais e sintomas característicos da doença.

Categorias

A leucemia, para ser entendida, deve ser dividida em duas categorias: a mieloide, onde as estruturas afetadas são a célula-tronco mieloide, que pode afetar granulócitos, basófilos, monócitos, eosinófilos ou eritrócitos.

A segunda categoria da doença é a linfoide, onde os linfócitos são afetados pelo problema.

A leucemia pode, ainda, ser classificada de acordo com a velocidade com que as células doentes se dividem. Por exemplo, quando essa divisão é rápida, trata-se de um caso de leucemia aguda. Agora, se a divisão é lenta, o paciente pode ser diagnosticado com leucemia crônica.

Na leucemia crônica, o desenvolvimento da doença é muito lento, com as células cancerígenas bastante parecidas com as estruturas normais. Isso permite que os pacientes, mesmo estando doentes, mantenham algumas funções normais de seu organismo.

Já a leucemia aguda evolui rapidamente, afetando os blastos, células jovens que ainda não foram completamente formadas. Esse processo compromete todas as suas funções e torna o organismo incapaz de se defender contra infecções.

Quais os tipos de leucemia

A leucemia possui quatro tipos, cada uma delas com características distintas e afetando um determinado público. Conheça-as.

Leucemia mieloide aguda

A leucemia mieloide aguda pode aparecer em qualquer pessoa, no entanto ela costuma se desenvolver com mais frequência nos maiores de 65 anos.

Sua principal característica é a produção de glóbulos brancos imaturos, ou seja, células de defesa que não são capazes de proteger o organismo contra a ação de vírus e bactérias.

Esse tipo de leucemia precisa ser combatida rapidamente, pois se desenvolve muito rápido e pode bloquear a formação de outros componentes do sangue, como as plaquetas e os glóbulos vermelhos.

Leucemia mieloide crônica

Nesse tipo de câncer não hereditário, a estrutura afetada é a medula óssea, e ele aparece com mais frequência em pessoas com, em média, 50 anos.

Na leucemia mieloide crônica, os glóbulos brancos são os afetados, causando nestas estruturas uma anormalidade genética. No entanto, essa doença tem um alto percentual de cura. Sete entre dez diagnosticados conseguem se livrar dela completamente.

Leucemia linfoide aguda

Um dos tipos de câncer mais comuns entre as crianças, a leucemia linfoide aguda é uma doença não hereditária com alto índice de cura. De cada dez crianças doentes, nove conseguem se curar completamente.

Nesse tipo de leucemia, as células-tronco responsáveis por desenvolver os componentes do sangue ficam doentes, dificultando o combate de infecções, de hemorragias ou, ainda, a oxigenação do corpo.

Leucemia linfoide crônica

Tipo de doença que afeta, com mais frequência, as pessoas com mais de 50 anos, não é uma enfermidade hereditária, sendo adquirida por hábitos durante toda a vida.

Ao contrário das outras formas de leucemia, no tipo linfoide crônico existem casos onde não é necessário tratamento. Este deve ser feito apenas quando os glóbulos brancos passam a se desenvolver de forma desenfreada, perdendo funções.

Fatores de risco para a leucemia

Embora as causas exatas de um câncer como a leucemia ainda sejam desconhecidas, existem alguns fatores de risco que favorecem o seu desenvolvimento.

Um deles é a ocorrência de algumas doenças do sangue, como a mielodisplasia e neoplasias mieloproliferativas.

Quem sofre com doenças genéticas, como a anemia de fanconi, a neurofibromatose ou a Síndrome de Down tem maiores chances de desenvolver algum dos tipos de leucemia.

Ser exposto a produtos químicos derivados do benzeno também aumenta suas chances de ter leucemia, assim como ter feito tratamentos prévios com radioterapia ou quimioterapia, além de ser exposto à radiação ionizante.

Sintomas da leucemia

Em geral, uma pessoa que esteja sofrendo com leucemia pode apresentar hemorragias, infecções e anemias, provocadas pelo dano na produção de plaquetas, glóbulos brancos e vermelhos.

No entanto, o crescimento desordenado de células como os glóbulos brancos desencadeia sintomas diferentes, como a síndrome anêmica, desencadeada pela produção de eritrócitos na medula óssea.

A diminuição das plaquetas pode desencadear a síndrome trombocitopênica, provocando pequenas hemorragias.

Já a queda dos leucócitos normais pode desencadear os seguintes problemas: febre, língua dolorida, infecções com muita frequência, aftas, sudorese excessiva durante a noite e gânglios linfáticos muito inchados.

Além disso, quem está encarando uma leucemia pode lidar com dores nos ossos, aumento do baço, dores nas articulações, problemas nos órgãos e dores no esterno.

Como a leucemia é tratada

Conforme comentamos em alguns pontos desse texto, a leucemia, em muitos casos, tem cura. Mas, para que seu tratamento seja o ideal para o problema, é preciso conhecer o tipo de leucemia que o paciente está enfrentando.

No entanto, em geral, as pessoas que são diagnosticadas com o problema têm à sua disposição para combater o problema a quimioterapia e a radioterapia. Podem ser empregados, ainda, a terapia biológica ou o transplante de células tronco.

É importante esclarecer que o tratamento da leucemia é feito em fases. A primeira delas é feita até que a doença entra em remissão completa. Ou seja, a cura surge com o uso de poliquimioterapia.

Depois desse primeiro momento, o tratamento da leucemia variará de acordo com o tipo da doença, e pode levar menos de um ano a até dois anos, tudo sendo modificado de acordo com o tipo e gravidade da doença.

Ser diagnosticado com leucemia é complexo, mas o problema pode ser enfrentado e vencido.

Cirurgia de catarata: O que é? Como funciona? Saiba TODAS as informações!

Uma catarata é a primeira causa de cegueira no mundo. Não é curado com medicação, mas as intervenções cirúrgicas são rápidas e eficazes, onde, em quinze minutos, dá luz e vida a uma cristalina clareza que obscurece a visão.

A cirurgia dessa doença permite a recuperação de uma visão normal e ainda melhor do que há muito tempo.

O que é e como é produzida uma catarata?

A catarata é a primeira causa de cegueira no mundo, embora seja tratável por meio de uma operação, ainda é um problema global. 50 por cento das pessoas cegas no mundo são por catarata.

