Categoria: saude

Importância a vacina HPV

O HPV é uma doença causada por um vírus de nome Papiloma Vírus Humano. Ele é transmitido, na maioria das vezes, pelo contato sexual, sendo causa do câncer de colo de útero, além de câncer de vulva, vagina, ânus, pênis e orofaringe.

Também causa verrugas genitais conhecidas como condiloma acuminado.

O que são DSTs

As DSTs são as Doenças Sexualmente Transmissíveis causadas por vírus, bactérias e micróbios, na maioria das vezes, transmitidas durante relações sexuais.

Algumas delas não apresentam sintomas, tanto homens quanto mulheres. Essas doenças podem trazer complicações graves, como infertilidade, câncer ou morte. Elas, também, são transmitidas por transfusão de sangue contaminado, por seringas e agulhas ou pelas mães para seus bebês durante a gravidez.

As DSTs são: Aids Cancro mole Clamídia e Gonorreia Condiloma acuminado (HPV), Doença Inflamatória Pélvica (DIP), Donovanose Hepatites, virais Herpes Infecção pelo Vírus T-linfotrópico humano (HTLV), Linfogranuloma venéreo, Sífilis, Tricomoníase

O HPV

HPV é uma das doenças sexualmente transmissíveis, sendo que existem mais de 200 tipos diferentes de HPV. Boa parte das pessoas possuem o vírus sem saber, por não apresentarem os sintomas.

O HPV é difícil de ser curado e, também, pode ser reconhecido pelos nomes:  condiloma acuminado, verrugas genitais, crista de galo, figueira e cavalo de crista.

Os sintomas gerais

Podem haver verrugas pequenas na área intima de homens e mulheres. E podem estar presentes no colo do útero e não aparecer na região feminina da parte externa.

Ardência, coceira ou corrimento vaginal nas partes íntimas, principalmente, nas mulheres.

Um diagnóstico pode ser complicado, pois em alguns casos os sintomas podem não estarem aparente.

HPV na boca e na garganta

O HPV na boca cria várias verrugas de tamanhos diferentes podendo, também, estar nos lábios, bochechas, língua, céu da boca ou garganta.

Ele surge nesses locais com contato com os genitais de uma pessoa que possui o vírus do HPV, durante o sexo oral.

Vacina HPV

A vacina de HPV age como prevenção para o HPV e, ela, é absorvida pelo corpo, através, de uma injeção oferecida para meninas e meninos a partir dos 9 anos de idade, mulheres até os 45 anos e homens até os 26 anos de idade.

Ela pode ser oferecida em clinicas particulares, ou postos de saúde do SUS. Para tomar a vacina de graça pelo SUS, a pessoa precisa estar dentro da faixa etária de maior risco.

Atualmente, as escolas vêm fazendo campanhas de vacina de HPV, tentando conscientizar a maior quantidade de pessoas, ajudando a prevenir as doenças que o HPV pode causar.

Ele é passado pelo contato de pele para pele. Para pessoas com vida sexual ativa, é importante fazer exames periódicos que são a melhor forma para prevenir doenças mais graves.

Tipos de Vacina de HPV

Existem dois tipos de vacina de HPV: a quadrivalente e a Bivalente.

Vacina de HPV Quadrivalente

Ela é indicada para mulheres de 9 a 45 anos de idade e homens de 9 aos 26 anos e idade. Essa vacina ajuda a proteger do aparecimento de verrugas nas partes íntimas e do desenvolvimento de câncer do colo do útero, no pênis ou no ânus. Atacando os HPV 6, 11, 16 e 18.

São três doses: a segunda dose de ocorrer após os dois meses da primeira e a terceira seis meses depois da primeira dose. Para as crianças só duas doses ajudam a ter a proteção desejada.

Vacina de HPV Bivalente

Ela é indicada a partir dos 9 anos de idade, oferecendo proteção contra os vírus 16 e 18 do HPV que causam câncer do colo do útero. Crianças e adolescente de até 14 anos tomam duas doses, os maiores de 14 anos tomam 3 doses, com a segunda após um mês da primeira, e a terceira seis meses após a primeira dose.

Contraindicações

A Vacina de HPV não é recomendada para:

Quem estiver com febre no dia da vacinação.

Pessoas que estão fazendo tratamento medicamentoso de alguma doença.

Mulheres grávidas só podem tomar a vacina após a gestação.

Pessoas alérgicas a algum elemento da vacina, precisam se orientar com o médico.

Pessoas com o sistema imunológico baixo.

Efeitos Colaterais

O local da vacina pode:

Apresentar vermelhidão

Coçar

Ficar inchado

Dor

Porém, se houver febre alta procure um médico.

Diagnóstico do HPV

O diagnóstico é dado através da realização de exames clínicos e laboratoriais. Os exames mostram o tipo de lesão, se é clínica ou subclínica.

Lesões clínicas:

Há a presença de verrugas na parte genital e no ânus e, podem se apresentar de forma única ou múltipla com de tamanhos variáveis, achatadas ou papulosas. Não há sintomas, mas pode haver coceira.

São diagnosticadas com exame clínico urológico, ginecológico e dermatológico.

Lesões subclínicas: Não visíveis e podem estar na mesma área que as clínicas e não tem sintoma e podem ser causadas por HPV de baixo e de alto risco para câncer.

São diagnosticadas através de exames laboratoriais como oPapanicolaou, colposcopia, peniscopia e anuscopia, e biopsias com histopatologia. Elas irão mostrar se as lesões são benignas ou malignas.

A Vacina de HPV pelos SUS

O SUS fornece as Vacina de HPV gratuitamente para meninas e meninos de 9 a 14 anos de idade. Ela, também, é oferecida durante campanhas de conscientização nas escolas e em certos espaços públicos.

A vacina pode ser encontrada em qualquer posto do SUS, mas para toma-la, é preciso um cartão de vacinas e, caso esteja na faixa etária, pode tomar a vacina no mesmo tempo.

Nas clínicas particulares, homens de 9 a 26 anos de idade e mulheres até os 45 anos podem se vacinar com HPV. A vacina é aplicada em duas doses e é paga.

Observações:

A vacina pode ser aplicada em pessoas que já iniciaram a vida sexual, pois não existe nenhuma contraindicação para quem já é sexualmente ativo.

Pessoas que já tiveram o HPV podem tomar a vacina. Não haverá efeito na HPV que já foi contraída, mas vai proteger das demais.

Mesmo se você iniciou a vacinação na rede privada, você pode completar a saúde na rede pública.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Alergia a picada de inseto: Saiba o que fazer, sintomas e como prevenir

No geral, mordidas e picadas de insetos podem ser facilmente tratadas em casa. No entanto, algumas pessoas têm uma reação alérgica grave conhecida como anafilaxia, assim é importante saber como identificar uma pessoa alérgica e como agir.

Alergia a picada e mordida de inseto

Na vida cotidiana, há muitos diferentes insetos que podem ser inofensivos para os seres humanos ou causar danos. Na maioria dos casos, picadas e mordidas de insetos podem ser facilmente tratadas em casa. No entanto, algumas pessoas têm uma reação alérgica grave conhecida como anafilaxia, que causa complicações graves e até mesmo a morte.

Devido a esta reação o serviço hospitalar de emergência deve ser acionado. As reações graves podem afetar todo o corpo e podem ocorrer muito rapidamente, muitas vezes em questão de poucos minutos. Sem tratamento, nesses casos de alergia grave podem se tornar rapidamente mortais.

Algumas picadas de aranha, como a viúva-negra ou a reclusa marrom, também são sérias e podem ser fatais. A maioria das picadas de aranha, no entanto, é inofensiva. Se você for mordido por um inseto ou uma aranha, leve o animal para identificação se isso puder ser feito de forma rápida e segura.

Se você sabe que você é alérgico a picada ou mordida de um inseto, você deve sempre estar identificado e com prescrita medicação. Além de, informar as pessoas com quem você interage, para ficarem de sobreaviso e sabe o que fazer se ocorrer.

Sintomas de uma picada de inseto – como saber se alguém é alérgico

Os sintomas de picada de inseto que não implicam uma urgência variam de acordo com o tipo de inseto e o indivíduo. A maioria das pessoas experimenta

 

– Dor localizada.

– Vermelhidão

– Inchaço ou comichão

– Você também pode sentir uma sensação de queimação, dormência ou formigamento.

– Febre, se a mordida causar uma reação um pouco mais grave, pode ocorrer febre,

– Pouca mobilidade nas duas articulações adjacentes,

– inchaço do membro

Sinais de alarme antes de uma picada de inseto

Será necessário chamar os serviços de emergência e de saúde (193) se a pessoa afetada tiver:

– Dificuldade em respirar, falta de ar ou chiado no peito.

– Inchaço em qualquer lugar no rosto ou na boca.

– Opressão na garganta ou dificuldade em engolir.

– Sensação de fraqueza

– Começa a ficar roxo.

O que fazer quando um inseto morde

As medidas gerais de ação para a maioria das mordidas e picadas de insetos são:

Remova o ferrão, se presente, raspando com as costas de um cartão de crédito ou algum outro objeto de borda reta. Não use pinças, pois elas podem apertar o saco veneno e aumentar a quantidade de veneno liberado.

Lave bem a área afetada com sabão e água.

Cubra a área da mordida com gelo embrulhado em um pedaço de pano para não danificar a pele e mantenha por 10 minutos, renove por outros 10 minutos e repita o processo.

Tome um anti-histamínico

Se necessário, se você é alérgico à picada do inseto por questão ou por recomendação do médico, tome um anti-histamínico ou aplique creme que reduzam o prurido.

Acompanhe

Durante os próximos dias, observe os sinais de infecção (como aumento da vermelhidão, inchaço ou dor).

Se a mordida só provoca uma reação inflamatória local, tudo o que voce tem que fazer é aplicar compressas frias, espalhar um pouco de pomada para aliviar a coceira e dor e, como último recurso, tomar um anti-histamínico ou um anti-inflamatório oral para aliviar o desconforto. A lesão tende a desaparecer após 48 horas.

O que não fazer quando uma pessoa com alergia picada de inseto éafetada.

Em caso de urgência apenas procure o serviço que sabe que medidas tomar e não tome uma ação que pode ter consequências graves:

– Não aplique torniquetes.

– Não administre estimulantes, ácido acetilsalicílico (aspirina) ou qualquer outro medicamento para dor da pessoa, a menos que o médico a prescreva.

Prevenção de picadas de insetos

Embora os insetos ataquem quando você menos espera ou quando está dormindo, há algumas medidas que pode tomar para evitar, tanto quanto possível, as picadas de insetos:

– Não provoque insetos, principalmente crianças.

– Evite movimentos rápidos e abruptos perto de colmeias ou ninhos de insetos.

– Tente não usar perfumes e roupas com figuras florais ou escuras.

– Use repelentes apropriados para insetos e roupas de proteção.

– Seja cauteloso ao comer em espaços abertos, especialmente com bebidas açucaradas – observe se não estão ou ficaram abertas – ou em áreas ao redor de coletores de lixo que frequentemente atraem abelhas, bem como em piscinas e áreas aquáticas que atraem esses insetos. .

Aquelas pessoas que têm alergias sérias a mordidas ou picadas de insetos devem levar um kit de epinefrina de emergência (que requer receita médica). Amigos e familiares devem ser ensinados a usar caso você tenha uma reação. Além disso, use uma pulseira de identificação médica.

Picadas e mordidas mais perigosas

Independente de ser alérgico ou não mordidas de determinados bichos são muito perigosas como:

Percevejos: Só saem à noite, quando picam uma substância “anestesia” e entorpece a área afetada, causando apenas sentir dor quando não há vestígios de percevejos.

Aranhas: Uma das mais perigosas é a Viúva Negra e a Reclusa Marrom. Para identificar a mordida de uma aranha, você deve identificar dois pontos elas podem ser venosas.

Carrapatos: responsável por levar problemas sérios, até mesmo levando à paralisia do corpo da pessoa afetada, afetando o sistema nervoso.

Abelhas ou vespas: Se a pessoa for alérgica, a picada pode ser fatal. A mordida tem um ponto vermelho e a área ao redor tem quase uma descoloração da pele e se torna inflamada causando muita dor.

Formigas: As formigas coloridas e as suas mordidas são geralmente muito dolorosas e irritantes, porque a área se torna infectada e inflamada.

Escorpiões: Um ponto vermelho é visto e a área ao redor fica vermelho claro; Outro sinal é uma dor muito intensa. Nestes casos, recomenda-se levar em conta o tipo de escorpião que feriu a vítima: quanto mais jovem ou maior a pessoa afetada, o dano pode ser pior e até chega a óbito.

Pulgas: As pulgas são parasitas que não só infectam os animais, eles também podem infectar seres humanos, causando dor intensa na região mordida.

Conjuntivite, causas, sintomas e dicas para aliviar

Olhos vermelhos, sensação de como se tivesse areia sob a pálpebra, secreção, alguma coceira… É alguns aspectos da conjuntivite, a condição ocular mais comum, que afeta tanto adultos quanto em crianças. Se você quiser saber, as causa, sintomas e dicas para aliviar essa irritação continue lendo.

O que é conjuntivite?

A conjuntivite é a inflamação ou infecção da conjuntiva do olho, que é uma membrana mucosa e transparente que reveste o interior da pálpebra e a esclera (parte branca do olho).

A inflamação geralmente causa vermelhidão no olho e secreção conjuntival. O desconforto geralmente começa em um olho, mas como é muito contagioso, geralmente se espalha para o outro olho se não forem tomadas precauções para evitar.

Pode afetar crianças e adultos, embora alguns tipos de conjuntivite sejam únicos em algumas idades, como os recém-nascidos (oftalmia neonatal). Representa um dos motivos mais frequentes para consulta oftalmológica urgente.

A maioria das conjuntivites são processos agudos, mas a recorrência destes ou da conjuntivite por alguns agentes infecciosos mais virulentos pode levar à inflamação crônica e gerar sequelas devido a cicatrizes complexas, ou defeitos na capacidade de produzir lágrimas. Caracteristicamente, eles geralmente não afetam a capacidade visual.

Causas da conjuntivite

O olho é um órgão exposto a fatores externos; está em contato direto com o meio ambiente e, portanto, com todas as substâncias presentes nele. Por esta razão, existem muitas causas que podem levar à conjuntivite:

Vírus: estão entre as causas mais comuns desta patologia. No geral, muitos dos vírus relacionados a resfriado também são responsáveis ​​por várias conjuntivites.

A conjuntivite viral é altamente contagiosa e é adquirida através do toque nos olhos, esfregando com as mãos sujas ou objetos como toalhas, suprimentos médicos e até mesmo por causa de partículas virais espalhados por espirros.

Bactérias: diferentes agentes podem causar a infecção, tais como S.aureus, S. epidermidis, Haemophilus, Streptococcus, Proteus, meningococo, gonococo, pneumococos, coliformes, Chlamydia ou de Mycobacterium.

Fungos: certos tipos de fungos podem ser a causa de reações alérgicas ou infectar a conjuntiva. As pessoas que usam lentes de contato devem ter um cuidado especial com a limpeza, pois tendem a instalar esses microrganismos.

Alergias: Se o olho é exposto a um alérgeno, o corpo rapidamente uma apresenta uma resposta contra, provocando a inflamação dos vasos sanguíneos da conjuntiva, acompanhadas por vermelhidão, prurido e irritação.

Exposição a agentes químicos: certos medicamentos e muitos outros produtos químicos podem causar irritação conjuntival. No geral, se a exposição tiver sido leve, os sintomas desaparecerão por conta própria.

Se os sintomas piorarem ou não desaparecem, ou se você tem sofrido exposição a um agente tóxico ou desconhecida deve ser chamado com urgência para o serviço de toxicologia e procurar o hospital mais próximo.

Outros: corpos estranhos (poeira, cílios, insetos…), lentes de contato, etc. Às vezes, eles podem causar irritações ou microtraumas.

Sintomas – como saber se estou com conjuntivite

Dependendo do agente causador da doença, os sintomas podem variar, mas geralmente inclui os seguintes sintomas de conjuntivite:

– Olho vermelho, vermelhidão, devido ao aumento do suprimento sanguíneo para a conjuntiva.

– Sensação de perda de visão e, ocasionalmente, leve fotofobia.

– Sensação de areia ou corpo estranho sob a pálpebra.

– Lacrimejamento

– Secreção conjuntival, os olhos podem chegar a grudar quando as secreções secam, formando uma espécie de crosta.

– Ardor

Na conjuntivite bacteriana, adenopatias (linfonodos inchados) podem aparecer na região pré-auricular, em frente à orelha. Além disso, pode acontecer que a conjuntivite se manifeste com inflamação ou infecção da pálpebra, devido à proximidade e contato direto, aparecendo uma inflamação e vermelhidão destas (blefaroconjuntivite).

Tratamento da conjuntivite

Esse tipo de infecção normalmente desaparece por conta própria O médico pode recomendar um tratamento sintomático que reduza a inflamação e a coceira. O paciente com conjuntivite também pode lavar os olhos com solução salina fisiológica fria, aplicando uma compressa diferente em cada olho.

Para infecções bacterianas, são prescritos tratamentos com colírios antibióticos. Os mais utilizados são gotas oftálmicas de gentamicina, tobramicina e norfloxacina para a atividade contra a maioria dos microrganismos envolvidos.

Antes de aplicar o colírio, se deve lavar bem as mãos e ter cuidado para não tocar na ponta do conta-gotas ou tocar com ele nos olhos. No final do tratamento da conjuntivite, todos os colírios abertos devem ser descartados.

O uso de colírios com anti-histamínico é especialmente útil em casos de conjuntivite alérgica. Para a conjuntivite viral ou com um componente inflamatório importante, os colírios vasoconstritores e até corticosteroides (prednisona) são geralmente recomendados.

A aplicação de compressas frias proporciona alívio nos casos com acometimento articular da pálpebra (blefarite).

Prevenção da conjuntivite

Para prevenir o aparecimento de conjuntivite é necessário executar algumas medidas preventivas como:

– Medidas de higiene: lave bem as mãos e evite esfregar os olhos. Não use toalhas, travesseiros, lençóis ou outros objetos que possam ter estado em contato com o rosto de uma pessoa infectada. Tente lavar esses objetos com frequência, principalmente se você mora com outras pessoas e tente não compartilhar.

Caso a condição ocorra em apenas um olho, use duas toalhas diferentes, uma para cada olho.

– Preste atenção à correta manutenção das lentes de contato, com boa higiene e substituindo quando necessário.

– Se você usa cosméticos e sofre de conjuntivite frequentemente, isso pode estar relacionado a um produto que dá alergia em você. Tente não colocar nos olhos, ou mude para outra marca que seja hipoalergênica.

– Se você é alérgico ao pólen, evite ambientes com altas concentrações desta substância, como o campo, parques e jardins, e coloque óculos de sol para locais externos.

– O cloro das piscinas também pode causar conjuntivite em pessoas mais sensíveis a essa substância. Se este for o seu caso, use óculos de água para proteger seus olhos.

Em alguns casos de conjuntivite infecciosa, verifique a possibilidade de se ausentar da escola ou do trabalho – de acordo com a idade da pessoa afetada – deve ser avaliada por alguns dias para evitar o contágio a terceiros.

Finasterida: Saiba como parar a calvície com este medicamento

A finasterida é um dos medicamentos mais utilizados para impedir a queda de cabelo, principalmente em homens. Assim, é uma medicação oral que, isoladamente ou em combinação com outros tratamentos, é reconhecida pela eficácia no tratamento da calvície masculina.

O que é finasterida?

Inicialmente, começou a ser comercializado para o tratamento de problemas da próstata, tais como micção frequente. Além disso, o tratamento com finasterida reduz os casos em que uma cirurgia de próstata é necessária.

A partir desta aplicação, se notou que um dos efeitos colaterais da finasterida tinha a ver com o crescimento do cabelo em determinadas áreas do couro cabeludo, bem como a diminuição da queda. Portanto, o uso desta droga na cabeça ajuda a impedir a queda de cabelo.

Normalmente, os resultados começam a ser notados após seis meses, mas se em algum momento você parar de tomar a medicação, é mais provável que o cabelo caia novamente com a mesma intensidade de antes.

Quais são os componentes e como são comercializados?

Este medicamento é comprado em farmácias com receita médica, com um custo econômico, em particular a versão genérica. Embora existam muitos laboratórios que comercializam este produto com marcas diferentes, também com preços acessíveis. Os mais recomendados são os genéricos Propecia e Proscar.

Qualquer que seja o seu tipo, o ingrediente ativo é sempre finasterida, e os outros componentes do núcleo são mono-hidrato de lactose, estearato de magnésio, amido glicolato de sódio, celulose microcristalina, amido pré-gelatinizado docusato de sódio; enquanto os ingredientes do revestimento são: hidroxipropilcelulose, dióxido de titânio, talco, hipromelose, óxido férrico vermelho e amarelo.

Como funciona a finasterida?

Este medicamento está envolvido no processo pelo qual a testosterona é transformada na chamada dihidrotestosterona (DHT), o hormônio responsável pelo alargamento da próstata, bem como a causa da perda de cabelo em homens ou o aparecimento de acne, entre outros sintomas. Ao bloquear a produção deste hormônio masculino, a finasterida serve para retardar a queda de cabelo, além de tratar a hipertrofia benigna da próstata.

Em pessoas que, geneticamente, têm altos níveis desse hormônio, os folículos pilosos tendem a se atrofiar e diminuir a atividade com o tempo. Como resultado, o ciclo de crescimento do cabelo é alterado, encurtando com o tempo, o cabelo cresce mais rápido, mais fino e mais fraco, até que finalmente eles param de nascer novo e a finasterida reverte isso.

Contraindicações e efeitos colaterais da finasterida

Antes de iniciar o tratamento com finasterida para queda de cabelo deve se levar em conta casos em que o uso é contraindicado e quais são os possíveis efeitos colaterais desse remédio. Em relação às contraindicações, as mais comuns são as seguintes:

– Alérgicos a algum dos componentes da medicação devem evitar.

– Não é um medicamento indicado para mulheres, a menos que especificamente indicado pelo médico. Em caso de gravidez, pode haver risco de malformação do feto ou feminização no caso de um bebê do sexo masculino.

– Também é contraindicado em crianças.

Nos casos de hiperplasia prostática benigna, as doses são geralmente diferentes. Você tem que saber os possíveis riscos da finasterida, que são especialmente de natureza sexual.

A Finasterida é indicada principalmente para homens entre 18 e 40 anos, com alopecia androgenética. Entre os efeitos colaterais da finasterida, destacam-se:

– Disfunção erétil, ejaculação anormal, diminuição da libido.

– Dor nos testículos.

– Inflamação nas mãos e pés.

– Sensação de tontura.

– Ginecomastia (aumento dos seios).

Na maioria dos casos, essas alterações são reversíveis no momento em que a medicação é interrompida, embora em alguns pacientes alguns desses sintomas possam persistir por mais tempo.

Para se evitar essas complicações, deve se tomar da forma certa que é explicada pelo especialista. Além disso, é importante destacar que em vários ensaios clínicos conduzidos para avaliar os efeitos de Finasteride, apenas 2% dos homens que foram tratados com este medicamente (a partir de uma amostra de 3.000 participantes) tiveram que interromper finasterida para a perda de cabelo.

Como usar finasterida?

É um medicamento que não pode ser adquirido sem receita médica, por isso sempre deve ser recomendado por um especialista após ele realizar um diagnóstico pessoal e realizar um exame de sangue. Com isso, você vai se certificar de que vai iniciar o tratamento com segurança.

Geralmente, como acontece em tratamentos contra a queda de cabelo, os especialistas recomendam tomar um comprimido por dia durante um período mínimo de seis meses e máximo de um ano.

Para a eficácia da medicação, é importante ser consistente com as ingestões, sem interromper o tratamento e sem duplicar as doses. Para prevenir efeitos colaterais, enquanto a queda de cabelo está sendo tratado com Finasterida, você precisa fazer exames de sangue frequentes. Isso irá garantir que o tratamento está indo bem e não causa efeitos negativos.

Sempre que tomar Finasterida, armazene esta medicação à temperatura ambiente e longe de áreas úmidas e quentes ou onde ela estiver leve. Além de também deixar fora do alcance de crianças e gestantes.

Finasterida funciona mesmo?

Uma das perguntas mais frequentes é se esse produto tem o mesmo efeito em todas as áreas da cabeça. A maioria das pessoas que experimentaram, a finasterida geralmente tem mais efeito sobre a coroa e parte superior da cabeça, do que na área de entrada ou na linha frontal. Você tem que esperar cerca de um ano para ver os resultados positivos.

Se você tomar Finasterida para tratar a perda de cabelo, é provável que, após três meses, você não note qualquer melhora. Isso ocorre, porque a queda de cabelo e crescimento são processos lentos.

Além disso, se tomar Finasterida durante cerca de doze meses e não notar qualquer melhoria, consulte o médico. É possível que o tratamento não esteja tendo efeito.

Os efeitos da finasterida só serão notados durante o tratamento. Você deve continuar tomando, mesmo se notar uma melhora em seu cabelo. Você tem que consultar o seu médico se você quiser parar de tomar finasterida. Se isso acontecer, é possível que o cabelo caia quando a calvície recomeçar naturalmente.

Gastrite: saiba o que é, sintomas, como prevenir e tratar

A gastrite é uma patologia que não é rara e é bastante comum graças a agentes que são facilmente encontrados na vida das pessoas como o estresse, álcool, determinados alimentos e muitas outras razões. Aqui você descobre como tudo sobre essa enfermidade e bem como você pode tratar.

O que é gastrite

A gastrite é a inflamação da mucosa que reveste as paredes do estômago. O revestimento do estômago contém células que secretam enzimas e ácidos que auxiliam na digestão e que, quando inflamadas, causam desconforto.

O que causa gastrite?

Os principais fatores que podem gerar uma inflamação no revestimento do estômago são:

– Medicamentos: alguns remédios, como ácido acetilsalicílico (Aspirina), naproxeno (Flanax) ou ibuprofeno.

– Infeções do estômago com a bactéria Helicobacter pylori, ou viral, principalmente em pessoas com déficits no sistema imunológico.

– Ingestão de substâncias corrosivas: abuso de álcool ou qualquer elemento que funcione como algum tipo de veneno para o corpo.

– Ingestão de alimentos condimentados

– Consumo de cocaína.

– Cigarro

– Refluxo da bile no estômago ou refluxo biliar.

– Distúrbios autoimunes

– Estresse excessivo

Outras condições menos comuns que podem causar gastrite são o fato de passar por uma grande cirurgia ou sofrer de uma doença gástrica que pode inflamar o revestimento do estômago.

Sintomas – como saber se você pode ter gastrite?

Embora em algumas ocasiões essa patologia não apresente sintomas, as pessoas que sofrem podem sentir os seguintes incômodos:

– Dor abdominal.

– Náusea e vômito.

– Azia

– Aerofagia.

– Falta de apetite, que às vezes pode levar à perda de peso.

 

– Fezes pretas e vômitos sangrentos, no caso da gastrite ocasionar sangramento no revestimento do estômago.

Tipos de gastrite

A gastrite pode ser classificada de acordo com a duração da patologia e de acordo com os sintomas e consequências. Dependendo da duração, a gastrite pode ser:

Gastrite aguda: A gastrite é aguda quando dura alguns dias e desaparece quando o agente causador é retirado. Ela geralmente é causada pelo uso prolongado de alguns medicamentos, como ibuprofeno, consumo excessivo de álcool ou estresse.

Gastrite crônica: ocorre quando a doença dura meses ou até anos. A principal causa de gastrite crônica é a infecção pela bactéria Helicobacter pylori. Também pode ser devido a uma alcalinização do pH do estômago que é produzida pelo refluxo biliar.

Dependendo dos sintomas e consequências que podem resultar, a gastrite também pode ser classificada como:

Gastrite erosiva: Ocorre quando uma ulceração se origina na mucosa do estômago, devido à fraqueza das membranas mucosas que as protegem, o que permite a passagem dos ácidos. Tem muita relação com o abuso do tabaco e do álcool. As erosões podem levar a hemorragias.

Gastrite atrófica: Neste caso, a camada protetora do estômago é afetada, aumentando o risco de câncer de estômago. A causa mais comum desta camada é a presença da bactéria Helicobacter pylori. A gastrite atrófica apresenta outros tipos de sintomas, além dos comuns, como anemia, déficit de alguma vitamina ou má absorção de nutrientes durante a digestão.

Consequências da gastrite mal tratada

A gravidade da doença e a duração dependem do fator causa essa enfermidade, de modo que na maioria dos casos a gastrite é curada quando a substância, doença ou condição que ocasiona a gastrite desaparece. As principais complicações que podem ocorrer são sangramento e aumento do risco de câncer de estômago. Às vezes, se o revestimento mucoso do estômago permanecer muito tempo alterado, os ácidos podem causar úlceras.

Diagnóstico

Entre os exames e testes que podem ser realizados para detectar a gastrite estão:

Exame de sangue: a fim de analisar o nível de glóbulos vermelhos e verificar uma possível anemia que pode levar a um enfraquecimento do revestimento do estômago.

Gastroscopia: para verificar o interior do estômago e o estado das membranas mucosas.

Exame de fezes: para avaliar se há sangramento, que pode ser um sinal de sangramento gastrintestinal causado por gastrite e também para detectar a presença da bactéria Helicobacter pylori.

Prevenção

A prevenção da gastrite é evitar o uso de substâncias que possam inflamar o revestimento do estômago. Evitar a utilização prolongada de medicamentos, tais como naproxeno, ibuprofeno, ou ácido acetilsalicílico, e reduzir ou suprimir a ingestão de álcool e de alimentos que podem irritar a mucosa gástrica.

Como tratar a gastrite

A substância ou condição que produz a inflamação do revestimento do estômago será o fator de que depende o tratamento. Embora seja normal que a gastrite seja curada quando desaparece o agente causador.

Por vezes, dependendo da incidência de sintomas e a gravidade da doença se utiliza medicamentos, tais como antiácidos e inibidor da bomba de protões, que reduzem a quantidade de ácido gástrico produzido pelas glândulas que cobrem as paredes do estômago, como omeprazol, pantoprazol ou esomeprazol, entre outros.

Na maioria dos casos, o tratamento medicamentoso só é necessário quando há infecção bacteriana.

Alimentos proibidos para gastrite

No caso de você sofrer de gastrite, é aconselhável evitar uma série de alimentos que podem agravar a doença e os sintomas. Os alimentos proibidos nestes casos são:

– Alguns vegetais: principalmente aqueles considerados flatulentos, isto é, podem causar gases, como brócolis, couve-flor ou pimentão.

– Frutas ácidas ou verdes: evite particularmente as frutas cítricas, como limão ou laranja.

– Leite Integral: Tente evitar o máximo possível do leite integral, do creme de leite e do queijo curado.

– Carne rica em gordura: principalmente embutidos, como chouriço ou salsicha.

 

– Bebidas com gás: bebidas carbonatadas não são recomendadas nestes casos.

– Bebidas com cafeína: como café e chá.

– Molhos e condimentos picantes: a ingestão de condimentos e alimentos condimentados é um dos motivos que podem causar gastrite, por isso o consumo agrava os sintomas da doença e pode causar danos ao estômago.

Alimentos recomendados para gastrite

Alimentos que não causam danos ao estômago e, portanto, é recomendado que se consuma se você tiver gastrite são:

– Macarrão e arroz

– Pão branco.

– Legumes cozidos.

– Peixe

– Lacticínios desnatados

– Bebidas sem cafeína.

– Carnes magras, como frango, peru ou coelho.

Em qualquer situação é sempre bom consultar um especialista, no entanto, existem casos em que é indispensável ir ao médico. Sempre que sentir dor abdominal muito forte e que não desaparece, se as fezes estiverem pretas ou houver vômito em que aparece sangue ou uma substância semelhante à borra de café, você deve procurar um profissional da saúde.

Gravidez psicológica: Saiba o que é, sintomas e tratamento

Às vezes, o desejo de ser mãe de algumas mulheres faz com que elas acreditem que estão, quando na realidade não é assim A gravidez psicológica também conhecida como imaginária, pseudociese e gravidez utópica é um transtorno que apresenta os mesmos sintomas de uma gestação verdadeira, mas sem um bebê real. Continue lendo e entenda mais dessa condição.

O que é gravidez psicológica?

Popularmente conhecida como gravidez psicológica ou imaginária, a pseudociese é um distúrbio psicológico que afeta principalmente mulheres com um desejo excessivo de se tornarem mães e que começam a apresentar sintomas claros da gravidez, apesar de não estar. Um engano que desconcerta os especialistas e para o qual ainda não há uma explicação clara.

Gravidez psicológica, quem pode ter?

A gravidez psicológica ocorre quando se tem as mesmas características de uma mulher grávida, embora nenhuma criança esteja sendo gerada. Essa condição afeta:

– As mulheres que querem engravidar intensamente e não conseguem: são as que mais são afetadas por este distúrbio, principalmente por ser estéreis ou muito com idade muito avançada para engravidar sem problemas.

– Mulheres mais jovens que não querem engravidar: mulheres que vivem constantemente com o medo de conceber uma criança, curiosamente, são também mais sensíveis a sofrer este transtorno.

– Homens: embora em casos mais raros homens desenvolvem os mesmos sintomas de uma gravidez quando a parceira passa por uma gestação.

– Animais: outro caso, é que a gravidez psicológica não afeta somente seres humanos animais também podem padecer deste transtorno.

Sintomas

Nesses casos, a mente se impõe ao corpo. Sob o efeito do medo ou do desejo de ser mãe, os hormônios ficam fora de controle e, com eles, o funcionamento dos ovários. Esses desequilíbrios causam a maioria das manifestações clínicas de uma gravidez verdadeira. As principais manifestações da gravidez psicológica:

– Ausência de menstruação durante nove meses, ou seja, a duração de uma gravidez real.

– Modificações nas glândulas mamárias, que se tornam mais túrgidas e segregam leite e colostro.

– Sensação subjetiva de movimentos fetais.

– Náusea e vômito. Pode haver problemas de constipação e apetite.

– Ganho de peso, geralmente maior que a gravidez verdadeira.

Atualmente, está sendo estudada possibilidade de que a gravidez psicológica seja resultado de uma espécie de retroalimentação entre a mente e o corpo, ou seja, um estado emocional inicial induz uma secreção anormal de hormônios, que por sua vez tem seus próprios efeitos físicos e psicológicos.

 

Como uma gravidez psicológica é diferenciada de uma verdadeira

Para identificar uma gravidez psicológica, a primeira coisa a fazer é realizar um teste de gravidez e depois ir ao médico para realizar um exame de sangue. Mais tarde, com uma ultrassom também é possível visualizar o interior do útero e ouvir o possível batimento cardíaco fetal.

Além disso, também é possível distinguir uma gravidez psicológica de uma verdadeira, observando qualquer uma das seguintes opções:

Hormona HGC: mulheres realmente grávidas produzem um hormônio chamado gonadotrofina coriônicas (HCG) que só pode ser detectado com um exame de gravidez de sangue. Graças aos exames de sangue, o médico pode medir a presença desse hormônio e confirmar ou descartar a gravidez.

Barriga da mulher grávida: no geral, durante a gravidez a barriga da mulher cresce e faz com que o buraco no umbigo “desapareça”. Este sinal particular não é observado em uma mulher com uma gravidez psicológica.

Medicamentos: Certos medicamentos, como aqueles que inibem a produção de dopamina, podem causar os sintomas mais comuns da gravidez. Desta forma, a mulher pode ficar confusa, especialmente se ela fez sexo desprotegido e acha que está grávida, então verificando o tipo de medicação que está sendo ingerida e eliminando este remédio se tem a confirmação ou não da gestação.

Exame de gravidez pode dar positivo em uma gestação psicológica?

A gravidez psicológica não dá teste positivo, porque nenhuma mulher produz o Hormona HGC, sem que haja feto. Se houver a confirmação de uma gravidez, através de exame, mas tiver uma criança às explicações podem ser a confiabilidade do laboratório que pode ter feito o procedimento incorreto ou a razão mais lógica de que a mulher realmente estava gravida, porém sofreu um aborto espontâneo sem se dar conta.

Como superar uma gravidez psicológica?

É imprescindível que pessoa receba ajuda especializada de profissionais, pois há casos que podem variar de meses a anos, e causam muita dor emocional e complicações para os pacientes.

A mulher que enfrenta uma gravidez psicológica também deve ter uma rede de apoio que envolva amigos e familiares.

Na maioria das vezes, o exame de gravidez esclarece o fato e faz a pessoa aceitar a realidade. Depois, com isso se consegue que a tensão do paciente diminua e o equilíbrio do organismo seja restaurado, isto é, a distensão no abdominal e as vertigens entre outros sintomas parem e volte a menstruação volte ao normal.

Gravidez psicológica não é uma doença antiga

Embora a doença seja rara, já houve casos documentados de falsas gestações desde os tempos antigos: em 300 aC, Hipócrates descreveu doze mulheres que achavam que estavam grávidas e acredita que Mary Tudor, a rainha inglesa, sofreu pseudociese por meses depois de se casar com Filipe II, seu estado de boa esperança foi anunciado oficialmente, mas quando chegou o momento da entrega, não havia nenhuma criança.

Gravidez psicológica masculina

Gravidezes imaginárias também foram descritas em homens, estes casos são muito infrequentes e respondem a condições psicóticas graves. O que eles podem sofrer homens é Couvade, um distúrbio que afeta os parceiros de mulheres grávidas durante a gravidez ou no parto das mulheres.

Nessas situações, os homens mostram os mesmos sinais e sintomas do que seus pares como náusea e vômito a dores na barriga.

Gravidez utópica é mais comum entre animais

A gravidez psicológica não ocorre apenas nos seres humanos. Esse problema é muito mais comum em animais, especificamente em cães, embora casos também tenham sido descritos em gatos e coelhos.

Além disso, nas pessoas se tem diminuído a incidência de casos com os novos tratamentos nos casos de problemas para engravidar.

Mau hálito: como evitar e tratar com remédios caseiros

O mau hálito é muito desagradável, principalmente para quem tem, o problema do mau cheiro gera insegurança. Os afetados sentem vergonha e medo por incomodar outras pessoas, se sentem sujos e culpados pelo mau hálito e as relações sociais estão deterioradas. Além disso, nos casos mais graves, as pessoas no ambiente também acham o cheiro insuportável, a boa noticia é que essa situação tem solução e você descobre aqui.

O que é Halitose?

Halitose, ou mau hálito, é um distúrbio bastante comum que afeta quase metade da população em algum momento da vida. O mau cheiro característico da halitose pode ocorrer por várias razões.

Causas do mau hálito

Doenças: algumas doenças do trato respiratório, tais como o cancro do pulmão, sinusite e bronquite ou digestivo como gastrite, hérnia hiatal, além diabetes e outras podem também causar um odor desagradável.