Há muitos tipos de cataratas, o mais comum e habitual é pela idade catarata relacionada, com o envelhecimento, e, por conseguinte, embora a causa não é totalmente conhecido, está relacionada com o processo de oxidação.

Existem outros tipos de catarata, congênita em crianças; depois de um trauma; como resultado de uma doença ocular; para uma doença sistêmica geral; até mesmo induzido por quais drogas, embora isso seja mais raro.

Em suma, qualquer efeito que faça a lente do olho, a lente, deixa de ser transparente e deixa de funcionar.

Sintomas da Catarata

Há um sintoma básico que é ver pior pode ser ofuscante; sensação de neblina; mudanças nas cores, que se tornam mais amareladas ou acastanhadas; Visão dupla e até múltipla.

Catarata não pode ser tratada com medicamentos

É um processo longo e complexo e não nenhuma medicação eficaz foi encontrada, embora tenha sido testado com vários. Não vê uma solução assim a médio prazo, mas felizmente a cirurgia é boa e eficaz e tem melhorado em benefícios e segurança. Com a operação, uma visão fica como a anterior ou melhor e recuperada por meio de uma correção óptica intraocular.

Como funciona a catarata?

A cirurgia de catarata envolve a remoção da lente (que é como uma lentilha) que se tornou opaca. A estratégia é substituir o local lesionado por uma lente artificial, desde que apareceram as lentes intraoculares se deixa uma parte do cristalino, como se fosse a pele a pessoa, a cápsula, que serve de suporte para por essa lentilha é bastante avançada.

Atualmente, se trabalhando com entradas muito pequenas, com apenas dois milímetros de comprimento, autovedantes, que não exigem suturas.

 

O outro lado é os benefícios, as lentes intraoculares progrediram, eles têm melhorado a qualidade ótica.

A lente serve para focar. Até uma década atrás, as lentes que foram implantadas eram unifocais, com apenas uma distância, longe e forçava a pessoa ter óculos para ver de perto ou ler, por exemplo.

Avançou-se nas lentes multifocais, para perto e longe e até mesmo trifocais, com o fornecimento de visão em distâncias intermediárias, como o computador.

A sua pode ser feita com laser?

O laser é um instrumento usado em alguns casos por médicos. Tem vantagens, mas não é necessariamente uma maravilha. Houve, acima de tudo no passado, tentativas de realizar cirurgias de catarata a laser que não funcionaram, mas o mito permanece e, por insistência do paciente, muitos oftalmologistas cederam; o mito aumentou.

Recomendações para pessoa faz cirurgia de catarata

Uma cirurgia de catarata sem complicações geralmente não leva mais de 10 minutos para ser concluída. Mas imediatamente após a cirurgia, a pessoa precisa descansar em uma área de recuperação até que fique menos atordoada por sedação ou anestesia. Em geral, a recuperação pode demorar entre 30 minutos e uma hora.

Deve haver alguém disponível para levá-lo para casa após o procedimento. Eles vão dar-lhe um par de óculos de sol para levar a viagem de volta para casa e, assim, proteger os olhos da luz brilhante e brilho.

 

Se, ao chegar em casa, você se sentir sonolento ou cansado, aconselha-se a descansar na cama por algumas horas. De acordo com a recomendação do cirurgião de catarata, você pode remover o escudo protetor que foi colocado no olho algumas horas após o procedimento.

Felizmente, a cirurgia de catarata com tempo simplificou o pós-operatório porque a incisão é menor e mais segura; É mais difícil que surjam complicações, mas, logicamente, a pessoa deve a ser prudente nos primeiros dias.

A medicação pós-operatória também é simples, um pequeno protetor antibiótico ou anti-inflamatório e cada vez menos dias e mais suavemente.

Um aspecto que nos últimos anos tem vindo a aumentar mais é o problema do olho seco e má qualidade da lágrima, e embora não seja um problema sério, quando passar por um processo cirúrgico deve insistir e ficar atento para usar lubrificantes artificiais.

Qual é o tempo de recuperação usual após a cirurgia de catarata?

 

Não se assuste se a sua visão parecer opaca, embaçada ou distorcida após a primeira remoção do escudo protetor do olho. Pode levar algum tempo para o seu sistema visual se ajustar à remoção das cataratas e se adaptar à lente intraocular usada para substituir a lente natural do olho.

Durante este período de adaptação, algumas pessoas relatam que as linhas retas veem onduladas ou distorcidas. Esse fenômeno, se ocorrer, deve durar em torno de uma hora.

Você também pode ter olhos vermelhos ou olhos que são injetados com sangue por causa de danos temporários nos vasos sanguíneos na superfície da parte branca do olho (esclera) durante a cirurgia de catarata. Quando o olho cura, a vermelhidão se dissipa rapidamente em poucos dias.

Se você recebeu uma injeção anestésica na pele do olho, poderá notar alguns hematomas, semelhantes a um olho roxo. Isso também deve desaparecer em poucos dias.

Muitos pacientes relatam ter visão clara várias horas após a cirurgia de catarata. Mas cada pessoa cura de uma maneira diferente e pode precisar de até uma semana ou duas antes de ver as imagens em seu ponto mais aguçado.

Normalmente, você terá uma consulta de acompanhamento com o cirurgião de catarata no dia seguinte ao procedimento para garantir que não haja complicações. Se não notar qualquer melhoria na visão turva ou se sentir dor nos olhos ou desconforto significativo nos dias seguintes a esta visita, deve informar.

Às vezes, algumas pessoas relataram olhos secos ou aspereza ocular após a cirurgia de catarata. Mas essas sensações devem diminuir à medida que o olho cura.

A recuperação da cirurgia de catarata deve ser concluída em cerca de um mês, quando o olho estiver totalmente curado.

Clomid

O número de mulheres que tem problemas para engravidar tem aumentado. Problemas de infertilidade pode ter várias causas, comprometendo a vontade de engravidar e ser mãe. Essa situação pode até levar a casos de alta ansiedade e depressão. Porém nos dias atuais existem muitas formas de tratamento.

O que é Clomid?

O Clomid é um medicamento usado para tratar casos de infertilidade, causado pela dificuldade de acontecer a ovulação. A sua indicação se restringe as pacientes que não conseguem ovular, cujo organismo, consegue absorver o citrato de clomifeno sem nenhum problema.

Ele auxilia no crescimento dos óvulos, permitindo que eles sejam liberados do ovário para a fecundação. Com o Clomid a ovulação ocorre geralmente de 6 a 12 dias após a administração medicamentosa.

Tratamento

O tratamento apresenta 3 ciclos que, dependendo da orientação do médico, pode ser de uso contínuo ou alternado. Depois do tratamento, é que deve ser feita a tentativa para engravidar. Mas se uma gravidez ocorrer durante tratamento, o uso do Clomid precisa ser interrompido.

No primeiro ciclo é administrado 1 comprimido durante 5 dias que, para as mulheres que menstruam, deve ser iniciado a partir do 5º dia de seu ciclo. Se a ovulação acontecer, não haverá a necessidade de aumento da dosagem.

Quando não acontece a ovulação durante o 1º ciclo, inicia-se o 2º ciclo, no qual, a dosagem é de 100mg durante 5 dias, após um mês do fim do 1° ciclo. O valor não pode ultrapassar as 100mg por dia. Se mesmo com o tratamento não acontecer nenhuma ovulação durante 3 ciclos, deve ser discutido um outro tipo de tratamento.

Aborto espontâneo

A taxa de mulheres que usaram o Clomid e sofreram um ou mais abortos é de 21,4%.

É possível engravidar de gêmeos?

O tratamento com o Clomid, aumenta as chances de engravidar de mais de um bebê. Essa possibilidade e possíveis riscos que a gestante pode correr no período da gravidez devem ser analisados e discutidos entre o médico e a paciente, antes do tratamento deste medicamento.

Essa tendência se deve por causa do estímulo no corpo, que libera mais de um óvulo no período fértil. Mas não há garantias reais disso.

Posso engordar tomando Clomid?

Não há uma resposta definitiva sobre isso, pois deve-se levar em conta que cada organismo reage de uma forma quando está sob estemedicamento. Porém a relato de pacientes que acreditam que ele leva ao ganho de peso. O fato, é que ele age no corpo de uma forma que provoca um aumento na retenção de líquidos, provocando a sensação de inchaço.

Também, existem relatos de que, o tratamento com o Clomid, leva a um aumento do apetite, alteração hormonal e ansiedade. Isso, torna o pensamento de que ele faz engordar, ainda, maior, o que na verdade, é provocado pela alimentação inadequada.

Esquecimento

Se por caso, você se esquecer de tomar a medicação, não tome dois comprimidos juntos como uma forma de compensação.

Esquecer de uma dose pode atrapalhar o tratamento e o ciclo ovulatório. Por isso, se isso acontecer, procure orientação do seu médico.

Cuidados especiais

É preciso ser cuidadosa, pois podem existem casos em que este tratamento é particularmente recomendado: suspeita de sensibilidade pouco à gonadotrofina pituitária, como pacientes com síndrome do ovário policístico.

Se você utiliza Clomid por mais tempo que o recomendado, podem ter alterações na síntese do colesterol com o aumento do índice sanguíneo.

O uso durante gravidez e lactação é prejudicial, por isso para evitar o uso do Clomid durante o início da gravidez, é importante fazer testes durante os ciclos do tratamento para saber se aconteceu a ovulação. Os testes ajudam a medir a temperatura basal do corpo com uma observação cuidadosa na paciente, assim, pode-se saber se há sinais de ovulação. Um teste de gravidez precisa ser feito antes do próximo ciclo de tratamento.

Com o avançar da idade, aumenta a ocorrência de câncer da camada interna do útero e alterações ovulatórias. Isso torna o exame de biópsia endometrial importante para excluir a presença de câncer.

Aviso importante

Há registros de que durante o tratamento com Clomid, algumas pacientes tiveram a uma Síndrome de Hiperestimulação Ovariana. Com sintomas como o excesso de líquidos ao redor do coração, edemas, hidrotórax, dor abdominal aguda, insuficiência renal, acúmulo de líquidos no pulmão, sangramento nos ovários, trombose, torção do ovário etc.

Para a precaução é indicado a ingestão de uma dose menor para obter bons resultados.

É fundamental, se consultar com o seu médico se aparecer qualquer sintoma diferente como dor abdominal ou pélvica, aumento de peso, desconforto com ou não um aumento no tamanho do abdômen.

Se você sentir alguma mudança no organismo com o uso de Clomid, é importante uma análise para avaliar se surgiu cistos ovarianos através do exame ginecológico na pelve. Se isto acontecer o tratamento precisa ser suspenso até acontecer uma regressão total.

Contraindicações

Clomid é contraindicado:

Para mulheres que já estejam grávidas ou amamentando;

Mulheres com doenças no fígado;

Problemas de cistos ovarianos;

Mulheres com metrorragia;

Mulheres alérgicas ao citrato de clomifeno ou outro componente;

Pacientes com doença no fígado ou histórico de disfunção;

Mulheres com tumores hormônio-dependentes;

Pacientes com sangramento uterino;

Cisto no ovário, exceto ovário policístico;

Não deve ser usado se for dirigir veículos ou operar máquinas pesadas.

Efeitos colaterais

Qualquer medicamento contém suas contraindicações e efeitos colaterais, podendo ser mais perceptíveis que outros. Tudo irá depender da pessoa que o toma. A posologia e dosagem devem sempre ser prescritas por um médico.

Os principais efeitos colaterais são:

Aumento nos batimentos cardíacos.

Inchaço no corpo.

Desconforto no abdômen.

Calor repentino.

Dores de cabeça.

Falta de lubrificação.

Visão embaçada;

Pode causar reações alérgicas de asma brônquica;

Aumento do tamanho dos ovários;

Dor ao urinar.

Catarata;

Convulsão;

Ansiedade, depressão;

Mudanças de humor;

Nervosismo, insônia;

Dermatites, urticária;

Redução na espessura endometrial;

Náuseas.

 

Não se auto medique.

Siga orientação do médico, seguindo horários, as doses e duração do tratamento.

Não pare o tratamento sem avisar o médico.

O Clomid não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Diabetes gestacional

A diabetes

O nosso pâncreas produz um hormônio chamado insulina, que armazena o excesso, enquanto uma outra parte se torna fonte de energia. A diabetes aparece quando a produção da insulina não fornece a quantidade adequada de energia.

O que é a diabetes gestacional?