Má higiene: na maioria das vezes, está para ser relacionado com a falta de higiene da cavidade oral, facilitando a formação de tártaro e, por conseguinte, o crescimento de bactérias que produzem substâncias que emitem um cheiro ruim.

Produtos: O consumo de tabaco, álcool ou café, assim como certos alimentos como alho e cebola, também estão relacionados ao aparecimento de halitose ou mau hálito.

Remédios: Existem também inúmeras drogas que têm como efeito colateral a diminuição da produção de saliva, e ter uma boca seca gera mau hálito.

Baixo nível de carboidrato: a halitose também pode ser causada por uma dieta baixa em carboidratos. A falta desses nutrientes, que podem ser encontrados em alimentos como massas, cereais, batatas, arroz, pão e legumes, faz com que o corpo use gorduras para obter a energia de que necessita.

Quando o corpo metabolizar gorduras, cetose ou cetoacidose ocorre, que consiste em um aumento de cetonas no sangue e na urina. O mau hálito, nesse caso, é consequência da eliminação de pequenas quantidades de acetona, que produzem um odor característico.

Além disso, quando você sofre de halitose, certas situações podem agravar ainda mais o problema, como usar próteses, roncos, preenchimentos e coroas ruins, ter cáries, sinusite, feridas ou infecções na cavidade oral, estresse, tabagismo e claro, xerostomia ou boca seca.

Como saber se tenho mau hálito?

Você não pode cheirar seu próprio hálito, por causa de um processo chamado de aclimatação e que existe para que você possa sentir o cheiro de outras coisas, você ainda pode fazer alguns testes caseiros:

– Deixe uma gaze de algodão e limpe na língua (a parte de cima), depois cheire o algodão. Se ficar um pouco de amarelo, é provável que você tenha uma alta produção de enxofre e, com isso, o mau hálito.

– Lamba as costas da sua própria mão. Aguarde 10 segundos e deixe secar. Depois é só cheirar. Se você detectar um odor desagradável, então você sofre de mau odor bucal, porque quando você lambe a mão, os sais de enxofre são transferidos para ela.

– Passe o fio pelos dentes na parte de trás da boca (onde é possível ter comida acumulada). Depois disso, cheire o fio dental que você acabou de usar e você saberá se você sofre de mau hálito.

Como eliminar o mau hálito com remédios caseiros

Para refrescar sua boa e fazê-la produzir bons odores as dicas são:

Higienização da boca

Escove bem os dentes e a língua, use fio dental, lave a boca e se possível, faça isso sempre que comer qualquer coisa. Além de evitar o mau hálito se mantem saudável.

Evite alimentos que deixam gosto amargo na boca

Os 5 principais alimentos que causam mau cheiro na boca são cebola, alho, produtos lácteos, atum enlatado e raízes fortes. O que acontece é que as substâncias que causam o mau cheiro viajam da corrente sanguínea para os pulmões e daí pela sua boca.

Por essa razão, é aconselhável que você evite ou reduza esses alimentos por um tempo para ver se o seu problema é resolvido ou se você não pode evitar consumir balas ou usar um spray bucal depois de comer para esconder o bafo.

Se o mau hálito persistir verifique a possiblidade de haver alguma enfermidade diabete, refluxo gástrico etc. que geralmente, além da halitose produz outros sintomas.

Vinagre de maçã

O vinagre de maçã tem propriedades antibacterianas e antivirais que são vantajosas na redução dos níveis de toxicidade, evitando assim a mau hálito.

Modo de usar: Misture 1 colher de sopa de vinagre de maçã em um copo grande de suco de laranja. Tome no período da manhã antes do café da manhã.

Para usar como enxaguante bucal, combine ½ colher de sopa de vinagre de maçã com um copo de água e gargareje com esta solução por um intervalo de 10 segundos. Repita até que o copo seja esvaziado.

Bicarbonato de sódio

Funciona alterando o nível de pH dentro da boca, combatendo desta forma as bactérias que causam a odor desagradável na boca. O bicarbonato de sódio é eficaz na transformação do meio ambiente na boca e desestimula o crescimento bacteriano.

Modo de uso: Misture o bicarbonato de sódio com o creme dental e escova como de costume.

Para usar como um enxaguante bucal. Ferva um copo de água e adicione uma colher de chá de bicarbonato de sódio. Para uma sensação mais refrescante, adicione algumas gotas de óleo de hortelã-pimenta.

Como curar o mau hálito para sempre?

Os remédios acima são uma maneira rápida de evitar o mau hálito, no entanto, são necessários métodos mais abrangentes para resolver o problema permanentemente e sem depender de qualquer tratamento.

Com certeza, você já deve ter notado que existem centenas de remédios na Internet, desde caseiro até medicamentos. O problema com a maioria deles é que eles apenas eliminam os sintomas do problema. Em outras palavras, você fica “curado” por alguns dias e então retorna com o mesmo problema, e pode até piorar, principalmente com medicação sem comprovação.

Então, para uma solução definitiva apenas um dentista ou outro profissional da saúde pode informar o tratamento mais certo e seguro para resolver a questão.

Menstruação atrasada, estou gravida? Causas e tratamento

A sua menstruação está atrasada geralmente ocorre devido à falta de ovulação. O primeiro questionamento que se surge é da possibilidade de uma gravidez, mas esse não é o único motivo e há tratamentos caseiros que você pode experimentar na sua casa.

Menstruação atrasada, estou gravida?

Sim, você pode estar gravida antes de tudo faça o teste de gravidez. É a única forma de esclarecer a questão. Se a possibilidade de gravidez for excluída, a menstruação e tiver tido um atraso deve se verificar as razões ginecologica da amenorreia ou falta de menstruação.

O que é amenorreia?

É um termo médico que se refere à ausência de menstruação por pelo menos três meses consecutivos. Este atraso da menstruação ou amenorreia começa a considerar significativo como um sinal de que a mulher tem alguma condição especial e que deve ser consultado com o ginecologista para conhecer a causa real.

Geralmente, as razões para atrasar a regra de forma tão acentuada não são sérias, mas pode estar por trás de alguma doença, como a síndrome do ovário policístico, que é melhor do que descartar o especialista.

Em qualquer caso, pode haver vários tipos de tratamentos para combater a amenorreia e recuperar os dias férteis. Vamos ver abaixo quais são as principais causas de atraso menstrual em mulheres:

A base do funcionamento do sistema reprodutivo feminino está nos hormônios e o desenvolvimento correto pode ser afetado por desequilíbrios físicos e emocionais. Em particular, estas são as causas mais comuns do atraso do seu ciclo menstrual:

Estágios de estresse e ansiedade

A produção de hormônios é regulada a partir do hipotálamo. Uma tensão emocional excessiva e prolongada pode gerar irregularidades. Ser muito sobrecarregado por notícias indesejadas não apenas contribui em nada para o bom funcionamento do corpo

Medicamentos

A ingestão de medicação ou um tratamento específico pode ser uma razão pela qual seu ciclo menstrual está atrasado. A ingestão de certos medicamentos, como corticosteroides ou antidepressivos, pode afetar o tempo de concepção. No geral, qualquer mudança na medicação deve ser levada em conta. Claro, contraceptivos orais entrariam aqui.

Alimentação ruim

A má nutrição, obviamente, é outra das razões pelas quais o seu ciclo menstrual está atrasado em mulheres que sofrem de bulimia, anorexia ou distúrbios alimentares graves. O desaparecimento da menstruação é uma das primeiras advertências dadas pelo corpo. Mas, sem atingir esses extremos, tanto comer demais quanto fazer em quantidades menores do que aquelas que você precisa é um fator determinante para a menstruação irregular.

Exercícios em excesso

O excesso de atividade física é outro motivo pela qual a regra é adiada, entre o estilo de vida sedentário e a exaustão, há uma ampla gama de níveis de esporte. Qualquer um deles, com moderação, é benéfico.

Idade

A idade é um fator determinante quando se trata de ser mãe. As adolescentes nos primeiros ciclos e as mulheres que estão se aproximando da menopausa são protagonistas de calendários menstruais desequilibrados.

Doença

Certas doenças ou infecções podem ser responsáveis ​​por uma mudança drástica no seu ciclo menstrual. Não trata de nada muito sério, um simples resfriado ou um vírus estomacal são algumas vezes motivo de atraso.

Relógio Biológico

Mudanças nos horários, está provado que mudanças de trabalho que afetam o ritmo do sono e gera transtornos como a falta de menstruação.

Disfunção da Tiroide

Os problemas na tireoide são um dos motivos pelas quais o seu ciclo menstrual está atrasado. Em mulheres diagnosticadas e, tratadas, retornam à regularidade.

Amamentação

A amamentação é outra razão pela qual a regra é atrasada, o fim do parto e alimentar com leite materno.

Remédios caseiros para menstruação atrasada

O fato de ter um atraso não deve ser preocupante se identificar a razão, mas muitas mulheres sentem que, antes das regras, se acentuam sintomas como dor nas costas ou cefaleia, assim se você quiser menstruar para resolver a questão pode aplicar estes remédios.

Bolsa de água quente

Vai parecer estranho, mas, muitas vezes, os remédios da avó são realmente os mais eficazes, especialmente para os problemas que afetam principalmente ou exclusivamente as mulheres. Uma delas é a bolsa de água quente.

Quando você perceber que seu ciclo menstrual está atrasado, mas os sintomas estão bem acentuados, você pode usar uma bolsa de água quente colocada entre as pernas ou outra posição que seja confortável no nível da bexiga, entre o púbis e o abdômen inferior.

O calor que emana da bolsa ajudará os músculos uterinos a relaxar e, ao mesmo tempo, o calor favorece uma melhora na área que estimula o advento do ciclo menstrual. Com este remédio, além disso, você reduz toda a série de dores abdominais que precedem a chegada da menstruação.

Abdominais

Os abdominais estejam envolvidos na menstruação, a pressão nesses músculos acaba sendo transmitido para a região do útero. Além disso, fazer este exercício pode aliviar a dor e também ajudar a menstruação a aparecer. Na verdade, você pode fazer flexões várias vezes ao dia para tentar mover algo. Deve ser sessões curtas, mas repetidas.

Você ganha saúde e estética, e talvez graças a esse remédio a regra venha com pontualidade crescente.

Bebidas quentes

Chás de ervas não são apenas para pessoas que sofrem de constipação. Existem muitas plantas que contêm ingredientes especiais, (especialmente erva-doce e canela, e também aipo), que podem ajudar a trazer seu período.

Para isso, recomenda-se tomar um chá de erva-doce pela manhã, jejum e outro à tarde.

Banho de pés

Uma solução quase imediata é tomar um banho de pé, com água quente, meio limão e alguns raminhos de alecrim. Coloque tudo em uma tigela e insira seus pés na água, deixando a água quente correr.

Aproveite esse momento de relaxamento para se livrar de ansiedades e preocupações, seja de estresse emocional e psicológico, seja de estresse físico.

O banho de pés também ajuda a reativar a circulação do sangue e, com isso, fará com que a menstruação flua.

Vitamina C

Entre as causas mais comuns que impedem o ciclo menstrual de aparecer regularmente ou forçar a atrasar, ´w a falta de vitamina C, um dos antioxidantes mais importantes que está presente em frutas e legumes. Não vai doer para tentar tomar um suco de laranja natural diariamente.

Alergia ao calor e ao sol

O que fazer quando o que te causa alergia é o sol? Como tratar e como se afastar dele?

Se expor ao sol sem proteção nos horários não recomendados, ficamos com grande possibilidade de ter uma queimadura ou até um câncer de pele. Mas você ter alergia causada pela luz solar é complicado, principalmente, pelo fato da luz solar, proporcionar a síntese da vitamina D e produzir hormônios que ajudam o nosso corpo a funcionar melhor.

Existem pessoas que ficam com a pele cheia de alergia e irritação. Esses sintomas são a reação do sistema imunológico do nosso organismo quando está exposto ao sol. Ainda, não foi encontrada a causa para essa alergia.

A alergia ao sol e ao calor, também são conhecidas como erupção cutânea fotoalérgica ou fotoalergia. Ela pode acontecer com pessoas de qualquer idade, porém ocorrem mais bebês, crianças, idosos e pessoas estão acamadas.

Sintomas

Os sintomas aparecem mais nas partes do corpo que ficam mais expostas como os braços, mãos, no colo e rosto:

Vermelhidão na pele exposta ao sol e nas regiões onde mais se transpira.

Coceira pelo corpo.

Sensação de que a pele está queimando.

O Aparecimento bolinhas brancas ou avermelhadas.

Aparecimento de bolhas com líquido transparente.

Formação de crostas nos locais das bolinhas.

As áreas mais afetadas são o pescoço e as axilas.

Sintomas classificados de forma mais específica

Erupção na pele fotoalérgica:É a manifestação mais comum e que ocorre mais em mulheres que estão na faixa entre 20 e 35 anos. Com erupções vermelhas menores junto de um prurido intenso.

Erupção polimorfa:É menos frequente e afeta tanto mulheres quanto homens. Aparecem vesículas com manchas vermelhas com coceira no pescoço, rosto, membros e atrás da orelha.

Urticária causada pelo sol:Acontece após poucos minutos de exposição ao sol, criando placas rosas sobre a pele e atinge todo o corpo. Ela vai dá mucosa respiratória até a garganta, podendo acontecer um sufocamento.

Fotossensibilização:Aparecem erupções cutâneas ou vesículas avermelhadas que possuem prurido, causada pelo contato da pele com agentes fotossensibilizadores, sejam medicamentos, plantas medicinais ou cosméticos.

Causas

Fatores genéticos.

Certos medicamentos contra a diabetes, hipertensão, epilepsia, depressão e para alguns tipos de câncer.

Antibióticos.

Fragrâncias.

Produtos químicos utilizados nos protetores solares.

Tetraciclina.

Drogas a base de sulfa.

Possuir dermatite.

Leites para a pele, loções ou cremes com ou sem perfume.

O mesmo vale para alguns medicamentos

Plantas como a erva de São João, aipo, limão, suco de figo e Branca ursina.

Tipos de alergias ao sol

A alergia ao sol é dividida em dois tipos: a exógena e a endógena.

Alergia exógena

Acontece com contato de certas substâncias na pele e que, quando a pele é exposta à luz solar, causa as reações alérgicas. Os maiores causadores são certos cosméticos, o pólen de flores, produtos de limpeza, alguns medicamentos, tipos de legumes com fototóxica ksantinola.

Alergia endógena

Ela está relacionada com doenças metabólicas, criando uma imunodeficiência, causadas por acumulação de porfirinas na pele, problemas na melanina, mau funcionamento do sistema imunológico.

Alergia em bebês

Quando seu bebê apresenta os sintomas de alergia ao sol, o melhor é buscar ajuda de um pediatra. Assim, você pode saber qual é a melhor forma de cuidar e tratar.

Porém, existem coisas que podem ser feitas em casa que irão aliviar os sintomas no bebê:

Colocar uma roupa bem fresquinha no bebê para ajudar a pele a respirar.

Mantenha a casa bem arejada.

Mantenha o pescoço do bebê limpo, através de fraldas macias, limpas para ajudar diminuir brotoejas e irritação.

Usar talco para manter a pele seca, se o bebê continuar transpirando, dê vários banhos por dia no bebê, só com água.

Usar chá de camomila, em temperatura ambiente, como compressa, aliviando a pele.

Você pode evitar

Na maioria dos casos, a melhor maneira é evitar o contato direto com o sol. O uso do protetor solar todos os dias é o melhor jeito paraproteger da alergia do calor e do sol.

Não fique sob sol por muito tempo.

Caminhe por lugares que tenham mais sombra.

Fique longe do sol nas horas de maior calor, pois os raios solares são mais fortes.

Use roupas que possam te proteger dos raios solares.

Use boné ou chapéu para proteger o rosto e a cabeça.

Use óculos escuros.

Como saber se tenho alergia ao sol?

Os sintomas da alergia ao sol podem desaparecer sozinhos, isso faz com que as pessoas não se preocupem em ir a um especialista e saber o porquê.

É importante fazer uma consulta médica nesses casos, porque só, assim, será possível diagnosticar, se é uma alergia grave ou não. Em reações alérgicas aos raios UV, deve se consultar com um dermatologista.

O diagnóstico pode ser feito com uma análise clínica e perguntas, sobre quando e como os sintomas começaram.

Se não acontecer um diagnóstico totalmente esclarecido, é possível fazer testes que ajudem no diagnóstico final como: teste de luz ultravioleta, teste sobre manchas causadas pela luz solar, exames de sangue, análise de amostras da pele.

Medicação

O tratamento, geralmente, é feito com remédios anti-histamínicos ou corticoides, que ajudam a aliviar os sintomas da alergia. Mas é preciso buscar um dermatologista para indicar e orientar como deve ser o tratamento e que remédios usar em cada caso.

A medicação que possui corticóides deve ser usada em poucas quantidades e aplicando uma fina camada por um período de tempo, indicado pelo dermatologista, para não danificar a pele.

Se houver muita coceira e vermelhidão, o médico pode prescrever a utilização de pomadas, loções ou cremes anti-histamínicos e fototerapia.

O uso de alguns suplementos como os dietéticos como o betacaroteno, junto com Selênio, vitaminas E e C, cálcio ou ômega-3 para fortalecer o sistema imunológico do organismo, criando a possibilidade para a pele se autoproteger.

Obs.: Lembre-se de hidratar bem a pele através de cremes com babosa ou calamina, que possuem ação calmante, tomar banhos frios, beber muita água.

Não se automedique ou interrompa o uso de medicamentos sem consultar um médico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Amigdalite

Os dias esfriam e ador de garganta logo aparece. Mas, pode não ser uma simples gripe ou resfriado. Você pode estar comamigdalite e nem saber devido aos sintomas parecidoscom os de garganta inflamada.

Ela, também, é conhecida como tonsilite e, é uma doença muito comum que pode atingir pessoas de todas as idades, com maior propensão nas crianças e nos idosos por causa da baixa imunidade.

O que é, de fato, a amigdalite?

É uma inflamação que ocorre nas amígdalas, formando quatro estruturas arredondas e carnudas em cada lado da garganta nas extremidades entre o céu da boca e a língua.

Amídalas:são gânglios linfáticos presentes no fundo da garganta com a função de proteger a garganta contra infecções bacterianas e virais.

Tipos de amigdalite

Amigdalite viral

É quando a amigdalite é causada por um vírus. É a mais comum e mais difícil de identificar logo de início.

Amigdalite bacteriana

É quando a amigdalite é provocada por bactérias, não é tão comum quanto a viral e mais fácil de identificar devido a forma e tamanho.

Amigdalite aguda

É quando as infecções nas vias aéreas têm uma duração de até 3 meses.

Amigdalite crônica

É quando a infecção dura mais de 3 meses ou é um quadro que apresenta muita recorrência.

Amigdalite recorrente ou crônica

A amigdalite recorrente ou amidalite crônica, é quando a infecção dura por mais de 3 meses.

Mas basicamente existem apenas dois tipos: a bacteriana e a viral.

Amigdalite bacteriana: é mais causada pela bactéria Streptococcus pyogenes, mas pode ser causada por outras bactérias.

Amigdalite viral: é o tipo mais comum e pode ser causada por vários agentes virais, como o adenovirus, influenza, Rhinovirus, vírus EpsteinBarr, e etc.

Sintomas

Amigdalite bacteriana: pus amarelo nas amígdalas, febre alta.

Amigdalite viral: os sintomas lembram uma gripe.

Outros sintomas:

Vermelhidão e inchaço das amígdalas.

Dor de garganta.

Dificuldade para engolir.

Febre.

Mau hálito.

Dor de cabeça.

Perda do apetite.

Tosse seca.

Mal-estar.

Calafrios.

Pus.

Inchaço nos gânglios do pescoço.

Perda de peso.

Causas

As causas estão relacionadas com presença de vírus ou bactérias na região das amidalas, quando a pessoa se encontra com o sistema de defesa baixo, com muita exposição aos germes em ambiente escolares, hospitais ou creches.

No diagnóstico da amigdalite o médico olha a garganta, palpa o pescoço e solicita exames de sangue, se achar necessário, através da retirada de uma parte da pele das amígdalas para realizar um exame microbiológico para identificar a espécie bacteriana responsável pela amigdalite e identificar o que está causando da infecção.

Contágio

Todos os tipos de amigdalite são bastante contagiosos, mas o viral possui a capacidade de um contágio mais fácil. A transmissão é feita durante o contato com a saliva da pessoa infectada por um beijo ou compartilhamento de acessórios como copo e talheres, pelas gotículas de saliva que a pessoa solta ao falar ao espirrar ou tossir.

Evitar o contágio

Ao tossir use um lenço na boca ou coloque o antebraço na frente da boca quando for tossir.

Lave bem as mãos.

Não compartilhe toalhas, pratos, copos, talheres, roupas, acessórios, etc.

Tratamento

O tratamento vai variar de acordo com o tipo de amigdalite:

Para a amigdalite viral, recomenda-se o uso de anti-inflamatórios, analgésicos e antitérmicos para aliviar dor, febre etc.

Para a amigdalite bacteriana o tratamento é feito com antibióticos derivados da Penicilina por dez dias.

O diagnóstico deve ser dado por um médico como a indicação dos medicamentos que devem ser utilizados.

Amenizando os sintomas

Não há remédio caseiro para tratar a amigdalite, mas tem coisas que podem amenizar os sintomas e as dores:

Ficar de repouso, para economizar energia para o combate.

Se hidrate bem para diminuir o incômodo na garganta.

Fazer gargarejos de água morna com sal 2 vezes por dia diminui a coceira na garganta e o desconforto. O sal é um antibactericida.

Fazer gargarejo com água morna e vinagre ajudar a matar os microorganismos causadores.

Fazer gargarejo de água morna com duas gotas de óleo essencial de melaleuca e 5 de bálsamo de copaíba.

Fique longe da fumaça, cigarro, poeira e produtos tóxicos.

Aumente o consumo de alimentos ricos em vitamina C

Consuma mais alimentos líquidos e pastosos.

Há necessidade de fazer cirurgia?

Se o tratamento feito com anti-inflamatórios e antibióticos não der resultado, a amigdalite vira recorrente ou passa a acontecer várias vezes. Nesse caso, pode ser indicado a realização de uma cirurgia para fazer a remoção das amígdalas.

A cirurgia deve ser realizada quando ocorre o inchaço e desinchaço recorrente nas amídalas, pois essa situação, pode causar deformações.

A cirurgia para tirar as amígdalas é realizada com o paciente sob efeito de anestesia. Costuma durar entre 30 a 45 minutos e acontece, mais, em crianças. A cirurgia é simples com o paciente recebendo alta no mesmo dia. Mas deve repousar por até 10 dias antes de voltar às atividades normais.

Amigdalite, faringite e laringite

Elas se diferenciam na localização em que a inflamação ocorre:

Amigdaliteé a inflamação nas amígdalas;

Faringiteé a inflamação na faringe;

Laringiteé a inflamação na laringe.

 

Amigdalite

As amígdalas são dois órgãos localizados nos dois lados da garganta. São causadas por vírus ou bactérias, mas também podem ter como causa outros fatores: alérgenos, refluxo gastroesofágico, irritação por fumaça de cigarros ou álcool, frio, baixa umidade do ar.

Sintomas:

Dor na garganta.

Dificuldade para se alimentar.

Febre alta.

Mal-estar.

Vermelhidão e inchaço na garganta.

Placas de pus na garganta.

 

Faringite

A faringe é localizada no final da boca. Ela é causada por vírus ou bactérias, sendo a infecção viral a mais comum e pode ser causa pela sinusite ou refluxo gastroesofágico.

Sintomas:

Dor ao engolir, falar e bocejar.

Febre.

Dor de cabeça.

Irritação na garganta.

Mal-estar.

Vermelhidão e furos vermelhos no fundo da boca.

Placas de pus.

 

Laringite

É a ligação entre a faringe a traqueia, onde estão localizadas as cordas vocais. Na maioria, são causadas por vírus, excesso de bebidas alcoólicas, sinusites, fumo, refluxo gastroesofágico…

Sintomas:

Rouquidão,

Dor na garganta.

Tosse seca.

 

Dicas para engravidar mais rápido

 

Se você está com dificuldades para engravidar, saiba que há formas para influenciar, positivamente, sua vontade de ser mãe. Pode serem usados alguns métodos para induzir a ovulação, mas é importante ser examinada por um médico especialista, para saber qual a melhor solução para o seu problema.

Pré-gravidez

Antes de pensar em engravidar, é preciso fazer exames, pois ele pode ajudar a detectar possíveis problemas hormonais e evitar tentativas frustradas de engravidar. Algumas mulheres descobrem ao fazer os exames que possuem algo que possa dificultar as coisas como ter ovários policísticos ou desequilíbrio hormonal. Vale ressaltar que o casal e, não só a mulher, devem fazer os exames.

 Engravidar naturalmente ou com ajuda de remédios

Para engravidar rapidamente e de forma natural precisa acontecer a ovulação, sem ela não pode haver período fértil e nem chance de gravidez.  Existem alguns alimentos que são muito nutritivos e ricos em estrogênio, que ajudam a aumentar a fertilidade e induzem a ovulação como o inhame, sementes de girassol, avelã, óleo de girassol, óleo de amêndoa, castanha-do-pará, pistache, ostras, carne vermelha, fígado, sementes de abóbora, feijão de soja, amêndoa, amendoim, sardinha, arenque, salmão, atum, sementes de chia, sementes de linhaça, nozes, gérmen de trigo, farelo de trigo, bacalhau, couve de bruxelas, banana, manga, soja, abacaxi, leite integral, fibras, linhaça moída.

É importante cortar hábitos ruins como fumar, usar drogas ilícitas, consumir muitas bebidas alcoólicas. E, é uma boa ideia, fazer exercícios regularmente e diminuir o stress e a ansiedade.

Mas, às vezes, é necessário utilizar remédios para fazer engravidar. A medicação irá depender do tipo de problema, mas, normalmente, os médicos receitam remédios para induzir a ovulação. O mais comum é o citrato de clomífeno na forma ou injetáveis. Também há tratamentos como a inseminação intrauterina e fertilização in vitro.

Obs.: As bebidas alcoólicas diminuem a fertilidade de homens e mulheres, pois podem interferir a produção dos hormônios. Isso atrapalha a ovulação e compromete da qualidade e quantidade de sêmen.

O dia da ovulação

É importante sabermos o dia da ovulação. Ela ocorre durante o período fértil, que dura em média 6 dias, para identificar esse período, é necessário observar certos sintomas. Se não acontecer a ovulação, não há um período fértil e, então, não haverá chances de engravidar.

Um óvulo dura por 12 a 24 horas, durante esse período o espermatozoide precisa encontrar o óvulo para a fecundação. Os espermatozoides sobrevivem de 3 a 7 dias. Ter relações sexuais durante esses dias antes da ovulação é fundamental para poder engravidar mais rapidamente.

Para saber o seu período fértil, é preciso observar quantos dias dura o seu ciclo menstrual, em média pode ser de 21 a 40 dias. Ele começa no primeiro dia da menstruação e termina um dia antes de se menstruar de novo.

Não é difícil saber o dia da ovulação do mês anterior, com um ciclo de 28 dias, por exemplo, a ovulação acontece 14 dias depois do 1º dia do ciclo menstrual anterior. Normalmente o período fértil é em média 6 dias, sendo, assim, a ovulação aconteceu três dias antes ou três dias depois. Não existe um dia certo e sim um período que varia para ocorrer a ovulação. Para saber o dia certo, você pode usar um teste de ovulação na farmácia, que vai dizer os dias certos da sua ovulação.

Posições que irão te ajudar a engravidar

A posição ajuda quem quer ter um filho. O útero feminino, normalmente, possui uma entrada virada para frente, entrada virada para trás ou, ainda, em posição de medioversão. A posição na hora em que o esperma entra dentro do útero faz diferença para ele seguir o fluxo com mais facilidade, favorecendo para a gravidez acontecer.

Úteros virados para frente:a melhor posição é posição papai e mamãe, ou seja, o homem fica em cima da mulher na hora do sexo. Desse jeito, o homem consegue ejacular os espermatozoides na entrada do útero.

Útero virado para traz: a melhor posição é quando o homem ejacula de frente para o útero, ou seja, fazer sexo de 4 ou deitada de costas tipo papai e mamãe.

Tem outras posições como a mulher por cima, pois facilita o orgasmo feminino dando mais chances para o espermatozoide subir pelo útero com maior facilidade.

Para saber a posição do útero é preciso fazer um ultrassom.

Mulheres que permanecem deitadas de barriga para cima durante 15 minutos, após o sexo tem mais chances de engravidar. Pois, assim, os espermatozoides seguem seu caminho para o óvulo sem grandes problemas.

O dia da ovulação

Se você já sabe a data da ovulação, comece a se programar para as relações sexuais nesse período. Tenha relações alguns dias antes e depois da ovulação. Os espermatozoides têm a capacidade de sobrevivem no corpo por alguns dias, te dando um bom intervalo para tentar engravidar novamente.

Porém, é preciso avisar que o homem precisa ejacular antes do período fértil, para não acontecer um grande acúmulo de espermatozoides mortos.

Evite a ansiedade e o estresse

A pressa para engravidar, pode deixar as mulheres ansiosas demais. Mas lembre-se que a ansiedade e o estresse diminuem as chances de você engravidar.

As glândulas que controlam os hormônios da ovulação, não agem de forma eficiente quando você está nervosa, atrasando a ovulação ou impedindo que o óvulo seja liberado durante o período fértil.

Se divirta durante o sexo, sem pensar na gravidez. Curtir o momento com despreocupação pode aumentar as possibilidades de engravidar.

Banhos quentes, ficar com o notebook muito tempo em cima da barriga ou andar de bicicleta, ajudam a diminuir a quantidade de espermatozoides.

Médico

Antes de tentar engravidar, o ideal é se consultar com um ginecologista para saber se a ovulação está acontecendo da forma certa.

A gravidez espontânea ocorre, com maior frequência, nos primeiros três meses de tentativas. Se você começar a desconfiar que você ou seu parceiro tem algum problema que dificulta a gravidez, está na hora de pensar na possibilidade de ir atrás de um médico especialista.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dermatite de contato

 

O que é dermatite de contato?

Dermatite de contato ou eczema de contato é uma inflamação que ocorre na pele, depois dela ter sido exposta a uma substancia que lhe causou uma reação adversa como irritação ou alergia. É caracterizada pelo aparecimento de erupções cutâneas avermelhadas e coceira.

O problema é simples e geralmente não representa grandes riscos a saúde. O tratamento consiste na aplicação de pomadas e alguns medicamentos específicos, e costuma durar poucos dias ou semanas. A situação pode ser ocasionada pela interação de um produto para a pele e raios ultravioleta do sol.

Se não tratada, a dermatite de contato pode evoluir para infecções bacterianas graves que, aí sim, apresentam risco para a vida do paciente.

Dermatite irritativa

Ela pode ocorrer com qualquer pessoa que faz contato com alguma substância que é quimicamente abrasiva para a pele. As lesões da pele geralmente são restritas ao local do contato.

Nos adultos, ele ocorre, normalmente, quando se usa bijuterias, plantas, roupas, cosméticos ou produtos de limpeza, etc.

Causas

A dermatite de contato é uma reação alérgica, que pode ocorrer devido ao contato por substâncias ácidas ou alcalinas como detergentes, solventes, álcool, cremes, loções, grama, pesticidas, colas, pomadas, desinfetantes, gasolina, óleo diesel, poeira, produtos de limpeza, umidade, transpiração e muito calor ou frio.

 

Tratamento

O tratamento é basicamente lavar a região irritada com água corrente fria e usar uma pequena quantidade de sabonete líquido neutro. Se a irritação for mais grave, o tratamento deve ser feito com o tratamento feito com o uso de cremes anti-inflamatórios ou com corticoide.

A dermatite de contada é dividida em 2 grupos:

Dermatite por foto contato: É a mais incomum de dermatite de contato, ocorre lesões diretamente causadas pela interação entre algum produto na pele junto com os raios ultravioletas.

Dermatite de contato ocupacional: É um termo jurídico, usado para se referir a dermatites que são obtidas pelo paciente por causa de determinadas práticas e tarefas realizadas no ambiente de trabalho.

Dermatite de contato alérgica

Esse tipo de dermatite acontece por causa de uma reação alérgica a um determinado produto ou substância.

Causas

Ela é causada devido a uma reação de cada organismo individualmente, ou seja, o produto pode não causar reação em uma pessoa, mas pode causar reação muito forte em outra pessoa pode causar uma grande alergia.

A alergia pode se manifestar na primeira vez que a pessoa entra em contato com a substância alergênica ou anos depois do primeiro contato. Ela surge após muitas exposições ao elemento que causa a alergia, tudo irá depender das reações do sistema imunológico.

Na maioria das vezes, acontece através do contato com produtos como perfumes, cremes hidratantes, esmaltes de unha e medicamentos de uso tópico, inseticidas em spray, plantas, metais, perfumes, xampus, condicionadores, esmaltes de unhas, roupas, tecidos sintéticos, detergentes, adesivos cimento, óleos, graxas, tinta de parede, sabonetes, preservativos, maquiagem em geral, pomadas, tintas, conservantes de alimentos, corantes, látex, desodorantes, esparadrapos, band-aids, casca de manga.

Sintomas de dermatite de contato e alérgica

Erupção na pele com cor avermelhada, comichão e coceira na região afetada

Descamação da pele.

Pequenas bolinhas.

Pele extremamente seca ao redor da região irritada.

Bolhas com ou sem secreção.

Inchaços e queimação na pele.

Diagnóstico de dermatite de contato irritativa e alérgica

A dermatite de contato é diagnosticada por um dermatologista. Ele irá observar a cor e forma das manchas e fará algumas perguntas para paciente.

Nos casos de dermatite de contato alérgica, o médico irá solicitar alguns testes de pele para achar origem do problema. Nesse exame, são aplicadas substâncias alergênicas sobre a pele do paciente, com o uso de adesivos específicos e observar com o organismo reage a cada produto.

Tratamento médico

A dermatite de contato pode ser curada através de um tratamento que, normalmente, dura poucas semanas. Basicamente são utilizadas pomadas com esteróides, cremes, remédios orais anti histamínicos e corcóides.

Também, existe a possibilidade do uso de antibióticos, para combater, possíveis, infecções nos locais afetados pela dermatite. Ele é usado quando as defesas do organismo estão fracas, ficando mais vulnerável a microrganismos.

O diagnóstico precisa ser feito por um dermatologista.

Bebês

As dermatites de contato são comuns em bebês. Na maioria das vezes aparecem nas partes do corpo com dobrinhas como pescoço, pernas ou que ficam em contato constante com peças de roupa. Há, também, a possibilidade de aparecer na região genital, devido ao contato por muito tempo com fezes e urina nas fraldas, a dermatite de fralda.

A dermatite de contato, nos bebês, aparece com manchas vermelhas, descamação da pele e bolhas. As crianças com dermatite choram e ficam irritadas. É muito importante levar a criança a um pediatra para descobrir o que está ocasionando o problema.

É comum que a dermatite desapareça sozinha nas crianças pequenas, entre 2 semanas a 1 mês. Os pediatras prescrevem pomadas específicas para o tipo de alergia, que deve ser aplicada todos os dias, em pequenas camadas. Os casos mais graves precisam do uso de medicamentos com corticoides.

Possíveis complicações

Infecções por bactérias

É uma complicação que precisa de um tratamento imediato com uso de antibióticos, pois não tratar a infecção pode levar a morte. Elas costumam ser causadas pelo contato de lesões na pele com microrganismos infecciosos. Os sintomas variam de acordo com o tipo de bactéria que se estabilizou no local.

A infecção pode causar a sensação de calor na área com dermatite, podendo indicar o progresso de uma infecção.

Dores, fisgadas, pontadas, inchaços, febres com mais de 38ºC.

Celulite infecciosa

A celulite infecciosa é uma doença causada por uma infecção bacteriana, onde se formam placas vermelhas dolorosas na pele. É uma complicação comum em pessoas com feridas ou com dermatites que não foram bem tratadas.

Os sintomas são: pele muito avermelhada, dores na área lesionada, aparecimento de ínguas, dores de cabeça, febre, calafrios, vômitos, etc.

Essa é uma urgência médica, que precisa ser tratada o mais rápido possível. Se for feito um tratamento, pode acontecer uma grande infecção que atingirá todo o organismo podendo levar à morte.

Histerectomia: Quando a remoção do útero é necessária?

Uma histerectomia é um procedimento cirúrgico para remover o útero. É uma operação importante com um longo período de recuperação e só é considerada depois de tentar tratamentos alternativos menos invasivos. Depois de uma histerectomia, você não terá mais períodos menstruais e não poderá engravidar.

Por que a histerectomia é necessária?

As histerectomias são realizadas para tratar condições que afetam o sistema reprodutivo feminino. Algumas dessas condições são:

Menstruações excessivas.

Dor pélvica crónica a longo prazo.

Fibromas uterinos com crescimentos não cancerosos nas paredes do útero e é o motivo mais comum para realizar uma histerectomia.

Problemas de suporte uterinos.

Câncer de ovário.

Câncer uterino.

Câncer cervical.

Câncer de tuba uterina.

Endometriose ocorre quando o tecido que reveste o útero cresce fora do útero.

Prolapso uterino é quando o útero desliza para dentro da vagina. É mais comum em mulheres que tiveram vários partos vaginais, mas pode ocorrer após a menopausa ou devido à obesidade.

Sangramento vaginal que persiste apesar do tratamento com alterações hormonais, infecção, câncer ou miomas podem causar sangramento prolongado;

Adenomiose, o tecido que reveste o útero cresce dentro das paredes do útero, as paredes engrossam e causam dor intensa e sangramento intenso.

Tipos de histerectomia

O tipo que a histerectomia é realizada depende da razão pela qual precisa ser realizada e quanto do seu útero e do sistema reprodutivo circundante pode ser deixado no lugar.

Histerectomia total: o útero é removido, incluindo o colo do útero. Os ovários e as trompas de falópio podem ou não ser removidos. Essa é a operação mais comumente executada.

Histerectomia subtotal: A parte superior do útero é removida, mas o colo do útero é deixado no lugar. Este tipo de histerectomia só pode ser realizado por laparoscopia ou abdominal. O corpo principal da matriz é removido, deixando o colo do útero no lugar.

Histerectomia total com salpingo-ooforectomia bilateral: o útero, colo do útero, trompas de falópio (salpingectomia) e ovários (ooforectomia) são removidos.

Histerectomia radical: é uma histerectomia total. Pode ser recomendada se um câncer for diagnosticado ou suspeito. O útero e tecidos adjacentes são removidos, incluindo as trompas de falópio, parte da vagina, ovários, gânglios linfáticos e tecido adiposo.

Como é realizada a histerectomia?

A histerectomia pode ser feita de diferentes maneiras: através da vagina, através do abdômen ou através de laparoscopia. A escolha dependerá do motivo pelo qual você se realiza a cirurgia, peso, histórico médico, se teve filhos e outros fatores.

Histerectomia vaginal: o útero é removido através de um corte na parte superior da vagina. Não há incisão abdominal. Geralmente, causa menos complicações do que a histerectomia abdominal ou laparoscópica.

O tempo de cicatrização pode ser menor do que com a cirurgia abdominal, com um retorno mais rápido às atividades normais. Recomenda-se como primeira opção para a histerectomia, quando possível.

O cirurgião pode combinar a cirurgia transvaginal com a laparoscopia, chamada histerectomia transvaginal assistida por laparoscopia.

Histerectomia abdominal: o útero é removido através de uma incisão no abdome inferior. Pode ser feito mesmo se houver aderências ou se o útero for muito grande.

A histerectomia abdominal está associada a um aumento do risco de complicações do que a histerectomia vaginal ou laparoscópica, como infecção da ferida, sangramento, coágulos sanguíneos e danos aos nervos e tecidos. Geralmente, requer uma internação mais prolongada e um tempo de recuperação mais longo do que a histerectomia vaginal ou laparoscópica.

Histerectomia laparoscópica: é realizada através de pequenas incisões (meia polegada de comprimento) no abdômen. Um laparoscópico é inserido através de uma dessas incisões permite ao cirurgião ver os órgãos pélvicos.

O útero pode ser removido em pequenos pedaços através de incisões, uma incisão maior no abdome ou através da vagina. A cirurgia laparoscópica é menos dolorosa, tem menor risco de infecção e requer menor tempo de internação hospitalar.

Pode levar mais tempo em comparação com a cirurgia abdominal ou abdominal, especialmente se for feito com um robô. Há um risco maior de lesões no trato urinário e outros órgãos.

Complicações da histerectomia

As complicações dependem do tipo de cirurgia e do estado de saúde da paciente e incluem:

Febre

Infecção

Sangramento pesado

Formação de coágulo sanguíneo nos pulmões

Danos à bexiga ou intestino

Reação severa à anestesia geral

A mulher entra menopausa depois da histerectomia?

Se os ovários forem removidos durante uma histerectomia, a paciente entra menopausa imediatamente após a operação, independentemente da idade. Isso é conhecido como menopausa cirúrgica.

Se os ovários forem mantidos, não deve ter outros sintomas da menopausa imediatamente, mas podem aparecer sintomas anos antes da idade média da menopausa (52 anos) ou se um ou ambos os seus ovários forem deixados intactos, existe a possibilidade de a menopausa aparecer dentro de cinco anos da operação.

Se a mulher entrar na menopausa cirúrgica depois de uma histerectomia, deve receber a terapia de reposição hormonal (TRH). Todas as mulheres que têm histerectomia não tem mais menstruação.

Tempo de recuperação da histerectomia

A maioria das mulheres permanece no hospital um ou dois dias após a cirurgia, mas pode levar mais tempo quando a histerectomia é feita devido a câncer.

O tempo necessário para retornar às atividades normais depende do tipo de operação, a cirurgia abdominal pode levar de quatro a seis semanas. A cirurgia vaginal, laparoscópica ou robótica pode levar de três a quatro semanas para recuperação.

É preciso descansar muito e não levantar objetos pesados ​​por quatro a seis semanas após a cirurgia.

Que mudanças pode se esperar depois de uma histerectomia?

Para a maioria das mulheres, a maior mudança gera uma melhor qualidade de vida. Outras alterações que você pode experimentar incluem:

Menopausa

Alterações sexuais

Maior risco de outros problemas de saúde.

Sensação de perda, tristeza ou depressão.

vida sexual depois da histerectomia

Se a mulher teve uma boa vida sexual antes de sua histerectomia, deve ser capaz de retornar a ela sem problemas após a recuperação. Muitas mulheres relatam uma vida sexual melhor após histerectomia devido a alívio da dor ou sangramento vaginal intenso.

Se a histerectomia causar sintomas da menopausa, pode haver secura vaginal ou falta de interesse pelo sexo. O uso de um lubrificante à base de água pode ajudar no ressecamento.

Mioma: O que é? Tem tratamento? Quais os sintomas? E os tipos?

Os miomas são tumores benignos e frequentemente assintomáticos, mas devem ser monitorados, porque podem aumentar o sangramento durante a menstruação e complicar a gravidez e o parto.

O que é um mioma?

Os miomas, leiomiomas ou tumor benigno que se formam como resultado da proliferação de fibras musculares do miométrio (camada muscular do útero) graças a hormonas femininas alterados. Eles afetam o útero em sua forma, volume e função.

Causas de miomas

As causas dos miomas não são conhecidas, mas existem razões biológicas para o aparecimento. Estes incluem um aumento dos receptores do útero para o estrogênio, provavelmente de origem genética e algumas alterações hormonais durante a menstruação.

Além disso, o aparecimento de miomatose uterina é favorecido por alguns fatores de predisposição como:

Afrodescendentes (50%, contra 25% na raça branca).

Idade: são mais frequentes na quarta década de vida.

Obesidade: há evidências que sugerem maior risco de desenvolver miomas, assim como maior tamanho, em mulheres com excesso de peso.

Mulheres nulíparas (que nunca deram à luz).

Fatores hereditários: parece que pode haver algum tipo de influência hereditária, pois é comum que ocorram em mulheres da mesma família, principalmente parentes de primeiro grau. O risco é até 2,5 vezes maior.

Fatores Hormonais A menarca precoce (primeira menstruação) aumenta o risco de início, e a quantidade de estrogênio ou seus receptores uterinos é aumentada em mulheres com miomas.

Em relação à dieta, exercício, gravidez, tabagismo ou tratamentos hormonais, uma relação direta com a miomatose ainda não foi confirmada, mas há indícios que. diabetes mellitus, hipertensão arterial influencie.

Durante a gravidez parece que o fator hormonal placentário favorece o crescimento de miomas durante a gravidez, mas só ocorre em 20% dos casos.

Tipos de miomas

As características dos miomas são:

Número: podem ser únicos ou múltiplos, o que é mais frequente.

Tamanho: muito variável, desde muito pequeno, até alguns que pesam vários quilos (o maior extirpado pesa cerca de 60 quilos).

Localização: geralmente localizado no corpo do útero, mas pode estar em qualquer área do útero.

O crescimento pode se desenvolver para dentro da cavidade abdominal (subseroso mioma), para a cavidade uterina (fibroma submucosa), ou ficar na espessura do miométrio (mioma intramural).

Estes são os tipos de miomas existentes:

Miomas subserosos: constituem 40% dos miomas uterinos. Eles podem atingir um tamanho considerável sem produzir sintomas, ou ser revelados por uma complicação mecânica ao comprimir órgãos vizinhos.

Miosomas intramurais: são os mais frequentes (55%), proliferando na porção central do miométrio, produzindo um aumento no tamanho do útero.

Miomas submucosos: eles são os menos comuns, muitas vezes leva ao aumento do sangramento menstrual, que em alguns casos pode ser muito abundante e gerar problemas como a anemia por deficiência de ferro.

Sintomas do mioma

Os sintomas do mioma dependem da localização, tamanho e direção do crescimento do tumor. Aproximadamente metade dos casos é assintomático e não constituem risco para as mulheres. No resto das mulheres, estes são geralmente os sintomas que apresentam:

Hemorragias

É o sintoma mais frequente e caracteriza-se por períodos mais abundantes e prolongados, com a presença de coágulos em várias ocasiões. Entretanto, as perdas entre uma menstruação e outra não são comuns, exceto nos miomas submucosos, ou no caso de outras alterações associadas no endométrio.

Hemorragias podem causar anemia de maior ou menor importância, dependendo da quantidade de sangramento.

Dor

Ocorre em 30% dos casos. Pode ser aguda, mais ou menos intensa e persistente, embora também possa aparecer cronicamente com uma sensação de peso, principalmente quando a mulher fica em pé por muito tempo. Eles são a causa de dismenorreia secundária. Em alguns casos, pode ocorrer uma torção de um pedículo de um mioma, causando dor muito aguda e febre.

Fenômenos de compressão

O aumento do tamanho do útero devido aos miomas causa pressão nos órgãos vizinhos, como o reto, a bexiga, os ureteres e o intestino; assim, desconforto pode aparecer quando urinar gerar incontinência urinária e constipação.

Esterilidade e infertilidade

Miomas geralmente não têm qualquer impacto sobre a fertilidade, mas há momentos em que a esterilidade de compressão e o funcionamento anormal das trompas de falópio ocorre se os miomas são grandes, ou em outros casos, eles alteram a cavidade endometrial, impedindo a correta implantação e crescimento do embrião.

Na presença de miomas, o tratamento geralmente é instituído nos seguintes casos:

Quando eles geram sintomas

Quando eles têm um tamanho muito grande (mais de 6 cm de diâmetro).

Quando eles crescem rapidamente.

Os miomas que não produzem sintomas clínicos e que são de tamanho pequeno não requerem nenhum tipo de tratamento e somente acompanhamento é necessário a cada seis meses.

Tratamento do mioma

Os tratamentos hormonais são usados ​​para reduzir o tamanho dos miomas e reduzir temporariamente os sintomas. Como o estrogênio influencia o aumento do tamanho dos miomas, um estado hipoestrogênico semelhante ao da menopausa é induzido por medicamentos.

O tratamento com agonistas de GnRH dura entre três e seis meses e consegue reduzir o volume de miomas entre 30 e 60% e cerca de 50% do volume uterino.

O DIU liberador de levonorgestrel apresenta bons resultados em mulheres com miomas que causam principalmente sangramento ou naquelas que estão antes da menopausa.

Para reduzir sintomas como sangramento, progestagênios e contraceptivos orais são usados. Para dor, são administrados anti-inflamatórios.

Tratamento cirúrgico de miomas

A remoção apenas do mioma ou miomas, ou do útero, dependendo do caso, pode ser realizada por cirurgia. Por meio de uma incisão e abertura do abdome ou vagina, os miomas são extraídos.

A remoção completa do útero é indicada em casos de hemorragia excessiva que continuam mesmo com outras técnicas nas mulheres na perimenopausa que não desejam ter mais filhos e outras doenças ginecológicas (CIN, endometriose…).

Durante a gravidez, o comportamento deve ser acompanhamento, intervindo apenas em caso de força maior, sempre de forma conservadora, ou seja, da maneira menos invasiva possível para a não afetar a evolução da gravidez.

No parto é indicado cesariana devido a alterações às contrações e alterações na posição do feto e a obstruções do canal do parto.

Xarope para tosse: veja aqui as melhores dicas e receitas caseiras!

 

Xarope para tosse caseiro pode ser feito em casa com cebolas, mel, limão, leite e até mesmo chocolate podem de uma forma simples e barata. Aliados a mais dicas podem fazer sua tosse desaparecer.

Normalmente, a tosse é causada por uma infecção do trato respiratório e pode ser muito irritante até para causar vômito. Nas farmácias existem dezenas de tratamentos que podem ser usados ​​para aliviar esse incomodo, mas na despensa também há um bom número de produtos que podem ajudar a eliminar.

Por que as pessoas tossem?

A tosse é uma ação reflexa do trato respiratório que ajuda a expulsar as secreções ou agentes nocivos que impedem a respiração completa. É especialmente importante quando os mecanismos normais de transporte mucociliar são inadequados e, embora seja muito irritante, ajuda a prevenir doenças.

Na árvore brônquica, da traqueia, da laringe, e posterior da faringe há alguns receptores sobre o epitélio da mucosa que, quando excitados por fumos, um corpo estranho secreções ou doenças emitem um sinal através do nervo vago para o cérebro.

O cérebro faz a contração do músculo, especialmente o diafragma e o fechamento da glote, o que resulta numa alta pressão no interior da via respiratória. Com a abertura da glote rapidamente, o alto fluxo de ar elimina o que está afetando a mucosa brônquica.

Tipos de tosse

A tosse pode ser dividida em três tipos de acordo com a duração:

Tosse aguda: se durar menos de três semanas

Tosse subaguda: dura entre 3 e 6-8 semanas.

Tosse crônica: dura mais de oito semanas.

Os dois primeiros tipos são geralmente de origem viral e são curados ao longo do tempo. Em contraste, a tosse crônica precisa receber um estudo mais detalhado por um médico, embora seja geralmente causada por asma, doenças do refluxo gastroesofágico, infecções ou tabagismo.

Por via de regra, a tosse seca pode ser devido a vírus, asma, remédios ou contaminação ambiental. Mas se houver um fluido ou sangue, a origem é geralmente no pulmão e se o muco afeta a parte posterior da garganta, ele está associado a rinossinusite.

Se a tosse for acompanhada de queimação ou ardência no esôfago ou garganta, pode ser devido ao refluxo gastresofágico. A tosse é geralmente associada a azia em doenças cardíacas, como insuficiência cardíaca, DPOC ou outras doenças pulmonares.

Dicas para aliviar a tosse

Para diminuir o desconforto da tosse:

Beba muitos líquidos: manter uma boa hidratação ajuda a diluir as secreções das mucosas e reduzir a irritabilidade da faringe.

Não fumar: o tabaco é a causa mais frequente de tosse crônica e também produz bronquite crônica.

Coma mais frutas: uma dieta rica em fibras, especialmente fibras de frutas, ajuda a reduzir a tosse crônica e outros sintomas respiratórios.

Gargarejo com água e sal: ajuda a umedecer a garganta, o que pode aliviar a tosse.

Tomar banho com água quente: inalar o vapor gerado por banho quente umedece o trato respiratório e reduz o congestionamento. Também pode ajudar a acalmar o desejo de tossir.

Modifique o ambiente: use um umidificador ou coloque uma tigela de água em cima do radiador para manter o ambiente úmido e, assim, eliminar substâncias irritantes, como poeira, cabelo ou fumaça.

Realizar lavagens nasais com soro fisiológico: pode ajudar a diluir o muco nasal e, consequentemente, diminuir a rinorreia posterior, causa frequente de tosse.

Melhores xaropes para tosse que você pode fazer em casa

Existem diversos remédios caseiros para a tosse:

– Mel xarope: O mel é um produto altamente eficaz para aliviar a irritação da garganta. Uma das receitas de xaropes mais utilizadas pelas avós é justamente uma mistura de mel com óleo de coco.

O mais ousado também pode adicionar algumas gotas de mel a um copo de uísque ou conhaque para acabar com a tosse permanentemente.

Beber mel xarope é indicado devido ao mel ser um produto altamente eficaz para aliviar a irritação da garganta.

– Limão com sal e pimenta: Como o mel, o limão é um alimento altamente recomendado para eliminar a tosse, pois contém propriedades antibacterianas. Corte um limão ao meio e adicione sal e pimenta ao seu xarope. Depois, gargareje com a mistura.

-. Cebola e Coca-Cola: Ferva uma cebola e uma lata de Coca-Cola por três minutos e quando esfriar, beba a mistura. No início, este refrigerante era um xarope para tosse e cebola tem propriedades antibióticas.

– Uva e mel: As uvas ajudam a tonificar os pulmões. Se você misturar seu suco com uma colher de mel, você obtém uma calda perfeita para aliviar o resfriado e a tosse.

– Suco de cenoura quente: Use um liquidificador para fazer um suco de cenoura. Em seguida, aqueça por alguns segundos no micro-ondas e coloque o líquido quente num tomate. Além de aliviar a tosse, você enche seu corpo com vitaminas.

-. Amêndoas e suco de laranja: Esmague 7 amêndoas amargas em pó. Misture o resultado com um pouco de suco de laranja e colher de mel e misture. Você alivia com o resultado as infecções que houver na garganta e, claro, a tosse irritante.

-. Canela e chá: Se sua garganta coça, prepare um chá verde e adicione uma colherada de canela. Tome o mais quente possível e observe na hora a dor da calma.

– Vapores de folhas de eucalipto: Em uma panela coloque água para ferver com algumas folhas de eucalipto dentro. Aproxime o rosto da panela para inalar o vapor por cerca de vinte minutos e cubra com uma toalha para não deixa escapar.

– Chocolate amargo: Este é um dos remédios caseiros para a tosse mais doce. O chocolate ajuda a melhorar a tosse seca graças ao seu teor de teobromina, por isso, tente tomar 56 gramas por dia quando estiver tossindo.

– Leite quente: Este é um dos remédios caseiros mais simples para remédios para tosse. Antes de ir para a cama, beba um bom copo de leite quente. Não só você pode aliviar a tosse, mas também ajudar a ter um sono reparador.

Como combater os problemas de ereção

Imagine que você preparou uma noite incrível, com aquela pessoa especial e, na hora H, simplesmente falhou. É desesperador, não é mesmo? Lidar com a vergonha, com o julgamento do outro e com seu próprio julgamento, achando que é incapaz de dar prazer ao outro.

Problemas de ereção, embora causem bastante constrangimento, não são algo incomum e não significam que o fim do mundo chegou. Ao contrário. Todo homem, em alguma fase de sua vida, vai ser obrigado a lidar com uma brochada.

Para alguns, os problemas de ereção correm apenas uma vez, em geral na adolescência, quando estão aprendendo a lidar com seus corpos e não sabem exatamente como tudo funciona.

Já para outros, os problemas de ereção costumam aparecer em uma fase mais madura da vida, quando o corpo já não é mais o mesmo e tudo funciona mais devagar. É nesta fase, aliás, que as “brochadas” costuma constranger mais, pois muitos homens sentem que estão perdendo a masculinidade.

Mas, você sabia que o envelhecimento não é o único fator que devemos observar quando analisamos os problemas de ereção? Existem outros eventos que podem comprometer a libido de um homem, inclusive dos mais jovens.

Está passando por isso ou conhece alguém que está lidando com problemas de ereção e quer entender um pouco melhor seu problema? Então esse texto foi feito sob medida para você.

Aqui iremos debater tudo o que pode provocar os problemas de ereção, abordando um tema delicado e que costuma pegar muitos homens de surpresa: a influência dos remédios nos problemas de ereção.

O que é o problema de ereção?

O problema de ereção é quando um homem não consegue manter seu pênis ereto durante a relação sexual. Embora cause enorme desgaste principalmente entre a parcela masculina, é um evento relativamente comum.

Para que você tenha uma ideia, cerca de 12% dos homens abaixo de 60 anos podem apresentar problemas para ter uma ereção em algum momento de sua vida. Para os maiores de 70 anos esse percentual é mais elevado, de 30%.

Apesar disso, não é necessário ficar neurótico a cada vez que você falhar na cama, achando que há algo de errado com seu corpo. Algumas vezes, simplesmente, não estamos exatamente no clima, o que dificulta bastante que o ato sexual ocorra da maneira como nós ou o parceiro gostaríamos.

Agora, se manter uma ereção se tornar uma questão frequente, é hora de procurar ajuda médica. Por isso, fique atento se o problema acontecer mais de quatro vezes em um único mês.

O que pode causar problemas de ereção?

Mesmo que sejam esporádicos, os problemas de ereção precisam ser encarados como uma questão séria e que pode ser influenciada por fatores de risco, alguns deles tão comuns que sequer imaginamos seu impacto na vida sexual masculina.

Isso porque muitos homens desconhecem a ligação que sua saúde sexual tem com o bom funcionamento de seu corpo e sua mente. Por incrível que possa parecer, muitas vezes são hábitos ruins ou mesmo o estilo de vida de uma pessoa os responsáveis por desencadear esse problema.

Por isso, listamos abaixo os principais fatores de risco que contribuem para o surgimento dos problemas de ereção em todos os homens. Veja mais.

Diabetes

Doença crônica que provoca intensas mudanças na qualidade de vida e na saúde de uma pessoa, a diabetes é uma enfermidade que, se não controlada adequadamente, pode causar graves problemas de ereção.

Isso porque o excesso de açúcar no sangue acaba prejudicando o bom funcionamento dos vasos sanguíneos, já que a glicose que fica circulando pelo corpo endurece essas estruturas.

Além de provocar doenças cardiovasculares que enfraquecem o músculo cardíaco, a diabetes tende a dificultar a passagem de sangue por veias e capilares.

Como sabemos, o pênis depende de uma boa irrigação para ficar ereto. E, quanto menos irrigado, mais difícil é obter ou manter uma ereção de qualidade e por muito mais tempo.

Hipertensão arterial

A pressão alta, ou hipertensão arterial como é conhecida pelos médicos, é uma doença crônica silenciosa, que provoca danos muito graves à vida sexual masculina quando não tratada adequadamente.

Os problemas nesta esfera estão relacionados à irrigação de sangue ao órgão. Em um hipertenso, o coração precisa fazer mais esforço para bombear o sangue para todo o corpo.

Nesse momento, algumas partes podem receber mais sangue, enquanto outras ficam menos irrigadas. Dentre as que podem sofrer com uma irrigação deficiente está o pênis.

Como se sabe, quanto menos sangue chega, mais difícil é para um homem atingir uma ereção. Aí surgem os problemas de ereção. A boa notícia aqui é que as complicações provocadas pela ereção costumam surgir apenas depois de muitos anos em que a doença existe e que seu tratamento foi negligenciado.

Sedentarismo

Ao contrário das duas primeiras causas de problemas de ereção mostradas aqui, que tendem a afetar mais os homens acima dos 40 anos, o sedentarismo prejudica a vida sexual masculina em qualquer idade.

Aqui, aliás, não adianta dizer que o sexo por si só já é um exercício, e que não é necessário que o homem faça outros tipos de atividades físicas. O esporte é essencial para a qualidade de vida e para que a qualidade de sua ereção melhore.

Isso porque quando você não pratica exercícios físicos acaba comprometendo todo o funcionamento de seu corpo prejudicando, por exemplo, sua disposição para uma maratona sexual e também a circulação sanguínea na região genital.

Como sabemos, a chegada de sangue ao pênis é essencial para que uma ereção aconteça, então é preciso que o órgão esteja muito bem irrigado.

Como tratar os problemas de ereção?

Os problemas de ereção, em sua grande maioria, não são causados por problemas orgânicos ou que necessitem de intervenções cirúrgicas ou requeiram tratamentos complicados.

Em muitos casos, a adoção de medidas simples, como o abandono de uso de certas substâncias e aderir a hábitos mais saudáveis já resolve o problema.

Couple at gym

Já para alguns homens, o uso de medicamentos que estimulem a ereção, como o Viagra, já resolvem bem o problema.

Adeus Psoríase

O que é Psoríase?

A psoríase é crônica, autoimune e recorrente, mas não é contagiosa. É uma doença de pele bastante comum, que causa lesões avermelhadas com descamação, normalmente, em placas. As placas ocorrem mais no couro cabeludo, cotovelos e joelhos. Porém, pode aparecer em pés, mãos, unhas e a região genital.

A extensão da psoríase pode variar de pequenas lesões localizadas em determinada área ou o comprometimento de toda a pele. Sendo, assim, ela pode apresentar desde formas leves e facilmente tratáveis até casos mais extensos com à incapacidade física prejudicando as articulações.

Causas

Não foi descoberta a causa exata da psoríase. O que se sabe é que a célula T do sistema imunológico das pessoas com psoríase atacam as células saudáveis da pele, como se fosse uma cicatrização para uma ferida ou infecção.

Isso é prejudicial e possui consequências sérias, como dilatação dos vasos sanguíneos e aumento de glóbulos brancos, que avançam para as camadas externas da pele rapidamente, levando a lesões avermelhadas.

Estudos indicam que a genética determina a maior parte dos casos de psoríase, mas outros aparecem devido a fatores ambientais

Elementos que podem desencadear em psoríase:

Infecções na garganta;

Lesões na pele, como feridas, machucados, queimaduras de sol;

Alto nível de estresse;

Variações no clima;

Tabagismo;

Excesso no consumo de álcool;

Medicamentos prescritos para transtorno bipolar, pressão alta ou malária;

Alterações no metabolismo de certas substâncias na pele.

Tipos de Psoríase

Psoríase Vulgar ou em placas

É a mais comum, com lesões de diferentes tamanhos, delimitadas e avermelhadas, com placas secas esbranquiçadas ou prateadas no couro cabeludo, joelhos ou cotovelos.

Podem coçar, causar dor e aparecer em diferentes partes do corpo, desde a área genital até dentro da boca. Nos casos graves, a pele das articulações pode rachar e sangrar.

Psoríase Invertida

Nela aparecem manchas inflamadas e vermelhas, principalmente, nas áreas mais úmidas do corpo, que são nas dobras como: axilas, virilhas, embaixo dos seios e redor dos órgãos genitais.

Em pessoas obesas, o quadro pode ser agravado, devido a sudorese excessiva e maior atrito na região.

Psoríase Gutata

Esse tipo é mais nas crianças e jovens com menos de 30 anos. Ela surge devido a infecções bacterianas, como as de garganta. As inflamações formam pequenas feridas, parecidas com gota, cobertas por uma espécie de “escama”. Geralmente, aparecem no tronco, pernas, braços e couro cabeludo.

Psoríase Ungueal

Ela afeta os dedos e unhas das mãos e dos pés. As unhas crescem de forma anormal, engrossada e escamada, sem cor, com depressões puntiformes ou manchas amareladas. A unha pode se descolar do dedo ou esfarelar.

Psoríase Pustulosa

É a forma mais rara que pode causar manchas em qualquer parte do corpo ou ficar de forma mais aglutinadas em áreas menores, como pés e mãos. O desenvolvimento é rápido, com bolhas de pus, pouco tempo depois, a pele fica vermelha. Elas, costumam, secar em 1 ou 2 dias, porém podem voltar por dias ou semanas com febre, calafrios, cansaço e coceira intensa.

Psoríase Eritrodérmica

É a menos comum de todas, com lesões em 75% do corpo ou mais, causando manchas vermelhas que coçam ou ardem intensamente. Há diferentes causas que podem desencadeá-la: o uso ou retirada abrupta de corticosteroides para infecções, queimaduras graves, ou outra psoríase mal controlada.

Psoríase Artropática ou Artrite Psoriásica

Ela está relacionada a qualquer forma da psoríase com inflamação e descamação da pele com fortes dores nas articulações causando uma rigidez progressiva.

Psoríase Palmo-plantar

São lesões de fissuras nas palmas das mãos e nas solas dos pés.

Adeus Psoríase

O Adeus Psoríase é um programa completo, forte e eficiente para acabar com a Psoríase. Ele deixa as pessoas que sofrem essa doença muito mais felizes e confiantes, pois ele acaba com os sintomas da Psoríase. A coceira e o descamamento são atenuados com uma bela aparência da pele e com mais saúde e qualidade de vida.

O que é o programa Adeus Psoríase?

Adeus Psoríase é um programa mais vendido para mulheres e homens que sofrem com a psoríase, sendo um método que tem o objetivo de acabar com essa doença naturalmente e com rapidez.

Ele ensina a como o desequilíbrio interior pode afetar a saúde externa da pele. Com ele se estabelece um guia para uma alimentação de 28 dias, que informa os alimentos que precisam ser consumidos e quais os benefícios para o organismo.

O programa é voltado, especificamente, para as pessoas com psoríase. Ajudando a melhorar o sistema imunológico, fortalecendo a parede dos intestinos e permitindo a eliminação dos sintomas Psoríase de forma rápida.

Como consegui-lo

Você pode compra-lo de forma muito fácil. É só acessar o site oficial do programa, realizar o pagamento com cartão de crédito ou boleto bancário, que logo você irá receber o link para permitir o seu acesso para baixar o seu programa pelo computador, tablet ou celular.

A compra só pode ser feita pelo site oficial, pois só ele lhe oferece vantagens com o programa original, uma compra segura e pagamento sigiloso, além, de garantias especiais, descontos e promoções, garantia de entrega em pouco tempo e muito mais.

O site oficial é https://www.adeuspsoriase.info/.

Preço e pagamento

Ao comprar no site oficial você terá um preço promocional com uma oferta incluindo todo o programa com bônus pelo valor de R$97,00. Podendo pagar com cartão de crédito ou pelo boleto bancário de forma segura, sempre, cuidando para que seus dados pessoais, jamais sejam revelados.

Qualquer pessoa que tenha os sintomas da doença pode comprar.

Contraindicações

Não existe contraindicações, pois esse programa pode ser realizado tanto por homens quanto por mulheres de qualquer idade. Sendo um programa natural sem restrição.

Funciona

Ele funciona, porque é composto de dicas, informações sobre a doença e tratamento, troca de experiências, planos alimentares, tudo que é importante para melhorar a saúde, aliviar e desaparecer com os sintomas.

É um programa, extremamente, sério, completo e que já ajudou inúmeras pessoas que estavam sofrendo com a psoríase e que não conseguiram ter um resultado eficaz com remédios, pomadas, e outros medicamentos.

 

 

 

 

 

 

 

 

Tudo sobre a candidíase

Uma das doenças mais comuns de nossos tempos, a candidíase afeta tanto homens quanto mulheres, e pode provocar alguns incômodos e desconfortos em sua vida cotidiana.

Confundida com uma doença sexualmente transmissível, a candidíase é provocada por um fungo que pode infectar várias partes do corpo, como a boca e a pele, embora o tipo vaginal seja o mais comum.

No entanto, embora não se trate de uma DST, a candidíase precisa de tratamento rápido, para que não espalhe.

Ficou interessado em entender um pouco mais sobre a candidíase? Então continue lendo esse texto. Aqui contaremos tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

O que é a candidíase?

Conforme comentamos logo na abertura desse texto, a candidíase é uma infecção provocada por fungos do gênero cândida. Entre os seres humanos, a espécie que mais nos contamina é a cândida albicans.

Embora seja bastante incômoda, e vá contaminar três em cada quatro mulheres em alguma fase de sua vida, a candidíase tem cura.

Quais os tipos de candidíase?

A candidíase tem seis tipos principais de infecções, que são provocadas por espécies diferentes de fungos e afetam áreas diferentes do corpo. Confira cada uma delas.

Candidíase oral

Caracterizada por lesões brancas de aspecto cremoso na boca, a candidíase oral afeta a língua, as paredes internas das bochechas e o céu da boca. É chamada de sapinho e aparece com frequência em bebês, idosos, pessoas que passaram por quimioterapia ou portadores do vírus HIV.

Quem sofre de candidíase oral costuma reclamar de ardência, diminuição do paladar e sensação de ter um algodão na boca. Caso atinja o esôfago, a pessoa pode ter dificuldades para engolir.

Candidíase vaginal

Afetando três a cada quatro mulheres, a candidíase vaginal é muito comum naquelas que estão na idade fértil, por conta da umidade da vagina, território propício para o seu desenvolvimento.

Essa doença é muito comum em mulheres portadoras de diabetes; que tenham alterações hormonais; com predisposição genética; que tenham utilizado antibióticos recentemente ou que estejam com seu sistema imunológico comprometido.

Quem sofre de candidíase vaginal costuma se queixar muito de coceira na região íntima, juntamente com uma sensação de ardência ou de queimação ao redor da vulva.

Essas dores se agravam durante o período pré-menstrual ou durante o sexo. Pode aparecer também um corrimento vaginal esbranquiçado, espesso, inodor e de pequeno volume.

Candidíase no pênis

Menos comum do que a variedade que afeta a vagina, a candidíase no pênis é provocada pela má higiene do órgão e pelo uso de fraudas geriátricas.

Os homens que acabam contagiados com essa variedade se queixam de vermelhidão, inchaço, dor na glande, coceira e ardência durante o sexo. Surgem também placas brancas, semelhantes às surgidas na língua.

Candidíase do esôfago

Nesta doença, o paciente se queixa de dor ao engolir e dor no peito , na região atrás do externo. Mais rara, esse tipo de candidíase indica problemas no sistema imunológico.

Candidíase na pele

Aqui surgem placas vermelhas na pele, que podem coçar ou doer, surgindo em geral nas dobras do corpo, como nas axilas, na bolsa escrotal ou embaixo das mamas.

Essas regiões são mais suscetíveis à doença porque são áreas quentes e úmidas, favorecendo a proliferação de fungos.

Candidíase disseminada

Variação mais preocupante da doença, aqui a candidíase se espalha de forma descontrolada, espalhando-se para regiões importantes do corpo, como rins, olhos, coração, fígado, órgão, ossos e outros.

Ela pode afetar também o sistema nervoso, e é mais comum em pessoas com sistema imunológico enfraquecido.

O que pode causar a candidíase?

Embora façam parte de nosso organismo, os fungos da ordem Candida podem se desenvolver de forma desorganizada, ocasionando a doença. Isso acontece por causa dos seguintes eventos:

Uso de antibióticos

Além de atacar bactérias causadoras de infecções, alguns antibióticos eliminar bactérias benignas ao corpo humano, deixando-o desprotegido. A ausência destas bactérias libera espaço para que os fungos presentes no corpo se reproduzam, ocasionando a doença.

Desequilíbrios hormonais

O uso de pílulas anticoncepcionais ou até mesmo a gravidez podem provocar o surgimento da candidíase, pois bagunçam os níveis corretos de vários hormônios. Esse desequilíbrio facilita o desenvolvimento do fungo em nosso organismo.

Estresse

O estresse contribui para o desenvolvimento da candidíase porque estimula a liberação de cortisona, um hormônio que enfraquece o sistema imunológico, facilitando a proliferação do fungo.

Além disso, ele aumenta o nível de açúcar no sangue, o que serve de alimento para o fungo, permitindo que ele se desenvolva com mais facilidade.

Como a candidíase é transmitida?

Em geral, a candidíase não é transmitida, pois ela surge por causa de deficiências do sistema imunológico, problemas de higiene ou no intestino. No entanto, ela pode ser transmitida para outras pessoas.

Por isso, quando um dos parceiros é diagnosticado com candidíase, é importante que faça o tratamento corretamente, mesmo que não tenha qualquer sintoma, o que pode acontecer nos homens.

Quais os fatores de risco para o surgimento da candidíase?

Por se tratar de uma doença que afeta muito mais as mulheres do que os homens, os fatores de risco que favorecem seu aparecimento estão muito relacionadas a elas.

Por exemplo, elas têm mais chances de ter candidíase quando estão utilizando antibióticos; são portadoras de diabetes; estão menstruadas; usam anticoncepcionais; usam com frequência roupas apertadas ou molhadas ou, ainda, andam com os pés descalços ou compartilham luvas.

Podem ter candidíase também as mulheres que higienizam a região íntima mais de duas vezes por dia e usam absorvente por mais de três horas seguidas; tem relações sexuais com parceiros contaminados; tenham HIV ou outra doença que deprima o sistema imunológico ou, ainda, estejam grávidas.

Como a candidíase é tratada?

O tratamento da candidíase varia de acordo com o tipo de doença que a pessoa desenvolveu, no entanto envolve medidas simples, como a higienização da área e o uso de fungicidas.

É preciso também se consultar com um médico, para que ele acompanhe o tratamento e informe o tempo necessário para fazê-lo. O uso do medicamento não deve ser interrompido até que o médico diga.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dicas para o cabelo crescer rápido

Ter um cabelão forte, vistoso e muito bonito é o sonho de muitas mulheres. Mas, apesar disso, conquistar esse objetivo é complicado para muitas, que acham que seus cabelos simplesmente não crescem.

Seja por descuido, alimentação deficiente ou mesmo perda de tempo, é com um vermos mulheres se queixando de que o cabelo da amiga cresce muito rápido, enquanto o dela não.

Esse é o seu caso? Está lidando com um cabelo, digamos, preguiçoso e quer mudar isso? Então esse texto é para você. Aqui preparamos tudo o que você precisa saber para que seu cabelo cresça e apareça.

Corte

Cortar o cabelo com frequência é uma ótima dica para que ele cresça rápido. O ideal é aparar as pontas a cada seis ou oito semanas. Assim, você fortalece os fios e evita quebras e pontas duplas.

Máscaras

Faça máscaras capilares naturais e use em seus cabelos. Uma boa dica é criar uma com claras em neve. Elas deixam seus cabelos mais saudáveis, fortes e muito mais bonitos.

Beba água

Beber água é essencial para quem quer ter aquele cabelão vistoso, porque a água libera toxinas do corpo e ajuda no crescimento, deixando seus fios mais resistentes e hidratados. Aqui, uma boa pedida é tomar, pelo menos, dois litros de água por dia.

Penteie

Jamais saia de casa sem pentear seus cabelos. Se você escovar seus cabelos ao menos uma vez por dia, ajudará a ativar a circulação sanguínea do couro cabeludo, irrigando a região e fortalecendo os fios novos que estão nascendo.

Aqui é preciso atenção: evite escovar os cabelos molhados. Caso estejam embaraçados é preciso utilizar um produto para pentear e combater os nós.

Fuja do secador e da chapinha

Quem quer que seu cabelo cresça e apareça precisa diminuir o uso do secador e da chapinha. Sem eles, seus cabelos ficarão fortes, saudáveis e sem quebras e pontas duplas. Assim, eles ficarão perfeitos em todo o seu comprimento, e você poderá mostrar todo o seu real tamanho.

Coma proteínas

Faça uma dieta em alimentos ricos em proteínas, como ovos, peixes, frutas e legumes. As proteínas deixam seus cabelos mais bonitos e estimulam os fios para que cresçam muito mais rápido.

Não se esqueça das vitaminas

Ter uma dieta rica em vitaminas e minerais é outro ponto importante para os seus cabelos, porque eles ficam saudáveis e crescem muito mais rápido.

Se quiser consertar sua dieta, fale com um endocrinologista. Ele vai lhe ajudar a incluir alimentos saudáveis no dia a dia.

Óleos essenciais

Para manter um cabelo forte, bonito e saudável, aposte em óleos essenciais. Aqui, basta misturar três gotas de óleo de lavanda, três gotas de óleo de alecrim e duas gotas de tomilho, cedro vermelho e óleo de jojoba. Em seguida, basta aplicar a mistura diretamente nos cabelos e sentir a diferença.

Coloque água de cebola nos cabelos

Por mais inusitado que possa parecer, a água de cebola é ótima para que seu cabelo cresça mais rápido. Para isso, basta ferver duas cebolas e usar a água da fervura nos cabelos.

Faça uma mascara de batata

A batata não é apenas um ótimo alimento. Ela também deixará seus cabelos tinindo. Para isso, basta fazer uma máscara de batata para tratar os fios.

Aqui, basta misturar no liquidificador três batatas, uma clara de ovos e um pouco de mel. Use nos cabelos e verá a diferença.

Aposte no vinagre de maçã

O vinagre de maçã é ótimo para fortalecer e estimular o crescimento dos cabelos.

Para utilizá-lo, basta misturar o vinagre com um pouco de água e aplicar diretamente nos cabelos depois de lavá-los. Para que sua cabeça não fique cheirando a vinagre, basta aplicar duas gotas de seus óleo essencial preferido nessa mistura.