A diabetes gestacional é o aumento do nível de açúcar no sangue no período gestacional em grávidas que antes não tinham diabetes. Ela é, normalmente, diagnosticada a partir do 3º trimestre e se cura depois do parto. Mas apesar disso, como qualquer enfermidade é preciso tratamento para evitar complicações.

Quando uma mulher engravida, ela precisa de insulina em dobro para fornecer energia para o bebê que precisa da insulina para equilibrar os níveis de açúcar do próprio organismo. A necessidade por insulina aumenta conforme o bebê cresce.

A falta de insulina, nesse tipo de situação, porque durante a gravidez o organismo passa por várias alterações hormonais, sendo que, a diabetes gestacional é causada pelos hormônios da placenta, que aumentam o açúcar no sangue de mulheres grávidas.

Diabetes antes da gravidez

Algumas mulheres recebem o diagnóstico da diabetes gestacional quando, já possuíam de diabetes e não sabiam. Nesse tipo de situação, a diabetes não se cura.

Para as que já sabem que são diabéticas, precisam se consultar com um médico antes de tentar engravidar para manter o controle dos níveis de açúcar. Certos remédios para diabéticos não devem ser usados no período gestacional

O diagnóstico

Durante o pré-natal, o ginecologista ou obstetra, prescreve exames para detectar possíveis fatores de risco. A partir de 20 semanas de gestação é comum o pedido de exames para verificar o nível da glicemia, mesmo sem riscos evidentes para o problema. Alguns exames gestacionais são:

O ultrassom

Ele não mede a glicose do sangue, mas é importante para detectar alterações na gestação que podem ser causadas pela diabetes gestacional.

O aumento do líquido amniótico e crescimento rápido do bebê, pode significar que o organismo da mãe, não está conseguindo controlar a glicose. Nesse caso, alguns exames complementares podem detectar o diagnóstico.

Exame de glicose em jejum

Esse exame que mede o nível de açúcar no sangue após a gestante ficar entre 8 e 12 horas em jejum. Ele consiste em um exame de sangue normal, coletado por uma punção na parte interna do braço. Se o nível de glicose estiver alto, pode ser que a insulina não está sendo o suficiente.

Exame da curva glicêmica

Quando dá um resultado alterado, o médico pede um exame de curva glicêmica. Ele mede quanta glicose ainda há no sangue em períodos após a ingestão de alimentos com açúcares.

Nesse exame, a gestante bebe um líquido doce e, depois de uma hora, é tirada uma amostra de sangue. Depois de duas horas, outra amostra, e, na terceira hora, mais outra amostra. Assim, é possível descobrir a quantidade de glicemia que decaiu nesse período de tempo.

Mulheres com diabetes gestacional devem acompanhar o nível de glicemia do sangue fazendo testes frequentes. Depois de 1 mês e meio do nascimento do bebê, os exames precisam ser refeitos para ter certeza de que era diabetes gestacional.

Diabetes gestacional tem cura

Ela, normalmente, desaparece sozinha depois do parto, pois o metabolismo da mamãe volta ao normal. Se, os sintomas da diabetes persistirem por um período de 1 mês e meio após o parto, é provável que ela já era diabética antes de engravidar, e só se agravou com a gestação.

Os sintomas

A diabetes gestacional, normalmente, não apresenta nenhum sintoma, por isso os exames são tão importantes. Com eles o diagnóstico é feito logo no começo e a diabetes gestacional pode ser controlada.

Porém, podem aparecer pequenos sintomas:

Visão embaçada,

Aumento de sede e / ou fome,

Cansaço no corpo,

Pernas e pés inchados,

Inflamação urinária,

Aumento da vontade de urinar,

Ganho de peso exagerado da mãe e do bebê.

Riscos da diabetes gestacional

Rompimento da bolsa antes da data do nascimento, levando a um parto pré-maturo.

Aumento do risco de pré-eclâmpsia.

Doenças cardíacas no bebê.

Desenvolvimento da síndrome da angústia respiratória no bebê ao nascer.

Desenvolvimento de doenças cardíacas no bebê.

Hipoglicemia no bebê após o nascimento.

Risco de obesidade infantil.

Desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2.

Ter diabetes gestacional numa outra gravidez.

Quanto mais idade a mãe tiver, maior a possibilidade de ter a doença.

Ter parentes de primeiro grau com diabetes aumenta as chances de diabetes gestacional.

Mulheres que já possuem intolerância ao açúcar tem maiores riscos de sofrer diabetes gestacional.

Dar à luz a bebês acima do peso.

O que pode acontecer durante a gravidez?

Se não for controlada, a diabetes gestacional traz vários riscos para mãe e bebê, pois dois terços do açúcar da mãe atravessará a placenta e chegar ao bebê. O pâncreas da mãe acaba produzindo mais insulina do que o necessário.

Assim, o bebê cresce mais do que deveria, aumentando o crescimento de outros órgãos e tecidos, que podem levar a malformações do feto, levando a hipertrofia em vários órgãos, prejudicando a função do coração e do fígado e, dificultando a respiração. Essas alterações podem fazer com que o bebê não sobreviva após o nascimento.

Prevenção

Existem algumas formas de evitar a diabetes gestacional, que estão relacionadas à uma alimentação saudável. Além de controle alimentação durante a gestação e adquirir peso de forma moderada, é importante fazer exercícios físicos regulares e fazer o pré-Natal.

Tratamento

O tratamento depende dos níveis de açúcar no sangue, pode ser indicada apenas uma dieta adequada, exercícios físicos ou remédios hipoglicemiantes orais ou insulina.

A gestante não deve comer doces, frituras, manteiga, chocolate, refrigerante e sucos industrializados.

Exercícios recomendados para diabetes gestacional

As caminhadas são ótimas para mulheres grávidas sedentárias.

As que já fazem exercícios podem fazer uma corrida leve.

Fazer pilates não só melhora o condicionamento físico, ajuda na postura, respiração, batimento cardíaco e fortalecimento dos músculos.

A bicicleta ergométrica pode ajudar a mãe a manter a forma durante a gravidez.

O alongamento impede que os músculos atrofiem e fornece maior resistência contra lesões.

Relógios para praticar esportes

Existem vários tipos de relógios mais informais, que são usados para ir em eventos mais sofisticado, ideais ir as compras ou eventos mais casuais e modelos de relógio para praticar esporte.