Cuidado com produtos à base de silicone

Usar produtos à base de silicone não ajuda no crescimento dos fios, porque ela obstrui os folículos capilares, enfraquecendo os fios e impedindo que eles alcancem todo o seu potencial para o crescimento.

Não coloque condicionador no couro cabeludo

Na hora do banho, nunca coloque o condicionador diretamente no couro cabeludo. Essa prática deixa seu cabelo oleoso e facilita o surgimento da caspa.

Por isso, para que seu cabelo cresça saudável, é importante que você aplique o condicionador apenas no comprimento dos fios, não chegando até a raiz.

Evite lavar o cabelo todos os dias

Para que seus cabelos cresçam forte e rápido, pule um ou dois dias na hora de lavar os cabelos. Dessa forma, você não expõe os fios aos produtos industrializados diariamente e permite que eles liberem seus óleos naturais.

Cuidado com o excesso de produtos para modelar

Na hora de se arrumar para sair, cuidado com o excesso de modeladores, como gel, spray fixador ou mousse. Eles podem deixar seus cabelos lindos, mas enfraquecem os fios. Use esses produtos apenas quando for realmente necessário.

Redobre os cuidados com os cabelos no verão

Quem quer que os cabelos cresçam rápido precisa redobrar os cuidados com os fios no verão. Na estação mais quente do ano, não esqueça do protetor solar para os fios e use sempre bonés e chapéus.

Consuma biotina

Uma solução natural para turbinar o crescimento dos cabelos é incluir biotina no cardápio. Esse composto está presente em alimentos como os ovos, a soja e o fígado, e faz muito bem aos cabelos, ajudando-os a crescer muito mais rápido.

Massageie os cabelos durante o banho

Quando estiver tomando banho, na hora de aplicar o shampoo e o condicionador, não se esqueça de massagear os cabelos com delicadeza, sem usar as unhas.

Esse movimento estimula a circulação do sangue no couro cabeludo, ajudando os cabelos a crescer fortes e saudáveis.

Não durma de cabelo preso

Quem sofre com cabelos que embaraçam muito pode fazer uma trança solta ou prender os cabelos com elásticos fracos, para que eles não caiam ou quebrem.

Fuja do estresse

Além de fazer muito mal ao corpo, o estresse acaba com os cabelos, porque ele deixa seus fios mais fracos e propensos à queda. Então, procure práticas para relaxar.

Dicas para parar de fumar

O cigarro é uma das drogas lícitas que mais mata pessoas ao redor de todo o mundo. Todos os anos, milhões de pessoas morrem, por algumas das doenças relacionadas ao fumo.

Anualmente, institutos de preservação à saúde e até mesmo o próprio Ministério da Saúde investem pesadas quantias na criação de campanhas contra o fumo e até mesmo em medidas que dificultem a compra de um maço de cigarro, como impostos para deixar o produto mais caro.

Apesar disso, milhões de pessoas começam a fumar todos os dias. O que começa com um cigarrinho inocente aqui e outro ali, para descontrair, termina se transformando em um vício sério, que pode causar graves consequências.

Por enxergar os males que o cigarro faz à sua saúde, muitas pessoas decidem parar de fumar todos os dias. No entanto, muitas relatam o quanto é difícil para elas abandonar o vício, pois o cigarro está em todos os lugares e é muito acessível.

Isso também acontece com você? Você enfrenta o vício do cigarro, mas gostaria muito de parar? Já tentou vários métodos e não conseguiu? Então esse texto é para você.

Aqui nós reunimos algumas dicas simples que vão te ajudar a deixar esse vício ruim de lado e viver uma vida mais saudável.

Evite frequentar lugares com muitos fumantes

Sabe quando você começa uma dieta nova, e deixa de frequentar aquele fast food que tanto ama e passa a ir a restaurantes com comida saudável? O mesmo pensamento vale para quem está tentando deixar de fumar.

No caso, a ideia aqui é parar de frequentar lugares com grande quantidade de pessoas que fumam.

Isso é necessário porque, principalmente nos primeiros dias, ficar sem fumar é muito difícil. Então, quando você está em um lugar com muitos fumantes, a tentação de experimentar só um cigarro é muito maior do que se estiver em um local onde ninguém esteja fumando.

Mude sua rotina

Muitos fumantes relatam que o hábito está tão arraigado em seu dia a dia que faz parte de sua rotina. Por exemplo, algumas pessoas acendem um cigarro assim que acordam. Já outros preferem fumar enquanto tomam aquele cafezinho depois do almoço.

Então, se você está tentando parar de fumar, uma boa dica é quebrar a sua rotina, deixando de lado esses hábitos que estão relacionados com o fumo.

Você pode, por exemplo, mudar o local onde faz suas refeições, mudar os pratos que está habituado a comer ou, ainda, alterar os horários de suas atividades.

Assim seu cérebro deixará de associar cada um deles com o fato de que você está acendendo um cigarro.

Concentre suas energias em outras atividades

Os primeiros dias para quem decide parar de fumar são os mais difíceis, porque é quando aparece aquela vontade que parece ser irresistível. O bom, aqui, é que ela dura muito pouco. Apenas alguns minutos.

Então, para resistir à essa tentação, uma dica interessante é se focar em atividades que requeiram toda a sua atenção, mantendo não só as mãos, como também a boca ocupada.

Ou seja, quando você sentir que está com vontade de fumar, pode se levantar e ir escovar os dentes, tomar um copo de água ou, ainda, mastigar alguma coisa, como uma fruta ou até mesmo um chiclete.

Tome cuidado apenas com esse “mastigar alguma coisa” para não consumir alimentos muito calóricos e acabar engordando.

Busque a ajuda de amigos ou familiares

Deixar de fumar não é nada fácil. Mas pode ficar muito mais fácil se você envolver um amigo ou até mesmo um parente. Por isso, enquanto estiver batalhando contra o vício, peça a ajuda de pessoas próximas.

Trabalhando como aliados nessa batalha, eles vão te ajudar a superar a tentação e canalizar seus esforços para vencer esse duro combate, deixando-o motivado.

Cuidado para não criar outros vícios enquanto tenta parar de fumar

Como o hábito de fumar está muito ligado à forma como uma pessoa lida com a ansiedade, um risco muito comum entre aqueles que estão tentando deixar de fumar é desenvolver outro vício, como comer muito.

Por isso, um cuidado importante para quem está tentando deixar de fumar é procurar um nutricionista, para que ele ajude com a tentação de comer alimentos muito gordurosos e ricos em açúcar.

Assim você conseguirá vencer o hábito do fumo sem ganhar peso ou piorar sua saúde, com alimentos que poderiam causar colesterol elevado e diabetes.

Mantenha o autocontrole

Parar de fumar é muito difícil. Tanto que muitas pessoas podem pensar não ser capazes de atingir esse objetivo e terminar desistindo no caminho, permanecendo com o vício até sua morte.

Então, se você quer realmente deixar o tabagismo de lado é fundamental ter muita força de vontade.

Para tornar essa luta um pouco mais fácil, busque ajuda de um psicólogo e repita para si mesmo todas as vantagens que trará para a sua saúde e sua vida com o fim do hábito de fumar.

Não desiste depois da primeira recaída

Quem está tentando deixar de fumar costuma se abater com as recaídas, achando que jamais vai ser capaz de abandonar o vício e viver uma vida sem cigarro.

Se isso está acontecendo com você, é fundamental que você não desista, mesmo após a primeira recaída. Isso porque ter recaídas pode te ajudar nessa empreitada.

Como? Depois da primeira recaída, você já sabe o que sente quando fica muito tempo sem fumar, como seu corpo e sua mente irá reagir. De posse dessas informações, você vai conseguir lidar muito mais facilmente com a recaída.

Quer mais uma razão para não desistir? Não há uma época certa para deixar de fumar. Isso porque você pode parar com o vício sempre que quiser, tenha a idade que for, e fume pelo tempo que for.

Masque chicletes com nicotina

Está sofrendo com uma vontade incontrolável de fumar, e acha que não vai aguentar a abstinência? Que tal mascar chicletes com nicotina?

Encontrados facilmente, eles liberam a nicotina gradualmente no organismo, garantindo que você não sofra tanto com os efeitos da abstinência e consiga continuar em sua luta para abandonar o fumo.

Tudo sobre a bichectomia

Toda mulher, independente de sua idade, sonha em ter um rosto perfeito, harmônico, com tudo em seu devido lugar. Com o avançar do tempo, esse sonho se torna praticamente uma obsessão.

Por isso, muitas correm para o consultório médico, em busca de procedimento estéticos que lhe devolvam o rosto firme e sob medida que elas sempre quiseram.

Muitas vezes, essa busca é motivada pelo ideal de beleza pregado por estrelas de cinema e de TV, com alguns procedimentos que são eleitos os queridinhos das mulheres.

A bola da vez é a bichectomia. Você conhece esse procedimento? Sabe do que se trata ou como é feito? Não? Então esse texto é para você. Aqui contaremos tudo o que você precisa saber sobre a cirurgia que vai repaginar suas bochechas.

O que é a bichectomia?

A bichectomia é uma espécie de “lipoaspiração facial”, onde um cirurgião retira parcialmente a bola de Bichat, um tecido gorduroso localizado no rosto. Sua retirada deixa as bochechas menores, deixando o rosto mais fino e alongado.

Essa retirada é necessária em muitos casos porque, mesmo sendo um tecido adiposo, as bolas de Bichat não diminuem com o emagrecimento. Ou seja, mesmo que você perca muito peso, continuará com a mesma quantidade de bochechas.

Que profissional realiza a bichectomia?

Embora se trate de um procedimento estético, a bichectomia é realizada por cirurgiões dentistas, em clínicas preparadas para a realização de cirurgias na região bucal.

No entanto, antes de pedir a seu dentista de confiança que realize em você essa cirurgia, certifique-se de que o profissional tem a capacidade e habilidades necessárias para praticar tal operação.

Afinal, a bichectomia é uma cirurgia e, como tal, tem riscos que, quando não respeitados, pode trazer complicações e colocar até mesmo sua vida em risco.

Como a bichectomia é feita?

A bichectomia é uma cirurgia muito simples e que dura de 30 minutos a uma hora. É feita com anestesia, local ou geral.

Para sua realização o cirurgião dentista faz um corte na região interna da boca, acima do molar superior, com extensão entre 1 e 4 centímetros. Então, ele pressiona o lado externo da bochecha, fazendo a bola de Bichat passar por esse corte.

Quando a bola de gordura atravessa a região, ele utiliza uma pinça para remover a bolsa completamente.

Depois de removida, o cirurgião costurará o corte, deixa a cicatriz do procedimento internamente.

Os pontos aplicados para que o corte seja fechado são, em geral, do tipo absorvíveis. Ou seja, eles não precisam ser retirados. No entanto, caso o cirurgião opte por pontos normais, o paciente precisará retornar à clínica para retirá-los, em até 7 dias.

Para quem a bichectomia é recomendada?

Embora tenha se transformado em um procedimento estético buscado por qualquer pessoa, a bichectomia é mais indicada para quem possui o rosto muito arredondado, tem bochechas muito grandes ou, ainda o volume do rosto pouco definido.

Esse procedimento é indicado, também, para quem não tem definição na mandíbula ou tem um pouco de gordura na papada e no pescoço, o que acaba prejudicando o ângulo da mandíbula.

Homens e bichectomia

Uma dúvida muito comum em torno desse procedimento estético é se os homens podem fazer a bichectomia, já que essa cirurgia é muito procurada por mulheres.

A resposta para isso é sim. Como todos os seres humanos possuem a bola de Bichat em suas bochechas, a bichectomia pode ser realizada tanto por homens quanto por mulheres.

Antes da realização da cirurgia, no entanto, o cirurgião pode realizar exames médicos e avaliar se há ou não a necessidade do procedimento.

Quais as contraindicações para a realização da bichectomia?

Assim como todas as cirurgias, existem algumas contraindicações que impedem a realização da bichectomia. Uma delas, por exemplo é em pacientes com rostos mais alongados. Esse formato de rosto é considerado magro, por isso não é necessário fazer a cirurgia.

Além disso, existem outras situações que impedem a realização da bichectomia, tanto em mulheres quanto em homens. Confira cada uma delas.

Não podem se submeter à bichectomia aqueles que passam por radioterapia e quimioterapia; que tenham sofrido com infecções locais ou sistêmicas; tenham cardiopatias severas ou, ainda sejam pacientes sistemicamente não compensados.

Não podem realizar esse procedimento, também, quem sofre com deficiência de fatores de coagulação; tenha problemas hepáticos e renais graves; tenham dificuldades em alcançar; sejam menores de idade ou, ainda, sejam mulheres e estejam grávidas.

Quais cuidados tomar antes da cirurgia?

Quem vai se submeter a uma bichectomia, além de se consultar com um médico especializado nesse procedimento, precisa fornecer algumas informações, como se faz uso de algum medicamento e qaul.

Antes do procedimento, o médico explicará como a bichectomia será feita, esclarecendo todas as dúvidas sobre a cirurgia.

Além disso, o médico pedirá a realização de exames de sangue (glicemia, coagulograma e hemograma completo), além de testes físicos, para se certificar de que o paciente resiste à cirurgia.

Como é a recuperação da bichectomia?

Por se tratar de um procedimento muito simples, a recuperação na bichectomia também é muito fácil e sem complicações.

Depois que deixa o consultório, após a realização da cirurgia, o paciente deve fazer compressas de gelo nos dois primeiros dias, para diminuir o inchaço de seu rosto.

Nesse período, é recomendável se alimentar apenas de líquidos, como papinhas ou alimentos leves, e que não precisem de muita força na mastigação.

Durante três dias, o paciente deve, também, usar faixas de compressão faciais, para diminuir o edema e evitar a formação de hematomas.

Além disso, é preciso fazer repouso nos dois primeiros dias, e pouco esforço nos sete primeiros dias.

É necessário, ainda, utilizar os medicamentos recomendados pelo cirurgião, como anti-inflamatórios e analgésicos. Na hora da escovação dental é preciso cuidado, para não ferir a área.

O que não deve ser feito durante o período pós-operatório?

Para que a recuperação da bichectomia corra sem problemas, é preciso tomar algumas precauções durante o períod pré-operatório.

Evite, por exemplo, atividades físicas (academia, crossfit, etc); não levante peso nos primeiros dias; evite falar em excesso nas primeiras 48 horas depois do procedimento e, também, não ingira alimentos muito quentes nas primeiras 48 horas.

Tudo sobre a lipoaspiração

A gordura localizada é um dos grandes problemas para homens e mulheres, que se sentem bastante incomodados com ele. Para elas, aliás, é ainda pior, pois esse tipo de gordura não vai embora do corpo, independente do que você faça.

Aqui, não adianta malhar como louca ou passar fome. Você vai emagrecer muito, mas aquela gordurinha indesejada permanecerá ali. Para retirá-la, apenas uma saída considerada radical: a lipoaspiração.

Você, com certeza, já ouviu falar nesse procedimento. Mas, você sabe tudo sobre ele? Conhece como é feito, onde pode ser feito e quais os cuidados depois?

Não? Então esse texto é para você. Aqui reunimos tudo o que você precisa saber para ficar bem informado sobre a lipoaspiração, e como ela pode mudar sua autoestima.

O que é a lipoaspiração?

A lipoaspiração é uma cirurgia onde a gordura é aspirada por meio de cânulas inseridas no corpo. Ela pode ser feita em qualquer região onde exista gordura localizada.

A lipoaspiração pode ser considerada pequena, média ou grande, dependendo de acordo com a quantidade de gordura retirada e que partes do corpo foram abordadas.

No entanto, em geral,os cirurgiões retiram apenas 5% do peso corporal de um paciente a cada procedimento.

Como a lipoaspiração é feita?

Antes de realizada a lipoaspiração, o cirurgião plástico infiltra uma solução composta por soro fisiológico e adrenalina, para reduzir as chances de sangramento e trauma cirúrgico durante o procedimento.

Em seguida, ele insere as cânulas através da pele. Elas chegam ao tecido adiposo e começam a aspirar a gordura localizada por meio de um sistema de vácuo.

Esses pontos onde as cânulas são inseridas variam de pessoa para pessoa, considerando sua anatomia e que técnica o cirurgião plástico irá utilizar.

Além disso, a lipoaspiração é feita com anestesia geral, peridural ou local, dependendo de quantas regiões serão atingidas. Caso o cirurgião opte por anestesia geral, deverá utilizar um intubação orotraqueal e aparelhos que ajudem a na respiração.

Depois do procedimento, as cicatrizes tem cerca de meio centímetro, diminuindo com o passar do tempo.

Quem pode fazer a lipoaspiração?

A lipoaspiração deve ser feita por pessoas que tenham gordura localizada que não é eliminada com exercícios físicos ou dieta.

No entanto, especialistas alertam que a lipoaspiração não é um tratamento para a obesidade e muito menos para emagrecimento, pois tem como objetivo modelar o corpo, e não causar a perda de peso.

Além disso, se trata de um procedimento cirúrgico delicado, que requer cuidados em sua recuperação.

Quais partes do corpo podem ser submetidas à lipoaspiração?

Conforme dissemos alguns parágrafos a frente nesse texto, a lipoaspiração pode ser feita em qualquer parte do corpo onde exista gordura localizada.

Ou seja, você pode operar o abdômen, a região dorsal, as coxas, a lateral das mamas, os braços e a papada.

É possível também lipoaspirar várias partes do corpo ao mesmo tempo. No entanto, é preciso cuidado para que a cirurgia não demore tempo demais.

Se for necessário fazer cirurgias distintas, um caminho pode ser a marcação de outros procedimentos em novas datas, com um intervalo entre elas definido pelo médico.

Quais os tipos de lipoaspiração?

Na lipoaspiração, existem diferentes tipos de cirurgia, que contemplam diferentes partes do corpo. Conheça cada uma delas.

Lipoaspiração comum

É feita com uma cânula, que suga a gordura da região desejada, e é feita com anestesia local com sedação.

Lipoescultura

Além de retirar a gordura localizada, o cirurgião trata esse elemento e o insere em outras partes do corpo, mudando seu formato por completo.

Vibrolipo

Aqui, a cânula é introduzida, mas a gordura localizada é retirada por meio de vibração. No entanto, os riscos e cuidados com a recuperação são os mesmos do procedimento tradicional.

Hidrolipo

Feito com uma solução anestésica, que reduz a dor no local, esse tipo de lipoaspiração é feito em regiões menores. Por isso é considerada uma mini-lipo.

Lipoaspiração a laser

Aqui, além da cânula tradicional, o cirurgião introduz fibra ótica, que quebra as membranas das células de gordura, absorvendo-as muito mais rápido.

Mini-lipo

Bastante semelhante à lipoaspiração tradicional,  a diferença é que ela é feita em uma área menor, terminando mais rapidamente e utilizando apenas anestesia local ou peridural.

Quanto tempo leva uma lipoaspiração?

Embora dependa bastante da extensão e da área que será aspirada, uma cirurgia de lipoaspiração demora, em média, de três a quatro horas.

Como é o pós-operatório?

Antes de realizar a lipoaspiração é preciso fazer exames de sangue, cardiológicos e também uma radiografia de tórax. Além disso, pode ser necessária a realização de um ultrassom da área que será operada e um Doppler.

Essa exame verifica como estão os vasos sanguíneos das pernas, e pode identificar se há trombose na corrente.

Quem não pode fazer uma lipoaspiração?

Mesmo se tratando de uma cirurgia que pode ser feita por praticamente todas as pessoas, existe um público em que a realização do procedimento não é recomendado.

São aqueles que têm doenças como hipertensão, diabetes e são obesos. Para eles, é necessário conversar com o médico para avaliar se há realmente a necessidade do procedimento.

Quanto tempo é necessário ficar internado?

O tempo de internação da lipoaspiração varia de acordo com seu tamanho. Uma lipo grande, por exemplo, requer pelo menos 24 horas de internação. Já em cirurgias menores, o paciente recebe alta no mesmo dia.

Como é a recuperação depois da lipoaspiração?

Por não ter pontos de costura cirúrgicos, ou ter bem poucos, a recuperação depois de uma lipoaspiração é bastante rápida.

Quem se submete ao procedimento já pode voltar ao trabalho depois de uma semana, desde que não seja preciso fazer muito esforço físico. Depois de um mês, a rotina pode ser normalizada.

Nesse período, pode ser necessário o uso de analgésicos e antibióticos, que serão prescritos pelo médico para diminuir as dores e combater infecções.

Depois da cirurgia, é necessário o uso de uma cinta modeladora, pois ela comprime todas as regiões que foram lipoaspiradas, ajudando na modelagem e diminuindo o inchaço.

A vestimenta deve ser utilizada durante todo o dia, e retirada apenas para o banho.

Quem pratica atividade física pode retornar à malhação depois de 20 a 30 dias, mas de maneira bem leve. A carga deve ser aumentada gradualmente, até retornar aos níveis antes do procedimento.

Tudo sobre a mastopexia

Uma das partes do corpo feminino mais adorada, não apenas por elas mas também pelos homens, as mamas acabam sofrendo com a ação do tempo e caindo.

Mamas caídas acabam destruindo a autoestima de uma mulher, que já não se sente mais tão atraente ou capaz de seduzir o parceiro, temendo então que ele a troque por outras.

Para diminuir esse temor e voltar a se sentir bela novamente, muitas mulheres encaram os cirurgiões plásticos em busca de um tratamento para o problema de mamas caídas, e são recomendadas à mastopexia.

Você conhece esse tratamento? Sabe do que se trata? Não? Fique tranquila. Preparamos um texto com tudo o que você precisa saber sobre a mastopexia e como ela pode mudar a sua vida.

O que é a mastopexia?

Conhecida também como lifting de mama ou mamoplastia, a mastopexia é uma cirurgia cujo objetivo principal é combater o caimento natural dos seios, chamado de ptose mamária.

O procedimento reposiciona a auréola e a pele com flacidez, elevando as mamas até que fiquem em sua posição original, e dando simetria ao corpo da mulher.

Para quem é indicada a mastopexia?

Essa cirurgia é indicada para mulheres que estejam com os seios flácidos por causa do envelhecimento, da amamentação ou tenham passado por uma grande variação de peso.

Como a mastopexia é feita?

A mastopexia é feita com anestesia local ou sedação, sendo esta geral ou peridural.

A cirurgia pode ser feita, também, juntamente com a implantação de próteses de silicone. Isso é necessário quando a mama tem espaços vazios que precisam ser preenchidos para que a mama tenha firmeza e sustentação.

Já nos casos em que não é necessário implantar silicone, a mastopexia é feita com a retirada do excesso de pele e o reposicionamento do tecido mamário, dando um novo contorno ao seio.

Em algumas situações, o cirurgião pode, também, retirar gorduras ou glândulas, dando um novo formato aos seios.

Na mastopexia, as incisões cirúrgicas são feitas na região dos mamilos, estendendo-se até a linha vertical saindo da auréola e indo até a base do seio.

Em outros casos, essa incisão pode ser feita alcançando-se o formato de T invertido.

Duração do procedimento

Em geral, a cirurgia de mastopexia dura de uma hora e meia a quatro horas, e a paciente pode ter alta no mesmo dia ou ir para casa em 24 horas.

Como é feita a preparação para a cirurgia?

Antes da realização da mastopexia, é necessário fazer exames completos de sangue, como hemograma e avaliação da coagulação do sangue.

Além disso, é preciso fazer uma avaliação da mama através de exames de ultrassom e mamografia, para diagnosticar possíveis lesões ou alterações nos seios, como cistos ou nódulos.

Quem vai fazer a mastopexia precisa, também, fazer jejum de oito horas antes da cirurgia.

Quais os cuidados a se tomar depois da cirurgia?

A paciente que se submete à mastopexia precisa tomar alguns cuidados depois do procedimento. Um deles é com o movimento dos braços.

Nos primeiros dias depois da operação, esse movimento deve ser limitado, porque quando os braços se movem, você mexe também a musculatura e as mamas.

Por isso, a paciente não deve elevar seus braços acima do nível dos ombros por duas semanas.

Quem fuma deve evitar o cigarro no pós-operatório, permanecendo pelo menos um mês sem fumar. Além de dificultar a microcirculação do sangue no local da cirurgia, o cigarro favorece o surgimento de queloides, por atrapalhar a cicatrização.

Depois da cirurgia, pode ser necessário o uso de anti-inflamatórios, antibióticos e analgésicos, para diminuir a dor no local. Em alguns casos, você deve usar também pomadas à base de silicone, para melhorar a cicatrização.

Após a realização da mastopexia é necessário fazer repouso por 15 dias, retornando ao trabalho depois desse período, caso não hajam problemas. No entanto, é preciso esperar 21 dias para voltar a dirigir.

Exercícios mais leves, como caminhada, podem ser feitos depois de um mês, com o uso de roupas próprias para essa atividade, além de um sutiã especial. Exercícios mais intensos, como a musculação, devem ser feitos depois de dois meses.

Já as relações sexuais devem ser evitadas pelo menos nas duas primeiras semanas depois da operação.

As mulheres que se submetem à mastopexia devem utilizar sutiãs cirúrgicos por 30 dias, para diminuir o inchaço e sustentar e remodelar a mama, sendo retirados apenas para o banho.

Depois desse período, esses sutiãs podem ser substituídos por modelos normais, exceto aqueles meia taça, que possuem arame de sustentação. Esse modelo pode ser usado apenas depois de três meses da operação.

Depois da cirurgia, o médico coloca um curativo impermeável na região, que deve ser substituído no consultório. Depois dessa troca, é feito um curativo simples, com gaze, e que pode ser feito em casa, depois de higienizar muito bem o local, usando água e sabão neutro.

Como os mamilos podem ficar doloridos e sensíveis depois do procedimento, é recomendável o uso de gaze também nessa área, para evitar a fricção com as roupas.

Depois da operação, é importante tomar cuidado na hora de dormir. A melhor posição é aquela em que a pessoa fica de barriga para cima. Não se deve dormir de bruços ou de lado, e sempre usar um ou dois travesseiros para elevar seu tórax.

A paciente só pode voltar a dormir de lado e de bruços depois de seis semanas e três meses da operação, respectivamente.

Quem não pode fazer a mastopexia?

A mastopexia não costuma ser indicada para mulheres jovens, porque pode atrapalhar a amamentação.

Nesse procedimento, pode acontecer a perda dos dutos da mama, canais responsáveis por conduzir o leite. Embora haja 50% de chances que esses canais voltem a se formar, o resultado da operação pode ser perdido depois da amamentação.

Então, se paciente deseja engravidar, a mastopexia não é o melhor procedimento a se recomendar. O ideal é que seja feito outro procedimento, de preferência depois que o bebê nasceu e a amamentação foi completada, para que o estado da mama possa ser melhor acompanhado.

Candidíase

A candidíase é muito comum, sendo uma infecção causada pelo grande crescimento do fungo Candida que, normalmente, que ocorre quando acontece o enfraquecimento do sistema imunológico ou por causa de tratamentos com antibióticos.

Esse fungo vive no organismo humano, mas o sistema imunológico é capaz de evitar a proliferação em excesso. Mas, se o corpo está fraco ou sofre alteração hormonal os fungos podem se reproduzir rapidamente.

A candidíase pode acontecer por diversos motivos, podendo aparecer em homens ou mulheres. Ela possui cura, sendo com o tratamento sendo feito com pomadas ou remédios que acabam com os fungos que provocam a doença, aliviando os sintomas.

Além das partes íntimas, a candidíase pode aparecer na pele, boca, garganta, unhas, sangue ou intestinos.

Tipos de candidíase

Candidíase vaginal

É a mais comum e acontece com mulheres com um sistema imunológico mais fraco ou com flora vaginal desequilibrada.

Candidíase peniana

Menos comum que a candidíase vaginal e na maioria dos casos, se reproduz quando o organismo está mais vulnerável.

Candidíase de pele

Ela pode aparecer por causa do atrito entre as peles, causando pequenas lesões que surgem em um ambiente propício para o desenvolvimento de bactérias e fungos.

Candidíase de esôfago

É a mais rara e acontece com predominância nos pacientes que estão com baixa imunidade, sendo mais comum em idosos e raramente acontece com crianças.

Candidíase oral

A candidíase oral pode acontecer com crianças, idosos, diabéticos, adultos que fazem sexo sem camisinha e pacientes em tratamentos que deixam o sistema imunológico baixo.

Candidíase na gravidez

As mulheres grávidas sofrem mudanças nas partes íntimas que aumenta a produção de lactobacilos e o PH vaginal fica mais ácido. Isso favorece a ocorrência de candidíase.

Candidíase invasiva

Acontece com pessoas com um sistema imunológico enfraquecido, podendo acontecer em recém-nascidos com baixo peso e hospedeiros sendo uma infecção mais hospitalar.

Nela o fungo da candidíase age na corrente sanguínea, podendo afetar os órgãos, assim, causando complicações graves podendo evoluir para uma candidemia, que pode levar a morte.

Obs.: Mulheres e homens que nunca fizeram sexo podem ter candidíase.

Sintomas da candidíase

Sintomas principais: Muita coceira na área genital;O aparecimento de vermelhidão e inchaço na genitália; Placas brancas na região da vagina ou na cabeça do pênis;se há um corrimento branco parecido com o leite talhado;Dor ou queimação na hora de urinar;sentir dor durante o sexo.

Candidíase vaginal: Muita coceira na área vaginal; sentir dor e o aparecimento de vermelhidão na área vaginal; Corrimento vaginal branco parecido com leite talhado; Dor durante o sexo.

Candidíase peniana: Coceira, ardência e inchaço na ponta do pênis; Sexo doloroso; Ardência ao urinar; feridas na pele do pênis; Corrimento branco parecido com leite talhado; Cheiro forte na área íntima.

Candidíase oral: Vermelhidão, ardência e desconforto dentro da boca; Dor e dificuldade para engolir; O aparecimento de manchas brancas dentro da boca e língua; Rachaduras no canto da boca.

Candidíase de esôfago: Dor ao engolir; Dores no peito; Náuseas e vômito; Dores abdominais; Perda do apetite.

Candidíase na pele: O aparecimento de vermelhidão na parte das dobras; Pele escurecida na pele da região, com erosões e crostas; Descamação da pele; Coceira e queimação nas dobras; Saída de líquidos nas lesões.

Candidíase invasiva: Febre; produzir urina turva; Dores de cabeça; Vômitos; Inflamação nas articulações.

Causas

Normalmente, o contagio da candidíase ocorre nas relações sexuais sem proteção com uma pessoa contaminada. Porém existem fatores que podem facilitar o contágio:

Tomar antibióticos, anticoncepcionais e corticoides de forma frequente;

Possuir doenças como diabetes, AIDS, HPV e lúpus, pois tornam o sistema imunológico mais frágil;

Usar de forma frequente roupas apertadas ou molhadas;

Andar descalço ou compartilhar luvas;

Lavar as partes intimas mais de 2 vezes ao dia;

Usar o mesmo absorvente por mais de 3 horas seguidas.

Diagnóstico

Os sintomas são fáceis de identificar, mas são parecidos com outros problemas genitais, como vaginite, herpes ou gonorreia.

Para confirmar o diagnóstico é importante ir a um médico especializado, no caso das mulheres ou ao urologista no caso dos homens. Além do diagnóstico, o médico pode avaliar se há uma causa e indicar o tratamento mais adequado.

Tratamento de candidíase genital

A candidíase genital pode afeta homens e mulher e o tratamento para ambos é feito com pomadas antifúngicas.

Pomada para mulher

As pomadas para candidíase em mulheres usadas são as que têm como base miconazol e terconazol. Porém, podem ser utilizadas pomadas com antifúngicos parecidos aos dessas substâncias.

Primeiro, a área íntima precisa ser bem lava e as mãos precisam ser higienizadas com água e sabonete neutros. Depois, se aplica a pomada dentro da vagina. Algumas pomadas já vêm com um aplicador, basta cortar a ponta, colocar dentro da vagina, apertar e tirar a mão com o aplicador, outras vezes é necessário introduzir a pomada com um aplicador próprio comprado na farmácia.

Na hora da aplicação a mulher pode ser feita deitada com as pernas dobradas ou sentada ou em pé, com as pernas bem abertas. A pomada deve ser colocada o mais fundo possível na vagina.

Também, existem pomadas para passar na vulva e região externa. O médico é que irá indicar qual é a melhor pomada para cada caso.

Pomada para homem

Para os homens, o mais comum é a prescrição do cetaconazol ou do clotrimazol. Elas são aplicadas no corpo e cabeça do pênis, dando maior atenção para as áreas mais afetadas. Sempre higienizando as mãos e do pênis antes da aplicação.

Homens que possuem uma parceira ou parceiro fixo e não usa camisinha, o médico, geralmente, indicam o uso do cetaconazol como lubrificante. Assim, toda vez que for fazer sexo, é só passar um pouco no pênis para facilitar a penetração, sem causar ferimentos.

Geralmente, o tratamento com pomada em homens e em mulheres, é feito com o medicamento via oral. O mais utilizado é o fluconazol.

Receita médica

Algumas pomadas não precisam de receita médica para serem compradas.

Alimentos que ajudam a proliferação do fungo da candidíase: Álcool, Tomates, Pães e Carboidratos, Uva-passa. Leite e queijos, Açúcar.

Fimose

O que é fimose?

A fimose não é doença, é uma condição com a qual alguns homens já nascem. A fimose se forma nas primeiras semanas do feto. Do nascimento até os primeiros anos, o prepúcio fica colado a glande, porém se essas duas partes continuam juntas, chega um momento em que a pele do pênis não pode ser puxada para trás da cabeça do órgão, sem se machucar. Isso é o que chamamos de fimose.

Tipos de fimose

Existem 2 tipos de fimose:

Fimose fisiológica: é quando a fimose não desaparece nos primeiros anos de vidasendo, assim, fisiológica. Há homens que nascem com a abertura do prepúcio estreita, impedindo a retração da pele.A fimose pode ser causada quando os pais forçam a retração do prepúcio, causando lesões e cicatrizes.

Fimose adquirida: surge em qualquer momento da vida de um homemque não tinha fimose quando era criança, mas que, depois, de um quadro infeccioso ou de traumatismo aparecem cicatrizes que levam a aderência do prepúcio. Isso impede a retração do pênis que, geralmente, ocorre devido à falta de higiene no pênis levando ao acúmulo de secreções e proliferação de bactérias.

 

Quando essa pele fica tão apertada, a urina pode ficar retida o que aumenta o risco de infecções urinárias. A fimose pode criar dificuldade na limpeza causando dor durante o sexo com maior probabilidade de ter DST, HPV ou câncer de pênis.

Boa parte dos homens convivem facilmente com a fimose, podendo levar o prepúcio a ficar mais elástico, se movendo com o corpo do pênis com mais facilidade.

Mas uma grande parte precisa de procedimento para retirar parte dessa pele.

Causas

Há um fator primário, que não pode ser considerado como causa, que é a formação durante o período fetal. Nesses casos o prepúcio não consegue expor a glande com facilidade. Quando esse quadro não muda com o passar dos homens é caracterizada a fimose primária.

Mas há os casos mais raros de fimose adquirida por causa de falta de higiene, DST, trauma nessa região do pênis ou uma infecção diretamente na pele do pênis

Ele pode aparecer por episódios repetidos de infecção prepucial durante os primeiros anos de vida, impossibilitando a exposição natural da glande.

O ideal é que todos os homens façam cirurgia de retirada da pele da glande do pênis, mesmo que consiga estica-la.

Sintomas

A fimose não ser é uma doença, por isso não tem sintomas. O que acontece é que quando o homem tenta puxar a pele para trás da cabeça do pênis, ele irá sentir muita dor, podendo sangrar e ter dificuldades em limpar o órgão genital.

Alguns possuem problemas mais graves, como infecção urinária por falta de higienização no local, dificuldade para urinar, lesões, ferimentos e dor intensa depois do sexo.

Como confirmar a fimose

A fimose é descoberta quando se tenta retrair a pele que recobre a glande do pênis de forma manual. Se não é possível ver toda a glande, significa que há a fimose, que pode ter 5 graus diferentes.A primeira verificação da presença da fimose é feita no bebê recém-nascido, fazendo parte de todas as consultas com o pediatra até os 5 anos.

No caso da fimose que surge na adolescência ou na vida adulta o homem pode observar se tem dificuldade para retrair a pele, e se ela for confirmada, é preciso se consultar com um urologista.

Prevenção e diagnóstico

Não existe prevenção para a fimose, pois o prepúcio se forma ainda no período fetal. A união prepucial a glande é inseparável e ocorre na maioria dos meninos recém-nascidos. A fimose não é contagiosa. Alguns nascem com essa condição ou não.

O diagnóstico pode ser feito com, apenas, o exame físico, observando a não exposição da glande na retração do prepúcio.

Filhos

A fimose atrapalha o ato sexual, já que pode causar dores e incômodos pelo atrito na pele sensível, que se corta com facilidade, arranha e deixa o pênis muito dolorido.

Mas isso não é tão grave ao ponto de levar a infertilidade. A ejaculação vai acontecer da mesma forma, o esperma vai entrar no canal vaginal e as chances de engravidar são as mesmas.

Tratamento

O principal tratamento para fimose é fazer uma operação que retira o prepúcio da cabeça do pênis por completo.

Há alguns pais e mães que puxam a pele do pênis desde do seu nascimento não só por causa da higiene, mas também para permitir a sua elasticidade e conseguir colocar trás da cabeça do órgão sem sangramento ou dor.

Esses exercícios funcionam realmente, porém a melhor dica é mesmo fazer a cirurgia, independente se você consegue ou não colocar a pele atrás da glande. É a única forma de resolver o problema de uma vez por todas e melhorar a sua vida sexual, a sua higiene e a sua saúde.

A cirurgia é rápida e prática com uso de uma anestesia praticamente não dói, a recuperação da cirurgia acontece de 30 a 40 dias. Após esse período, o órgão estará em perfeitas condições, limpo e livre de infecções.

Tratamentos de fimose nas crianças

A fimose infantil tem cura, sendo que, nem sempre, é preciso recorrer a tratamentos específicos.

Pomadas para fimose:o uso de pomadas de corticoides com propriedades anti-inflamatórias, analgésicas e antibióticas facilitam o deslize da pele da glande.

Exercício de retração: meninos com mais de 5 anos, podem fazer um exercício de retração da pele do prepúcio, sem forçar demais ou causar dor.

Contraindicações

A cirurgia para fimose não deve ser feita se houver dificuldade na coagulação sanguínea, infecção local. Há, também, anormalidades no pênis, como hipospadia ou pênis embutido em que é preciso aproveitar a pele do prepúcio.

Higienização

Manter uma boa higienização pode ser, a primeira e principal, forma de prevenção ou de tratamento. Durante o banho é possível que ocorra a liberação do anel durante o banho. Essa exposição permite uma melhor higienização.

Mas se durante o banho acontecerem fissuras dolorosas, o ideal é fazer cirurgia para remoção do anel.

Furúnculo

O furúnculo pode ser uma simples infecção, mas que deve ser cuidada e tratada para que não aconteçam complicações.

O que é furúnculo?

O furúnculo é uma infecção cutânea causada por bactéria que causa inflamação no chamado folículo piloso, que é uma glândula sebácea e o tecido subcutâneo. A junção da inflamação com a infecção forma um caroço que é o furúnculo. Sua característica é a presença de nódulo avermelhado, dolorido, endurecido e quente, com uma área amarelada na parte central indicativa da presença de pus. O tamanho varia de acordo com a profundidade dos tecidos infectados.

Por que ele aparece na pele?

O furúnculo é uma bactéria que encontra uma área lesionada na qual ele se reproduz. Isso pode acontecer com qualquer pessoa, sem relação nenhuma com o sangue.

Acne mal retirada, lesão na pele, etc., pode fazer com que o furúnculo apareça. Essas bactérias são encontradas em qualquer lugar do corpo humano, mas que tem algumas partes do corpo preferidas. São as partes mais úmidas e que tenham mais gordura como as pernas, as coxas, as axilas, os glúteos e o rosto. Mas isso não é uma regra geral.

Causas

Não existem causas para o furúnculo aparecer. Simplesmente aparece com existência de bactérias que usam essas lesões para poder se desenvolverem. A bactéria que, normalmente, causa o furúnculo é a Staphylococcus Aureus. Ele é muito comum e que pode ser encontrado dentro da raiz da pele.

Mas, ele é também causado por outras bactérias ou fungos que estão na superfície da pele. Eles crescem nos locais com alguma ferida ou picada de inseto. Os furúnculos podem aparecer em folículos capilares de qualquer parte do corpo, podendo aparecer mais de um ao mesmo tempo.

Pelo encravado x furúnculo

O pelo encravado surge de forma mais superficial e causa menos dor se encontrando ao redor do pelo. Já o furúnculo fica nas camadas mais profundas da pele e é doloroso.

É contagioso?

 

Não há uma definição concreta de que o furúnculo é contagioso, pois ele está ligado a bactérias que estão já presentes no corpo humano. As bactérias podem ser passadas de uma pessoa para outra, mas isso não quer dizer que a pessoa vai ter furúnculo.

O furúnculo aparece nas peles oleosas, úmidas, sujas, lesionadas. Ter a bactéria no seu corpo não quer dizer que você vai ter um furúnculo no decorrer da sua vida. É possível que você tenha essa bactéria na sua pele, mas não tenho surgido qualquer uma das condições para se desenvolverem e formarem o furúnculo.

Tipos de furúnculo

Ele pode ser dividido em 2 tipos:

Carbúnculo

Ele é caracterizado pelo agrupamento de vários furúnculos, que podem se expandir de forma mais profunda. A causa desse tipo são bactérias e ruptura de cistos.

Furunculose

É caracterizado pela presença de múltiplos furúnculos ao mesmo tempo, mas que não estão próximos uns dos outros. Normalmente, ela só fica na pele, porém pessoas com predisposição, ela se manifesta de forma mais forte que o normal causando infecções.

A infecção de um folículo pode passar para outros folículos, principalmente nos locais de fricção ou mais propicias a lesões.

Pessoas mais propensas a ter furúnculo

Qualquer um pode ter furúnculos, mas há fatores de risco que contribuem para o surgimento desses nódulos:

Contato físico com área lesionada por pessoas que estejam com furúnculo.

Pessoas diabéticas têm um organismo com anticorpos frágeis contra bactérias de infecção.

Pessoas que têm acne, eczema e outras doenças de pele são mais suscetíveis ao surgimento de furúnculos

Imunidade baixa dificulta a reação dos anticorpos do organismo a infecções.

Pessoas que possuem HIV são mais vulneráveis a doenças infecciosas.

Obesidade também pode facilitar a ocorrência de lesões.

Sintomas

Furúnculos são mais comuns no rosto, pescoço, axilas, nádegas e coxas, podendo aparecer como um nódulo inchado, sensível e vermelho rosado. Com o decorrer do tempo, ele fica cheio de água ou um cisto. A dor aumenta conforme ele vai tendo mais pus e tecido morto no interior.

Sintomas mais comuns:

O aparecimento de nódulo avermelhado, dolorido e cheio de pus.

Aparecer vermelhidão e suor na pele ao redor do local inchado.

O aumento gradual do tamanho do nódulo enquanto ele vai se enchendo de pus.

Aparecimento de uma área amarelada no centro do furúnculo, que pode se romper e vazar o pus.

Cansaço, mal-estar, coceira, febre antes do aparecimento do furúnculo.

Sintomas emergenciais

Procure um médico imediatamente, quando:

O furúnculo aparecer na face;

O furúnculo crescer muito rápido ou estiver muito dolorido;

Se o furúnculo causar febre;

Sensação de dor muito forte;

Se aparecerem furúnculos frequentemente;

Se ele não cicatrizar em duas semanas.

Quanto tempo demora para o furúnculo desaparecer?

O período de desenvolvimento é de 4 a 10 dias e o tempo de transmissão continua enquanto houver a bactéria no ferimento. Nos casos em que há multiplicação de furúnculos, ele pode levar até 6 meses para serem curados, necessitando de tratamentos com antibióticos.

Tratamento

Normalmente, o furúnculo desaparece depois de alguns dias ou semanas, mas o processo pode ser mais rápido com alguns remédios e pomadas que aliviem a dor e acabem com a infecção.

É possível tratar os furúnculos pequenos em casa, através de compressas quentes que aliviam a dor e auxiliando em uma drenagem natural. O local da ferida deve estar sempre limpo para que não haja complicações maiores.

Situações mais graves

Em alguns casos mais graves, o médico poderá prescrever tratamentos mais específicos como:

Incisão e drenagem

O médico faz uma pequena incisão no centro do furúnculo para induzir a drenagem do pus

Antibióticos

Para casos de furúnculo acompanhado de infecções bacterianas, o médico prescreve antibióticos específicos de tipo tópico ou oral.

Obs.: o furúnculo não deve ser espremido, pois pode agravar a lesão e levar a infecção para mais dentro da pele.

Diagnóstico

O exame físico, normalmente, é o suficiente para obter o diagnóstico. Se o paciente sofre de furúnculo recorrente ou apresentam um quadro infeccioso grave, o médico pode enviar uma amostra do pus para ser analisado em um laboratório.

Benzetacil

Você sabe o que é o benzetacil? Trata-se de um medicamento injetável que muitos já ouviram falar, mas poucos sabem do que se trata. “Benzetacil” é o nome comercial usado para a veiculação duma substância conhecida por especialistas como benzilpenicilina benzatina. Como o nome já acusa, é um tipo de penicilina, isto é, um antibiótico, muito forte, diga-se de passagem, utilizado para o tratamento de infecções e doenças causados por organismos como bactérias.

O uso desse fármaco não é dos mais confortáveis. Por ter uma concentração muito alta da substância mencionada acima, o medicamento é denso e tem uma característica pastosa. Detalhe que o benzetacil é um medicamento aplicado de maneira intramuscular, e esse caráter pastoso dificulta a entrada do fármaco na corrente sanguínea. Devido a isso, a injeção desse medicamento provoca desconfortos intensos que podem durar de algumas horas até dias inteiros.

O principal problema na aplicação desse medicamento é o local em que deve ser injetado: nas glúteos ou na região lateral da coxa (no caso de bebês de até 2 anos de idade), porção mais flácida do corpo, com mais gordura e menos músculos.

Digo isso porque não só a aplicação do medicamento dói devido à sua alta concentração de penicilina, mas também pelo fato de que, no momento da injeção, o paciente não poder sequer contrair os glúteos, pois isso pode quebrar a agulha, provocando uma dor ainda maior e fazendo com que a aplicação tenha que ser repetida.

É por conta disso que essa aplicação só deve ser feita por profissionais com a devida orientação: de maneira lenta e contínua, evitando o entupimento da agulha e procurando reduzir ao máximo a dor do paciente, variando o local de aplicação se necessário. Trata-se de um processo extremamente delicado e que pode até causar maiores danos ao corpo se feito por alguém despreparado.

 

Para que serve?

 

Porém, há um motivo por trás de toda essa dor: o benzetacil é um medicamento muito eficiente contra uma série de infecções bacterianas, como amigdalite, faringite, laringite, doenças renais e reumáticas, infecções no aparelho respiratório, sífilis etc. Por conta de sua alta eficiência, o benzetacil é apenas utilizados em casos muito graves, quando a infecção já está em estágio avançado e pode contaminar partes saudáveis do corpo.

Além de ter uma eficiência ótima no combate a esse tipo de infecção no corpo, o benzetacil também é utilizado por conta de sua rápida ação no organismo. Essa ação é quase que imediata, dificilmente superando a casa das 48 horas e eliminando a infecção, via de regra, em curtos períodos de tempo. Em algumas horas, por exemplo, a ação do benzetacil faz uma palpável diferença no combate a enfermidades de leves a médias, como a amigdalite. No caso de infecções mais graves, como a sífilis (que não tem cura), é possível produzir um considerável alívio nos sintomas e até mesmo reduzir o avanço da doença.

 

Bula

 

Por ser um medicamento tão forte e potente, a dosagem e a aplicação do benzetacil só podem ser feitas em ambientes médicos controlados. O uso dessa medicação ocorre apenas em casos mais graves, e geralmente é o próprio médico que aplica o fármaco no consultório ou no pronto atendimento, a depender do caso.

O benzetacil, vale destacar, é um antibiótico, então sua prescrição só pode ser feita mediante escrutínio médico. O comércio de antibióticos é fortemente controlado no Brasil, e só pode ser realizado com a retenção de receita pelo profissional farmacológico.

A bula do benzetacil indica a concentração do componente benzilpenicilina benzatina no fármaco, a posologia conforme consenso médico e, ainda, os principais efeitos colaterais de seu uso. Porém, a posologia específica é apenas o médico quem vai determinar conforme as particulares do caso concreto. É importante não arriscar se automedicar com benzetacil, não só pela potência do medicamento, mas devido à dificuldade e demais riscos na aplicação que mencionamos anteriormente.

Além disso, vale lembrar que o uso de benzetacil é restrito aos casos mais graves, nos quais a infecção já se espalhou consideravelmente e precisa ser inibida com toda a celeridade. Na maioria dos casos, todavia, o tratamento pode ser feito com antibióticos mais fracos.

Esse medicamento é de uso controlado, sendo comercializado em drogarias e farmácias mediante retenção da receita pelo profissional de saúde. Seu preço varia de 7 a 14 reais. Contudo, é mais normal a aplicação ser paga e feita dentro do próprio hospital ou clínica. Como vimos, sua aplicação é extremamente complicada e arriscada, sendo que é melhor não passar por esse perrengue sem a ajuda de um profissional qualificado.

 

Além disso, há também algumas contraindicações para o uso do fármaco. A principal é que pacientes com alergia a penicilina não devem usar o benzetacil. A fórmula, por óbvio, deve ser consultada antes do uso do medicamento, para verificar se o paciente não sofre de hipersensibilidade em relação a qualquer um dos componentes presentes no benzetacil, que incluem citrato de sódio, povidona, edetato dissódico, propilparabeno, metilparabeno, metabissulfito desódio e água para injetáveis. O uso do medicamento também não é indicado para mulheres grávidas ou lactantes, a não ser em casos de suma gravidade. Por fim, o benzetacil não pode ser misturado com o consumo de bebidas alcoólicas porque aumenta o efeito do álcool no fígado, enfraquecendo o órgão.

 

Efeitos colaterais

Quando discutimos os efeitos colaterais do benzetacil, o primeiro e principal que vem a mente são as dores. Sim, o uso desse remédio provoca dores intensas, especialmente no momento de sua aplicação. Porém, essa dor transcende esse momento e perdura por períodos longos, em média por 24 horas após a injeção.

Contudo, existem ainda outros possíveis efeitos colaterais para o uso desse remédio, listados na bula do mesmo. Não é incomum a ocorrência de efeitos colaterais negativos pós-aplicação como náuseas, enjoos, diarreias, enxaquecas, vômito e outras complicações no sistema gastrointestinal. Também é possível a manifestação de sintomas como sapinho e candidíase, retenção de líquidos, reações cutâneas como coceira, erupções, urticária, vermelhidão, queda da pressão arterial e até mesmo laringite.

 

 

3 alimentos que roubam sua energia

Na rotina agitada de nosso dia a dia, em que temos mais tarefas do que tempo para fazê-las com calma, é normal se sentir um pouco cansado ou sem energia. Contudo, quando esse cansaço é constante, é sinal de que algo não está certo. É claro que todos temos um limite de cansaço e estresse que muitas profissões contemporâneas simplesmente ignoram. Isso é um problema social, amplo. Mas se isso tem feito sua qualidade de vida reduzir drasticamente, talvez esteja na hora de reavaliar alguns hábitos do seu cotidiano.

Por exemplo, seus ciclos de sono podem estar desregulados. Médicos e especialistas afirmam que a quantidade ideal de sono é de 7 a 8 horas por dia. Essa seria uma noite bem dormida, que pode fazer milagres no controle de níveis de estresse e ansiedade. Sua rotina de sono está em dia? Então o que será que tem te feito tão cansado ou cansada no seu dia a dia?

Outro aspecto importantíssimo para o cansaço no cotidiano está na dieta alimentar. Será que você está ingerindo a quantidade suficiente de nutrientes que o seu corpo necessita? Uma dieta balanceada é essencial para manter os níveis de energia numa zona saudável. Existem os dois extremos: você pode não estar comendo o suficiente ou comendo alimentos que estão roubando sua energia. São desses “inimigos nutricionais” que vamos falar neste texto.

 

Goji berries

 

Ocorre que muitos alimentos que acreditamos que são saudáveis são justamente os que nos fazem mal. Devemos ter um cuidado maior com eles, desviando um pouco da desinformação do senso comum. Os primeiros de nossos “inimigos nutricionais” são os goji berries.

O goji berryé o fruto da planta goji, de nome científico Lycium barbarum ou Lycium chinense. É uma planta de origem asiática, há muito tempo presente na culinária tradicional do continente. O problema desse fruto está na sua composição, que contém algumas proteínas que inibem o combate do organismo a algumas bactérias presentes nesses aminoácidos. O efeito principal é um gasto ainda maior de energia por parte do corpo para conseguir se proteger contra esses elementos estranhos.

Por algum tempo, o goji berry foi visto no mercado farmacológico como uma boa opção para emagrecer. Pode até ser que o goji berry traga essa queima de energia a mais no curto prazo. Porém, o gasto de calorias para o desempenho de atividades cotidianas do corpo será muito maior, devido à energia em excesso gasta na proteção às bactérias presentes nesse alimento. Isso, a médio e curto prazo, produz uma sensação de maior cansaço no dia a dia, podendo contribuir para o desenvolvimento de hábitos sedentários que, por seu turno, podem levar à engorda.

 

Soja

 

Outro alimento alardeado como recomendado para uma dieta saudável é a soja. Esse alimento é uma das principais commoditiesproduzidas no Brasil, sendo que o país é o segundo maior produtor mundial e o primeiro exportador para o mundo. Carro chefe do agronegócio nacional, a soja é vendida como um alimento saudável e integrante de uma dieta balanceada. O que muita gente não sabe é que isso não é totalmente verdade…

A soja, em verdade, é um dos principais “inimigos nutricionais” que devemos evitar em nossa alimentação. Essa planta pertence à mesma família de outros grãos como o feijão, a lentilha e a ervilha. Sua classificação nos dá a impressão de ser um alimento saudável, “bem intencionado”… ledo engano. No longo prazo, o consumo de soja rouba a energia do corpo, contribuindo, em cima disso, para a engorda. Além disso, vários estudos ligam seu consumo à diminuição da libido, câncer de mama e até hipertireoidismo.

 

Suco de clorofila

 

Contraintuitivo, não é mesmo? Pois é, esse talvez seja o mais insidioso dos nossos “inimigos nutricionais”. Ao pensar em um suco natureba como o de clorofila, raramente costumamos lembrar alguns conceitos básicos de biologia, acompanhando o senso comum no raciocínio de que “se é natural, faz bem ao organismo”. Não é bem assim que a banda toca no reino animal.

Na realidade, é exatamente a clorofila que pode aumentar o gasto de energia do corpo. O organismo humano não foi feito para digerir esse tipo de alimento. É por isso que nós, humanos, não conseguimos nos saciar pastando capim, por exemplo, como fazem as vacas. Diferentemente desses animais, que têm um sistema digestivo muito mais complexo que o nosso, com quatro estômagos, o ser humano não consegue processar a clorofila de forma adequada, o que pode levar a um gasto excessivo de energia na tentativa de fazer isso.

Por outro lado, o sistema digestivo do ser humano também tem suas vantagens (pelo menos não temos que vomitar os alimentos e comê-los novamente, como fazem as vacas, animais ruminantes). Voltando ao suco, lembre-se que ele também pode ocasionar enjoos e um mal-estar no corpo. Afinal, é como se você estivesse tomando um suco de capim!

 

Como recuperar a energia?

 

Muito bem, já sabemos os alimentos que retiram a energia do nosso corpo. Mas como fazer para recuperar essa energia perdida, tirar o atraso? Bom, existem muitas formas de fazer isso. Uma das melhores opções para isso são os suplementos alimentares. Apresentamos hoje a você o VITAL 4K.

O VITAL 4K é um suplemento que tem o objetivo de aumentar a energia do corpo de maneira natural, contribuindo para um processo de emagrecimento rápido. Sua fórmula, a base de cafeína e taurina, é rica em vitaminas, minerais e, principalmente, polifenóis, não contendo ingredientes como glúten ou açúcar. Em sabor morango e cranberry, o suplemento vem em forma de pó e deve ser usado para o preparo de um composto líquido.

Esse produto pode trazer vários benefícios para o seu organismo, entre eles a queima de gordura localizada, incremento da sua energia no dia a dia, melhora na digestão e nos ciclos de sono, eliminação da retenção de líquido e muitos outros.

Psoríase

A psoríase é uma doença que afeta o sistema imunológico do organismo, cujo principal sintoma é uma irritação na pele com a formação de escamas e manchas secas, podendo se espalhar por todo o corpo e afetar inclusive unhas e articulações. Essas lesões costumam afetar principalmente a raiz dos cabelos, cotovelos e joelhos, formando cascas esbranquiçadas. É uma doença crônica que pode ser provocada por uma série de fatores. Acredita-se, hoje em dia, que pesa nisso um fator genético.

Outros fatores que podem desencadear o aparecimento da psoríase incluem estresse, infecções e frio, sendo que durante períodos como o inverno as manchas podem reaparecer após um período em latência. O estresse é visto como um dos principais agravantes da doença, junto com o consumo exagerado de bebida alcoólica. Outro agravante ocorre quando o paciente coça ou mesmo arranca a casca da lesão, o que pode aumentar o tamanho da mesma. É uma doença muito rara, atingindo menos de 3% da população mundial. Grupos de risco envolvem pessoas com menos de 30 ou mais de 50 anos.

O que deve ser destacado no tocante à psoríase é que não se trata de uma doença contagiosa, ao contrário do que pensa o senso comum. Devido aos aspecto escamoso e esbranquiçado das manchas provocadas pela doença, pesa sobre suas vítimas o estigma de “leprosos”, como se a psoríase fosse transmitida pelo toque ou até mesmo pelo ar. Como veremos adiante, trata-se de um preconceito que nasce da desinformação. Nada como o conhecimento para elucidar esse equívoco do senso comum.

As lesões provocadas pela psoríase tem um aspecto avermelhado e descamativo. Isso se deve ao acúmulo de células da pele e a consequente formação de escamas. As manchas também acarretam coceira, o que acaba piorando o quadro do paciente.

 

Características

 

Em primeiro lugar, é muito importante ressaltar que a psoríase não é uma doença contagiosa. Caso você conviva com alguém que sofra dessa doença, é cientificamente impossível contraí-la pelo mero contato físico com a pessoa. Dentre todos os tipos de psoríase, nenhuma delas é transmitida dessa forma.

Em segundo lugar, a psoríase é uma doença crônica e, portanto, sem cura. Apesar de inúmeros estudos recentes apontarem a importância de um componente genético como causa da doença, e também elucidar acerca de gatilhos como estresse e frio, a causa da psoríase não é de todo conhecida, o que dificulta a busca de uma cura. Contudo, o que se sabe são formas de combater os sintomas da doença, através de alguns métodos de tratamento, como veremos adiante. A psoríase, portanto, não tem cura, mas pode ser devidamente controlada.

Em terceiro lugar, ainda que a doença afete o sistema imunológico, não se pode afirmar que se trata de uma doença autoimune. Conforme o Dr. Dráuzio Varella, os medicamentos mais sofisticados para o tratamento da doença são os modificadores de resposta biológica, que ainda são drogas muito caras, usadas somente em casos mais graves. As medidas mais aconselhadas no tratamento são ainda as mais simples: hidratação da pele e exposição ao sol. Apenas essas duas medidas já contribuem muito para manter a doença sob controle.

 

Tipos

 

Como já foi mencionado, a psoríase possui algumas variações, sendo que nenhuma delas é contagiosa pelo ar ou pelo toque. É uma doença que pode provocar lesões espalhadas por várias porções do corpo. Algumas variedades mais conhecidas da psoríase incluem:

 

  1. Psoríase do couro cabeludo: é um dos tipos de psoríase mais comuns, afetando mais de três a quatro quintos da população afligida pela doença; provoca lesões na raiz dos cabelos e varia de leve até gravíssima;
  2. Psoríase gutata:é o tipo de psoríase mais frequente em crianças e adolescentes, na qual se espalham pequenas manchas vermelhas pelo corpo que podem piorar e se tornar placas escamosas;
  3. Psoríase em placas: é a variedade mais comum da psoríase, caracterizada pelo aparecimento de placas avermelhadas e escamosas em pontos da pele como as articulações (joelhos e cotovelos), costas e couro cabeludo;
  4. Psoríase inversa: é o tipo mais raro da doença, também provocando manchas avermelhadas, porém com aspecto liso e brilhoso, em geral localizadas nas dobras do corpo, como virilha, parte inferior dos seios e axilas;
  5. Psoríase eritrodérmica: é o estágio mais avançado da psoríase, sendo também o mais raro de acontecer; nesse estágio, praticamente o corpo inteiro fica coberto pelas lesões;
  6. Artrite psoriásica: é a combinação da doença com artrite, afligindo cerca de 30% dos pacientes de psoríase com inchaço, inflamação e dor nas articulações.

 

Observando esses principais tipos de psoríase, podemos perceber que nenhum deles se caracteriza pelo caráter contagioso. Talvez pareçamos um pouco repetitivos, mas é importante frisar esse aspecto, a fim de combater o preconceito. Como visto anteriormente, os fatores que provocam a psoríase não estão totalmente elucidados pela ciência.

 

Tratamento

 

Apesar de não ter uma cura definitiva, há uma série de medidas que podem ser tomadas no sentido de tratar a psoríase e abrandar os sintomas. Os dois principais eixos do tratamento da psoríase são medidas simples para controlar a doença: hidratação da pele e exposição ao sol. Portanto, começemos por essa base para abordar as alternativas para o tratamento da doença.

Todos os tratamentos começam com o uso de hidratantes, aplicados na pele diretamente nas regiões afetadas pelas lesões. A exposição ao sol também é benéfica, mas deve ser controlada, priorizando alguns horários específicos. Em casos mais graves, exposição à luz artificial ultravioleta de tipo A, B e de banda curta pode ser necessária, variando de um a três minutos conforme o tipo de pele e o grau de queimadura ocasionada pela exposição. Para os piores casos, o tratamento requer o uso de medicamentos, quer pela via oral, quer por meio de injeções.

Portanto, é essencial que dispensemos um cuidado muito atento para nossa pele. Caso note o surgimento de algo diferente na sua pele, como lesões, manchas, pintas ou verrugas incomuns, é importante correr ao dermatologista para apurar a possibilidade de uma doença. No pior cenário possível, o diagnóstico adiantado da doença ajuda horrores no tratamento da mesma, podendo os sintomas serem contidos com antecedência.

Polifenóis

Na busca por uma maior qualidade de vida, o que inclui uma vida mais saudável e duradoura, um dos fatores mais importantes a se levar em conta é a alimentação. Não é possível ter uma vida saudável sem uma dieta igualmente saudável, com todos os nutrientes necessários e devidamente balanceada. De fato, uma nutrição adequada faz milagres para o seu dia a dia, melhorando o bem-estar, o ânimo e o sentimento de descanso e conforto no corpo. Caso contrário, como imaginar uma vida de boa qualidade, com uma dieta inadequada, feita de hábitos alimentares pouco saudáveis?

Em verdade, a falta de uma dieta balanceada causa uma série de malefícios na saúde do corpo. Em primeiro lugar, sem receber os nutrientes necessários à manutenção de suas atividades diárias, o corpo terá que gastar energias que ele não tem, produzindo uma sensação perene de cansaço. Em segundo lugar, caso você cometa o excesso do outro lado, alimentos com muita gordura ou transgênicos, por exemplo, podem fazer muito mal para a sua saúde, fazendo com que você engorde e viva com um mal-estar interminável.

Por que viver assim, se você pode evitar esses dois extremos? Já dizia Aristóteles que a virtude está na moderação, e isso também se aplica para a alimentação. Nessa busca interminável por uma vida mais saudável, o que não pode faltar na sua dieta são os polifenóis.

 

Definição

 

Você já ouviu falar dos polifenóis. Segundo o jargão da química orgânica, os polifenóis são substâncias que possuem uma ou mais hidroxilas ligadas a um anel aromático. São encontrados na forma sólida e cristalina, com características tóxicas e cáusticas, além de baixa solubilidade em água. Os polifenóis são encontrados principalmente nas plantas, como cacau e diversas ervas medicinais. Vários estudos recentes apontam para uma correlação direta entre benefícios para a saúde do organismo humano e o consumo de polifenóis na dieta alimentar.

Entre esses benefícios e propriedades terapêuticas, podemos citar o estímulo da ação antioxidante no corpo, combatendo a acúmulo de radicais livres. Além disso, os polifenóis também garante um maior estoque de energia para o corpo. Isso é de suma importância para quem tem sofrido os efeitos de hábitos alimentares inadequados, como cansaço e desânimo constantes. Muitas vezes, uma mudança na dieta pode resolver o problema. Além disso, o consumo de polifenóis é muito indicado para quem quer emagrecer e precisa de mais energia para a prática de atividades físicas.

 

Para que servem?

 

Entre as principais vantagens trazidas ao e funções desempenhados no corpo humano pelos polifenóis, podemos elencar em primeiro o já mencionado aumento de energia para o corpo, que contribui diretamente para o aumento da disposição diária da pessoa. Além disso, outra função de suma importância dos polifenóis inclui a já também indicada contribuição para a ação antioxidante do corpo, sendo que essas substâncias são vistas como uma espécie de antioxidante natural.

Ademais, não podemos deixar de mencionar a prevenção de algumas doenças, como câncer, diabetes e osteoporose. Os polifenóis também são indicados para a dieta de pacientes que sofrem de doenças cardiovasculares. Por fim, mas nem por isso menos importante, os polifenóis são importantes para quem quer emagrecer e precisa de mais energia para a prática de exercícios físicos.

 

Exemplos de alimentos ricos em polifenóis

 

Todos esses benefícios podem ser alcançados com o consumo de alimentos ricos em polifenóis, ou até mesmo suplementos alimentares, como veremos no próximo e último tópico. Por serem muito variados em sua classificação, sendo diferenciados em mais de 500 tipos diferentes, os polifenóis estão presentes em uma quantidade relevante de alimentos. Ou seja, não é preciso alterar radicalmente a sua alimentação para incluir esses nutrientes em sua dieta. Muito deles, provavelmente, você já ingere e não faz nem ideia.

Os principais alimentos que aqui podemos citar como ricos em polifenóis são a amora, a ameixa, a alcachofra, o chocolate amargo ou meio amargo, a maçã, o iogurte de soja, diversas nozes, o espinafre, a cebola roxa e a farinha de linhaça. Alguns temperos que contêm uma boa quantidade de polifenóis são o cacau em pó, a cúrcuma, o orégano mexicano desidratado e o cravo da Índia. Por fim, algumas bebidas ricas em polifenóis incluem o café, o chá verde e o vinho tinto.

 

VITAL 4K

 

Caso a mudança na dieta não se mostre suficiente, você pode optar pelo consumo de um suplemento alimentar. Existem várias alternativas no mercado; neste texto, nos ateremos a uma: o VITAL 4K. Já que estamos falando de polifenóis, a escolha parece propícia.

Isso porque o VITAL 4K é um suplemento com uma fórmula natural e rica em polifenóis. O suplemento tem o objetivo de estimular o organismo, fornecendo um aumento de energia e, por conseguinte, de disposição do indivíduo para as atividades de seu dia a dia. Como efeito colateral positivo, o VITAL 4K tem uma ação oxidante muito benéfica para o corpo, estimulando uma perda de peso natural e, portanto, segura, mas num ritmo relativamente rápido.

Feito a base de cafeína e taurina, o suplemento é rico em vitaminas e minerais e não contém nem açúcar nem glúten. O VITAL 4K é um produto em pó feito para o preparo de um composto líquido, sabor morango e cranberry. Cada unidade do suplemento tem 300 gramas e rende, em média, 60 porções.

O VITAL 4K só pode ser adquirido pelo seu site oficial (www.vital4k.com), em preços promocionais na compra de mais de uma unidade e frete gratuito para todo o Brasil. Além disso, o suplemento também tem uma garantia de satisfação, com período de 30 dias. Esse é o prazo para pedir o reembolso do dinheiro pago caso o resultado não seja satisfatório nesse período. Ou seja, com essa estratégia de venda o cliente sai na vantagem, já que não tem nada a perder, dado essa garantia. Mas eu te garanto que você vai sentir os resultados do VITAL 4K antes mesmo do fim dessa janela de tempo.

Inúmeros depoimentos de clientes satisfeitos apontam justamente para isso. Mães relatam um aumento impressionante de energia, que agora pode ser gasta entre brincar com os filhos e ir para a academia. São também uníssonos entre os clientes os efeitos benéficos do VITAL 4K para a regulação do sono e a perda de peso.

Labirintite

A labirintite é uma doença caracterizada por uma inflamação na estrutura interna do ouvido, afetando os nervos que ligam essa estrutura ao cérebro. Por conta dessa proximidade com o órgão mais essencial do corpo humano, a labirintite é uma doença muito preocupante e que afeta boa parte da população. Além de afetar a audição, essa doença também desencadeia um quadro de vertigem e tontura, por afetar a estrutura do vestíbulo, um conjunto de órgãos do ouvido interno responsável pela detecção de movimentos corporais e, portanto, do equilíbrio do corpo. Essa estrutura também é conhecida como labirinto, provindo daí o nome da enfermidade. Através do movimento do líquido presente no interior dessa estrutura óssea, o labirinto transmite informações ao cérebro acerca da posição do corpo.

O diagnóstico dessa doença é algo problemático, porque os sintomas da labirintite não se limitam a ela, podendo fazer parte de outros quadros clínicos. Em boa parte dos casos, a labirintite desaparece da mesma forma que apareceu, autonomamente. O organismo se autorregenera da inflamação. Com a persistência dos sintomas, contudo, o médico deverá ser consultado. Alguns remédios ajudam a controlar os sintomas de maior gravidade. Nos casos mais graves, a terapia de reabilitação vestibular pode ser necessária para o retorno do equilíbrio e da saúde da audição.

 

O que causa a labirintite?

 

A labirintite, como o próprio sufixo denuncia, provém de uma inflamação na estrutura do labirinto. Essa inflamação é desencadeada por uma infecção, em geral resfriado ou gripe. Por conta disso, não há correlação entre fatores hereditários e atávicos e o aparecimento da moléstia. Contudo, a labirintite pode sim ter uma conexão com fatores genéticos, mas apenas em casos de suma gravidade, como contato com componentes químicos fortes ou radioativos, doenças raras e outras ocorrências igualmente improváveis.

Não há uma causa única para a labirintite. A medicina, todavia, relaciona a ocorrência da labirintite com uma série de fatores de risco, em geral correlatos a hábitos de vida corriqueiros do ser humano. A inflamação pode ser contraída por ação de organismos estranhos, como vírus ou bactérias, ou ainda ser ocasionada por fatores emocionais e psicológicos, relacionados a picos de estresse e ansiedade.

Os principais fatores de risco incluem o consumo exagerado de substância como álcool, tabaco, café e alguns medicamentos, hábitos alimentares inadequados, níveis altos de ácido úrico, colesterol e triglicérides, hipertensão, diabetes e idade avançada. Isso aponta para um dos principais meios de profilaxia contra a labirintite: uma alimentação saudável e balanceada. Manter uma dieta regular ajuda tanto na prevenção quanto no tratamento da doença. Uma dica valioso é evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, confeitos, frituras gordurosas e carboidratos.

 

Sintomas

 

Os sintomas da labirintite, como já mencionamos, afetam as estruturas do ouvido interno em íntima conexão com o cérebro. A inflamação no vestíbulo provoca um ruído na informação transmitida ao cérebro no tocante ao equilíbrio, levando a tontura e sensação de vertigem, o sintoma mais conhecida dessa doença. Contudo, por afetar outras estruturas do ouvido, a labirintite vai além de seu principal sintoma e pode provocar ainda mais danos ao corpo.

Entre esses sintomas mais graves podemos mencionar enjoos, vômitos, sudorese excessiva, sensação constante de desequilíbrio, zumbido, audição prejudicada e sensivelmente diminuída, complicações no sistema gastrointestinal (causadoras das náuseas, enjoos, vômitos etc.), queda de cabelo e, nos casos gravíssimos, perda da audição.

 

Tratamento

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É por conta desses e outros sintomas que o tratamento dessa doença é essencial, a fim de se evitar sintomas mais duradouros. Antes de começar o tratamento propriamente dito, é preciso ter um diagnóstico médico confiável da doença. Como já dissemos anteriormente, os sintomas provocados pela labirintite não são exclusivos dessa enfermidade. Portanto, em caso de suspeita de labirintite, procure uma segunda opinião médica e mais uma bateria de exames, para confirmar o diagnóstico.

Até porque o tratamento da labirintite é feito com medicamentos notadamente potentes, com uma forte ação no organismo. Os efeitos colaterais podem provocar ainda mais problemas que os sintomas inicialmente sentidos, como tremedeiras em excesso nas mãos. Então, o tratamento dessa doença só pode ser feito com a medicação prescrita pelo profissional de saúde, e sob um regime muito controlado.

Como mencionado, a causa da labirintite pode ser um vírus ou uma bactéria, que infectam o organismo. Quando há o influxo de bactérias, o médico receita o uso de antibióticos, que devem ser ingeridos com muita cautela. No caso do influxo de vírus, estes costumam morrer de forma autônoma e sem a participação do médica, que prescreve remédios para controlar os sintomas.

Em geral, o corpo costuma resolver a labirintite de forma natural e autônoma. Portanto, o procedimento regular do médico é acompanhar o caso do paciente, tratando os sintomas e aguardando a resposta autônoma do organismo. Quando essa reação não ocorre de forma natural, o médico recorre à prescrição de medicamentos mais fortes, como corticoides, anti-histamínicos e uma série de sedativos, que possuem muitos efeitos colaterais e só podem ser usados de forma estritamente controlada por um profissional de medicina.

 

Redução de danos durante uma crise

 

E no caso de haver uma crise, o que fazer?

O essencial é que o paciente procure manter a calma e a tranquilidade durante os ataques. Evite agitar o corpo, pois isso pode piorar a crise. Em seguida, deve apoiar-se em algum encosto, uma cadeira, um sofá etc., para aguardar o desaparecimento dos sintomas. Caso não seja possível sentar no momento, fixe o olhar em algum ponto específico. Essa técnica costuma ajudar a recobrar um pouco do equilíbrio. Não hesite em buscar ajuda para ser encaminhado para um local seguro e não agitado.

Como já mencionamos, a labirintite é uma doença que pode ter graves e duradouros sintomas no longo prazo caso não seja tratada adequadamente. O controle dos sintomas de curto prazo também passam pela redução de danos nas crises de vertigem, porém o tratamento deve ser intensificado com a devida medicação. Esta deve ser adequada para a gravidade do caso, conforme a recuperação ou não do corpo de forma independente. O risco de uma surdez é muito grande, portanto o médico deve ser consultado com a maior rapidez possível.

Autismo

O autismo é um transtorno no desenvolvimento do sistema nervoso que prejudica a capacidade do paciente interagir e se comunicar, causando danos à sua linguagem e sociabilidade. Esse transtorno tem também a nomenclatura de Transtorno do Espectro Autista (TEA), pois, como veremos adiante, há diferentes graus e níveis para o autismo, espalhados dentro de um espectro. Trata-se de uma doença que afeta boa parte da população mundial, acometendo mais de 2 milhões de crianças apenas no Brasil.

A problemática dessa doença envolve o preconceito que cerca os seus sintomas. Os pacientes que sofrem de autismo também sofrem um estigma pela sociedade, que estimula todo tipo de discriminação por conta da desinformação. Como a enfermidade se manifesta desde a infância, a questão também envolve a falta de qualificação de educadores e pedagogos. Há inúmeros relatos de crianças autistas que sofrem bullying na escola por parte de seus colegas. Todos sabemos que esse tipo de marginalização causa profundas cicatrizes na personalidade de uma pessoa, muitas das vezes de forma indelével.

Estudiosos ainda não têm à disposição pesquisas conclusivas acerca das causas do autismo. Muitos ponderam sobre os fatores genéticos e hereditários da doença, outros apontam para uma disfunção no sistema cerebral, mas sem tirar conclusões muito precisas nem de um lado nem de outro. Isso leva a um grande desconhecimento geral em torno desse transtorno, que acaba agravando o problema do preconceito e dificultando a pesquisa sobre os melhores métodos de tratamento e eventual cura para a doença.

 

Características

 

Como dito, o autismo é um transtorno que se manifesta desde tenra idade. A criança autista apresenta, sobretudo, dificuldades para se socializar com crianças de sua idade. Contudo, nem toda falta de sociabilidade pode ser relacionada a um quadro autista. Muitas vezes, há apenas uma timidez inerente à personalidade da criança. É importante procurar uma opinião médica antes de chegar a um diagnóstico por conta própria. Os profissionais dessa área são os psicólogos e os psiquiatras.