Relógios para a prática esportiva

Os relógios para atividades esportivas há modelos adequados para quem pratica qualquer atividade física e que possuem variadas funções que ajudam a medir o desempenho.

Nos dias de hoje, temos os relógios inteligentes que servem para integrar relógio e smartphone.

Smartwatches e smartbands

Existem dois tipos de relógios para exercícios que costumam ser confundidos: smartwatches com smartbands.

Eles são bem diferentes. Os smartwatches são de alta tecnologia com a capacidade de ser conectado a outros aparelhos que aumentam as funções de aplicativos. Isso permite o controle de ferramentas mais avançadas, que criam uma maior capacidade conecção.

Os smartbands outros são geralmente voltados ao mundo fitness e fornecem funções diferentes. Além de mostrar as horas, ele faz uma contagem de passos, medição dos batimentos cardíacos e de distâncias percorridas. São várias as funções, sendo que todas elas são voltadas ao mercado esportivo e de exercícios físicos e custam menos que os smartwatches.

Como escolher o melhor relógio

Praticar esportes é fundamental para a manutenção do corpo e da mente de forma saudável. Os relógios esportivos podem fornecer mais motivação durante o treino, ajudando a obter resultados mais equilibrados e positivos.

Pense no que você deseja e como o uso pode ser benéfico para você. É importante ficar de olho no material do relógio antes de comprar. Para os esportes é preciso que seja feito de borracha usado no pulso.

Faça uma pesquisa sobre as funções que esses relógios possuem e quais irão te ajudar na hora de praticar atividades físicas. Existem os que fazem a contagem de tempo, mede batimentos cardíacos ou a perda de calorias. Esses são os mais caros.

Funcionalidades

Os smartwatches não podem ser maiores que o pulso, com disposição fácil dos botões e no uso da tela. O sistema operacional é muito importante, pois existem diferenças entre os tipos de sistemas disponíveis com compatibilidades específicas. Eles possuem recursos de hardware que são independentes do sistema do celular, como os medidores de batimentos cardíacos e design à prova d’água.

As baterias não ficam carregadas por mais que um dia para um uso moderado ou alto, com os equipamentos usados por várias vezes e com variadas funcionalidades. Se você pode recarregar não haverá problemas.

Os aparelhos mais modernos custam mais caro que modelos intermediários com funcionalidades e desempenho que justificam seu preço.

Design

Os relógios esportivos possuem pulseira de borracha que facilitam fazer exercícios físicos com eles. São relógios de empresas famosas de produtos esportivos, que são coloridos para combinar com diferentes estilos.

Compatibilidade

A compatibilidade é muito importante, pois para ele funcionar é necessário que você tenha um smartphone atualizado e moderno para uma conexão com um Bluetooth, sendo, assim, é importante saber mais sobre os sistemas operacionais. Esses relógios podem ser compatíveis com os sistemas Android. IOS, iPhone e iPad.

Esportistas

Quem pratica esportes, pode optar por um relógio que seja um grande monitor para as atividades físicas com GPS, monitor cardíaco integrado e muito mais opções para monitorar suas atividades esportivas. Alguns não proporcionam monitoramento de fitness, porém permite baixar aplicativos que ajudam a monitorar suas corridas e pedaladas.

Diferentes esportes

Dependendo da atividade física não é necessário se preocupar com a resistência, podendo escolher, simplesmente, pelo formato, peso ou capacidade de reproduzir músicas. Para esportes de ação é bom ficar alerta a resistência, durabilidade e a prova d’água.

Celular

Se você necessita estar sempre disponível para receber chamadas alguns relógios permitem atender ou recusar chamadas pelo relógio, através do viva-voz e os fones de ouvido. Mas os mais sofisticados permitem uma conversa pelo próprio relógio, sem a necessidade de pegar o celular.

Resumindo…

Os smartwatches possui funções como:

Mostra a distância e tempo percorrido,

Mostra a taxa de oxigênio no sangue,

Cronometra e marca o tempo dos exercícios,

GPS,

Permite o uso de aplicativos,

Controla dos batimentos cardíacos,

Controla o desempenho,

Reproduz músicas,

Permite fazer pagamento de contas usando a conexão NFC,

Mostra quantas calorias foram queimadas.

Modelos

Existem diferentes marcas:

Nike+Sportwatch GPS

Ele é feito especialmente para corridas com GPS que ajuda na performance e possui um sistema que age como uma espécie de Personal trainer, com bateria com alto grau de durabilidade.

Casio G-Shock

É um dos mais populares, pois ele pode ser encontrado em diversos modelos com várias funções. Há os modelos que são bons para atividades em locais de baixas temperaturas, outros são mais compatíveis com pessoas que praticam esportes na água e fornecem funções úteis para os que praticam esportes de velocidade, como cronometro, marcador de tempo, etc.

O Casio G-Shock possui uma boa durabilidade e resistência, com modelos bonitos que se adaptam ao seu gosto de cada pessoa.

Moto ACTV

Tem uma grande variedade de recursos e funcionalidades. Sua interface funciona com um toque de forma ágil, que ajuda a checar dados durante treinos. Ele pontua diversos elementos durante os exercícios útil em diferentes práticas de esportes, possuindo GPS, conexão Wi-Fi, reproduz as suas playlists e te conecta a outros aparelhos pelo Bluetooth.

A desvantagem está na baixa durabilidade da bateria.

Apple Smart Watch

O Apple watch é ideal para rotina diária como fazer compras e pagamentos. Possui um belo design que vai se adequando ao desenvolvimento tecnológico e tendências da moda. Ele reproduz suas músicas enquanto você está se exercitando, olhar mensagens importantes, e controlar seus exercícios.

Citizen Super CRONOGRAPH

É um belo relógio esportivo com um belo design de luxo e tecnologia sempre atualizada. Tem caixa e pulseira de titânio ou aço inox, ideal tanto para o dia quanto para a noite com o uso de luz LED.

Com ele, você registrar e analisa dados de sua performance durante os exercícios, em relação a tempo e velocidade. É feita para pessoas que praticam atividades esportistas de forma esporádica. O seu design permite a utilização em diferentes lugares.

Suco de couve

A couve

A couve é versátil, cheia de nutrientes e ajuda quem quer emagrecer. Assim como os outros vegetais de folhas verdes, ela fornece quantidades impressionantes de vitaminas e minerais essenciais para o bom funcionamento do nosso organismo. Ela tem sabor, poucas calorias, traz saciedade e inúmeros nutrientes.

As folhas verdes

A maioria das folhas verdes são perfeitas para fornecer nutrição com poucas calorias. Elas são uma importante fonte de cálcio que livre de gordura e facilmente absorvida.

E são uma excelente fonte de vitamina A, na forma de betacaroteno, que protegem contra o câncer, doenças cardíacas, catarata e outras doenças por causa das propriedades antioxidantes, isso tudo, mantendo o sistema imunológico em forma.

Muitas contêm boas quantidades ​​de magnésio e ácido fólico, que ajudam na saúde dos ossos e do coração. O ácido fólico oferece benefícios adicionais, ajudando na produção de glóbulos vermelhos, nas atividades do cérebro e reduz os níveis de homocisteína do sangue, protegendo o corpo de fraturas ósseas.

Os fitonutrientes

Os fitonutrientes, ou fitoquímicos são um grupo de nutrientes que trazem melhoria na saúde imunológica, têm ação anti-inflamatórias, antivirais e antibacterianas, reparando o tecido celular e possui propriedades antioxidantes.

A couve tem fitonutrientes carotenoides que protegem a visão, prevenindo o organismo da degeneração das células da visão. São antioxidantes, ajudam a regenerar as vitaminas C e E, age na produção de energia para o corpo.

Benefícios

É excelente para o combate ao colesterol, sendo que possui a maior capacidade de redução de colesterol de todos os vegetais comumente consumidos.

É rica em vitamina K, beneficiando os ossos, o sistema nervoso, a coagulação do sangue e aumenta a massa óssea e ajuda pacientes com doença de Alzheimer.

Previne o câncer com compostos que contêm enxofre que impedem a proliferação do câncer do pulmão, colorretal, da mama e da próstata em diferentes estágios.

Combate o diabetes com as fibras que diminuem os níveis de glicose, para diabéticos tipo 2, melhorando os níveis de lipídios e de insulina no sangue. A couve também contém o ácido alfa-lipóico, que diminuem os níveis de glucose e aumenta a sensibilidade à insulina.

As fibras que ela possui ajudam a manter a quantidade de água no intestino e previnem as constipações, promovendo a regularidade e mantendo o sistema digestivo saudável.

As folhas de couve são aliadas da pele e cabelo, pois possuem muita vitamina A, que produz o sebo que mantém a hidratação das células. Ela é importante, também, o crescimento e a renovação de todos os tecidos corporais, incluindo os da pele e do cabelo. Já a vitamina C ajuda a produzir e manter o colágeno da pele, enquanto o ferro previne a queda de cabelo.

Ela ajuda no sono, no movimento muscular, na aprendizagem e memória, mantém as estruturas celulares, auxilia na transmissão dos impulsos nervosos e absorção de gordura, reduzindo inflamações, previne a depressão, regula o humor e o apetite.

O seu ácido fólico possui a função de produzir novas células e diminui o risco de defeitos cardíacos e lábio leporino nos bebês.

Limpa o organismo de toxinas nocivas.

O suco

O suco de couve vem sendo adotado em dietas para perder medidas. É um dos melhores desintoxicantes para corpo, com o poder de eliminar toxinas do organismo e gordura, sendo uma fonte rica de vitaminas e minerais.

Ele é “detoxs”, ou seja, é um suco que ajuda a limpar o organismo. O suco de couve auxilia na perda de peso é fácil de ser preparado, barato, rico em fibras e vitaminas do complexo B que melhoram o funcionamento do intestino.

Receitas de suco de couve

O ideal é que os sucos sejam tomados de manhã em jejum e sem o uso de açúcar refinado.

Suco de couve com laranja

Ingredientes: 2 laranjas, 2 folhas de couve, mel, 1 l de água

Preparo: Lave as folhas e retire os talos. Corte as laranjas em tubo, tire as sementes. Bata no liquidificar por 30 segundos e coe.

Suco de couve com limão

Ingredientes: 1 folha de couve, ½ limão, 1 l de água

Preparo: Lave as folhas e retire os talos, coloque-a no liquidificado com o suco de limão e adicione água e bata todos os ingredientes. Use mel se quiser adoçá-lo.

Suco de couve com cenoura

Ingredientes: 4 folhas de couve, 2 cenouras, 2 l de água, mel

Preparo: Lave as folhas e pique a cenoura. Bata tudo no liquidificador com a água e adoce a gosto.

Suco de couve com laranja e gengibre

Ingredientes: 1l de água, 1 folha de couve manteiga, suco de 3 laranjas, 2cm de gengibre, mel

Preparo: Bater no liquidificador a couve manteiga sem o talo, junto com suco de 3 laranjas, o gengibre picado e a água. Adoce com mel se quiser.

Suco de couve com limão e hortelã

Ingredientes: 250 ml de água, 2 folhas de couve manteiga, o suco de 1 limão, folhas de hortelã, mel

Preparo: Bata os ingredientes no liquidificador e adoçar se quiser.

Suco de couve com cenoura, maçã e limão

Ingredientes: 3 folhas de couve, 4 cenouras, 2 maçãs, 2 limões, mel

Preparo: Coloque a couve, as cenouras e a maçã picadas no liquidificador e acrescente o suco dos limões. Adoce se quiser.

Suco de couve e pepino

Ingredientes: 5 folhas de couve, 3 maçãs, 1 limão, 1 pepino, mel

Preparo: Lave os ingredientes, tire os talos da couve, pique a maçã, corte o pepino em pedaços depois de descasca-lo, esprema o limão. Coloque tudo no liquidificador e bata. Adoce se quiser.

Suco de couve com melancia

Ingredientes: 3 fatias de melancia, 2 folhas de couve,1 colher de gengibre ralado, 1 colher de linhaça triturada, 250ml de água.

Preparo: Retire o talo da couve e bata tudo no liquidificador.

Suco de couve com melancia e açaí

Ingredientes: 2 fatias de melancia 1 folha de couve, 1 colher de açaí, 1 limão, 1 colher de gengibre ralado.

Preparo: Retire o talo da couve, esprema o suco do limão, junte com o açaí e o gengibre ralado.

Como identificar e tratar a dor de garganta

Seja por causa de uma gripe, resfriado ou mudança de clima, a dor de garganta aparece e pode ser bem incômoda. Em algumas pessoas, o problema pode ser recorrente, mais do que em outras.