Caso reconheça alguns dos sintomas de autismo em seu filho ou sua filha, é imprescindível levar a criança a um atendimento médico o mais rápido possível. Quanto mais cedo o diagnóstico for confirmado, mais chances a criança tem de ter uma vida saudável e ser um membro ativo da sociedade. Tudo isso faz parte de um processo médico, que deve ser iniciado o mais cedo possível para aumentar as chances de uma maior sociabilidade e comunicabilidade do paciente. Vários casos apontam para essa possibilidade. Tudo começa com o diagnóstico.

 

Sintomas

 

Vamos elencar nesse tópico alguns dos principais sintomas de autismo. É importante ter o olho aberto e saber reconhecer a manifestação desses sintomas em sua criança, para levá-la a um profissional de saúde no caso de suspeita de autismo.

Os sintomas do autismo giram em torno da comunicação e da sociabilidade do paciente. Existem diferentes graus desse transtorno, e cada indivíduo manifesta o autismo de maneiras diversas. É preciso estar atento para os seguintes comportamentos na sua criança: dificuldades em se relacionar com os outros, muitas vezes não conseguindo conversar ou manter contato físico (abraços, beijos etc.); dificuldades na alfabetização, quando a criança não consegue ler, escrever, desenhar, enfim, se expressar adequadamente pelos meios gráficos e verbais disponíveis; repetição de padrões comportamentais, como reorganizar brinquedos constantemente, repetição de palavras, sons ou palmas de maneira frequente; ataques de fúria, estresse e raiva em cenários de frustração de expectativas (quando os brinquedos e objetos estão fora do padrão desejado, quando a criança é forçada a interagir com outras etc.).

Lembre-se: é essencial saber distinguir esses sintomas em sua criança e saber diferenciar mera timidez e traços de uma personalidade introspectiva de um quadro clínico de autismo. Ademais, ignorar esses sintomas, tratando-os com indiferença, como se fossem “frescura”, pode piorar ainda mais a situação da criança, ao tardar o tratamento.

 

Graus

 

Como mencionado no tópico anterior, existem diferentes graus e níveis no espectro do autismo. A classificação usada pelos órgãos de psicologia e psiquiatria, ratificada pela Organização Mundial da Saúde, são os três níveis para o transtorno.

O primeiro nível é o menos grave, no qual a criança apresenta algumas dificuldades para interagir socialmente, mas sem prejuízo da faculdade comunicacional, cuja funcionalidade depende da relação que a criança tem com a pessoa a interagir. Outros traços comportamentais incluem inflexibilidade, dificuldades para estudo, planejamento e desorganização geral.

O segundo nível já traz consigo sintomas mais graves. A criança com autismo nesse grau tem mais dificuldades para interagir socialmente, e não consegue fazê-lo mesmo quando recebe apoio para tanto. Com comportamento ainda mais inflexível, essas crianças não lidam bem com mudanças que contradizem seus sistemas de organização pessoal, além de apresentarem repetição mais frequente em seus comportamentos.

Já o terceiro grau é o mais grave do espectro. Nesse grau de autismo, a criança tem sua comunicabilidade 100% prejudicada. Vivem de forma isolada dos demais, abominam contato físico e tem um comportamento repetitivo ao extremo.

 

Tratamento

 

Tudo começa pelo respeito à condição de sua criança. O tratamento não terá progresso algum se for feito na base do preconceito e da ignorância. É essencial respeitar a maneira de ver as coisas de seu filho ou filha autista. Caso ele/ela não goste de contato físico, é melhor não insistir, pois isso poderá prejudicar ainda mais a interatividade social da criança. Aceite as orientações médicas de coração aberto, acompanhando o tratamento de perto e pondo em prática tudo o que o profissional de saúde apontar, a fim de criar um vínculo saudável com a criança, e a criança criar um vínculo saudável com a sociedade.

Em primeiro lugar, é preciso entender que o autismo se manifesta de maneira diferente em cada indivíduo. Cada criança autista, portanto, terá um jeito de interagir e de se comunicar. É importante que os pais se empenhem em entender esse comportamento em sua criança para poderem ter uma relação boa com ela.

É importante destacar o seguinte: autismo não tem cura. O tratamento, contudo, visa atacar os principais sintomas da doença e abrandá-los na medida do possível. A intervenção médica é principalmente psicológica, se valendo cada vez menos e menos de remédios à medida que o tratamento progride. Outro ponto que é importante destacar é que os pais devem fazer acompanhamento psicológico tanto quanto a criança, para aprenderem a lidar com a situação de maneira adequada.

Chá branco

O chá branco é extraído da planta Camellia sinesis, a mesma que origina o chá verde e o chá preto. Para conseguir obter o chá branco é preciso utilizar as folhas novas, colhidas antes de aparecerem as flores.

Ele possui grande poder antioxidante, porque possui grandes quantidades de catequinas com pouca quantidade de cafeína. O chá branco ajuda na prevenção do câncer, doenças cerebrais degenerativas, emagrecimento, doenças cardiovasculares, ação anti-inflamatória, entre outros benefícios.

Chá preto, verde e branco

A diferença entre os chás branco, verde e preto está no período da colheita e na forma de preparo.

Chá preto

Ele surge das folhas mais velhas da Camellia sinesis que é fermentada por um tempo maior que as do chá verde. Ele tem muita cafeína e seu poder antioxidante é menor dos 3 chás.

Chá verde

É extraído das folhas mais velhas do que as do chá branco, mas sem ter passado por uma fermentação tão grande. A ação antioxidante é menor do que o branco e, maior que a do chá preto, com grande quantidade de cafeína.

Chá branco

É obtido das folhas mais novas e brotos colhidos antes das flores abrirem. Os brotos e folhas possuem uma cor mais prateada e não sofrem o processo de fermentação. Por não ser obtido de fermentação, a ação antioxidante se torna mais forte. As folhas e brotos são vaporizados de forma parcial e são secos ao ar livre com luz natural.

Se compararmos o chá verde com o branco, o número de catequinas do branco é maior. Isso é importante para prevenir várias doenças, mas o baixo teor de cafeína diminui o seu poder emagrecedor.

O chá branco tem mais oxidantes que o chá preto que tem mais cafeína dos 3, porém com poucos benefícios.

Obs.: Apesar de ter pouca quantidade de cafeína, o chá branco não deve ser consumido por pessoas que possuem sensibilidade à cafeína, pois, ainda, estarão sujeitas a efeitos colaterais.

Motivos para tomar o chá branco

O chá branco ajuda a prevenir o câncer e mudanças genéticas, devido ao seu poder antioxidante.

As suas catequinas diminuem os processos inflamatórios, principalmente, as da cartilagem. Elas reduzem a velocidade de desarranjo nas articulações.

Ele ajuda a diminuir o nível do colesterol ruim, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares.

O chá branco traz bem-estar e relaxamento agindo no cérebro favorecendo o aumento a quantidade de ácido GABA, dopamina e serotonina.

Previne as doenças degenerativas com a forte ação antioxidante das catequinas.

Ele diminui a oxidação da retina e prevenindo doenças da retina.

Aumentar o metabolismo.

Combater a retenção de líquidos.

Evita o envelhecimento precoce.

Prevenir a aterosclerose, limpando o colesterol da corrente sanguínea, relaxando os vasos sanguíneos e reduzindo a pressão arterial.

Combate vírus e bactérias no corpo.

Acelera o metabolismo, facilitando assim a queima de gordura.

Antigripal e anti-inflamatório.

Combate os radicais livres.

Desincha, desintoxica.

Previne a formação de placas e cáries nos dentes.

Emagrecimento

O chá branco auxilia na perda de peso, mas essa perda não é tão grande comparando com o chá verde, pois o que a emagrecer é a cafeína que não está presente em grande quantidade nessa bebida.

É possível emagrecer com o chá branco, porém, as pessoas que precisam emagrecer muito, devem escolher um outro chá. Ele é muito benéfico para a prevenção de várias doenças e para melhorar o funcionamento do corpo.

Aumento do metabolismo

Para emagrecer é indicado o consumo de 2 a 3 xícaras do chá por dia sem açúcar ou adoçante. Ele precisa ser tomado 1 hora antes ou depois das refeições para não diminuir a quantidade de nutrientes absorvidos durante a alimentação.

Onde encontrar o chá branco?

Ele pode ser comprado em forma natural ou em cápsulas.

Como preparar o chá branco

Ingredientes: 300 ml de água, 3 g de folhas secas de chá branco

Preparo: Coloque a água em uma chaleira ou panela para ferver. Quando entrar em seu estado de ebulição desligue o fogo e coloque o chá branco na água quente. Tampe e deixe descansar por 5 minutos. Depois, é só coar e beber.

O chá pode ser bebido quente ou frio até 24 horas após o preparo.

Se preferir adoçar use 1 colher de chá de mel para 1 xícara.

Se quiser, também, pode colocar canela na água antes de ferver.

Receitas com chá branco

Ele pode ser usado em receitas como sucos, vitaminas e gelatinas.

Chá branco com suco de Abacaxi para aumentar o metabolismo

Ingredientes: 200 ml de chá branco, ½ limão, 2 rodelas de abacaxi, 1 colher de raspas de gengibre.

Preparo: Misture todos os ingredientes no liquidificador, bata, coe e tome.

Gelatina de chá branco para aumentar o metabolismo

Ingredientes: 600 ml de água, 400 ml de chá branco, 2 caixas de gelatina de limão.

Preparo: Misture a água e o chá e dilua a gelatina. Depois é só levar a geladeira.

O chá branco pode ser comprado de forma natural ou com sabor de limão e pêssego.

Chá branco com uvas

Ingredientes: 100ml de chá branco, 8 uvas

Preparo: Em um copo amasse as uvas e coloque o chá por cima.

Use gelo se quiser.

Chá branco com frutas

Ingredientes: 1l de chá branco, frutas de sua preferência picadas.

Preparo: Coloque tudo em uma jarra, misture e beba

Chá branco com lichia

Ingredientes: lichia, água, chá branco em pó.

Preparo: Bata a água e a lichia no liquidificador adicionando 1 colher de chá de chá branco

Chá branco com hibisco

Ingredientes: 300ml de água, folhas de chá branco, folhas de hibisco

Preparo: Coloque a água para ferver, desligar o fogo antes das primeiras bolhas aparecerem coloque 1 colher com as folhas do chá branco e também 1 colher de folhas de hibisco. Depois coe.

Contraindicações

O chá branco não deve ser consumido por grávidas e lactantes. Pessoas com hipertensão, úlceras gástricas, insônia e batimentos cardíacos irregulares podem tomar, mas com cuidado.

Consumo excessivo

Pode causar aumento da pressão, desordens gástricas, insônia excitação do sistema nervoso, convulsões, delírios, cefaleia, taquicardia.

Impotência sexual masculina e feminina

Muitas pessoas enfrentam esse problema que acaba com a autoestima. Esse é um assunto muito sério, pois a impotência pode ser causada por doenças ou pode levar a doenças como a depressão.

O que é impotência sexual masculina?

A impotência sexual ou disfunção erétil é a dificuldade ou incapacidade de ter ou manter ereção durante o sexo. É normal isso acontecer algumas vezes. Porém quando isso se torna frequente significa tem alguma coisa errada.

Ela pode acontecer com qualquer homem independentemente da idade e, costuma, atingir a auto estima da maioria dos homens.

Possíveis causas para impotência

Remédios

Medicamentos para o uso de doenças crônicas podem causar alguns efeitos colaterais a longo prazo como a impotência. Certos casos acontecem pelo uso prolongado de antidepressivos, anti-hipertensivos ou antipsicóticos, remédios para pressão alta, entre outros

Se o paciente fizer uso de remédio contínuo, há um longo tempo, o melhor é consultar a bula para saber se a medicação, pode ter esse tipo de efeito colateral. Mas, de qualquer forma, se consultar com um médico é necessário.

Bebidas alcoólicas e cigarros

O consumo excessivo de bebidas alcoólicas e o tabagismo, também, afetam a região intima, pois pode dificultar a circulação do sangue para iniciar e manter a ereção ao longo do tempo.

Drogas ilícitas

Boa parte das drogas causam impotência ao longo prazo. Mas, não só por causa de menor circulação no pênis, mas também por causa das alterações psicológicas que levam à um distanciamento da mente no mundo real.

Certas drogas, estão mais relacionadas à disfunção eréctil como a cocaína, maconha e heroína.

Doenças psicológicas

Doenças como a depressão ou transtornos de ansiedade levam a sentimentos como medo, ansiedade, nervosismo e insatisfação, deixando os homens perturbados na hora do sexo.

Hormônios

Alterações hormonais, como hipotireoidismo ou diabetes, podem afetar o metabolismo e a ação do sistema sexual do corpo, contribuindo para a impotência.

Há casos de homens que possuem dificuldade para produzir os hormônios sexuais, como a testosterona, que diminuem a libido e causam problemas no momento de atingir a ereção.

Obesidade

O excesso de peso pode causar impotência devido ao aumento do risco de se ter doenças cardiovasculares que dificultam a circulação do sangue e atrapalham o processo de ereção e diminui a produção da testosterona.

Nesses casos, emagrecer e praticar exercícios físicos, regularmente, são o melhor método para combater a impotência.

Problemas neurológicos

Vários problemas neurológicos possuem um alto risco de causar impotência. Isso acontece, porque esse tipo de alteração nos nervos pode atrapalhar a comunicação do cérebro com a área genital.

As doenças neurológicas relacionadas a disfunção erétil são o Alzheimer, Parkinson, tumores no cérebro, esclerose, etc.

Mudanças na genitália

A impotência também pode aparecer junto com deformidades no pênis, como fibrose ou cistos, que atrapalham a passagem do sangue.

Envelhecimento

Homens mais velhos entre os 50 aos 80 anos podem ter impotência sexual por causa da idade, pois o fluxo sanguíneo no pênis diminui com o passar dos anos, ou seja, as chances são bem altas.

O que fazer?

Com o aparecimento dos sintomas como ereção flácida, pênis pequeno, a dificuldade para ter ou manter uma ereção, ou dificuldade de ter um contato íntimo em certas posições é aconselhado consultar o médico.

Tratamento

Independentemente do que causou, o problema de ereção possui tratamento. O tratamento pode acontecer de formas diferentes como o uso de remédios como Viagra ou Cialis, uso de aparelhos a vácuo, terapia com hormônios, ou próteses penianas.

Em problemas psicológicos são prescritos remédios pelo psiquiatra com sessões de terapia com psicólogos ou sexólogos. Se for causada por alguma outra doença paralela, é preciso trata-la para depois começar o tratamento contra a impotência.

Impotência sexual feminina

A impotência sexual masculina é muito mais abordada, mas não são só os homens que podem ter problemas na hora do sexo. Na verdade, é alto os números de mulheres que possuem muita dificuldade de se sentir excitada mesmo com estímulos.

A impotência sexual feminina acontece com mudança significativa na atividade sexual. Em muitos casos, elas começam a ser evitadas pela falta de satisfação durante o sexo.

Causas para impotência sexual feminina

Não existe uma causa geral, pois a disfunção sexual feminina pode aparecer em áreas específicas. Mas há elementos que levam a falta de desejo.

Problemas de saúde

A impotência pode acontecer com mulheres que possuem doenças como diabetes, doenças cardíacas, câncer, artrite, esclerose múltipla endometriose, cistite, problemas musculares pélvicos, dor pélvica crônica.

Maus hábitos

Mulheres que consomem, excessivamente, bebidas alcoólicas ou que são tabagistas.

Medicamentos

Alguns medicamentos para a pressão arterial elevada, depressão, dor, contraceptivos orais, etc., podem diminuir a libido.

Condições médicas

Cirurgias na área pélvica ou genital pode deixar cicatrizes que poderão diminuir o fluxo sanguíneo ou algum tipo de dano em algum nervo das partes genitais.

Hormônios

A impotência pode surgir devido ao baixo nível de estrogênio durante a menopausa ou por causa da parada do funcionamento dos ovários. Também, existe outro fator hormonal que é a diminuição da produção de testosterona com o envelhecimento ou depois da retirada dos ovários.

Problemas emocionais e psicológicos

Os sentimentos como estresse, ansiedade, depressão, abuso sexual passado, medo de engravidar ou problemas no relacionamento como tédio, raiva, etc.

Há certos momentos na vida de uma mulher com maior probabilidade de diminuir ou acabar com o interesse pelo sexo, por exemplo, durante uma gravidez, parto, amamentação, menopausa ou surgimento de crises no relacionamento ou o aparecimento de alguma doença.

Tratamentos

A primeira parte do tratamento é omédico fazer avaliações para detectar se a disfunção tem origem física ou psicológica, pois não existe um tratamento completamente válido e eficaz para todas as mulheres.

O tratamento físico pode ser feito por remédios orais como Flibanserin; Metiltestosterona, aplicações de estrogênio ou testosterona diretamente na vagina; o tibolona é indicado para o desinteresse na menopausa; exercícios de Kegel para os músculos pélvicos; uso de lubrificantes íntimos; uso de técnicas, específicas, para a excitação feminina.

O tratamento psicológico é indicado uma psicoterapia, acompanhamento psicológico e técnicas de relaxamento.

Sibutramina

O Sibutramina é um medicamento usado para por pessoas com obesidade, que aumenta, rapidamente, a sensação de saciedade, ajudando a evitar a ingestão de alimentos em excesso, aumentando a termogênese, facilitando a perda de peso. É um remédio forte, com alguns efeitos colaterais e que deve ser usado só com orientação médica.

O Sibutramina não pode ser usada como emagrecedor. Ele deve, somente, auxiliar na perda de peso, sendo combinado com exercícios físicos e uma alimentação balanceada. Ele age diminuindo o apetite e fornecendo a sensação de saciedade por mais tempo. Ele auxilia em problemas como o colesterol alto, a diabetes, a hipertensão etc.

Origem

A princípio, o Sibutramina foi usado como antidepressivo, mas não forneceu grande efeito no tratamento, mas causa efeitos no cérebro que fazem sentir menos fome, diminuindo a quantidade de comida ingerida.

Os efeitos estão relacionados a mudanças na interação entre os neurônios relacionados a noradrenalina, serotonina e dopamina. Isso interfere na função que o cérebro comandou originalmente. Por causa desse tipo de efeito que ele começou a ser tem indicado para tratar obesidade em pessoas que não conseguem reduzir o índice de massa corporal para níveis seguros para o corpo e possuem outra doença.

Obesidade

A obesidade é o acúmulo de gordura no corpo causado pelo excesso de calorias ingeridas durante a alimentação. Ela pode desencadear uma série de outras doenças como diabetes tipo 2, doenças do coração, pressão alta, artrite, apneia e derrame. Ao ingerir mais calorias do que gasta, o nosso peso aumenta, o que comemos e as atividades que praticamos, influenciam.

Tipos

A obesidade pode ser classificada quanto ao tipo

Homogênea: em que a gordura se encontra de forma homogênea no corpo, tanto braços, perna e abdômen.

Andróide: acontece mais em homens ou mulheres depois da menopausa, há um acúmulo de gordura na região do abdômen e no tórax, aumentando os riscos de doenças cardíacas.

Ginecóide: é o famoso formato de pera, mais presente em mulheres com um acúmulo de gordura concentrado nas nádegas, quadril e coxas, aumentando as chances de prevalência de artrose e varizes.

Classificação por IMC (Índice de Massa Corpórea)

IMC 1: entre 25 e 29,9 kg/m² = Sobrepeso

IMC 2: entre 30 e 34,9 kg/m² = Obesidade grau I

IMC 3 – Entre 35 e 39,9 kg/m² =Obesidade Grau II

IMC 4 += 40 kg/m² = Obesidade Grau III.

Fatores de risco

Genética:genes podem afetar a quantidade de gordura corporal que armazena e como é distribuída. A genética contribui na eficiência de conversão de alimentos em energia e como ocorre a queima calorias durante exercícios físicos.

Estilo de vida familiar:se um ou ambos os seus pais biológicos possuem problemas de peso, o risco de obesidade aumenta. Os integrantes de uma família costumam ter o mesmo hábito alimentar.

Inatividade:se uma pessoa não é muito ativa, a queima de calorias é menor. Com um estilo sedentário, é fácil ingerir mais calorias

Má alimentação:dieta rica em calorias, fast food e bebidas hipercalóricas em porções grandes leva ao ganho de peso.

Doenças: a obesidade pode acontecer por doenças como a síndrome de Prader-Willi e Cushing, etc

Medicamentos: podem causar ganho de peso se não for compensado por meio de dieta ou atividade.

Idade: conforme envelhecemos acontecemmudanças nos hormônios, a quantidade de músculo no corpo diminui com a idade. Uma menor massa muscular diminui o metabolismo. Se não acontecer um controle do que come, provavelmente, ganhará peso

Gravidez:na gravidez, a mulher aumenta de peso. Algumas mulheres têm dificuldade para perder o peso depois da gestação. Esse ganho contribui para a obesidade.

Tabagismo: parar de fumar para algumas pessoas, pode causar um ganho de peso levando a obesidade.

Insônia:não dormir suficiente ou dormir demais pode alterar os hormônios que aumentam o apetite.

Efeitos colaterais

O Sibutramina pode causar: dores de cabeça, prisão de ventre, boca seca, ansiedade, mudança no paladar, aumento da pressão, constipações, dores musculares, insônia, náuseas, tonturas, aumento do suor, alterações de humor, palpitações, aumento do batimento cardíaco, palpitações, desmaios rápidos, AVC, enjoo, vômitos, prisão de ventre, convulsões, dormências, rinite, sinusite, entupimento do nariz e inflamações na garganta.

Atenção: O uso pode levar ao desenvolvimento de graves problemas cardíacos, sendo proibido em alguns países por causar taquicardia, infarto ou derrame.

Emagrecimento

Sozinho, o Sibutramina pode não trazer resultados satisfatório. Deve acontecer uma mudança alimentar para uma dieta mais saudável e balanceada, com prática regular de exercícios físicos. Ele só de deve ser usado sob indicação médica devido aos problemas que ele pode causar no organismo.

Contraindicação

É contraindicado para quem já tem histórico de diabetes mellitus tipo 2 com outro fator de risco, como hipertensão ou colesterol. Pessoas com doenças cardíacas, problemas como anorexia nervosa ou bulimia, grávidas, mulheres amamentando, pessoas com doenças do coração, glaucoma, dependentes químicos, crianças com menos de 12 anos, pessoas que têm convulsões, com rins ou fígado que não funcionam adequadamente, pessoas com problemas mentais e quem faz uso de medicamentos como descongestionantes nasais, antidepressivos, antitussígenos ou supressores do apetite.

Precisa de receita?

Sim, para usar sibutramina é necessário ter uma receita médica em mãos e use só os produtos vendidos nas farmácias.

Ele é vendido em cápsulas e pode ser comprado na forma de genérico como Reductil, Biomag, Nolipo, Plenty ou Sibus. O preço pode variar de R$ 25,00 e R$ 60,00, dependendo do nome comercial e quantidade de cápsulas.

Posso comprar em qualquer site da internet?

Não compre o Sibutramina no mercado informal. Os efeitos colaterais são muito perigosos. Os vendidos fora de farmácias ou drogarias licenciadas são ilegais.

Se você precisa perder peso, procure um médico para tirar dúvidas e escolher a melhor forma de se tratar.

Qual deve ser a dosagem?

O modo de usar o Sibutramina, dependerá da orientação do médico, de forma geral, é recomendado tomar 1 comprimido pela manhã junto do café da manhã para evitar os efeitos colaterais, tomando o medicamento em jejum.

Se usada de acordo com as orientações do médico, o Sibutramina pode levar a ótimos resultados com segurança.

Truvada

O que é HIV?

O HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana que causa a AIDS, infectando o nosso sistema imunológico que é responsável por defender o nosso corpo de doenças.

Nos dias de hoje, ter HIV e ter AIDS não é a mesma coisa. Muitas pessoas têm o vírus HIV, mas não apresentam os sintomas nem desenvolvem a AIDS. Porém é necessário cuidado, pois, mesmo sem ter AIDS, é possível transmitir o HIV.

Não há cura para o HIV, mas existem, atualmente, bons medicamentos para reduzir a progressão da doença. Esses remédios reduziram o número de mortes, mas não é um tratamento fácil e é importante ter diversos cuidados.

Qualquer pessoa pode ser infectada pelo HIV.

O HIV pode ser contraído:

Pelo sexo vaginal sem camisinha;

Pelo sexo anal sem camisinha;

Pelo sexo oral sem camisinha;

Pelo uso de seringa por mais de uma pessoa;

Pela transfusão de sangue contaminado;

Pela mãe infectada para filho durante a gravidez, no parto ou amamentação;

Pelo uso de instrumentos que podem furar ou cortar a pele não esterilizados.

Atenção: É importante fazer o teste, frequentemente, e se proteger.

Desenvolvimento

O HIV evolui para Aids quando não há tratamento e a imunidade do corpo vai diminuindo com o tempo. Mesmo sem o aparecimento dos sintomas, ele permanece se multiplicando e atacando as células de defesa. As medicações contra a AIDS têm a função de impedir a evolução da doença para aids.

Uma pessoa estar com HIV, sendo soropositiva, e não apresentar comprometimento do sistema imunológico, podendo viver sem manifestar sintomas ou desenvolver a AIDS.

Sintomas

A maior parte das pessoas, entre um ou dois meses depois da exposição, mostram sintomas com os de resfriado. Esta fase primária ou aguda pode durar por algumas semanas sendo perigosa, pois pode passar sem a devida atenção e a carga vírus nesta fase é bastante alta com o vírus espalhando facilmente. Depois deste período os sintomas podem desaparecer por anos antes do HIV ser diagnosticado.

Alguns sintomas:

Febre, mal-estar, tosse;

Manchas vermelhas pelo corpo;

Aumento dos linfonodos, ou ínguas;

Dores de cabeça, nos músculos e articulações;

Problemas na pele;

Calafrios com dor de garganta;

Úlceras na boca ou na parte genital;

Diarreia.

Se você apresentar os sintomas e ainda não tenha sido diagnosticado, é preciso procurar um médico.

Testes

Testes convencionais: é colhida uma amostra do sangue em busca por anticorpos contra o HIV. Se for encontrado algum anti-HIV no sangue, é necessário a realização de um teste adicional,

Teste rápido: funciona da mesma forma que o teste convencional, mas o resultado sai no mesmo dia, cerca de 30 minutos até 2 horas após o exame.

Fluído oral: é uma nova modalidade de testagem onde a amostra é retirada do fluido da boca, nas gengivas e mucosa da bochecha, com uma haste coletora. O resultado sai em 30 minutos.

Testes confirmatórios: são feitos exames Western Blot, o Teste de Imunofluorescência indireta para o HIV-1 e o Imunoblot.

Tratamento

Quando se inicia o tratamento, é preciso estar ciente de não deve ser interrompido sem motivo e que as medicações devem ser tomadas na forma que foi prescrita. De maneira irregular, o tratamento pode falhar e dar surgimento a vírus mais resistentes.

Os medicamentos agem de forma diferentes durante os ciclos de multiplicação do HIV para evitar novos vírus e destruição das células imunológicas. Existe uma medicação para cada fase do ciclo para que o tratamento seja mais eficaz. Não há medicação que consiga destruir os vírus existentes.

Truvada

Truvada é um medicamento para a prevenção e tratamento do HIV e da AIDS. O uso deste medicamento tem aumentado e muito, porque há muitas pessoas que continuam a fazer sexo sem camisinha. Se uma pessoa fizer sexo com uma pessoa soropositivo sem preservativo, ela deve ir ao posto de saúde mais próximo para conseguir o Truvada e fazer o uso do medicamento.

Porém, não há 100% de certeza que o Truvada vá bloquear a multiplicação do vírus no organismo. A única forma efetiva na luta contra a HIV/AIDS é com o uso correto da camisinha. O Truvada age impedindo que o vírus seja passado ou espalhado pelo resto do corpo. Isso permite que a pessoa não fique realmente infectada e possa seguir sua vida normal, sem o risco de ter ou passar o vírus para outras pessoas.

Ele contém Emtricitabina e Tenofovir disoproxil, que possuem propriedades antirretrovirais. O Truvada é indicado para pessoas com alto risco de contaminação como parceiros de pessoas soropositivas, médicos, enfermeiros e dentistas, profissionais do sexo e pessoas que trocam de parceiros com frequência ou usam drogas injetáveis.

O Truvada deve ser uma última opção e não uma forma de prevenção. É preciso ficar sempre atento.

Efeitos colaterais

Ele pode causar a dor de cabeça, tontura, vômito, gases, diarreia, náusea, inchaço, coceira da pele, dores no estômago, urticárias, cansaço extremo, muita dificuldade de dormir, confusão mental e infarto.

Contraindicações

Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos, pacientes com alergia à emtricitabina, ao tenofovir disoproxil fumarato ou a outros componentes da fórmula. Mulheres grávidas ou amamentando, pessoas com problemas ou doenças nos rins, fígado hepatites crônicas de tipo B ou C, obesas, diabetes, colesterol ou maiores de 65 anos, precisam de orientação médica.

SUS

Desde de maio de 2017 o SUS fornece o medicamento para pessoas dos grupos de risco basta ir a um posto de saúde, fazer o cadastro e aguardar a liberação. Mas o SUS reforça que a garantia contra a AIDS é o uso da camisinha.

Comprar o remédio não é fácil por causa da distribuição feita pelo SUS e pelo fato de não ser comercializado no Brasil. Mas existem farmácias online em que é possível achar o Truvada. Ele custa de R$ 300,00 a R$ 1000,00 com uma caixa de 30 comprimidos.

Como tomar

A maioria dos médicos recomendam para adultos uma combinação com outros medicamentos. A dosagem e tempo de tratamento deve ser prescrita por um médico, mas, normalmente, toma-se 1 comprimido por dia.

Volkano

Volkano é um termogênico que aumenta a temperatura e eleva a quantidade de suor produzido durante as atividades físicas.

Os Termogênicos

Os termogênicos agem queimando a gordura e inibindo o apetite, oferecendo vantagens para pessoas que querem perder peso. O consumo de termogênicos acelera o metabolismo. Em algumas pessoas eles atuam diretamente no sistema nervoso central impedindo ou adiando, a liberação do hormônio leptina. A leptina interage no cérebro favorecendo a saciedade e inibindo a sensação de fome. Ela é encontrada na cafeína, efedrina, chá verde, óleos e outros alimentos que aceleram o trabalho celular.

Eles estimulam o Sistema Nervoso Central nos deixando alertas em modo de ataque. Assim, acontece um maior estímulo pela ingestão dos alimentos e suplementos termogênicos.

Alimentos e complementos termogênicos

Os alimentos termogênicos possuem a habilidade de aumentar o metabolismo corporal fazendo com que aumente a atividade celular. Quando estes benefícios foram observados por cientistas, a indústria passou a produzir em cápsulas, géis, etc., as mesmas propriedades desses alimentos que possuem a cafeína como base.

O problema com termogênicos sintéticos está na dosagem de cafeína ingerida. Quando uma dosagem é alta demais podem levar a efeitos colaterais, como: insônia, dor de cabeça, agitação, falta de concentração, etc.

Os alimentos não são contraindicados, pois para que ocorra um efeito colateral é preciso a ingestão de uma grande quantidade. Existem vários alimentos que proporcionam o esse efeito: a canela, tipos de pimenta, gengibre, vinagre de maçã, guaraná, chá verde, cafeína.

No caso dos termogênicos sintéticos, o importante é possuir a disposição e a força de vontade para seguir instruções que irão ajudar durante todo o processo de emagrecimento. Mas é importante sempre se lembrar que sem a construção de uma dieta individual com cardápios feitos em conjunto com um nutricionista e manter o seu objetivo como foco, não é possível chegar a lugar algum.

E lembre-se que sem as atividades físicas, os termogênicos não farão diferença alguma. Pode até proporcionar mais malefícios a saúde do que benefícios.

A ingestão dos Termogênicos

A dosagens deve ser feita de acordo com as informações do rótulo no produto, é, fundamental, para se obter os resultados que deseja.

Para perder peso usando os termogênicos e não fazer exercícios e não ter uma dieta equilibrada. Mesmo que você comece a usar produtos termogênicos para perder peso, o seu corpo vai precisar se exercitar e de uma alimentação adequada para que que os resultados possam surgir. É preciso ter cuidado para que não haja um efeito sanfona.

O horário ideal para usar um termogênico é antes do treino para que o corpo comece a se aquecer e, assim, estar mais preparado para a queima de gordura durante a sua série de exercícios.

O que é o Volkano?

O Volkano é um gel termogênico que deve ser aplicado diretamente na pele limpa e seca antes de começar os treinos e para retirá-lo é só tomar banho. Ele é mais eficaz que as cápsulas de suplementos, aumenta a atividade celular e a temperatura do corpo nos treinos, assim como o suor, o que aumenta a quantidade de calorias perdidas durante os exercícios. Ele acelera os resultados dos treinos com ingredientes com ação cientificamente comprovada e pode ser usado tanto por homens como mulheres.

Como ele é usado

Ele deve ser passado antes dos exercícios físicos, é só passar o Volkano na pele limpa e seca, sem esfregar.

Benefícios do Volkano

Ele aumenta a temperatura do corpo durante os treinos.

Ele ajuda na queima de gordura.

Ele diminui a quantidade de retenção de líquidos e o inchaço

Ele melhora a hidratação da pele

Ele aumenta a quantidade de suor durante o exercício

Ele causa diferença da temperatura corporal para emagrecer mais

Ele foca na perda de peso e queima de gorduras em poucas semanas

Ele aumenta a disposição do corpo e a energia para treinos mais intenso e motivado

Malefícios dos Termogênicos

Os malefícios, na maioria das vezes, acontecem por dois motivos: a dosagem ingerida e o tipo de organismo da pessoa que o está usando. A dosagem deve sede acordo com o que é especificado na embalagem do produto e a escolha deve ser baseada na rotina e em como é o metabolismo funciona.

Quanto tempo para ter resultados?

O aumento de temperatura e de suor são notados de forma na mesma hora em que você usa o produto. A diminuição de gordura varia de pessoa para pessoa, pois cada organismo é único e tem sua própria forma de reagir aos estímulos. Mas após poucas semanas é certo que haverá resultados.

Ele causa algum feito colateral?

O Volkano já foi dermatologicamente testado e aprovado pela ANVISA e não causa nenhum efeito colateral. Porém se você notar alguma reação diferente pare de usá-lo e se os efeitos persistirem, se consulte com um médico.

Contraindicação

Não há qualquer contraindicação, mas se você possui alguma doença, alergia ou forte sensibilidade na pele é preciso se consultar com um médico antes de usar o Volkano.

Onde comprar o Volkano?

Se você deseja comprar esse termogênico, ele é vendido diretamente no site oficial, podendo adquiri-lo sem sair de casa. É só acessar o https://ofertas.volkanooficial.come ver quais são as ofertas disponíveis no site.

É seguro comprá-lo no site e os seus dados pessoais e financeiros não serão revelados a ninguém. Você pode realizar a compra com tranquilidade e sem preocupação.

O site oficial proporciona 3 opções de ofertas para escolher qual deles é o ideal para você. O pagamento pode ser feito através do cartão de crédito ou boleto bancário

O tempo de entrega varia de acordo com o local em que mora. Assim que o pagamento é confirmado, o produto é postado com um código para acompanhar sua entrega.

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Tudo sobre a colite

Sentir dores na região do abdômen é algo corriqueiro, e que afeta tanto homens como mulheres. Algumas vezes, o acúmulo de gases provoca o incômodo na região.

Em outros casos é a menstruação quem provoca essas dores, que passam rapidamente e requerem apenas o uso de analgésicos simples. Ou apenas o repouso já é o suficiente para resolver o problema.

Mas, em outros casos, a dor se torna tão frequente que pode ser o indício de que algo mais sério está acontecendo, e uma das causadoras mais comuns é a colite.

Você já ouviu falar nessa doença? Sabe do que se trata, quais seus sintomas e como tratá-la? Não? Então esse texto é para você. Aqui contamos tudo o que você precisa saber para lidar com o problema.

O que é a colite?

A colite é uma doença inflamatória, que pode atingir uma ou mais camadas do cólon, uma região do intestino grosso, provocando disfunções no seu funcionamento.

Aliás, qualquer variação no funcionamento dessa estrutura pode ser considerada um tipo de colite, e provoca sintomas sérios, além de variar sua intensidade.

Quais os tipos de colite?

Assim como todas as doenças, a colite possui diferentes tipos, com sintomas variados. Conheça cada uma delas.

Colite ulcerativa

É tipo de colite mais comum e acontece quando o sistema imunológico de uma pessoa ataca as bactérias do trato digestivo.

Considerada uma doença crônica, quem é diagnosticado com esse tipo de colite lida com períodos onde a enfermidade é aguda com outros de remissão, onde os sintomas são poucos ou quase não existem.

Quem sofre com a colite ulcerativa costuma apresentar inflamações e ulcerações que vão do início do reto até a camada mais superficial do cólon, além de ter constantes diarreias e dores abdominais.

Colite isquêmica

Essa doença acontece quando o fluxo sanguíneo que vai para o cólon é cortado ou restringido, e é provocada por coágulos de sangue.

A colite isquêmica pode ser provocada por aterosclerose na região do cólon ou outra doenças como a vasculite, hérnia, diabetes, câncer de cólon, desidratação ou ser provocada pelo uso de alguns medicamentos.

Essa doença acontece com mais frequência do lado esquerdo do cólon e causam diarreia, dores abdominais e sangramento intestinal.

Colite provocada por infecção viral

Aqui, a doença é provocada por um vírus que se instala na região do cólon e pode ser contraída através de relações sexuais sem o uso de preservativo, transfusões de sangue ou o contato com saliva, urina e gotículas respiratórias.

Enterocolite

Essa doença é provocada por infecções bacterianas ou virais, por medicamentos ou intoxicação alimentar, e pode afetar o intestino grosso ou o delgado.

Quem sofre com a enterocolite pode apresentar diarreia, dores abdominais e febre, além de náuseas e vômitos.

Colite pseudomembranosa

Essa doença é provocada por um desequilíbrio entre as bactérias boas e ruins que habitam o intestino. Neste caso, o uso de antibióticos ou outros remédios podem matar as bactérias boas, provocando infecções.

Na colite pseudomembranosa, o paciente pode apresentar diarreia e placas esbranquiçadas no interior do cólon.

Colite nervosa

Chamada também de síndrome do intestino irritável, é provocada por uma dieta pobre em fibras ou, ainda, provocada por estresse elevado. Considerada uma doença crônica, ela pode piorar de acordo com a alimentação e também durante o período menstrual.

Colite microscópica

Um dos tipos mais raros de colite, a causa é autoimune, e causa como sintomas uma diarreia aquosa, mas sem sangue.

Doença de Crohn

Enfermidade crônica, a doença de Crohn afeta principalmente a parte inferior do intestino delgado e do intestino grosso, podem atingir todo o sistema digestivo.