Causas para o aparecimento da dor de garganta

As dores de garganta, podem aparecer tanto em crianças, como em adultos. As razões para esse quadro ocorrer, geralmente é devido à inflamação das amígdalas, da faringe ou da laringe.

A consequência da inflamação, é a dificuldade de engolir, febre, dores de cabeça, indisposição, vômitos e o inchaço, provocado por bactérias ou vírus. Geralmente, o quadro melhora dentro de uma semana.

Em casos mais graves, onde a febre não abaixa, o paciente não consegue tomar água, ou se alimentar, é necessário procurar a ajuda médica. Outras causas para o aparecimento da dor de garganta, são:

– Gripes, resfriados;

– Laringite, faringite;

– Amigdalite e inflamação da apiglote;

– Casos raros de doenças sexualmente transmissíveis, como clamídia e gonorreia, podem causar a dor de garganta.

– Dor de ouvido e de garganta juntos, pode ser um problema no ouvido médio, e por isso, um otorrinolaringologista deve ser consultado.

– Dor de garganta recorrente: pode significar que o sistema imunológico está fraco, necessitando se alimentar com mais nutrientes para fortalecer o sistema de defesa do corpo.

Prevenção e tratamento

A prevenção da dor de garganta, começa-se evitando locais com aglomerados de pessoas, principalmente fechados e com pouca ventilação natural.

No inverno e com o clima seco, a garganta pode parecer um tanto seca e com a sensação de estar arranhando. Ao andar de ônibus, usar o banheiro, e sempre que se lembrar, lave bem as mãos, desinfetando com álcool gel, e também esterilizar os alimentos adequadamente antes de consumir, bem como os talheres, pratos e copos.

Além disso, consumir alimentos ricos em vitamina C, previne e combate a dor de garganta, aos resfriados e gripes. O tratamento para a dor de garganta de origem bacteriana, é feita com antibióticos e anti-inflamatórios recomendados pelo médico.

Remédios caseiros

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Já a de causa viral, não existe um medicamento específico contra ela, pois ele não terá efeito algum. Os gargarejos caseiros com água, sal, vinagre ou bicarbonato de sódio, se mostraram bem eficazes nesses casos.

-Água morna, limão e sal:fazendo um gargarejo de quatro a cinco vezes por dia, com água morna, suco de limão e um pouco de sal, irá auxiliar na desinflamação da garganta.

– Chá de gengibre: faça o corte de cinco gramas de gengibre fresco em cubos, e coloque em 500 ml de água fervente (pode acrescentar canela). Espere esfriar e beba-o ao longo do dia. O gengibre é quente, e auxilia na desinflamação e desinfecção da garganta.

– Dente de alho:triture um dente de alho e mastigue-o. Ele possui propriedades anti-inflamatórias e curativas naturais.

– Pastilhas com mentol, hortelã e ação refrescante, podem auxiliar no alívio da dor de garganta.

– Tomar duas colheres de mel,com cinco gotas de própolis, irá aliviar a dor e desinflamar.

– Corte 6 gramas de casca de romã em 150 ml de água fervente. Espere esfriar, e beba duas vezes ao dia.

– Comer chocolate amargo alivia a dor, porque ele possui flavonoides, que são anti-inflamatórios naturais. O cacau e a gordura boa que ele possui, lubrifica a garganta e diminui a dor.

– Chá de orégano com limão:em um recipiente, coloque três colheres de sopa de orégano com um pouco de água, fervendo-a. Coe o chá, e acrescente o limão, e tome-o em seguida morno.

– Vinagre de maçã com água morna:ajuda a desinflamar e reduzir a dor de garganta.

– Bicarbonato de sódio com água:aqueça uma xícara de água, meia colher de chá de sal e meia colher de bicarbonato de sódio. Faça um gargarejo com a mistura, sem engolir, assim que a água estiver morna.

– Mastigar alguns cravos na boca,pode também aliviar a dor na garganta, devido à presença de eugenol, que é o óleo presente no cravo. Ele é antibacteriano e não é prejudicial à saúde se por acaso for engolido.

Os remédios comumente receitados pelos profissionais da saúde, são: o paracetamol, diclofenaco, dipirona, cataflam, o hexamidina em spray (um medicamento anestésico) entre outros. Mas, devem ser usados com cuidado, e jamais se automedicar.

Se a causa da dor de garganta for viral e bacteriana, pode-se tomar bebidas geladas como sucos e sorvetes, para ajudar a aliviar o incômodo e a inflamação do local.

Em alguns casos, é necessário remover cirurgicamente as amígdalas, a fim de cortar pela raiz a infecção. A recorrência de inflamação e infecção dos dentes sisos, também podem contaminar a garganta, causando o problema.

As infecções e inflamações dentárias, devem ser devidamente tratadas para que as bactérias não se espalhem para outros órgãos no corpo como, coração, pulmão, cérebro, causa sinusite, e em casos graves, à infecção generalizada que leva ao óbito.

A ida regular ao dentista, deve sempre ser acompanhada do uso de medicamentos antibióticos, para tratar e combater as bactérias maléficas ao corpo humano.

Pode parecer improvável, mas uma única bactéria ou vírus invisíveis a olho nu, podem causar sérios problemas à saúde, se não forem diagnosticados e tratados corretamente.

Gengivas e dentes sangrando de forma recorrente, presença de pus, febre baixa, secreção saindo do nariz, dores de cabeça, diminuição do olfato, mal-estar, e crescimento desregulado dos dentes, também merecem atenção.

 

Vá ao médico se a infecção ou inflamação não passar, pois podem ocorrer vários tipos de doenças no ouvido, nariz e garganta, que podem resultar em infecções e inflamações, onde somente o otorrinolaringologista pode diagnosticar e tratar corretamente do problema.

Se o problema for realmente nas amígdalas, por exemplo, e precisar de cirurgia para a remoção delas, quanto mais cedo fizer, melhor. Principalmente nas crianças, onde a capacidade de cicatrização é maior e rápida.

É preciso evitar ingerir bebidas quentes, como café, leite e chás, pois podem atrapalhar a produção das defesas do corpo na garganta.

O que é a artrose e como tratar

A artrose também chamada de osteoartrite, é causada por um desgaste nas articulações do corpo, gerando muita dor e até mesmo dificuldade para andar normalmente. As articulações situam-se no final dos ossos, e são compostas por cartilagens.

A cartilagem, auxilia o osso a se movimentar juntamente com os ligamentos, a membrana sinovial e o líquido presente nele, evitando que o osso fique batendo no músculo diretamente.

O que causa a artrose

O desgaste da cartilagem nas articulações, e nos ligamentos que a envolvem, causam a artrose. Em fase inicial, a doença não é muito sentida com a movimentação do paciente, mas à medida que o desgaste piora, com ele, aparecem as dores e desconforto.

– O fator hereditariedade conta muito neste caso, pois, pessoas com artrose, podem ter seus descendentes apresentando o mesmo problema no futuro.

– Obesidade: causa um desgaste maior nas articulações do corpo inteiro, pois com o sobrepeso, estas são expostas à pressão e a cartilagem não suporta por muito tempo.

– Hormônios: mulheres na menopausa, tendem a serem acometidas com a doença, já que os ossos ficam mais frágeis e sem tanto cálcio.

– Idade: o envelhecimento natural do corpo, pode piorar o desgaste já sentido pelos pacientes, agravando as dores e gerando o inchaço no local.

– Cirurgias nas estruturas articulares, anormalidades congênitas, gota, artrite, reumatismo e diabetes agravam o quadro de artrose.

– Má formação dos ossos, das articulações ou das cartilagens; lesões nessa área oriunda da prática de esportes intensos, ou acidentes;

– Profissões que exigem movimentos repetitivos, intensos e que deixam a pessoa de pé por muito tempo, como: professores, cabeleireiros, pedreiros atletas, entre outros.

 

Sintomas

– Dor que piora quando a pessoa faz movimentos normais, na área das articulações. Na fase inicial da artrose, o corpo não apresenta nenhum inchaço ou vermelhidão na área, o que pode atrasar o diagnóstico do desgaste.

– Articulações endurecidas: quando a pessoa fica muito tempo parada durante o dia. Lembrando que nem a falta, nem o excesso de movimentos e atividades, devem ser realizados pelos pacientes que possuem a artrose, pois pode piorar a dor;

– Barulhos: à medida que o desgaste aumenta, pode-se ouvir pequenos estalos nas articulações (devido à falta de cartilagem) ao se levantar, abaixar ou andar.

– Fraqueza nos membros superiores ou inferiores do corpo, fraturas, traumas, pancadas e outros incidentes recorrentes no dia a dia do paciente.

Existe tratamento definitivo?

Infelizmente não, o que existem são tratamentos contínuos contra a dor intensa, exercícios moderados (evitando que os membros afetados pela artrose fiquem sem irrigação sanguínea) e fisioterapia.

Injeções com cortisona e soluções lubrificantes como o ácido hialurônico, têm se mostrado eficazes contra as dores e incômodos sentidos pelo desgaste nas articulações. Somente um profissional qualificado, poderá avaliar e administrar essas medicações.

Danos nas cartilagens das articulações, gerados por calcificações ou osteófitos (ou bicos de papagaio), na coluna, tendem a piorar a artrose nesses locais.

O ortopedista é o profissional indicado para diagnosticar a artrose, e o fisioterapeuta indicará exercícios que melhorem a dor controlando-a, e permitindo que o paciente conviva normalmente com ela.

Não deixe de mencionar na consulta médica, fatores hereditários de artrose, problemas de saúde que você tem ou teve, o uso de medicamentos controlados e qualquer outra informação que julgar pertinente para compartilhar com o médico.

Os exames requeridos para o diagnóstico preciso da artrose, incluem radiografias com contraste, ressonância magnética, hemogramas completos, exame físico para avaliar se há inchaço, vermelhidão e sensibilidade no local. A retirada do líquido articular para análise, também pode ser pedida pelo médico, com o objetivo de determinar a existência ou não de inflamações e infecções.

Para uma dor leve a moderada, os analgésicos simples podem resolver, mas não retiram a inflamação das articulações. É necessário o uso de anti-inflamatórios sem esteroides, para reduzir a inflamação e retirar a dor.

Alguns anti-inflamatórios podem causar dores no estômago, zumbido nos ouvidos, problemas cardiovasculares, no fígado ou nos rins, náuseas, constipação e sonolência extrema.

Pessoas que possuem alergia a qualquer composto desses medicamentos, deve ter o cuidado redobrado nas dosagens dos produtos. Alguns casos de artrose, muitas vezes recorrem à cirurgia de realinhamento dos ossos e das articulações.

Geralmente, são colocadas próteses de articulações de plástico ou de metal, mas a longo prazo, pode acontecer de o paciente precisar realizar novamente a cirurgia, pois o desgaste pode continuar acontecendo com o passar dos anos e da idade.

Quem tem artrose deve sempre se movimentar com cuidado, fazer atividades leves, alongar-se periodicamente, controlar o peso, facilitar a vida e evitar dores, como substituir maçanetas das portas (evitando a dor de girá-las);

Não carregar objetos pesados, usar facas, escovas de dente e de cabelo elétricas, coloque barras de ferro nas paredes do banheiro, cuidado com os tapetes em casa (risco de queda), não fique numa mesma posição por muito tempo;

Siga com o tratamento e com os medicamentos recomendados pelo médico de maneira contínua, bem como as consultas e exames periódicos para o acompanhamento da doença.

Quem tem artrose, ou convive diariamente com algum familiar que a tem, deve ter paciência, carinho e compreensão com a limitação ocasionada por ela, evitando conflitos desnecessários e a sensação de impotência ou de que a pessoa não consegue realizar nenhuma atividade.

O fator psicológico é importante, não só para os pacientes que possuem artrose, mas em qualquer outro tipo de enfermidade. Todos temos nossas limitações, e tratar a pessoa mal ou diferente, não irá solucionar o problema.

Deixe-a cercada das pessoas que ela ama, fazendo atividades leves, mas que sejam prazerosas, informe-se sobre os medicamentos e tratamentos que melhorem a sua condição de vida.

Diferente da artrose, a artrite também é um mal muito incômodo, que pode acometer qualquer pessoa. A artrite é uma inflamação de uma ou de mais articulações no corpo, que também causam dor, rigidez e inchaço no local.

Ambas são diagnosticadas somente por um médico, bem como os medicamentos adequados para tratamento da inflamação e da dor.