Com causa desconhecida e sem cura, a doença de Crohn pode ser controlada, e tem como sintomas diarreia, dor abdominal, febre, fraqueza e perda de peso. Ela é muito mais frequente em pessoas com idade entre 20 e 30 anos.

Colite alérgica em crianças

Esse tipo de doença pode afetar crianças com menos de um ano, provocada por uma alergia ao leite de vaca ou de soja. Ela é mais comum em crianças que ainda são amamentadas com leite materno.

Colite hemorrágica

Provocada por uma bactéria, nessa doença a pessoa sofre com uma diarreia sanguinolenta e dor abdominal intensa.

O que pode causar a colite?

Os fatores que causam a colite variam de acordo com o tipo da doença, embora em muitos casos ela seja desconhecida. No entanto, existem algumas causas possíveis.

Por exemplo, infecções agudas e crônicas, provocadas por vírus e parasitas; intoxicação alimentar causada por bactérias; síndrome do intestino irritável; baixa circulação sanguínea e radiação passada para o intestino grosso.

Como a colite pode ser transmitida?

Em geral, a colite não é transmissível. Isso só acontece quando ela é causada por infecções virais.

Nestes casos, o vírus causador da doença pode ser transmitido por relações sexuais, transfusões de sangue, saliva, fezes, leite materno, urina e gotículas vindas das vidas respiratórias.

Quem pode ter colite?

A colite é uma doença, digamos, democrática, e pode afetar tanto homens quanto mulheres. No entanto, ela é mais comum em pessoas entre os 15 e 35 anos, ou, ainda, entre os 60 e 80 anos.

Além disso, o fator genético pode facilitar o aparecimento da doença, assim como fatores ambientais, como a poluição do ar e algumas dietas. Fatores emocionais, como o estresse e desequilíbrios emocionais contribuem para piorar a situação.

Quais os sintomas da colite?

Na colite, os sintomas variam de acordo com a extensão do problema ou do local atingindo.

No entanto, as pessoas que sofrem com a doença podem apresentar os seguintes sintomas: dilatação abdominal, dor abdominal constante ou recorrente, fezes com sangue, calafrios, necessidade constante de evacuar, desidratação, diarreia, febre e aumento da flatulência.

Como a colite é tratada?

Embora seu tratamento varie de acordo com o tipo de colite diagnosticada, essas medidas envolvem uma boa alimentação, com a inclusão de probióticos , a ingestão de muita água e o uso de medicamentos, que combatem as dores e amenizam os sintomas.

Caso essas medidas não tragam melhora, pode ser necessária a realização de uma cirurgia, para combater a doença.

Tudo sobre a endometriose

Problema muito comum entre as mulheres, principalmente as mais jovens e que estão em se período fértil, a endometriose afeta, atualmente, mais de seis milhões de brasileiras de diferentes faixas etárias. 

Marcada por muita dor e cólicas intensas, a endometriose pode aparecer depois da primeira menstruação, e causar prejuízos enormes à qualidade de vida desta pessoa, por causa exatamente de todo esse desconforto. 

Apesar de comum, muitas mulheres não compreendem o que é, de fato, a endometriose e como conviver ou mesmo tratar essa doença. Esse é o seu caso? Você tem lidado com a endometriose, mas ainda muitas dúvidas sobre ela? 

Então esse texto é para você. Aqui reunimos tudo o que você precisa saber sobre a doença e como buscar o tratamento adequado. 

O que é a endometriose?

A endometriose acontece quando o endométrio (tecido que recobre a parte interna do útero e desenvolve todos os meses para tornar possível uma gravidez), cresce exageradamente. 

Quando a gravidez não acontece, o endométrio descama, sendo eliminado pela menstruação. Mas, quando ele cresce demais, acaba se acumulando em outras regiões do sistema reprodutor feminino, como ovários e trompas, caracterizando a endometriose. 

Quais os tipos de endometriose?

Embora se caracterize pelo crescimento exagerado do endométrio, a endometriose tem tipos diferentes, que influenciam não apenas a área atingida pelo tecido estranho, como também os efeitos provocados pela doença. Conheça cada um deles. 

Endometriose profunda

O tipo mais grave de endometriose, na variedade profunda, os sintomas são muito intensos e frequentes, além de ocorrer a formação de nódulos que afetam o reto, os órgãos genitais e até mesmo o intestino. 

Mulheres que sofrem de endometriose profunda, aliás, tem chances maiores de se tornarem inférteis por conta de sua gravidade. Além disso, corrigir os sangramentos intensos é mais difícil, gerando muitos riscos. 

Endometriose ovariana

Nesta variação, o sangue alojado nos ovários a cada ciclo menstrual acaba formando pequenos ciclos, que vão crescendo mês a mês. 

Esse crescimento pode prejudicar a fertilidade feminina, por isso é fundamental procurar por opções de tratamento rapidamente. Apesar disso, em muitos casos, não é necessária a retirada dos cistos para que o problema seja solucionado. 

Endometriose superficial

Neste tipo de endometriose, o mais leve de todos, são formadas pequenas lesões na região pélvica. Apesar disso, seu diagnóstico é mais difícil, por atingir uma região superficial. 

Por isso, muitas das mulheres que sofrem de endometriose superficial acabam descobrindo o problema apenas depois de fazer algum procedimento cirúrgico. 

Apesar de não ser um tipo grave da doença, depois de diagnosticado é preciso acompanhamento constante com um ginecologista. 

Endometriose septo reto-vaginal

Muito raro esse tipo de endometriose afeta a região entre o reto e a vagina. Ela é tão difícil de ser diagnosticada que ainda existem poucas informações sobre como o endométrio chega até essa região.

Endometriose de parede

Em geral, esse tipo de endometriose aparece depois de cirurgias, com a formação de cistos na região próxima à área onde o procedimento foi feito. 

Endometriose pulmonar ou pleural

Outro dos casos muito raros, nesse tipo de endometriose há o comprometimento dos vasos sanguíneos localizados no pulmão, ocasionando tosse com sangue. 

Quais os fatores de risco para a endometriose

A endometriose pode surgir com mais facilidade nas mulheres que tem casos de doença na família. 

Para que vocês tenham uma ideia da influência da genética, pesquisas realizadas recentemente indicaram que em 51% dos casos de endometriose as mulheres diagnosticadas têm irmãs ou mães com a doença. 

Além disso, existem outros fatores que podem contribuir para o desenvolvimento da doença, como ciclos menstruais irregulares, períodos menstruais com mais de sete dias de duração, não ter passado por nenhuma gravidez ou, ainda, possuir algum tipo de anomalia no útero. 

Como a endometriose se divide?

Além de ser classificada em diferentes tipos, a endometriose pode ser dividida de acordo com a intensidade de seus sintomas, que influenciam também na forma como ela será tratada. 

No caso das mulheres que sofrem com endometriose leve, por exemplo, as dores e sintomas da doença são bem fracos e suportados facilmente. Ou seja, não é preciso usar medicamentos para controlar a doença. 

Aquelas que sofrem com endometriose moderada precisam de medicamentos com frequência, para amenizar os sintomas. 

Já para quem precisa lidar com a endometriose severa, as dores são tão intensas que nem mesmo o uso de medicamentos analgésicos pode resolver.

O que pode causar a endometriose?

Alguns eventos pode causar a endometriose, como a menstruação retrógrada. Neste caso, o fluxo sanguíneo vindo da menstruação faz um caminho que acaba indo até as tubas uterinas, vazando para os ovários ou até mesmo os intestinos. 

Além disso, os problemas no sistema imunológico podem facilitar o surgimento da doença, porque o organismo, funcionando de forma inadequada, começa a produzir as células do endométrio em locais onde elas não deveriam existir. 

Quais os sintomas da endometriose?

Quando pensamos em endometriose, o primeiro sintoma que vem à nossa mente é a dor, e esse pensamento tem razão. Para que se tenha uma ideia, 60% das mulheres que tem endometriose se queixam de cólicas menstruais intensas e frequentes. 

Mas a doença não causa apenas cólicas muito fortes. Ela tem outros sintomas, como dores abdominais fortes no período pré-menstrual; sensação extrema de cansaço; sangramento intenso e abundante durante a menstruação e presença de nódulos ou cistos. 

Além disso, podem aparecer também uma sensação de dor durante a micção, constipação e dor intestinal e náuseas e vômitos durante os episódios mais intensos de dor. 

A endometriose tem cura?

Infelizmente não. Por se tratar de um problema crônico, é preciso tratamento por toda a vida fértil de uma mulher. Aliás, esse tratamento começa logo depois do tratamento, e pode incluir diversas alternativas. 

Os médicos podem sugerir, por exemplo, procedimentos cirúrgicos (quando o quadro é muito grave) ou o uso de medicamentos para o tratamento em longo prazo. 

Além disso, pode ser necessária a utilização de analgésicos e anti-inflamatórios, para combater as dores frequentes, e o uso de métodos anticoncepcionais, como a pílula ou o DIU. 

Tudo sobre a prisão de ventre

Sentar no vaso sanitário, fazer força e simplesmente não conseguir “liberar espaço” no intestino é algo comum. Aliás, milhares de pessoas sofrem com prisão de ventre todos os dias. 

Embora não seja uma sentença de morte e afete todas as pessoas, em algumas fase de sua vida, a prisão de ventre provoca enormes desconfortos, e pode até mesmo evoluir para eventos mais sérios. 

Você entende tudo sobre a prisão de ventre? Sabe o que a provoca e como lidar com esse grande incômodo? Não? Então esse texto é para você. Reunimos aqui tudo o que você precisa saber para se livrar do problema e viver sem grandes problemas. 

O que é a prisão de ventre?

Afetando cerca de 20% da população mundial (sobretudo mulheres e idosos), a prisão de ventre é um problema relativamente simples, mas que causa enorme desconforto. 

Na prisão de ventre, a pessoa não consegue evacuar ou, quando evacua, o processo é incompleto ou, ainda, marcado por fezes endurecidas, reflexo de uma alimentação ruim. 

Como isso acontece?

Quando nos alimentamos, esses produtos passam pelo sistema digestivos, enquanto os nutrientes e a água presentes são progressivamente absorvidos pelo corpo. 

O que não é aproveitado nesse processo acaba se tornando o bolo fecal, que é colocado para fora do corpo com a ajuda de contrações musculares da parede do intestino. 

Quando esses movimentos se enfraquecem, o material não digerido se acumula no intestino, fazendo com que a água ali presente seja reabsorvida e os resíduos endureçam. 

Quais os tipos de prisão de ventre?

Caracterizada pela dificuldade de evacuar, a prisão de ventre possui tipos, que influenciam suas características e os sintomas envolvidos no problema. 

Orgânica/brutal

Nesse tipo de prisão de ventre, o intestino sofre um bloqueio mecânico por causa de aderências, tumores do intestino, estreitamento do ânus ou alguns processos inflamatórios. 

Esses eventos acontecem quando o corpo sofre mudanças físicas. No entanto, essa prisão de ventre pode acontecer pelo uso de medicamentos que tenham tal efeito. 

Funcional/crônica

Aqui, a prisão de ventre é provocada por maus hábitos intestinais e alimentares, distúbios emocionais, sedentarismo, cólon irritável e colite espástica. 

Esse tipo de problema não se associa à alterações de outras partes do sistema digestivo. 

O que causa a prisão de ventre?

Em geral, a prisão de ventre está relacionada ao estilo de vida que uma pessoa leva. 

Ou seja, aqueles que consumem pouco líquido e quantidades insuficientes de fibras, se alimentam apenas de proteínas ou de produtos ricos em amido, são sedentários ou usam alguns medicamentos tem mais chances de sofrer com a prisão de ventre. 

Além disso, a prisão de ventre pode surgir também por fatores psicológicos, como segurar a vontade de ir ao banheiro, não conseguir usar o sanitário fora de casa ou, ainda, se sentar de forma errada no vaso pode contribuir para piorar o problema. 

No entanto, existem algumas doenças que podem facilitar o surgimento da prisão de ventre, como a síndrome do intestino irritável, a diabetes e o hipotireoidismo. 

Passar grandes períodos tendo febre, estar com parasitas intestinais, ter diverticulite, fazer uso indiscriminado de laxantes ou sofrer de colite também podem provocar prisão de ventre. 

Quais pessoas têm mais chances de sofrer com prisão de ventre?

Embora afete praticamente todas as pessoas, de diferentes faixas etárias, existem alguns grupos que podem ter mais facilidade para desenvolver o problema. Veja quais. 

Mulheres

Algumas mulheres podem sofrer com prisão de ventre durante o período menstrual, por causa dos hormônios sexuais femininos. Além disso, a gravidez e a menopausa também provocam prisão de ventre. 

Na gravidez, por exemplo, o útero acaba pressionando o reto e a porção inferior do cólon, atrapalhando o bom trânsito intestinal.

Além disso, as mulheres costumam sofrer de bastante timidez na hora de usar o banheiro fora de casa. Por isso, muitas costuma ter problemas de prisão de ventre. 

Idosos

Nos mais velhos, o sedentarismo e o uso de alguns remédios favorecem a prisão de ventre. 

Pessoas com hipotireoidismo

Nas pessoas que sofrem com hipotireoidismo, os baixos índices do hormônio produzido pela tireoide prejudica o movimento do intestino grosso, tornando a digestão mais devagar e facilitando o aparecimento da prisão de ventre. 

Diabéticos

Diabéticos podem sofrer com prisão de ventre, principalmente aqueles que não controlam sua glicemia adequadamente. 

Isso pode acontecer porque a doença danifica nervos do corpo que podem influenciar os estímulos recebidos pelo intestino, para que este funcione adequadamente. 

Pessoas que usam alguns tipos de medicamentos

Pessoas que utilizam medicamentos como analgésicos e antidepressivos podem sofrer com prisão de ventre. 

Quais os sintomas da prisão de ventre?

Embora não haja um número exato de dias que seja necessário para considerar se uma pessoa sofre ou não de prisão de ventre, existem alguns sinais que facilitam a identificação do problema. 

Em quem sofre de prisão de ventre é comum enfrentar esforço excessivo para evacuar, ter fezes ressecadas e endurecida, ter a sensação de evacuação incompleta, além de sentir muita dor. 

Além disso, quem sofre com prisão de ventre costuma enfrentar gases, indisposição, mau humor e distúrbios digestivos. 

Como a prisão de ventre é tratada?

O tratamento da prisão de ventre, na maioria dos casos, não requer o uso de medicamentos, sendo feito apenas com a mudança de alguns hábitos alimentares e de vida, como mostraremos abaixo. 

Beba bastante líquido

Beber bastante líquido pode ajudar a diminuir a frequência com que a prisão de ventre aparece. Afinal, 80% das fezes são compostas por água. É importante, no entanto, tomar cuidado com o excesso de bebidas cafeinadas e alcoólicas, pois elas causam desidratação. 

Aumente a ingestão de fibras

As fibras são muito importantes para combater a prisão de ventre, porque elas ajudam na formação do bolo fecal. 

Por isso, aumente a ingestão de alimentos como frutas (como ameixa e mamão), legumes e verduras, além de cereais integrais (sementes de linhaça, aveia ou pão integral). 

O ideal é consumir esses alimentos diariamente, para mobilizar o bolo fecal e combater a prisão de ventre. 

Evite alimentos ricos em amido, processados, ingerir laticínios em excesso, comer alimentos gordurosos, muito apimentados ou fazer dietas à base de proteínas. 

Esses alimentos, além  de possuir baixo teor de fibras, provocam a mucosa intestinal e deixam o pH do intestino muito ácido, dificultando seu funcionamento. 

Tudo sobre a tricomoníase

Tudo começa com uma coceira genital muito intensa, daquelas que te incomodam tanto que chegam a desesperar. Depois aparece um corrimento com cheiro muito ruim, e então, a dor ao urinar.

Esses sintomas são sinais característicos da tricomoníase, uma doença sexualmente transmissível que afeta tanto homens quanto mulheres mas que, para elas, tem consequências muito mais sérias.

Você já tinha ouvido falar nessa doença? Sabe como se prevenir dela e como identificar a contaminação? Não? Então esse texto é para você. Aqui explicamos tudo sobre a tricomoníase e como evitar essa doença que pode causar transtornos e até complicações muito graves.

O que é a tricomoníase?

A tricomoníase é uma doença sexualmente transmissível causada por um protozoário e que infecta milhares de pessoas em todo o mundo. Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde, mais de 125 milhões de pessoas declararam ter a doença.

Esses números elevados tem uma explicação muito simples: apesar dos sintomas que descrevemos na abertura desse texto, uma parcela pequena dos infectados (30%) desenvolvem alguns destes sinais.

A maioria dos infectados (em sua maioria homens), não tem sinal algum ou, quando desenvolvem algum sintoma, são tão leves que não os motiva a procurar ajuda médica.

O que pode causar a tricomoníase?

Conforme comentamos, a tricomoníase é causada por um protozoário de nome bastante complicado (Trichomonas vaginalis). O que importa realmente aqui é a forma como ele chega ao corpo humano.

Esse protozoário infecta homens e mulheres através do sexo vaginal. Quando a relação é consumada via oral ou anal a infecção não acontece, pois esse ser não sobrevive fora do sistema urogenital.

Uma vez dentro do corpo humano, ele se hospeda na mucosa vaginal, no prepúcio, na uretra e na próstata.

Como a tricomoníase é transmitida?

A tricomoníase é transmitida com muita frequência via relações sexuais sem preservativo, feita com uma pessoa que já tenha o protozoário no organismo.

Em geral, as relações sexuais com maior risco de contaminação são as ocorridas entre homem e mulher e entre mulher e mulher. Nas relações homem-homem ela praticamente não existe.

Quando infecta uma mulher, o protozoário causador da tricomoníase se instala no trato genital inferior (região onde estão a vulva e a vagina). Já nos homens, o agente infeccioso se instala na uretra.

A tricomoníase é contagiosa?

Em geral, a tricomoníase é transmitida apenas por via sexual. No entanto, o contágio pode acontecer, em situações muito raras, por meio de objetos contaminados, como toalhas molhadas e assentos de vasos sanitários.

Em outros casos, as mulheres contaminadas e que estejam grávidas, podem transmitir a doença ao bebê por meio da transmissão vertical. Muito rara, esse tipo de contaminação acontece em apenas 5% dos casos.

Quando acontece, essa contaminação pós parto é resolvida em pouco tempo após o nascimento, porque os hormônios maternos agem sobre a vagina da bebê. Mas o efeito enfraquece poucas semanas depois. O organismo da criança naturalmente elimina esse protozoário.

Apesar disso, as recém-nascidas ainda precisarão ser tratadas por, pelo menos, três semanas.

Quais os fatores de risco da tricomoníase?

Por se tratar de uma doença sexualmente transmissível, a tricomoníase tem alguns fatores de risco muito conhecidos e bem fáceis de ser administrados. Confira.

Já ter tido outras DSTs

Pessoas que já tiveram outras doenças sexualmente transmissíveis têm mais chances de se contaminar com a tricomoníase.

Relações sexuais desprotegidas

Fazer sexo sem o uso de preservativo, mesmo com aquele parceiro de muito tempo aumenta e muito sua chance de se contaminar com o protozoário causador da tricomoníase.

Por isso, para se proteger da doença, é importante utilizar preservativo, seja masculino ou feminino.

Grande número de parceiros

Embora seja um tanto controverso, quem tem muitos parceiros tem mais chances de se contaminar com a tricomoníase, porque pode ter relações sexuais sem proteção em algumas ocasiões.

Falta de higiene

Pode parecer um tanto redundante e até desnecessário dizer, mas a falta de higiene é outro fator de risco para quem não quer se contaminar com a tricomoníase.

Isso acontece porque a doença pode ser causada também pelo uso de toalhas molhadas ou por sentar em assentos de vaso sanitário mal higienizados.

Quais os sintomas da tricomoníase?

Assim como algumas doenças sexualmente transmissíveis, a tricomoníase pode não ser diagnosticada facilmente por não apresentar sintomas. No entanto, quando esses sinais aparecem, eles podem variar bastante.

Algumas pessoas, por exemplo, podem se queixar apenas de uma pequena irritação, enquanto em algumas mulheres pode acontecer uma inflamação grave de seu aparelho genital. Além disso, os sintomas são bem diferentes nos homens e nas mulheres.

Nas mulheres, a doença apresenta os seguintes sintomas: corrimento branco, cinzento, amarelo ou verde, com mal cheiro; vermelhidão na região genial; sangramentos vaginais; coceira na vagina; queimação; inflamação genital e dor ao urinar ou durante o ato sexual.

Já nos homens, os sintomas são muito mais leves. Eles costumam se queixar com frequência de corrimento com cheiro desagradável; coceira; sensação de queimação ao urinar ou durante a ejaculação e urgência urinária.

Como a tricomoníase é tratada?

Assim como muitas doenças sexualmente transmissíveis, a tricomoníase tem cura. Seu tratamento é feito em etapas, para que a doença seja eliminada completamente do organismo.

Inicialmente, a recomendação é que as pessoas que sofram desta doença se abstenham sexualmente, para que o organismo se reequilibre e diminua o desconforto.

Em um segundo momento, é necessário o uso de antibióticos e de quimioterápicos, tanto para o paciente como para seus parceiros, eliminando assim o risco de reinfecção.

Já para as mulheres, é possível realizar esse tratamento por meio de um medicamento oral, em uma única dose, em conjunto com a aplicação de um creme vaginal.

Há algum risco de complicações?

Infelizmente, para as pessoas que não se tratarem desta doença, há risco de severas complicações. Uma delas é a infertilidade.

Isso acontece porque a doença inflama a área genital, podendo causar obstrução tubária, impedindo assim a passagem dos espermatozoides ou óvulos, causando infertilidade.

Além disso, a tricomoníase causa inflamação da parede da vagina, nas mulheres, e da uretra, nos homens, deixando os espermatozoides mais lentos. Quando a doença não é tratada, essa inflamação também pode provocar infertilidade.

Tudo sobre o cisto no ovário

O cisto no ovário é um problema relativamente comum nas mulheres, sobretudo naquelas que ainda estão em seu período fértil. Apesar disso, esse problema causa enorme preocupação.

O grande medo das mulheres que tem cisto no ovário é que o problema dificulte uma gravidez ou até mesmo que deixe que os possui inférteis. Mas, é isso mesmo?

Os cistos no ovário podem deixar uma mulher infértil? Eles provocam dor? Como eles aparecem? Você tem alguma destas dúvidas sobre o problema? Então esse texto é para você.

Aqui explicaremos tudo o que é preciso saber sobre os cistos no ovário e como lidar com esse problema.

O que o cisto no ovário?

O cisto no ovário é, basicamente, uma bolsa com um conteúdo líquido e que pode se formar dentro, fora ou sobre o ovário.

Eles costumam aparecer quando há descontrole hormonal e não afeta a ovulação.

Em geral, eles aparecem em mulheres na idade adulta, sobretudo naquelas que se encontram entre os 20 e os 35 anos  e que possuem doença inflamatória pélvica ou são portadoras de endometriose.

Quais os tipos de cistos?

Os cistos no ovário possuem diferentes tipos, que podem influenciar os exames necessários para o seu diagnóstico e a forma de seu tratamento. Conheça cada um deles.

Cisto folicular

O mais comum dentre os cistos, o folicular se forma quando não há ovulação e o folículo não libera o óculo, formando o cisto. Essas bolsas tem, em geral, o tamanho máximo de 6%.

Além disso, a grande maioria das mulheres que possuem cistos foliculares sentem dores. Para sua descoberta é necessária a realização de um exame de ultrassom.

Cisto Lúteo

Esse tipo de cisto podem ser rompido na menstruação e demorar cerca de três meses para que desapareça por completo.

Ele aparece da seguinte maneira: quando o folículo é rompido, o corpo começa a liberar hormônios que preparam o corpo para que o óvulo seja fecundado. Quando isso não ocorre, o corpo lúteo é eliminado.

Em algumas situações, esse corpo pode se encher de sangue ou fluído e se expandir, se transformando em cisto, que pode atingir até 10 centímetros. No entanto, esse cisto não provoca sintomas.

Cisto hemorrágico

Esse tipo de cisto aparece no ovário e pode aparecer ou desaparecer naturalmente entre os ciclos menstruais.

Em geral, não é necessário tratamento. No entanto, quando ocorrem situações graves é preciso fazer uma intervenção cirúrgica.

Quais os sintomas dos cistos no ovário?

Embora a maioria dos cistos passe despercebidos, algumas mulheres podem sentir dores, que aparecem durante as relações sexuais, além do inchaço no abdômen, dor ao ir ao banheiro e dor pélvica.

Já em outros casos pode acontecer torção ou ruptura, sangramento e dor abdominal aguda.

Como é feito o tratamento dos cistos?

Em geral, os cistos no ovário não precisam de tratamento, pois desaparecem naturalmente. É preciso apenas que seja feito um acompanhamento médico até que esse cisto seja complemente eliminado.

No entanto, algumas mulheres precisam de tratamento especializado, para que o cisto não cresça desordenadamente ou provoque até mesmo consequências mais graves.

Para isso, pode ser recomendado que a mulher tome medicamentos anticoncepcionais, impedindo assim o surgimento de novos cistos e pode ser necessária também a realização de uma cirurgia, para a retirada total do cisto.

Contudo, essa cirurgia é realizada apenas em último caso, quando os demais tratamentos não trouxeram os resultados esperados.

Como é feita a cirurgia para a retirada dos cistos no ovário?

A cirurgia para a retirada dos cistos no ovário é muito delicada e só feita em casos extremos. Durante esse procedimento, o médico retira apenas os cistos, sem atingir os ovários.

Entretanto, se durante os exames for detectada a presença de um tumor maligno, pode ser necessária a retirada total dos ovários, para impedir que o câncer se espalhe para outros órgãos.

Cistos no ovário podem atrapalhar uma gravidez?

O medo de que os cistos no ovário dificultem o desenvolvimento de uma gravidez é o grande temor de muitas mulheres. Tanto que a maioria delas, quando descobre possuir o problema, tem grande receio de se tornar infértil.

No entanto, esse temor é injustificado na maior parte dos casos. Isso porque, normalmente, esses cistos se desenvolvem sozinhos e sem a necessidade de intervenção médica.

Isso porque provocam, no máximo, algum desconforto, não influenciando na ovulação, fazendo com que muitas mulheres convivam com eles por anos, sem saber que possuem os cistos.

Ou seja, eles podem dificultam que a mulher engravide, mas não a impede. Mas, uma vez que a gravidez já esteja em curso, é preciso ficar atento ao seu tamanho, pois alguns podem provocar abortos.

Além disso, os cistos malignos podem colocar a vida da mãe e do feto em risco, necessitando de acompanhamento médico durante toda a gestação.

Qual a diferença entre cistos no ovário e ovário policístico?

Uma dúvida muito comum que as mulheres têm envolve uma confusão entre os cistos no ovário e o ovário policístico. Afinal, os dois são a mesma coisa? Quando a mulher sofre com um ou com outro problema deste tipo?

Primeiramente, é importante esclarecer que se tratam de dois problemas distintos.

O cisto no ovário é caracterizado por uma única bolsa com conteúdo líquido, enquanto a síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma doença onde os ovários aumentam de tamanho e ficam cheios de bolsas com um material líquido ou semi-sólido.

Quem tem síndrome de ovários policísticos pode sofrer, ainda, com transtornos físicos e desequilíbrios hormonais, que podem ser tanto sua causa como consequência desta doença.

Além disso, os ovários policísticos são uma das principais razões pelas quais muitas mulheres têm dificuldades para engravidar.

Como prevenir os cistos no ovário?

Para prevenir o aparecimento de cistos no ovário é necessário fazer visitas regulares ao ginecologista, de preferência a cada mês ou, ao menos, semestralmente.

Por isso, converse com seu médico, comente sobre todos os sintomas que pode apresentar e faça exames regulares. Caso tenha endometriose ou histórico de cistos no ovário, utilize anticoncepcionais regularmente, para impedir o surgimento novos cistos.

Tudo sobre o corrimento branco

Os corrimentos vaginais são fenômenos que aparecem de tempos em tempos na vida de todas as mulheres, e podem ou não provocar desconfortos. Por ser algo normal, muitas não dão a devida atenção ao problema.

Mas, afinal, o que é essa doença? Pode ser considerada uma doença? Ela pode prejudicar a fertilidade ou ser sinal de problemas graves? Se você também tem dúvidas sobre isso, esse texto é para você.

Aqui contaremos tudo o que você precisa saber sobre o corrimento branco e como tratá-lo.

O que é corrimento branco?

O corrimento branco é um evento comum e bastante natural que, em muitos casos, não é um sinal de doenças ou de problemas vaginais. Entretanto, alterações em sua cor, odor ou textura podem indicar infecções bacterianas, fúngicas, problemas de saúde ou até mesmo gravidez.

Quais os tipos de corrimento branco?

O corrimento branco possui diferentes tipos, cada um deles indicando eventos ou situações diferentes mas, em geral, esse corrimento pode ser fisiológico ou patológico.

Um dos tipos mais comuns de corrimento branco, o do tipo fisiológico é muito saudável, e pode variar de transparente para esbranquiçado e não possui cheiro.

Esse tipo de corrimento, aliás, é um sinal de saúde, pois é o responsável por lubrificar e garantir a higiene natural da vagina.

Já os corrimentos patológicos indicam alguma doença, que pode ser causada por uma bactéria, um fungo ou um protozoário, e requer cuidados médicos, além da realização de exames que diagnostiquem a enfermidade.

Aspectos do corrimento branco

Além de ser dividido em dois tipos, o corrimento branco possui alguns aspectos, que indicam os eventos a que ele está relacionado. Confira.

Clara de ovo

No corrimento branco com aspecto de clara de ovo, a coloração evolui de transparente para branca, e indica que a mulher está ovulando. Essa mudança é reflexo da liberação da progesterona, que aumenta a produção do líquido.

Leitoso

Nesse tipo de corrimento branco, o normal é que ele não possua cheiro. Quando é apenas responsável por lubrificar a vagina, não há problema algum. No entanto é preciso ficar de olho quando ocorrerem mudanças de cor ou de odor, sinalizando a existência de infecções.

Pastoso

O corrimento branco, quando tem o aspecto pastoso, requer atenção, além de uma visita ao ginecologista, pois pode sinalizar uma infecção.

Além disso, podem aparecer outros sintomas, como ardência, odor desagradável e coceira intensa na região genital.

Quais as causas do corrimento branco

O corrimento branco pode ter inúmeras causas, algumas naturais, outras patológicas. Fique atento a cada uma delas.

Ovulação

O corrimento branco pode indicar ovulação quando aparece na forma de muco branco. Esse líquido esbranquiçado é resultado da produção de estrogênio, que o torna branco e pastoso.

Nos primeiros dias após a menstruação, o corrimento branco pastoso é visto com mais frequência. Depois desse período, o corpo passa a produzir mais progesterona, deixando o corrimento mais aguado e a mulher mais facilmente lubrificada.

Bactérias

Algumas infecções bacterianas podem causar corrimento branco, como a vaginose bacteriana.

Além desse corrimento pastoso, a mulher que é diagnosticada com essa doença pode sentir coceira, queimação ao urinar e cheiro desagradável na região genital. O corrimento muda de cor, ficando amarelado ou cinza.

Candidíase

Provocada por fungos, a candidíase é outra das causadoras do corrimento branco patológico, e tem tratamento muito simples quando diagnosticada rapidamente.

As mulheres com candidíase, além do corrimento branco, se queixam de coceira, ardor ao urinar e cheiro desagradável.

Estresse

O estresse e a ansiedade pode causar o aumento do corrimento vaginal branco.

Excitação sexual

Durante a excitação sexual, o corrimento branco se torna mais aguado, para proteger a vagina e, ao mesmo tempo, lubrificá-la durante o ato sexual.

Câncer de útero

Embora seja muito raro, o câncer de útero pode provocar corrimento branco esse, no entanto, muito espesso e com odor muito forte.

Irritação vaginal

Algumas vezes, quando a parte interna da vagina é irritada, pode surgir o corrimento branco, em consequência, por exemplo, do uso de sabão no interior da vagina.

Esses eventos causam irritação, reações alérgicas e ardência. Por isso, ao higienizar a região genital feminina, é preciso limpar apenas a região externa. A área interna se limpará sozinha.

Corrimento branco pode indicar gravidez?

Um mito muito comum é o de que o corrimento branco pode indicar gravidez. Isso é verdade? Na verdade sim, e está muito relacionado à progesterona.

Produzido durante a segunda fase do ciclo menstrual, a progesterona prepara o corpo para a gravidez, e quando a mulher menstrua, os níveis caem.

No entanto, quando a mulher engravida, a progesterona continua sendo produzida a todo vapor, mas não há menstruação. Então, é a progesterona que causa o corrimento branco.

Quando a menstruação acontece, ele diminui. Agora, quando há gravidez, a produção do corrimento continua, e em maior quantidade. No entanto, o corrimento branco, por si só, não é uma confirmação da gravidez. É necessário realizar exames médicos para sua confirmação.

Quais os fatores de risco para o surgimento do corrimento branco?

Embora seja algo natural no corpo feminino, quando se trata de fatores patológicos, existem alguns eventos que favorecem o surgimento desse corrimento. Veja abaixo.

Relações sexuais desprotegidas

Ter relações sexuais sem o uso de preservativo pode provocar infecções vaginais, surgimento assim o corrimento branco de origem patológica.

Falta de higiene

Não higienizar corretamente a região vaginal pode levar à multiplicação das bactérias, causando infecções.

Ter múltiplos parceiros

Quem se relaciona com múltiplos parceiros tem mais chances de desenvolver corrimento branco de origem patológica, pois algum deles pode ter uma infecção e transmitir a doença.

Fumar

O cigarro prejudica o bom funcionamento de várias partes do organismo, incluindo a vagina. Isso porque o cigarro estimula a reprodução de bactérias que podem provocar doenças, como a vaginosa bacteriana.

Uso de antibióticos

O uso desse tipo de medicamentos pode matar não apenas as bactérias que estão provocando alguma doença, como também as bactérias que vivem na vagina e são responsáveis por manter a acidez natural da região.

Esses eventos podem deixar a vagina desprotegida, facilitando o surgimento de infecções vaginais que podem provocar o corrimento branco.

Tudo sobre o estradiol

O corpo humano é repleto de hormônios. Alguns existem tanto em homens como em mulheres. Já outros, os hormônios sexuais, são específicos para cada um dos sexos, e influenciam o amadurecimento de uma pessoa.

Com sua produção aumentada na puberdade, quando o corpo começa a se preparar para a idade adulta, esses hormônios são os responsáveis por mudar as características do corpo de uma mulher ou de um homem.

Por serem tão importantes, é preciso se concentrar nos níveis corretos deles, o que pode provocar seu desequilíbrio e como repor, caso estejam em baixa.

Pensando nos hormônios femininos, um dos mais importantes é o estradiol. Você sabe exatamente do que se trata e quais seus efeitos sobre o corpo? Sabe como o que fazer quando ele está em níveis baixos?

Não? Então esse texto é para você. Preparamos aqui tudo o que você precisa saber sobre o estradiol e como seu desequilíbrio pode influenciar.

O que é o estradiol?

O estradiol é um hormônio sexual produzido tanto por homens como por mulheres e, nelas está relacionado à fertilidade e ao aparelho reprodutor, sendo considerado o principal hormônio sexual feminino.

Ele é responsável, por exemplo, regulação da menstruação, do ciclo menstrual e da possibilidade de uma mulher engravidar ou não.

Para que serve o estradiol?

Embora tenha uma importância muito grande para as mulheres, e atue no aparelho reprodutor (útero, trompas, vagina e mamas), ele também é produzido por homens, embora em menor quantidade.

Nas mulheres, o estradiol ajuda, também, a alterar os órgãos sexuais externos, a estimular a produção de muco e facilitar a lubrificação vaginal, na estimulação dos folículos ovarianos e, também, na espermogênese, o que ajuda a evitar que os espermatozoides morram muito cedo, permitindo a fecundação do óvulo.

Além dessas funções, o hormônio atua na distribuição da gordura corporal, protege as funções cerebrais e é responsável por manter os tecidos, deixando a pele e os vasos sanguíneos viçosos e com elasticidade.

O estradiol ajuda a reconstruir os ossos e, nos homens, contribui também para a libido e a fertilidade.

Como o nível de estradiol é medido?

O nível de estradiol é medido por meio de um exame de sangue, chamado de E2. Seus níveis variam de acordo com a idade, tanto da mulher como do homem.

Nelas, esse nível pode variar também de acordo com a época do mês, ficando em patamares mais altos ou mais baixos de acordo com o ciclo menstrual.

No entanto, as mulheres acabam experimentando uma queda nos níveis de estradiol quando chegam à menopausa, consequência da queda da função dos ovários.

Esse teste é feito por um ginecologista ou endocrinologista, e pode indicar também se os níveis de estradiol estejam elevados, além de mostrar o que pode causar esse desequilíbrio e como o tratamento deve ser feito para resolver o problema.

Quais os riscos dos níveis de estradiol baixo?

Como todos os hormônios sexuais, existe um patamar considerado de segurança, e que pode indicar o bom funcionamento do organismo.

Quando os níveis de estradiol ficam muito baixos, no entanto, eles podem indicar alguns problemas, e não apenas a chegada da menopausa.

Estar com os níveis de estradiol baixos pode indicar, por exemplo, insuficiência ovariana, síndrome de Turner ou, ainda, gravidez ectópica (ocorre nas trompas, fora do útero).

Além disso, quando os níveis de estradiol estão muito baixos e a mulher não está na menopausa, isso pode desencadear casos de menopausa precoce, parando a ovulação e ocasionando os sintomas típicos desta fase, como dor durante o ato sexual e perda da libido.

Já nas adolescentes, a queda nos níveis de estradiol pode atrasar a puberdade, fazendo com que algumas meninas demorem para menstruar e para sofrer aquela mudança corporal típica do período, como o crescimento dos seios e o nascimento dos pelos pubianos.

Meus níveis de estradiol estão altos. E agora?

Algumas mulheres, no entanto, acabam lidando com níveis muito altos de estradiol. Essa concentração elevada por ser indícios de doenças ou ser provocada por algumas enfermidades.

Por exemplo, mulheres com tumores ovarianos, tumores feminilizantes adrenais, puberdade precoce, doenças hepática ou que estejam grávidas pode apresentar níveis de estradiol muito altos.

Quando os níveis de estradiol sobem demais, as mulheres acabam tendo muita umidade na região vaginal e sofrendo com alterações na pele, retenção de líquidos, inchaço, oscilações da glicose e alterações em seu ciclo menstrual.

Além disso, o aumento desenfreado nos níveis desse hormônio podem provocar acidentes vasculares cerebrais, câncer de mama, tumores ovarianos, tumores feminilizantes adrenais, doenças hepáticas, puberdade precoce e ginecomastia.

Como os distúrbios nos níveis de estradiol podem ser tratados?

Quando o exame de sangue identifica alguma alteração nos níveis de estradiol, o médico que solicitou o teste indica um tipo de tratamento que possa resolver o problema e devolver os níveis seguros desse hormônio.

Por exemplo, quando o desequilíbrio do estradiol não é provocado por eventos graves ou doenças muito sérias, o profissional receita medicamentos que inibem a produção do hormônio, quando o problema é a elevação descontrolada.

Já para quem lida com níveis muito baixos de estradiol, é feita a reposição hormonal com a variação sintética do hormônio. Esse produto é muito utilizado por mulheres que estão na menopausa, para aliviar os desconfortos provocados pela fase.

Tomar estradiol sintético engorda?

Uma das principais perguntas das mulheres que precisam repor os níveis de estradiol com um produto sintético é a influência do produto sobre o peso corporal.

Afinal, o estradiol sintético faz engordar? A resposta para isso é simples. Depende. Em alguns casos, a mulher pode sim ganhar um pouco de peso, mas esse aumento não é provocado pelo remédio em si.

Ele acontece por causa da fase da vida em que essa mulher está. Isso porque, na menopausa, a massa adiposa e a gordura corporal se redistribui, começando a se concentrar mais no abdômen e nos seios. Por isso, a mulher acha que está um pouco mais gorda depois de começar a tomar o remédio.

Apesar disso, é importante que a mulher que precise repor hormônios não abra mão do tratamento. Afinal, os benefícios são muito maiores do que esse aumento relativo de peso.

Tudo sobre o leite de magnésia

O leite de magnésia é um dos produtos mais tradicionais conhecidos pelas pessoas que buscam remédios baratos para problemas simples, como a queimação de estômago ou dificuldades para completar a digestão.

Muito popular, esse produto pode ser adquirido em qualquer farmácia sem receita e tem preços bastante convidativos, o que o torna a primeira opção para quem está com problemas depois daquele almoço especial.

Mas, você sabia que, além de ajudar na digestão, o leite de magnésia pode ser utilizado até mesmo como cosmético? Não? Então esse texto é para você. Reunimos tudo o que você precisa saber para aproveitar o que há de melhor no leite de magnésia.

O que é o leite de magnésia?

O leite de magnésia é um produto composto, em sua maioria, por hidróxido de magnésio. Esse produto atua sobre a acidez exagerada do estômago, aumentando a retenção de água no interior do intestino e amolecendo as fezes, melhorando a movimentação intestinal.

Para que o leite de magnésia serve?

Quando pensamos no leite de magnésia, a primeira coisa que vem à nossa mente é o alívio da acidez quando exageramos em pratos muito picantes.

Isso acontece porque ele ajuda na má digestão, além de tratar dores de estômago, pois é alcalino e neutraliza a acidez estomacal, reduzindo a queimação.

No entanto, ele é bastante utilizado também no tratamento da prisão de ventre, já que ajuda a melhorar a movimentação do bolo fecal e favorece sua eliminação.

Mas essas não são as únicas utilizações do leite de magnésia. Ele é muito bom, por exemplo, para reduzir a oleosidade da pele e desentupir os poros; ajuda a reduzir os pelos da face e também reduz a acne, graças à sua ação adstringente.

Além disso, o leite de magnésia diminui a pressão arterial, fortalece os músculos e diminui a enxaqueca provocada pela menstruação, além de reduzir os odores fortes das axilas e dos pés, já que neutraliza os ácidos causadores do odor do suor.

Fazer bochechos com o leite de magnésia ajuda a combater o mau hálito, e no mundo cosmético, ele clareia as manchas da pele e a refresca, depois de um tempo de exposição ao sol.

Porque usar o leite de magnésia?

Estudos recentes indicaram que a deficiência de magnésio está relacionada a problemas de saúde, como a enxaqueca, problemas cardíacos e no fígado.

Por isso, ingerir o leite de magnésia regularmente ajuda a regular os índices de magnésio no organismo, trazendo uma grande melhoria para a saúde.

Quando a concentração de magnésio está em níveis normais, o corpo consegue absorver mais facilmente outros elementos, como o cálcio, o ferro, o potássio, a vitamina D e o zinco.

Como o leite de magnésia deve ser tomado?

Quando utilizado oralmente, o leite de magnésia deve ser utilizado de acordo com uma dosagem adequada, que varia segundo a idade de quem vai consumir o produto e o efeito desejado.

Laxante

Quando utilizado como laxante, deve-se seguir as seguintes dosagens: para adultos, o recomendado é tomar de 30 a 60 ml por dia; para as crianças entre 6 e 11 anos, a dosagem correta é de 15 a 30 ml por dia e para as crianças entre os 2 e 5 anos, o ideal é fornecer até 5 ml, três vezes ao dia.

Atenção: se você decidir usar o leite de magnésia como laxante, não deve fazê-lo por mais de três dias sem consultar o médico. Isso vale para adultos ou crianças.

Antiácido

Como antiácido, o leite de magnésia deve ser utilizado respeitando as seguintes dosagens.

Para adultos e crianças com mais de 12 anos, o recomendado é tomar de 5 a 15 ml, até duas vezes ao dia. Crianças entre 2 e 11 anos devem tomar 5 ml, até duas vezes por dia.

Neste caso, não é recomendado utilizar o leite de magnésia por mais de 14 dias seguidos sem a orientação médica.

Na pele

O leite de magnésia também pode ser utilizado para o tratamento cosmético, sendo aplicado diretamente na pele.

Aqui, ele pode reduzir a oleosidade e combater as bactérias que causam espinhas e cravos.

Para isso, é preciso diluir o produto antes de utilizá-lo, respeitando a seguinte medida: 20 ml de leite de magnésia diluído em 20 ml de água. A solução deve ser passada no rosto em seguida, utilizando algodão para a aplicação.

Leite de magnésia ajuda a emagrecer?

Algumas pessoas que usam o leite de magnésia costumam dizer que o produto ajuda a emagrecer, convencendo outras a incluí-lo em sua dieta. Afinal, isso é verdade?

Não exatamente. Como ele tem efeito laxativo, essa aparente perda de peso acontece apenas porque ele estimula a perda de líquido. Ou seja, você perde água, e não gordura corporal.

Quando o corpo perde água ele se desidrata, e essa desidratação pode fazer muito mal para a saúde. Então, se você quer realmente emagrecer, faça uma dieta de verdade, mas não apele a laxantes para isso.

Grávidas podem utilizar o leite de magnésia?

Em geral, o leite de magnésia não provoca problemas de saúde. No entanto, se você está grávida e está pensando em utilizar o produto, é importante que procure o seu médico antes de utilizá-lo.

Caso seja necessária a suplementação de magnésio, e você não possa utilizar o leite de magnésia, pode repor o mineral com o consumo de alguns alimentos, como a castanha ou a linhaça.

O mesmo cuidado vale para as mulheres que estão amamentando. Não tome nenhum remédio antes de consultar o seu médico.

Quais as reações adversas que posso sentir ao usar o leite de magnésia?

Tomar o leite de magnésia é bem seguro e não causa grandes efeitos colaterais. A grande maioria deles está relacionada ao uso em dosagens acima do indicado.

Quando isso acontece, as pessoas podem relatar diarreia ou dores abdominais, que passam rapidamente quando você para de utilizar o remédio.

Quem não pode usar o leite de magnésia?

O leite de magnésia pode ser utilizado por qualquer pessoa, porém alérgicos ao hidróxido de magnésio ou portadores de doenças renais não devem utilizar o produto.

Tudo sobre o Velija

A depressão vem sendo chamada de mal do século, já que tem afetado milhões de pessoas ao redor do globo. Homens e mulheres de todas as idades sofrem com uma angústia tão grande que os impede de sair de casa e vivenciar todo o seu potencial.

Para combater o problema, milhões buscam ajuda médica e saem dos consultórios com receitas de medicamentos que prometem trazer o alívio que sua alma e seu corpo precisam.

Dentre os medicamentos receitados pelos médicos está o Velija. Você já tinha escutado falar nele? Sabe para o que ele realmente serve? Conhece seus efeitos colaterais?

Não? Então esse texto é para você. Aqui contaremos tudo o Velija e como ele pode ser usado para melhorar sua saúde.

O que é Velija?

Velija é um medicamento indicado para o tratamento dos quadros de transtorno depressivo maior (TDM), ou seja, a depressão. O medicamento é indicado também para os pacientes que sofrem de outras doenças.

Dentre as enfermidades que podem ser tratadas com o Velija estão a dor neuropática periférica diabética, distúrbio nervoso provocado pela diabetes e que afeta as extremidades do corpo (pés, pernas, mãos e braços).

Também pode utilizar o medicamento pessoas que estejam em estados de dor crônica associados à dor lombar crônica e pessoas em estados de dor crônica relativos à dor decorrente à osteoartrite do joelho em pessoas com mais de 40.

Os pacientes que apresentarem transtorno de ansiedade generalizada e fibromialgia também podem utilizar o Velija para amenizar seus sintomas.

No entanto, para as pessoas que sofrem do transtorno de ansiedade generalizada, é necessário que a pessoa apresente os seguintes sintomas: inquietação/sensação de estar com os nervos à flor da pele, cansar-se facilmente, dificuldade de concentrar/sensação de brancos na mente, irritabilidade, tensão muscular e perturbação do sono.

Como o Velija deve ser tomado?

Por se tratar de um medicamento muito forte, e vendido apenas com prescrição médica e retenção de receita, para que você possa tomar o remédio é preciso respeitar a prescrição indicada pelo médico.

No entanto, em casos de depressão, o indicado é de que a pessoa que usa o Velija deve tomar um comprimido, de 60mg, por dia.

Porém, em alguns casos, pode ser necessário ingerir a metade dessa dosagem, ou seja, 30mg por dia. Por isso, é importante acompanhar a recomendação feita por seu psiquiatra, e não exagerar ou diminuir a dosagem por conta própria.

Qual o princípio ativo do Velija?

Por ser desenvolvido principalmente para o tratamento da depressão, o Velija contém em sua composição o cloridrato de duloxetina, componente capaz de inibir a perda de noradrenalina e de serotonina.

Essas duas substâncias contribuem para aquela sensação de bem-estar, combatendo a depressão.

Quando metabolizado, o Velija aumenta a disposição, diminui a sensação de angústia e aumenta a qualidade de vida das pessoas que sofrem com problemas psicológicos.

Isso acontece porque o medicamento age diretamente no sistema nervoso central. Além de combater a depressão, o remédio ajuda também a aliviar dores musculares.

O Velija engorda ou emagrece?

Assim como muitos remédios utilizados para o tratamento da depressão, o Veija tem efeitos colaterais. Dentre esses efeitos, os mais controversos são os influenciam o peso corporal.

Ou seja, para algumas pessoas, o Velija ajuda a emagrecer, enquanto para outras o produto pode fazer engordar. Mas, afinal de contas, ele engorda ou emagrece? Depende, e vamos explicar por que.

Depressão

Dentre os pacientes que usam o Velija para o tratamento da depressão, o produto provoca, com mais frequência, perda do apetite e diminuição do peso, embora uma pequena parcela note algum aumento de peso.

Dor neuropática periférica diabética

Os pacientes que utilizam o produto para o tratamento desta enfermidade costumam relatar, em sua maioria, a diminuição de apetite. Já para uma pequena parcela pode aparecer o ganho de peso.

Fibromialgia

Quem sofre de fibromialgia pode relatar tanto diminuição do apetite como perda ou aumento de peso. Aqui, o fato irá variar de acordo com o metabolismo deste paciente.

Dor crônica

Para quem sofre de dor crônica, a reação mais comum relatada é a diminuição do apetite, acompanhada de perda de peso. No entanto, para alguns poucos pacientes pode acontecer o ganho de peso.

Ansiedade crônica

Já para quem sofre com ansiedade crônica e generalizada, o efeito mais comum é a perda de peso, juntamente com a queda do apetite. Para outros, no entanto, a pessoa pode ganhar alguns quilos.

Quais os efeitos colaterais do Velija?

A perda ou ganho de peso é apenas um dos efeitos colaterais que podem aparecer para aquelas pessoas que precisam utilizar o Velija. Existem outros sintomas que podem aparecer em utiliza o produto e que variam de acordo com a enfermidade que ele irá combater.

Por exemplo, para quem sofre de depressão e usa esse remédio, as reações mais comuns são boca seca, náusea e dor de cabeça.

Quem usa o Velija para combater a dor neuropática periférica diabética, podem aparecer náuseas, fadiga, tontura, dor de cabeça e sonolência.

Para quem lida com a fibromialgia, é comum se deparar com prisão de ventre, náusea, diarreia, cansaço, tontura, dor de cabeça, sonolência e insônia.

Na dor crônica, o sintoma mais relatado são náuseas. Já para os casos de ansiedade generalizada é comum os relatos de boca seca, náusea, cansaço, tontura, dor de cabeça e sonolência.

Há alguma contraindicação no uso do Velija?

Assim como todos os medicamentos, é preciso ficar atento às contraindicações, para que seu uso não cause prejuízos graves à saúde.

Por exemplo, quem sofre de alergia ao cloridrato de duloxetina, princípio ativo do Velija, não deve utilizar o produto, assim como menores de 18 anos ou pessoas que estejam utilizando inibidores da monoaminoxidase (IMAO).

Mulheres grávidas ou que estejam amamentando não devem utilizar o produto. Já quem tem relatos de abuso do álcool ou sofre com doenças hepáticas, hipertensão, doenças cardíacas ou quem utilizam anticoagulantes, é preciso atenção ao uso.

Por causa da sonolência que causa, é preciso tomar muito ao dirigir ou operar máquinas, para que não ocorram acidentes.

 

Tudo sobre os ácaros

Figuras frequentes em todas as partes de nossa casa, desde o sofá até o travesseiro ou o seu cobertor, os ácaros estão mais próximos do que gostaríamos de pensar.

Microscópicos, esses seres convivem dentro de nossa casa e podem causar enormes estragos, pois facilitam o surgimento de doenças, respiratórias ou infecciosas.

No entanto, existem medidas simples que podem eliminar esses inimigos silenciosos, tornando nossa vida muito tranquila. Você sabe o que são ácaros e como eles podem prejudicar a sua vida?

Não? Então esse texto é para você. Aqui contaremos tudo o que é preciso saber para enfrentar e vencer os ácaros, esses pequenos inimigos de nossa saúde.

O que são ácaros?

Os ácaros domésticos são animais invertebrados, que possuem membros rígidos e articulados e são bem parecidos com os carrapatos, embora só possam ser observados no microscópio.

Muito comuns na natureza, eles existem dentro de nossas casas, em locais como sofás, cortinas, tapetes, cobertores, agasalhos e travesseiros.

Embora não possam ser enxergados sem um microscópio, esses seres são muito perigosos para a saúde humana, pois ajudam a provocar doenças alérgicas, como rinite alérgica, asma, conjuntivite e dermatite alérgica.

Quais os tipos de ácaros?

Assim como todos os animais, mesmo os parasitas, não existe um único tipo de ácaro. Existem milhares deles, no entanto alguns estão mais ligados ao dia a dia de uma pessoa.

Por exemplo, o acarus siro aparece com muita frequência em alimentos guardados por muito tempo, como cereais, legumes e sementes. Quando entramos em contato com eles ou os inalamos, eles podem causar alergias.

Os ácaros do tipo blomia tropicalis são muito comuns em regiões tropicais ou semi tropicais, e aparecem com muita frequência em produtos armazenados e na poeira. São os grandes causadores da asma, da rinite e da dermatite atópica.

Os do tipo dermatophagoides farinae são presença frequente dentro das casas aparecendo, por exemplo, em carpetes, colchões e roupas de cama, sendo o segundo mais abundante globalmente e campeão no desenvolvimento de diversas alergias.

Já os ácaros do tipo dermatophagoides pteronyssinus são o mais comum de todos, e se abrigam principalmente dentro das residências. Esse tipo de ácaro é o principal causador de alergias e infecções cutâneas.

Onde vivem os ácaros domésticos?

Conforme comentamos, os ácaros domésticos vivem muito perto dos seres humanos. O que isso quer dizer? Que eles estão ao nosso redor, literalmente.

Por exemplo, você pode encontrar ácaros dentro das fibras de tapetes, em travesseiros, almofadas, sofás, bichos de pelúcias e roupas de cama, ou seja, tudo aquilo com que você tem contato intimo.

Além disso, os ácaros podem ser encontrados no seu colchão, e em grande quantidade. Alguns estudos estimam que há cerca de 1,5 milhão deles enquanto você dorme.

Como os ácaros se alimentam?

Os ácaros vivem próximos dos humanos por uma razão muito simples: eles se alimentam de escamas de pele humana e de animais, sendo considerados um tipo de praga doméstica, já que nesse ambiente eles se reproduzem com grande velocidade.

A alimentação dos ácaros acontece da seguinte maneira: nossa pele vai se renovando constantemente, com a queda da camada mais superficial da pele, chamada de queratina.

A pele morta eliminada por nosso organismo é utilizada como alimento pelos ácaros, que não só a consomem como fazem suas necessidades no mesmo lugar, transformando o ambiente em que vivem em um lugar extremamente tóxico.

Quais as principais doenças causadas pelos ácaros?

Conforme comentamos na abertura desse texto, os ácaros são os grandes responsáveis por diversas doenças, tanto alérgicas quanto respiratórias, em praticamente todas as estações do ano, mas em especial no inverno, quando ficamos mais tempo dentro de casa, e com as janelas fechadas.

Confira abaixo as principais doenças causadas pelos ácaros.

Rinite

Nas pessoas que sofrem com rinite, a presença dos ácaros acabam desencadeando muitas crises, porque tanto os animais como seus dejetos são bastante leves, sendo transportados pelo ar e, muitas vezes, acabam entrando nas vias respiratórias.

Asma alérgica

Os ácaros são os principais fatores alérgicos que desencadeiam as crises. Por isso, as pessoas que sofrem dessa doença precisam redobrar os cuidados para combater esse animal e preservar sua saúde.

Dermatite

Os ácaros são outros dos principais causadores da dermatite. Aqui, eles podem se proliferar na pele, causando erupções cutâneas, vermelhidão e coceira excessiva.

Conjuntivite

Os ácaros podem inflamar a conjuntiva, uma mucosa que reveste nossos olhos, provocando a conjuntivite. Nessa doença, os olhos ficam vermelhos, há muita coceira, inchaço e também fotofobia.

Infecções cutâneas

Quando os ácaros entram em contato com nossa pele, eles podem causar várias infecções cutâneas, que podem ser acompanhadas de inchaço, vermelhidão e erupções cutâneas que não terminam facilmente.

Como se prevenir do surgimento dos ácaros?

Para evitar o surgimento das doenças relacionadas aos ácaros, a chave principal da questão é prevenir o surgimento desses animais. Por isso, é importante adotar alguns hábitos.

Quem sofre com asma ou tem outras alergias respiratórias, por exemplo, devem evitar usar travesseiros de pena, pois esse tipo de travesseiro concentra mais microorganismos.

Entretanto, todas as pessoas precisam adotar cuidados extras com seus travesseiros. Eles devem ser deixados no sol durante o dia, pois o calor reduz a umidade e cria um ambiente desagradável para os ácaros.

Além disso, é preciso fazer uma aspiração frequente nestes travesseiros, para higienizá-los corretamente.

Woman using vacuum cleaner at home in the living room

Os donos de animais de estimação precisam lavar as patas do cão ou do gato sempre que ele voltar da rua, para retirar toda a sujeira. Essa higienização deve ser feita com água e sabão neutro.

Já os colchões, sofás e ambientes devem ser sempre limpos, com uma esponja levemente úmida. É importante tomar cuidado para que eles não fiquem úmidos, pois a umidade favorece o surgimento de ácaros.

Os colchões devem ser substituídos com frequência e semanalmente postos ao sol, para que o calor retire a umidade do produto e possa deixá-los mais seguros para o uso.

Além disso, você deve lavar sua roupa de cama com frequência e, ao menos uma vez por mês, higienizá-la com água quente. A casa deve estar sempre arejada, com portas e janelas abertas durante o dia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tudo sobre a ninfoplastia

Um dos procedimentos estéticos mais realizados no Brasil, a ninfoplastia leva todos os dias milhares de mulheres para a mesa de cirurgia, em busca de procedimentos estéticos para rejuvenescer uma área delicada de seu corpo: a vagina.

Você já teve curiosidade em fazer uma ninfoplastia? Sabe o que significa ou como fazer esse procedimento? Não? Então esse texto é para você. Aqui contaremos tudo o que você precisa saber sobre ela.

O que é a ninfoplastia?

Conhecida também como labinoplastia, a ninfoplastia é uma cirurgia plástica onde há a redução dos pequenos lábios vaginais nas mulheres que tem hipertrofia na região.

Ou seja, ela é indicada para as mulheres que apresentam os pequenos lábios muito grandes. Essa alteração, embora não provoque problemas físicos, causa enorme constrangimento para elas, principalmente na hora do sexo.

A ninfoplastia é uma cirurgia relativamente rápida, e dura cerca de uma hora. Em geral, a mulher precisa ficar apenas uma noite internada, recebendo alta no dia seguinte.

No entanto, a recuperação é um pouco desconfortável. Por isso, os médicos recomendam que a paciente fique em casa, evitando ir trabalhar nos primeiros cinco dias depois do procedimento.

Quem pode fazer a ninfoplastia?

Por se tratar da redução dos pequenos lábios da vagina, a ninfoplastia pode ser realizada quando os pequenos lábios são muito grandes; quando eles provocam desconforto durante as relações sexuais ou quando causam desconforto, vergonha ou baixa autoestima.

No entanto, por se tratar de um procedimento cirúrgico, a recomendação é de que, antes de realizada a cirurgia, a paciente fale com seu médico e esclareça todas as dúvidas que possam surgir.

Como a ninfoplastia é feita?

A ninfoplastia é uma cirurgia simples, sendo realizada em ambulatório, com aplicação de anestesia local, raquidural, com ou sedação, e dura de 40 minutos a uma hora.

Durante esse período, o medico irá cortar os pequenos lábios e costurar suas bordas, de uma forma que a cicatriz não seja vista.

A sutura da região é feita com fios absorvíveis, que são absorvidos pelo organismo, eliminando a necessidade de um retorno ao médico para a retirada dos pontos.

Em geral, uma mulher que se submete à ninfoplastia tem alta no dia seguinte ao procedimento, retornando ao trabalho e suas atividades diárias cinco dias depois da intervenção.

Entretanto, é necessário aguardar de três semanas a um mês para voltar a ter relações sexuais e fazer exercícios físicos.

Outra forma menos agressiva de realização da ninfoplastia é via laser. Aqui, a luz dos raios diminui o tamanho dos pequenos lábios, sem a necessidade de que sejam feitos cortes na região.

Além de facilitar a recuperação, o uso de raios laser durante o procedimento estimula a produção de colágeno na área, deixando os pequenos lábios com um aspecto mais rejuvenescido.

Quais os benefícios da ninfoplastia?

Se submeter à ninfoplastia traz enormes benefícios à autoestima das mulheres que sentem vergonha de seu próprio corpo, ou se sentem mal porque seus pequenos lábios são maiores do que o normal.

Além disso, o procedimento previne infecções, pois pequenos lábios muito volumosos podem acumular secreções de urina, causando infecções. A região pode, também, ser muito friccionada, ocasionando feridas.

O procedimento melhora, ainda, o desempenho sexual, pois pequenos lábios muito grandes causam dor durante a relação ou, ainda, deixam a mulher constrangida diante de seu parceiro.

Todas as mulheres que se submeteram à ninfoplastia relataram se sentir muito mais confortáveis com qualquer tipo de roupa, incluindo as mais justas, pois seus lábios vaginais já não eram tão grandes a ponto de incomodá-las quando utilizavam lingerie ou calças jeans, por exemplo.

Como é a recuperação depois de uma ninfoplastia?

Depois da cirurgia, a região íntima fica um pouco inchada, avermelhada e com marcas arroxeadas, algo totalmente normal e esperado.

Aqui, a mulher deve repousar por três dias, permanecendo recostada na cama ou no sofá com apoio de almofadas, e também usar roupas leves e folgadas.

Mesmo que a recuperação não seja semelhante em todas as mulheres, a cicatrização completa acontece depois de seis meses.

Higienização

Durante o período de recuperação, é importante tomar alguns cuidados. Por exemplo, a região da vagina deve estar sempre limpa e seca.

Devem ser colocadas compressas geladas no local, sobretudo nos primeiros dias, para aliviar a inflamação e combater o inchaço. Essas compressas devem ser colocadas durante 15 minutos, três vezes ao dia.

Depois que a mulher urinar ou defecar, deve sempre lavar a região com água fria ou soro, aplicando ainda uma solução antisséptica com uma gaze limpa.

Pode ser necessário ainda colocar uma camada de pomada cicatrizante, com ação bactericida, para evitar coceira durante a cicatrização, evitando também infecções.

Além disso, deve ser utilizado absorvente íntimo grande, capaz de absorver o máximo de sangue, mas sem que pressione a região. A calcinha nesta fase deve ser de algodão e larga o suficiente para que a mulher se sinta confortável nos primeiros dias depois da cirurgia.

Para diminuir as dores que podem aparecer nos primeiros dias, a mulher pode tomar um grama de paracetamol a cada oito horas, para aliviar a sensação dolorosa e de desconforto nos primeiros três dias.

Restrições

Quem se submete a uma ninfoplastia não deve dirigir nos primeiros dias depois do procedimento, porque a posição do motorista é desconfortável e pode provocar dor e sangramento.

Também não é recomendável fumar ou consumir bebidas alcoólicas até dez dias depois da cirurgia.

Quem não deve fazer a ninfoplastia?

Como em todo o procedimento cirúrgico, a ninfoplastia é desaconselhada em alguns públicos.

Por exemplo, não devem se submeter ao procedimento mulheres com diabetes descontrolada, hipertensão e insuficiência cardíaca. O procedimento também não deve ser feito durante a menstruação, porque o sangue menstrual deixa a região mais úmida e, assim, mais propensa a infecções.

Quanto custa a ninfoplastia?

Embora se trate de um procedimento simples, a ninfoplastia não é barata. A paciente, que não tem um plano de saúde que cubra o procedimento, precisa arcar com várias despesas.

Uma delas é a consulta com o cirurgião plástico, que pode custar até R$ 300 por visita. Em seguida há o custo do procedimento, que pode alcançar até R$ 6 mil, dependendo do hospital escolhido, da equipe médica e do atendimento recebido.

 

 

 

 

 

 

Tudo sobre a otoplastia

Ter orelhas de abano é algo que mexe com a autoestima de uma pessoa, seja ela homem ou mulher. Afinal, quem lida com essa situação precisa se acostumam a ouvir apelidos e risadas sobre o tamanho de suas orelhas.

Por isso, muitas pessoas crescem traumatizadas, e fazem de tudo para esconder suas orelhas. Já outras saem em busca de uma saída cirúrgica para a questão.

Essa solução é a otoplastia, uma cirurgia que se propõe exatamente a isso, a corrigir as temidas orelhas de abano.

Você tem ou conhece alguém que venha lidando com essa questão, gostaria de resolver o problema, mas não sabe como? Então esse texto é para você. Aqui reunimos tudo o que é preciso saber para deixar as orelhas de abano no passado.

O que é a otoplastia?

A otoplastia é uma cirúrgia plástica feita nas orelhas e que pode corrigir, além das orelhas de abano, problemas como traumas, ausência congênita de orelhas e orelhas constritas.

Quem pode fazer a otoplastia?

Na otoplastia, o cirurgião corrige assimetrias de forma, tamanho e angulação, pensando nas orelhas de abano, reduz deformações, corrige malfomações de nascença ou, ainda, em orelhas que sofreram trauma.

Embora haja um grau nas orelhas de abano, que vai do mais leve ao mais grave, a otoplastia é feita de acordo com o grau de incômodo relatado pelo paciente, além de alterações anatômicas existentes nas orelhas.

Para fazer a otoplastia, a pessoa deve ter, no mínimo, entre seis e sete anos, pois nesta faixa etária o crescimento das orelhas já foi finalizado. O período foi pensado, também, para coincidir com a fase escolar, quando crianças com orelhas de abano poderiam se sentir muito incomodadas e intimidadas.

Como a otoplastia é feita?

Na otoplastia, o tipo de anestesia utilizado é a local, com sedação, e o procedimento começa com uma incisão que é feita atrás da orelha, acompanhando a dobra natural da pele.

Depois, o excesso de pele é retirado e, em seguida, é feito o ligamento da cartilagem, deixando-a mais flexível. Quando o paciente tem as orelhas muito grandes, pode ser necessário retirar um pouco desta, para que seu tamanho diminua.

Em seguida, o cirurgião faz pontos de fixação, para que a nova anatomia da orelha se mantenha, e fecha a pele. Os pontos feitos nessa cirurgia são internos e absorvíveis, não sendo necessário retirá-los.

O procedimento é muito rápido, e dura pouco mais de uma hora para ser  completado.

Quais as preparações para a otoplastia?

Antes de realizar a cirurgia, é importante que o paciente passe por uma consulta pré-operatória. Ali, ele poderá tirar todas as suas dúvidas sobre o procedimento.

O médico lhe informará qual seu problema, lhe explicará a solução e mostrará tanto os riscos quanto os benefícios da prática, além de destacar as expectativas com ela.

Em seguida, é necessário fazer todos os exames pré-operatórios, como exames de sangue, como hemograma e de coagulação completo, além de eletrocardiograma.

Além disso, quem se submete a essa cirurgia precisa interromper o uso de medicamentos que alterem a coagulação do sangue, como o AAS (ácido acetilsalicílico), gingko biloba, cascara sagrada e clopidrogrel.

Já os pacientes que tenham hipertensão e diabetes devem continuar tomando seus medicamentos normalmente. É preciso também fazer um jejum de oito horas antes do procedimento.

Como é o pós-operatório?

O paciente que fará uma otoplastia costuma ficar entre oito a doze horas internado.

Depois da operação, é preciso ficar atento aos curativos. Eles são feitos com pomada cicatrizante e gaze, e feitos ao final da cirurgia, devendo ser retirados dentro de um período de 24 a 48 horas, no consultório médico. Caso seja necessário fazer outro curativo, o médico orientará como fazer.

Neste caso, é preciso usar uma faixa de tecido compressiva específica, nos casos de correção de orelhas de abano, retirada apenas para o banho e utilizada 24 horas por dia, durante um mês.

Quando retirar o curativo, o paciente deve deixar a região limpa e seca, limpando a área com cuidado e secando cuidadosamente.

Algumas pessoas podem sentir uma leve sensação de incômodo. Por isso, o médico receitará analgésicos. Caso o paciente sinta uma dor forte, é importante voltar ao consultório médico, para nova análise.

Enquanto a otoplastia estiver cicatrizando, é importante que o paciente não coce a região, porque a pele ainda está inchada, sensível e com  pouca pele, o que pode causar sangramentos ou mesmo infecções.

Depois da operação, os pacientes podem perceber certo inchaço e vermelhidão na área operada, sinais que desaparecerão com o passar dos dias, até sumir por completo.

Para voltar às atividades normais é preciso observar o tipo de procedimento. No caso das crianças, por exemplo, a recomendação é aguardar uma semana até que elas possam voltar à escola, para evitar traumas na área.

Já os adultos podem retomar o trabalho em dois dias. Atividades físicas devem ser feitas com cuidado, priorizando sempre as mais leves, e sem contato com a área operada.

Para quem usa óculos, o recomendável é colocá-lo por cima do curativo, preso com esparadrapo na faixa, cuidando para que não aperta demais a cabeça.

Quando retirar o curativo, cuidado para que os óculos não fiquem muito apertados à cabeça ou atrás da orelha. Já outros pacientes prendem as hastes dos óculos na faixa que usarão por 30 dias.

Depois da cirurgia, é preciso voltar ao consultório médico entre 24 a 48 horas, para a retirada do curativo e avaliação médica. Os próximos retornos serão marcados posteriormente, de acordo com a evolução do paciente.

Cuidados antes da otoplastia

Quem vai fazer uma otoplastia precisa ficar atento ao surgimento de infecções no ouvido, pois estas podem provocar infecções na cartilagem da orelha, comprometendo assim o resultado final do procedimento.

Em alguns casos podem até mesmo surgir outras deformidades. Quem está com infecções em outros locais do corpo também não devem realizar o procedimento.

A mesma precaução vale para aqueles que estão com gripes muito intensas, infecções urinária e amigdalites. Além disso, ter hipertensão e diabetes não controladas pode ser um risco à saúde.

 

Tudo sobre os testes de gravidez

Algumas vezes, é a notícia mais aguardada por um casal ou apenas por uma mulher. Em outras, sua confirmação é capaz de virar a vida de uma pessoa de cabeça para baixo.

Seja em uma ou outra situação, descobrir estar grávida muda a vida de uma mulher, que pode ou não estar preparada para esse evento tão incrível e ao mesmo tempo tão assustador.

Por isso, os testes de gravidez são tão importantes, afinal é com eles que uma pessoa poderá descobrir se está ou não esperando um bebê.

Você sabe como um teste de gravidez funciona? É capaz de distinguir um falso positivo de uma confirmação real ? Não? Então esse texto é para você.

Aqui contaremos tudo o que é preciso saber para não cair em armadilhas e utilizar o teste de gravidez da maneira correta.

O que é o teste de gravidez?

O teste de gravidez é um exame onde é verificada a dosagem do hormônio beta hCG, o hormônio da gravidez. Ele constata ou descarta a gestação.

Esse hormônio aparece apenas em mulheres grávidas, pois é produzido pelo feto e passa para a circulação das mães, podendo aparecer no sangue ou na urina, fruto da filtragem do sangue pelos rins.

Por isso, para que a gravidez seja detectada, é possível realizar exames tanto de sangue como de urina. Este último pode ser feito com kits comprados em farmácias.

Eficácia

Em geral, os exames de sangue, feitos em laboratórios, são mais sensíveis e detectam a gravidez com bastante precisão.

No entanto, os testes de farmácia também não pode ser descartados, afinal apresentam resultados bastante precisos.

Aliás, os fabricantes afirmam que tais testes podem detectar a presença de hCG na urina a partir do primeiro dia de atraso menstrual e com boa certeza após a terceira semana de gestação.

Além disso, eles são muito práticos e tem custo baixo, podendo ser feitos na casa da mulher, apenas com uma pequena amostra de urina.

Rapidez

Tanto o exame de sangue como o de urina oferecem resultados rápidos, porém o exame de farmácia apresenta o resultado em poucos minutos. No teste de sangue, a resposta pode demorar até 24 horas.

Quais os tipos de testes de gravidez?

Conforme comentamos um pouco acima, existem dois tipos de exame para a detecção de uma gravidez: o teste de urina e o de sangue. Uma mulher pode realizar os dois exames, para ter certeza do diagnóstico é necessário fazer um exame de sangue.

Isso é necessário porque, embora sejam capazes de identificar a presença de hCG na urina, a concentração desse hormônio no fluído eliminado do corpo é muito menor do que no sangue, fazendo com que ele não seja identificado logo no início da gestação.

Agora que você já sabe quais testes de gravidez existem, é hora de conhecer um pouco mais sobre cada um deles.

Exame de sangue

Para fazer o exame de sangue que detecta a gravidez não é necessário estar em jejum, e ele pode ser feito em qualquer laboratório, sem uma solicitação prévia do médico. Em geral, o resultado do teste demora 24 horas para ser liberado.

No teste de sangue, existem dois tipos: o qualitativo e o quantitativo. Os dois são capazes de detectar a presença de hCG no sangue, mas a forma como apresentam esses resultados os tornam diferentes.

No teste qualitativo, por exemplo, é informada apenas se o teste de gravidez deu positivo ou negativo. Já no teste qualitativo, são obtidas mais informações, como o acompanhamento da doença trofoblástica gestacional, a gravidez ectópica ou, ainda, de tumores germinativos ou de casos de aborto.

O teste qualitativo pode, ainda, indicar o período de gestação. No entanto, para que esse período seja identificado de forma precisa é recomendado que o teste de sangue seja combinado com o exame de ultrassom.

Teste de urina

Conhecidos também como testes de farmácia, os kits para testes de urina podem ser comprados sem receita médica e tem um custo muito baixo, girando em torno de R$ 3, o que os torna muito acessíveis.

Além disso, oferecem resultados bastante confiáveis em quase 100% dos casos e a realização do teste é muito rápido, com o resultado sendo informado em menos de cinco minutos.

Embora algumas marcas digam que seus testes são capazes de atestar a gravidez até quatro dias antes do atraso menstrual, o indicado é que esse tipo de teste seja feito depois do primeiro dia de atraso, pois antes dessa data é possível lidar com falsos negativos.

Caso o teste de farmácia apresente resultado negativo, mas a menstruação permaneça atrasada ou apareçam sintomas de gravidez, o teste deve ser repetido após três dias.

Tipos de testes de farmácias

Ao contrário do exame de sangue, que é feito de uma única maneira, no teste de farmácia existem formas diferentes de utilização para o diagnóstico da gravidez, embora todos funcionem da mesma forma (identificando o hCG em uma pequena amostra de urina). Confira cada um deles.

Tiras

Neste teste, a detecção da gravidez é feita com a ajuda de tiras ou hastes. O kit pode ou não ser acompanhado de um copinho coletor de urina.

As tiras são feitas de papel, corante e anticorpos reagentes, e vem dentro de pacotinhos plásticos ou de sílica, lacrados. Sua eficácia é de 99,9% e o resultado aparece entre 1 a 3 minutos.

Caneta

Teste muito parecido com o da fita, ele pode ou não ser acompanhado de um frasco coletor de urina, e deve ser colocado diretamente no jato de urina.

Nesse tipo de teste, o resultado aparece com um ou dois riscos, indicando negativo ou positivo, respectivamente.

Digital

Nos testes digitais, a forma de fazer o exame é semelhante ao feito com hastes ou fitas. A diferença fica por conta da forma como esse dado é relevado, por meio de uma tela digital.

Aqui, o medidor do aparelho indicará se a urina contém quantidades elevadas de hCG. Esse teste possui precisão superior a 99% e é capaz de identificar a gravidez até quatro dias antes do atraso menstrual.

Em algumas marcas, é possível encontrar o teste quantitativo digital. Ou seja, quando o resultado é positivo, o medidor informa há quantas semanas a mulher está grávida.

Segundo os fabricantes, a precisão sobre o tempo de concepção pode alcançar até 92%.

Líquido

Nesse teste, o exame é feito através de uma fita, porém o resultado é dado de forma diferente. Ao invés de surgir uma ou duas tirinhas, há mudança na coloração.

Ou seja, quando o resultado é positivo, o aparelho fica azul. Quando o resultado é negativo, ele poderá ficar vermelho ou amarelo.